Etnologias e contentores cronológicos em fricção. Subverter os tempos no Museu da América

Etnologias e contentores cronológicos em fricção. Subverter os tempos no Museu da América Constituindo-se como cenário “neutro” que, na realidade, continua a operar sob limites opacos entre consentimento e poder colonial, enquanto a negação das subjetividades protagonistas se expressou em categorias genéricas como “índio” ou “encontro”. Perante essa forma de vigência colonial, todas as narrativas simultâneas que se lhe contrapuseram, bem como as contradições e afrontas à nostalgia imperialista, entraram em confronto com a hegemonia ideológica, arquitetónica e visual imposta por este lugar desenhado segundo os padrões de um claustro colonial ajardinado.

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03.03.2026 | por Lorena Tabares Salamanca