Diogo Ramada Curto, um amigo

Diogo Ramada Curto, um amigo Quanto a mim, apenas uma gota de água num oceano imenso de amigos de todas as idades, classes e quadrantes, feitos no Colégio Militar e no râguebi, nas noites do Bairro Alto, nos corredores das universidades, nos jantarinhos da Lisboa-elite, recordarei para sempre as conversas maledicentes e bem-humoradas dos sábados de manhã, na esplanada do Clara Clara, após uma jornada de caça bibliófila, ou os cafés e os almoços às mesas da BN, servidos pelo senhor Paulo ou pela São, e na companhia do João Pedro George, que hoje estão destroçados. Como nós todos.

Cara a cara

13.04.2026 | por António Araújo