Meteorizações: uma leitura da Agronomia da Libertação de Amílcar Cabral

Meteorizações: uma leitura da Agronomia da Libertação de Amílcar Cabral Este artigo faz uma leitura dos textos agronómicos de Cabral (1948 a 1960), publicados no livro Estudos Agrários de Amílcar Cabral, juntamente com os seus discursos e escritos políticos mais traduzidos e publicados. O contexto desta leitura é um engajamento contínuo com o pensamento de Cabral que incluiu a elaboração de filmes, o ativismo artístico através da digitalização do cinema militante da Guiné-Bissau, e o trabalho com cineastas guineenses como Sana na N’Hada e Flora Gomes, entre outros.

Afroscreen

30.11.2019 | por Filipa César

Os olhares de Catarina - novos trabalhadores rurais do Alentejo: entre a esperança e a discriminação

Os olhares de Catarina - novos trabalhadores rurais do Alentejo: entre a esperança e a discriminação Do outro lado, a milhares de quilómetros, estará uma voz familiar e uma condição de miséria que a levou a atravessar meio mundo em busca das migalhas da fatia do bolo que ditou que as muitas Catarinas Eufémias do hemisfério sul não tenham direito a uma vida digna. Muito menos que os seus nomes sejam recordados pelas múltiplas lutas que povoam a sua mera sobrevivência quotidiana.

Jogos Sem Fronteiras

21.05.2019 | por Filipe Nunes

Excerto do espectáculo Meias~Irmãs

Excerto do espectáculo Meias~Irmãs LÚCIA O pai foi para Moçambique muito novo. Sabes? Ele foi para Moçambique com a mesma idade com que eu vim para aqui: aos seis anos. Se eu voltasse agora para Moçambique também não me ia sentir em casa. BEATRIZ E quantas décadas ele precisava para se adaptar aqui?

Mukanda

21.09.2010 | por Nuno Milagre

“A zona raiana baralha as pessoas e os telemóveis”

“A zona raiana baralha as pessoas e os telemóveis” Meias~irmãs é um espectáculo de simetrias: de um lado o vestido amarelo (Crista Alfaiate), a não mulata (filha da mãe portuguesa), a irmã bem comportada que ainda vive no Alentejo e toma conta do pai acamado, e do outro o vestido vermelho (Carla Galvão), a irmã mulata com pronúncia espanhola que partiu para longe em busca de uma vida melhor (porque... não é ela a bastarda?).

Palcos

20.09.2010 | por Ana Bigotte Vieira