Gala Mérito Mulheres | Zia Soares

A Associação de Mulheres Empreendedoras Europa/África promove a iniciativa MÉRITO ÀS MULHERES cujo objectivo é valorizar e premiar o papel da mulher nas mais distintas áreas profissionais.

Este ano celebra-se a 6ª Edição numa Gala que terá lugar no Estoril,  dia 25 de novembro pelas 19H no Hotel Palácio.

Zia Soares é uma das mulheres premiadas na área da “REPRESENTAÇÃO” pelo seu percurso singular em África e na Europa, na área das Artes Performativas, destacando-se o facto de ser a primeira mulher negra directora artística de uma companhia de teatro em Portugal e por ser autora e encenadora do espectáculo “O Riso dos Necrófagos” distinguido como “Melhor Espetáculo 2021/2022” no âmbito do Premio Internazionale Teresa Pomodoro em Milão, Itália.

Créditos - Estelle ValenteCréditos - Estelle Valente

Zia Soares é encenadora e actriz e é a primeira mulher negra diretora artística de uma companhia de teatro em Portugal. 

Filha de pai timorense e mãe angolana, nasceu em Angola, reside em Portugal e trabalha regularmente na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e em Portugal.

Frequentou a Licenciatura de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o Mestrado de Artes Cénicas da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 

No início do seu percurso artístico passou pelo ballet e percussão com a Companhia Nacional de Ballet da Guiné Bissau, pelas artes circenses com a Amsterdam Balloon Company dos Países Baixos, e pelo teatro, com a Companhia de Teatro Os Sátyros,  de São Paulo, Brasil, e pelo Teatro Praga, tendo sido uma das fundadoras da companhia.  Em 2018 e 2019 concebeu e dirigiu as primeiras performances produzidas e interpretadas exclusivamente por mulheres negras em Portugal - Gestuário I produção INMUNE (Instituto da Mulher Negra em Portugal); e Gestuário II, co-produção INMUNE/ BoCA-Biennial of Contemporary Arts. 

É directora artística do Teatro GRIOT, companhia onde encenou LUMINOSO AFOGADO, a partir de Al Berto; Uma dança das florestas, de Wole Soyinka; e O Riso dos Necrófagos, de sua autoria, distinguido como “Melhor Espectáculo 2021/2022” no âmbito do Premio Internazionale Teresa Pomodoro (Milão, Itália). 

Concebeu e interpretou os solos FANUN RUIN, EROSÃO e KUINZY, produzidos pelo projecto SO WING, do qual é co-fundadora. 

O seu trabalho desenvolve-se sempre em estreita colaboração com artistas interdisciplinares como Kiluanji Kia Henda, Mónica de Miranda, Neusa Trovoada ou Xullaji.

Em 2022 o Presidente da República Portuguesa, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, convidou Zia Soares a integrar o programa “Mulheres de Coragem”, que visa “destacar o lugar e a dignidade das mulheres na sociedade portuguesa”. 

Zia Soares é uma artista apoiada pela apap – Feminist Futures, um projeto co-financiado pelo Programa Europa Criativa da União Europeia.

15.11.2022 | by Alícia Gaspar | artes performativas, feminismo, gala mérito mulheres, mulheres, negritude, Zia Soares

Maria Gil estreia "Avieiras, Viagem de Lamas"

As pessoas continuam a relacionar-se com e a preservar as suas histórias. Este espectáculo é sobre ouvir histórias para voltar a contá-las com tudo o que se acrescenta mas também com tudo o que fica nos esquecimentos. Alguém disse, uma rede é uma colecção de buracos.

— Maria Gil

Avieiras, viagem de Lamas tem como ponto de partida relatos e testemunhos actuais de mulheres pertencentes a comunidades avieiras das aldeias Palhota e Escaroupim e ainda de Vila Franca de Xira e da Praia da Vieira de Leiria. Trata-se da continuação de um projecto de etnografia artística desenvolvido por Maria Gil desde 2018 (Mulheres em Terra, Homens no Mar), junto a mulheres de comunidades piscatórias e ligadas ao mar. O espectáculo parte ainda do trabalho realizado pela jornalista Maria Lamas em, As Mulheres do Meu País, para apresentar uma visão contemporânea do processo emancipatório da condição feminina dentro destas comunidades desde a segunda metade do século XX até aos dias de hoje. Após uma primeira apresentação na aldeia de Palhota para a comunidade local, o espetáculo terá estreia em Sintra, na Casa de Teatro de Sintra/Chão de Oliva a dia 28 de outubro. Os bilhetes para a data de Sintra custam €7,50 (bilhete normal) e €5 (com descontos), podendo ser reservados através do email teatrodosilencio@gmail.com. A peça ficará em cena até dia 6 de novembro.  

A comunidade avieira era constituída sobretudo por famílias de pescadores da Praia da Vieira de Leiria, mas também da zona da Murtosa que, quando o mar estava bravo durante o inverno, se deslocavam em carroças, barcos, e até a pé, na direção do Tejo, para aí se dedicarem à pesca. Inicialmente, viviam dentro das embarcações - os saveiros - mas com o passar dos anos acabaram por se fixar ao longo das margens, onde construíam casas de madeira, cobertas com caniços e assentes em palafitas, que os protegiam das cheias do rio e dos efeitos do solo arenoso. As mulheres avieiras sabem pescar, lançar, lavar, coser e remendar as redes. Eram elas quem remava o barco e ainda quem carregava o peixe à cabeça para o ir vender de porta em porta, pelos caminhos ou junto aos mercados - tudo a pé.
Partindo da realidade desta comunidade, este projecto visa incentivar e envolver as comunidades a apropriarem-se crítica e criativamente do seu património imaterial. Para tal, a par de todo o trabalho de recolha e investigação dos testemunhos e histórias de vida, a comunidade terá a oportunidade de ver o espetáculo final e participar de um debate sobre o mesmo.

Datas e locais 
21 outubro às 19h00 | 22 Outubro e 23 de outubro às 18h00
Casa do Avieiro/Projecto Palhota Viva, Aldeia da Palhota, Valada, Cartaxo
Acesso livre
28 e 29 outubro, 4 e 5 de novembro às 21h30 | 30 de outubro e 6 de novembro às 16h00
Casa de Teatro de Sintra/Chão de Oliva, Sintra
Preço:
7,50€ (bilhete normal) 
5,00€ (Bilhete desconto - grupos + de 5 pessoas; <25 anos; >65 anos; profissionais e estudantes de Artes Performativas) 

26 Novembro às 16h00
Centro Cultural de Escaroupim, Escaroupim, Salvaterra de Magos
Acesso livre
Reservas e marcações
e-mail - teatrodosilencio@gmail.com
telm. - + 351 91 463 26 75 - produção Teatro do Silêncio

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«Desembaraçadas e aguerridas, as mulheres da Praia de Vieira são das mais corajosas, na luta pela vida, e também das mais sacrificadas. Para elas não há limite de trabalho nem escolha de tarefas…»
«A avieira é verdadeiramente, a camarada do marido, a sua companheira de todas as horas, trabalhando com ele e suportando as mesmas agruras que ele suporta. Não é camponesa nem nasceu na região. Veio de longe, da praia de Vieira, mas fica ali, às vezes, o resto da vida. O lar é o barco, no barco lhe nascem os filhos, e raramente consegue construir uma casa - suprema aspiração de todas. Quando o rio não lhe dá peixe e a fome é a mais trágica realidade, a avieira vende fruta, trabalha no campo ou no que lhe apareça. É das figuras mais impressionantes e corajosas do nosso povo! »
—Maria Lamas, As Mulheres do Meu País, p.331 e p.297

Ficha Artística |
Criação, dramaturgia e interpretação: Maria Gil
Realização de vídeo e edição de imagem: Joana Linda
Sonoplastia e desenho de luz: Maria Gil
Apoio à dramaturgia: Tiago Pereira
Apoio ao desenho cénico: João Ferro Martins
Mediação/apoio à produção e à criação: Aleixa Gomes, Beatriz Baião
Comunicação: Sara Cunha
Produção: Teatro do Silêncio 2022
Parceria: Projecto Palhota Viva, Chão de Oliva - Casa de Teatro de Sintra
O Teatro do Silêncio é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa-Cultura/Ministério da Cultura - Direcção-Geral das Artes e pela Junta de Freguesia de Carnide

11.10.2022 | by Alícia Gaspar | arte, avieiras viagem de lamas, cultura, documentário, etnografia artística, Maria Gil, mulheres, teatro, Teatro do silencio

Mulheres sem cabeça na arte pública, Porto

Tour Mulheres e Monumentos com Mariana Morais

27 de junho 11h

Saída do ex-Palácio dos Correios R. Dr. António Luís Gomes 320, 4000-010 Porto

A aapA organiza com Mariana Morais uma tour pela estatuária do Porto à procura de uma escultura alada feminina, desaparecida do espaço público em 2006, e pelo caminho perguntamos o que foi feito das cabeças, braços e pernas dessas mulheres de pedra e bronze, que tanto caem no esquecimento dos seus criadores. 

A tour irá à procura de uma escultura alada feminina, desaparecida do espaço público em 2006, e pelo caminho perguntar o que foi feito das cabeças, braços e pernas dessas mulheres de pedra e bronze, que tanto caem no esquecimento dos seus criadores.

Inscrição aapa.anja@gmail.com

A Tour é um dos roteiros de @headlesswomeninpublicart e faz parte do programa “Didascália” sede provisória da Associação de Amigos da Praça do Anjo” da @amigosdapracadoanjo com o apoio do Criatório design de @joana_e_mariana

23.06.2021 | by martalanca | monumentos, mulheres, porto

Comemorações do dia de África: A Mulher nas lutas de libertação em África

24 de Maio Sala B1, Biblioteca da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa 15:00 - 19:00

Mesa-redonda sobre A Mulher nas lutas de libertação em África No âmbito das actividades que assinalam as comemorações do 20º Aniversário do CEC (1999-2019) e das comemorações do Dia de África (25 de Maio) na FLUL, esta actividade visa debater a participação das mulheres nas lutas de libertação nos cinco países africanos de língua oficial portuguesa.

Participantes: Maria Paula Meneses (CES/FEUC- UCoimbra),Rosa Cruz e Silva (Universidade Agostinho Neto, Angola), Margarida Paredes (ISCTE/CRIA), Odete Costa Semedo (Universidade Amílcar Cabral, Guiné-Bissau), Vera Duarte (Academia Cabo-verdiana de Letras), Maria Maomé Smith (ONG Men Non, São Tomé e Príncipe) Discussant: Inocência Mata (CEC/CHUL) Moderação: José da Silva Horta (CHUL) OrganizaçãoCEC – Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

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  • [Projectos Discursos Memorialistas e a Construção da História (CITCOM) e GENORE – Género, Normatividade, Representações (MORPHE)],CHUL – Centro de História da Universidade de Lisboa, Curso de Estudos Africanos-FLUL.
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25 de Maio Anf. III, Biblioteca da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 11:00 – 12.30

Palestra sobre O lugar da língua portuguesa na Guiné-Bissau Profa. Doutora Odete Costa Semedo (Universidade Amílcar Cabral, Guiné-Bissau)

 

20.05.2019 | by martalanca | independência, mulheres, mulheres na luta armada em Angola

Uma História das Mulheres em imagem, de Inês Brasão e Ana Biscaia

Na próxima sexta, Dia Internacional da Mulher, pelas 18h00, será lançado um livro feito a duas mãos. A Ana Biscaia compôs as ilustrações, e a Inês Brasão escreveu os textos. São 36 temas que contam uma História das Mulheres, deixando ao leitor muitos cantos vulneráveis em que se queira abrigar para refletir. A apresentação, acompanhada da inauguração da Exposição ligada ao livro, decorrerá no no Museu Nacional de Etnologia.

“Sabemos que a história oficial fez das mulheres sujeitos sem história. Fez das mulheres sujeitos sem desejo de falar, de se exprimir, de ter prazer, de se associar a partidos ou a causas. Fez delas profissionais de desejo, material de desejo, mas não sujeito de desejo. Fez da mulher um sujeito sem direito ao desejo de não fazer nada.”

04.03.2019 | by martalanca | género, ilustração, memória, mulheres

I Mulherio das Letras

Partindo do pressuposto de que as artes e a ciência são ambas um bem colectivo, o I Mulherio das Letras – Portugal acontecerá nos dias 7, 8, 9 e 10 de Março de 2019. O evento tenciona propor uma abordagem da literatura de autoria feminina que possa estabelecer um diálogo entre a academia e a sociedade civil, entre as escritoras e as leitoras. O evento visa alargar as fronteiras da literatura e da arte, bem como perceber dinâmicas identitárias. Neste sentido, abrirá espaço para ouvir e debater a produção literária e académica de escritoras, artistas, investigadoras, jornalistas, etc.

Com actividades descentralizadas, parte do evento terá lugar na NOVA FCSH da Universidade Nova de Lisboa e parte no Palácio Baldaya, com contextual apresentação de duas colectâneas de poesia e prosa de autoria feminina.

Fruto da colaboração entre o CHAM - Centro de Humanidades e o Palácio de Baldaya, o evento enquadra-se no âmbito da linha de Investigação «História das Mulheres e do Género».

O I Mulherio das Letras – Portugal tem como inspiração o I Encontro Nacional do Mulherio das Letras, que ocorreu de 12 a 15 de Outubro de 2017, em João Pessoa, no Nordeste do Brasil.

Compreendemos que os movimentos de mulheres são um componente crucial para qualquer projecto de transformação radical da sociedade. Este evento é, portanto, pensado como uma política de irmandade, como um lugar de retomada de vozes silenciadas e uma ferramenta de discussão e difusão da produção artístico-cultural de autoria feminina.

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Considering we conceive art and science as common good, the first Mulherio das Letras de Portugal will take place on the 7,8,9 and 10 of March, 2019. The event aims to suggest an approach to feminine literature that can establish a dialogue between the academy and the civil society, between the writers and their readers. The event aims to broaden the borders of art and literature, as well as to understand dynamics of identity. In this regard, there will be space to open and debate the literary and academic production of writers, artists, researchers, journalists.

Being an initiative of the thematic line “History of Women and Gender”, of CHAM - Centre for the Humanities, the event will take place between the NOVA FCSH of the New University of Lisbon and Palácio Baldaya. The first Mulherio das Letras de Portugal is inspired on the first Brazilian national meeting Mulherio das Letras, that took place in João Pessoa (northwest of Brazil) between the 12th and 15th of October, 2017.

We think women’s movements are a crucial part of any project of radical transformation of society. This event is, therefore, conceived as a politic of sisterhood, as a place of recovery of silenced voices and, finally, as a tool of diffusion and discussion of the feminine artistic and cultural production.

Coordenadora Geral: Elizabeth Olegario
Comissão organizadora - CHAM: Elizabeth Olegario e Noemi Alfieri. Comissão Organizadora - Baldaya: Adriana Mayrink.
Organização da exposição: João Luís Lisboa.

Apoios: FCSH, CHAM, FCT, Palácio Baldaya, Associação dos Escritores Portugueses, In- Finita Lisboa.

03.02.2019 | by martalanca | CHAM, literatura, mulheres

Wake Up Africa

O Wake Up Africa é um projecto Internacional que tem como objectivo a contribuição de São Tomé e Príncipe no despertar do continente africano. Esta contribuição passa pela valorização de África, nomeadamente o património, cultura, recursos humanos. Wake Up Africa pretende revelar segredos, contar histórias de vida, tirar sonhos do papel e trazê-los à realidade, encontrar diamantes por lapidar e dar-lhes forma… Queremos mostrar a África ao mundo! Wake Up Africa projecto aberto de intercâmbio intercontinental. Pretendemos actuar nos diversos campos da vida em Sociedade, tais como: Educação, Saúde, Economia, Tecnologia, Desporto, Meio Ambiente, Turismo, Artes, Cultura, entre outros… Dentre os campos enumerados pretendemos organizar colóquios, workshops, feiras, campanhas de sensibilização, colher experiências de outros países em projectos que sejam exequíveis e ver de que forma se pode implementá-los em São Tomé e Príncipe. 

27.11.2016 | by martalanca | mulheres, S.Tomé e Príncipe, wake up africa

Documentário mostra jornada de uma brasileira na África em encontros com mulheres de diferentes culturas

Poligamia, véu, mutilação, Aids, punições severas para o sexo antes do casamento: como vivem e o que pensam as mulheres contemporâneas nas culturas africanas não-ocidentais? Foi em busca desta resposta que a jornalista e documentarista Eliza Capai embarcou em uma viagem sozinha, durante 7 meses, pelo continente. O resultado dessa experiência estaá documentado no filme “Tão longe é aqui”, que estréia nesta terça-feira, 8 de outubro, no Festival do Rio.

Jornalista especializada em pautas internacionais de gênero e direitos humanos, Eliza embarcou, em janeiro de 2010, com uma câmera na mão e uma mochila nas costas. Na época, ela produzia reportagens sobre mulheres africanas para o canal de tv a cabo Gnt. No trajeto, percorreu 7 países e conheceu dezenas de mulheres, enquanto escrevia, gravava, lia e refetia sobre o que via. O filme narra as experiências da diretora desde um ponto de vista subjetivo e íntimo, em uma espécie de diário roadmovie feminino. Nele, uma carta é enviada para sua filha, para o futuro, numa tentativa de entender as possibilidades de ser mulher nos dias de hoje.

“Tão longe é aqui” será exibido dentro da Mostra Novos Rumos da Premiére Brasil, vitrine de novos cineastas do panorama brasileiro. Exceção à regra, o longa é o único filme não-inédito na mostra: em julho passado, ele foi exibido no Festival Internacional de Cinema Feminino FEMINA, onde levou o Prêmio Especial do Júri, “pela coragem e sensibilidade de, a partir de um diário de viagem, tentar empreender uma reflexão sobre a vida das mulheres em outras culturas, que coloca o próprio olhar da autora sobre a alteridade em questão”.

O longa é uma produção cinematográfica de orçamento zero. Realizada sem recursos públicos ou da iniciativa privada, o filme foi inteiramente financiado via crowdfunding, através do site Movere.me, e pelo trabalho das produtoras Tás a Ver (SP), Laboratório Cisco (SP) e Arissas Multimídia (RJ), com o apoio do Centro Técnico Audiovisual, do Rio de Janeiro.

Estréia “Tão longe é aqui”

Festival do Rio – Rio de Janeiro International Film Festival

Data: 8 de Outubro

Horário: 19:30hs

Local: Centro Cultural Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241 – Centro – Rio de Janeiro)

Mais informações: www.taolonge.com

 

07.10.2013 | by martalanca | mulheres

Ciclo de Cinema CineMulheres,

É já esta segunda-feira, 5 de Dezembro, que se inicia o Ciclo de Cinema CineMulheres, no CCIF, com o filme UM DIA INESQUECÍVEL. Após o filme, a historiadora Irene Pimentel e Luís Ribeiro, professor do IST e co-organizador desta inciativa, conduzem uma conversa, a partir do filme. O Ciclo regressa na quarta-feira desta mesma semana e prolonga-se até 14 de Dezembro. A entrada é livre!

04.12.2011 | by martalanca | mulheres