Historiador apresenta livro sobre o 25 de Novembro em Faro

Ricardo Noronha vai apresentar o seu livro “A Ordem reina sobre Lisboa. Uma história do 25 de Novembro” esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, no auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em Faro. A sessão é organizada pela CÍVIS – associação para o aprofundamento da cidadania.


Em 2025 cumpriram-se 50 anos do 25 de Novembro de 1975. No seu livro, editado pela Tigre de Papel, o historiador reflete sobre o que descreve como «mito fundador» deste marco histórico na consolidação da democracia e de como «o esforço para o converter numa data fundadora do regime democrático é um logro a vários títulos».

Ricardo Noronha (1979) é doutorado em História Económica e Social Contemporânea (2011), pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

É investigador do Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH). Entre os seus tópicos de investigação encontram-se a conflituosidade social, a história intelectual e as transformações da economia política durante a segunda metade do Século XX.

Está neste momento a conduzir uma investigação sobre o planeamento económico em Portugal, desde o Estado Novo até aos primeiros anos da democracia. 

A entrada é livre.

05.02.2026 | by martalanca | 25 de Novembro, história, Ricardo Noronha

Nós Estamos Contigo na Casa

Encontro “Nós Estamos Contigo na Casa” acolhe múltiplos ângulos da presença histórica, lutas e barreiras sempre impostas às trabalhadoras domésticas. Investigadores, ativistas, coletivos, escritores e cineastas, o resultado de um trabalho incrível de curadoria da Inês Brasão e Mafalda Araújo, com o apoio do Nuno Dias e do José Soeiro, além de muit@s outr@s que ajudaram a concretizar este Encontro. No dia 6, às 11h, a Conferência Inaugural será proferida pela Leopoldina Fortunati e Alessandra Mezzadri para discutir “THe Arcane of Reproduction”. À noite, na Casa do Comum, a realizadora Coline Grando vai passar o seu filem “Le Balai Liberé”. Vamos estar na Nova FCSH, na Casa do Comum, e no Centro Cultural de Cabo Verde. Na sexta à noite, antes do filme, a cachupa será servida pela Associação Moinho da Juventude. O CiCS_Nova e o IHC são os Centros de Investigação que nos apoiaram. 

 

 

03.02.2026 | by martalanca | casa

Visitas Participadas | Coletivo Tributo aos Ancestrais PT | janeiro a junho 2026

Convite — Visitas Participadas às Reservas Etnográficas Africanas do Museu Nacional de Etnologia

 

Coletivo Tributo aos Ancestrais PT, em parceria com o Museu Nacional de Etnologia (MNE), em Belém, Lisboa, tem a honra de convidá-lo(a) a participar nas visitas participadas às reservas etnográficas africanas do Museu.

Esta iniciativa proporciona uma oportunidade exclusiva de acesso a uma das maiores reservas de artefactos africanos existentes em Portugal, composta por aproximadamente 8.000 objetos provenientes de 28 países: África do Sul, Angola, Botsuana, Burkina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Egito, Eritreia, Etiópia, Gabão, Gana, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Mali, Marrocos, Madagáscar, Moçambique, Quénia, Nigéria, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Senegal, Sudão, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue.

A visita inclui a observação de artefactos, tais como:

* Máscaras, esculturas e trajes cerimoniais de iniciação e de sociedades de caráter reservado: Mwelo (Bayaka, África Central); Ge Gon (pássaro cerimonial Dan, Costa do Marfim); Bakama (sociedade secreta de Cabinda).

* Instrumentos musicais tradicionais: cimboa (Cabo Verde); pwita (tambor de fricção); kora (corá); hungu (arco musical); kisanji/mbira; ocisumba (lira); marimba/balafon; trompetes de chifre.

* Tronos de banco de madeira (Ashanti/Asante, Cokwe).

* Cestos de adivinhação (ngombo).

* Chapéus e insígnias de autoridade real.

* Divindades vinculadas à natureza e ao culto aos espíritos ancestrais (nkisi, egungun).

* Amuletos de fecundidade e de realização da maternidade (Nyaneka, Owambo, Herero).

Para além da observação do acervo, estas visitas são também momentos de reflexão crítica sobre a história colonial, a presença africana em Portugal, os silêncios institucionais e as vozes que se pretende recuperar e dignificar. Trata-se, assim, de um convite ao diálogo, à escuta crítica e à co-construção de memórias partilhadas.

Contamos consigo para fazer parte deste momento histórico. Venha connosco resgatar histórias e honrar o nosso legado.

Inscrições ou mais informações: tributoaosancestraispt@gmail.com

O projeto vai até junho!

02.02.2026 | by martalanca | Tributo aos Ancestrais

A língua portuguesa em Angola

A língua portuguesa em Angola - Isced - Huíla

01.02.2026 | by martalanca | Isced - Huíla