Studies of the Portuguese-Speaking World

The Department of Spanish and Portuguese at the Ohio State University offers a pioneering interdisciplinary PhD program in Studies of the Portuguese-speaking World. This program constitutes an excellent platform for those interested in developing innovative research projects related to the diverse linguistic, social, and cultural spaces of the Portuguese language, such as the Iberian Peninsula, South America and Sub-Saharan Africa, through a transnational focus that includes articulations with other linguistic and cultural spaces there are relevant within those same regions. 

The ideal candidate is someone with insatiable intellectual curiosity and with training or interest in comparative work, who is willing to take advantage of the strong ties we maintain with the Spanish programs (Iberian and Latin American Studies) offered by the department, and also with those offered by the Department of African-American and African Studies. The study of the cultural production of the African diasporas in the Portuguese-speaking world is one of our priorities. For all these reasons, a strong command of Spanish, as well as English, is a requirement. Furthermore, knowledge of African and/or Amerindian languages — or the willingness to learn them — is a plus, as it allows students to develop productive ties with the interdisciplinary program in Andean and Amazonian Studies that the department also offers. 

The department makes available the technical and financial resources for a five-year course of study (three years of coursework plus two of qualification exams and dissertation, or four years for those who already come with an MA degree) leading to the PhD in Studies of the Portuguese-speaking World. While we encourage every candidate to take the GRE exam, which may qualify them for University fellowships, Graduate Teaching Associateships (GTAs) constitute the most common form of financial support offered by the department. A GTA includes subsidized health insurance, a tuition waiver, and a stipend that is adequate for the cost of living in the city of Columbus. Admitted students will teach one course per semester and receive pedagogical training from the Language Program. Because the number of Portuguese language courses available varies per semester, our GTAs must be prepared to teach Spanish language courses as well, for which they receive adequate training and support. Periodically there may be opportunities available to teach introductory courses to Portuguese and Brazilian cultures, in Portuguese and/or in English. 

In addition to the financial support offered by the department, students may be eligible for competitive university-wide fellowships. Students can also apply for funds for help with conference and research travel. For more information please contact Prof. Pedro Schacht Pereira or the Director of Graduate Studies Prof. Rebeka Campos-AstorkizaTo ensure consideration, please send applications every year by early December. 

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29.11.2022 | by martalanca | estudos luso-afro-brasileiros

A propósito da exposição "Resistência visual generalizada"

A Cinemateca associa-se à exposição Resistência Visual Generalizada – Livros de Fotografia e Movimentos de Libertação: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo-Verde, Anos 1960-80 com curadoria de Catarina Boieiro e Raquel Schefer - a qual pode ser visitada até ao dia 27 de novembro no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional -, com a exibição de uma obra só muito raramente vista em Portugal (e nunca na versão longa agora apresentada) sobre a independência de Moçambique: 25 de Celso Luccas e José Celso.


25/11/2022, 18H30 | SALA M. FÉLIX RIBEIRO

25 de Celso Luccas, José Celso Moçambique, 1977 - 140 min | M/16, sessão apresentada por Raquel Scheffer e Catarina Boieiro.

Realizado pelos realizadores brasileiros Celso Luccas e José Celso, 25 fez parte de uma iniciativa do Instituto Nacional de Cinema de Moçambique para consolidar uma imagem nacional do país após a sua independência. Este documentário parte das comemorações da libertação na noite de 25 de Junho de 1975 para construir um pensamento sobre os conflituosos processos de libertação, através de uma exploração que percorre toda a história da resistência do povo moçambicano ao longo das diversas fases de colonização, massacres e guerras contra o exército português. Primeira apresentação na Cinemateca.

23.11.2022 | by martalanca | 25, cinema, Resistência Visual

InShadow - Lisbon Screendance Festival

InShadow – Lisbon Screendance Festival está de volta para a sua 14ª edição, a decorrer entre os dias 15 de novembro e 15 de dezembro.

Apresentando-se como o único festival de vídeo-dança de Lisboa, a programação propõe um olhar atual sobre o melhor da criação transdisciplinar, com propostas e encontros entre cinema e dança, que se multiplicam e fragmentam em vários espaços e galerias da cidade de Lisboa.

 

22.11.2022 | by catarinasanto | dança, festival inshadow, screendance, video-dança

Boca Fala Tropa de Gio Lourenço - Uma história do Kuduro

O espetáculo irá contar com três sessões nos dias 24, 25 e 26 de novembro. No dia 26 de novembro, o espetáculo será seguido de uma conversa com Gio Lourenço e o escritor e músico angolano Kalaf Epalanga, moderada pela investigadora palestiniana Shahd Wadi. 

 

 

Uma revisitação da história do Kuduro e dos trânsitos entre Angola e Portugal, contada e dançada na primeira pessoa.
O Kuduro surge em Luanda, Angola, nos anos 90, em plena guerra civil. Chega a Portugal através das pessoas e cassetes que transitavam entre os dois países. Foi nos passos do Kuduro que, durante a sua adolescência, Gio Lourenço encontrou uma forma de se manter ligado ao quotidiano do país onde nasceu, reinventando a memória em cada gesto.
Em BOCA FALA TROPA, Gio Lourenço, conhecido pelo seu percurso como ator, regressa à música, à dança, às vivências e personagens da sua juventude e ao momento em que foi kudurista. Regressa ao território artístico do Kuduro para olhar para memórias individuais e coletivas, e para as suas inevitáveis ficções.
Em palco, acompanhado pela música ao vivo de Xullaji e pelos vídeos de Michelle Eistrup, Gio Lourenço mostra-nos o Kuduro nas suas dimensões estéticas, poéticas e ideológicas, como uma prática em permanente atualização.

Mais informações sobre o espetáculo: https://alkantara.pt/festival/gio-lourenco/

21.11.2022 | by catarinasanto | #espetaculo #Alkantara #Gio Lourenço #Kuduro #dança

Império, Espaço e Propaganda e visitas conversadas ainda antes de acabar o ano

Império, Espaço e Propaganda e visitas conversadas ainda antes de acabar o ano

A corrente exposição inspira o debate: Império, Espaço e Propaganda será o tema da próxima Mesa Redonda, a acontecer já no próximo dia 24, pelas 18h30,  no auditório do Padrão dos Descobrimentos.
Neste encontro entre Cláudia Castelo, Gonçalo Carvalho Amaro e Miguel Bandeira Jerónimo, com moderação de António Camões Gouveia, foca-se a perspetiva histórica adjacente aos projetos, que ora não avançaram, ora avançaram a muito custo, muito tempo e muitas alterações depois. 

Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Confirme a sua presença para o 213 031 950 ou para o email comunicacao@padraodosdescobrimentos.pt 

21.11.2022 | by catarinasanto | debate, exposição, mesa redonda, Padrão dos Descobrimentos

"Silenciocracia, jornabófias e outras mazelas", de Luzia Moniz

O livro reune mais de 30 crónicas publicadas no Novo Jornal. “Silenciocracia” é o título de um dos textos de denúncia da autocracia angolana. “Jornabófias” denuncia o uso de jornalistas como bófias. Tem seis capítulos.

É com muito orgulho que no próximo dia 24 de Novembro de 2022, pelas 17h00, regressamos à Casa da Imprensa, em Lisboa, para apresentar o livro “Silenciocracia, jornabófias e outras mazelas” (Ed. 2022), crónicas de Luzia Moniz. 
Esta edição é o primeiro volume da Colecção Novo Jornal, uma grande parceria entre as nossas editoras, e no seguimento do trabalho que ao longo dos anos fomos realizando com o actual director do semanário Novo Jornal, Armindo Laureano. Meu mano, autor do primeiro livro com a nossa chancela, salvo erro, em 2015, e um grande militante cultural.
A minha mana Luzia Moniz, é angolana, jornalista, socióloga e activista interseccional, acredita na Democracia como alavanca para o combate às desigualdades políticas, económicas e sociais. É co-fundadora da PADEMA, Plataforma para o Desenvolvimento da Mulher Africana, uma organização da Diáspora Africana em Portugal, centrada na Mulher Africana diaspórica, nos seus valores culturais e identitários com vista à sua afirmação na sociedade tendo em conta a igualdade de género e de oportunidades.Pan-africanista desde sempre, a autora liderou em Luanda, durante cinco anos, o Desk África da Agência Angola Press (ANGOP) que coordenava todo o noticiário africano do País, antes de ser transferida, em 1989, para Portugal como delegada da mesma agência.É frontal, “escreve como fala: de olhos bem abertos e acesos, e olhando bem direitinho para o seu interlocutor, e sobretudo sem papas na língua”, como retrata, no prefácio deste livro, o historiador africano do Congo, o seu amigo-irmão Jean-Michel Mabeko-Tali.”Luzia Moniz fez-se indubitavelmente intelectual da, e na revolução, forjou-se nela, construiu-se politicamente nela, ainda de acordo com Mabeko-Tali ou, como sublinham Dilia Fraguito Samarth e Anil Samarth, no posfácio é “sonhadora, intelectual honesta, implicada na luta histórico-política desde tenra idade, com uma consciência histórica profunda, cujas raízes se alicerçam no eloquente exemplo de Deolinda Rodrigues, e continua a afirmar a sua luta contra qualquer tipo de colonialismo”.Luzia reside em Portugal, sua terra de adopção e de opção.
Este livro está dividido  nos seguintes capítulos:
1º CAPÍTULO – África e Diáspora 2º CAPÍTULO – Género e Igualdade3º CAPÍTULO – Democracia versus Autocracia4º CAPÍTULO – Cultura e Identidade5º CAPÍTULO – Liberdade de Imprensa6º CAPÍTULO – Mazelas de Portugal
Questões de saúde atiraram-me para uma cama do Hospital, a 30 de Outubro de 2022, estou a fazer tudo para resistir e estar presente nas nossas actividades marcadas para a próxima semana, a apresentação deste livro e um outro livro de poesia em kimbundu no sábado 26/11/2022.
Um forte abraço para todos em especial para a Luzia e o Laureano.Estão desde já convidados a estarem presentes na Casa da Imprensa. Joao Ricardo.

 

 


17.11.2022 | by martalanca | angola, jornalismo, livro, Luzia Moniz

PRÉTU - com novo nome artístico Chullage traz o afro-futurismo à interveção

CCB . 26 de novembro . Sábado, 21h00 . Pequeno Auditório

 

PRÉTU Xullaji  (antes Chullage) é um rapper conhecido pelo seu «liricismo» e intervenção política. Nos últimos anos decidiu criar um projeto onde pudesse produzir as músicas para juntar o seu próprio multiverso sónico ao universo mais preto das suas letras. O resultado foi PRÉTU: uma justaposição de samples de referências africanas, com as influências eletrónicas onde expressa o seu pensamento sobre descolonização, pan-africanismo, afro-futurismo e amor.

Prétu usa o sampler como anacronizador que dissolve o Masters Clock. O tempo é encolhido, esticado, acelerado e desacelerado, corrido em várias direções, sobreposto, loopado, espiralizado, warpado.   

Mensagens disponíveis no arquivo afrogalatiko são intuídas, descarregadas, reinterpretadas e oralizados em diversos fluxos e linguagens. Retransmitidas à procura de chegar a guerrilheiros de outros quadrantes na luta contra o colonialismo e o império, que depois da terra e dos corpos colonizou a consciência com o algoritmo. No multiverso de Prétu, «A Luta Continua».

16.11.2022 | by catarinasanto | CCB, Chullage, concerto, música, prétu, rap

Lançamento do Livro 'Arquipélagos criativos arte, design e artesanato nas ilhas atlânticas lusófonas'

O lançamento do livro: ‘Arquipélagos Criativos - arte, desing e artesanato nas Ilhas atlânticas lusófonas’, irá se relaizar no proxima dia 18 de novembro, pelas 18h no HANGAR - Centro de Investigação Artística. 
Este fundamenta-se na investigação patrocinada pela FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia abrangendo os arquipélagos dos Açores, Madeira, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e será apresentado pela Prof.ªDoutora Maria Emília Capucho Duarte.

15.11.2022 | by catarinasanto | Ana Nolasco, evento, HANGAR, lançamento de livro

Masterclass de artista brasileira Letícia Ramos - 'A Velocidade das Coisas'

A masterclass decorre no dia 17 de novembro, pelas 18h30, na Universidade Católica no Porto. A entrada é gratuita e aberta a toda a comunidade.

A artista brasileira Letícia Ramos irá dar uma masterclass aberta ao público, no próximo dia 17 de novembro, pelas 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. O foco será a apresentação dos seus últimos trabalhos. Letícia Ramos é uma das artistas residentes na Escola das Artes, do primeiro semestre de 2022/23, ao abrigo do programa InResidence 2022, promovido pela Câmara Municipal do Porto. As suas obras já foram exibidas em espaços como Jeu de Paume, Tate Modern, Instituto Moreira Salles, Itaú Cultural,Fundação Iberê Camargo,Museu Coleção Berardo, CAPC Musée d’art Contemporain (Bordeaux), Pivô - SP. Os seus trabalhos fazem parte das coleções como a Fundação Botín, Novo Musee de Mônaco,Itaú Cultural, Instituto Moreira Salles, Museu de Arte Moderna SP - RJ e Pinacoteca do Estado de São Paulo.Na masterclass aberta ao público, a artista brasileira irá apresentar um recorte da sua obra em filme e fotografia, tendo como principal foco o processo de criação dos seus trabalhos mais recentes. Serão ainda discutidas as formas técnicas e poéticas do seu trabalho fotográfico experimental, que resultam na criação de paisagens atemporais que misturam ciência, ficção e tecnologia.

15.11.2022 | by catarinasanto | a velocidade das coisas, Escola das Artes da Universidade Católica no Porto, Letícia Ramos, masterclass, porto

Exposição Ampevu - Lubanzadyo Mpemba Bula

Exposição Ampevu, de Lubanzadyo Mpemba Bula a partir de 16.11 Arroz Estúdios 
Curator : Manuel Dias dos Santos 

Ampevu derivada da verbo mpevu, pode ser lida do kikongo língua muntu de Angola como vento leve, mas também  sopro fresco que as cores desta exposição  nos confrontam num formato intimista de um artista multidisciplinar que regressa a pintura, quando tem estado mais virado para a fotografia, video arte.

Uma viagem de luz encetada por Lubanzadyo Mpemba Bula, que utiliza as cores como âncora, mas também os suportes como elementos que realçam a luz que as cores em confronto contrastante produzem.

15.11.2022 | by catarinasanto | ampevu, arroz estudios, exposição, Lubanzadyo Mpemba