Patrícia Azevedo da Silva

Lisboa (1977). Antropóloga, trabalha sobre a dádiva e a ideia de reciprocidade a partir da óptica do amor - a sua tese de doutoramento, “Pão é Amor Entre Estranhos”, a terminar, aborda a ideia do alimento enquanto linguagem&afecto, a partir do trabalho de campo realizado em São Paulo. Na sua dissertação de mestrado, “Para lá do prejuízo”, cruzou os temas de género, colonialismo e performance com a análise das narrativas de mulheres brasileiras a viver em Lisboa. Trabalhou em quase todas as produtoras de cinema de Lisboa e foi aí que descobriu a importância da repetição. Através da colaboração com estruturas de outras áreas, foi ganhando outras relações com outras ideias de teatro e, actualmente, tenta fazer o mesmo com a dança e com as artes plásticas.

Cresceu em Queluz, Monte Abraão, e a ideia de periferia e subúrbio está presente em tudo o que faz, pela via da marginalidade e pela forma encantada como aprecia pracetas. Escreve e traduz, ou seja, as palavras são a sua jam. É activista e mãe de dois (feels like many).

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