1001 Noites – Irmã Santomense

estreia a 8 de maio, em Palmela 

 1001  NOITES – IRMÃ SANTOMENSE estreia em Palmela no próximo dia 8 de maio. Com dramaturgia e encenação de Miguel  Jesus e cenografia de João Brites, será o último espetáculo da tetralogia que  o Teatro O Bando tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma  Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo  (Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso),  aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ  Marfox. Um espetáculo ao ar livre, de 8 a 31 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela. Nos dias 5 e 6 de junho na Quinta do Anjo - Sociedade de Instrução Musical e 12 e 13 de junho no Pinhal Novo - Edifício Santa Rosa.

Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos oprimem?

 

Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina. 8 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela.

Ficha Artística

 

1001 NOITES – IRMàSANTOMENSE

texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo Maia)

 

dramaturgia e encenação Miguel Jesus

elenco Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita Brito

cenografia João Brites

música Mick Trovoada e DJ Marfox

figurinos Clara Bento

pintura cenográfica Emerson Quinda

apoio à dramaturgia Susana Mateus

apoio à corporalidade Juliana Pinho

desenho Maria Taborda

produção Inês Gregório

apoio à produção Isabel Mota

execução de figurinos Inês Reis e Rosa Silva

montagem Vitor Santos

apoio a ensaios Beatriz Oliveira e Viviana Nicolau

 

 Sobre O Teatro o Bando

Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O Bando assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária. Na génese do Bando encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O Bando continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores envolvidos. 

06.05.2026 | by martalanca | BAndo

3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA

LER OUVIR VER E EXPRESSAR! Data: 15, 16 e 17 de maio Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica. Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!  Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com: Música ao vivo; Artes plásticas; Artesanato; Capoeira; Gastronomia típica africana … e muito mais!
“Ler, Ouvir, Ver e Expressar” — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva. 
Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!  Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.
Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível! 
#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura #LiteraturaAfricana 

05.05.2026 | by martalanca | L.O.V.E AFRICA

3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA

LER OUVIR VER E EXPRESSAR! Data: 15, 16 e 17 de maio Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica. Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!  Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com: Música ao vivo; Artes plásticas; Artesanato; Capoeira; Gastronomia típica africana … e muito mais!
“Ler, Ouvir, Ver e Expressar” — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva. 
Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!  Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.
Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível! 
#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura #LiteraturaAfricana 

05.05.2026 | by martalanca | L.O.V.E AFRICA

Ghost Kitchen in a City Shell Performance/Debate Sábado 16h-18h30

“GHOST kitchen IN THE city SHELL” é uma conversa performativa, em formato de long-table, cruzando antropologia e arquitetura para pensar a cidade a partir das ghost kitchens enquanto infraestruturas invisíveis. Convocando a noção de hauntologia abordada por Mark Fisher, e a narrativa ciberpunk de Ghost in the Shell, de Masamune Shirow, onde a questão do humano é central, também aqui se interrogam presenças, mediações e invisibilidades na cidade e cozinhas contemporâneas.

Propõe-se refletir sobre ‘ghost’, a aura fantasmagórica, invisível e anónima destas cozinhas — em referência às plataformas a partir das quais se opera a entrega de comida (apesar da existência de um espaço físico) — e ‘dark’, adjetivo pouco conseguido, como se estas cozinhas fossem um segredo a manter escondido.

À mesa, com comida, propomos interrogar a deslocação da cozinha — espaço afetivo da casa — para um sistema logístico espectral, onde consumidores e trabalhadores permanecem anónimos. Na antítese desta ideia, pretende-se mostrar, explorar e contrapor o filme “FOOD” de Matta-Clark onde a cozinha surge a preto&branco, como espaço simultaneamente doméstico e experimental, coletivo e marginal, que implementa dinâmicas e (re)desenha cidade(s).

Autoria e organização de: Patrícia Azevedo da Silva (antropóloga) e Luísa Sol (arquitecta)

Trienal de Lisboa. + infos 

04.05.2026 | by martalanca | conversa performativa