África, os quatro rios, de António Pinto Ribeiro

22.05.2017 | par martalanca | Africa, antónio pinto ribeiro, livro

Lançamento de Choriro, último livro do Ungulani Ba Ka Khosa, a 17 de Junho em Lisboa

Por ocasião da publicação da sua última obra, Choriro, o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa e a Sextante Editora estarão presentes a partir das 18h30 na livraria Bertrand, no bairro do Chiado (Rua Garett n°73-75, Lisboa). A apresentação da obra será realizada pela romancista portuguesa Lídia Jorge.

 

A escrita do Ungulani Ba Ka Khosa está repleta de imagens, é poética e metafórica mas, também, sob uma aparente inocência ou ligeireiza, impiedosa e muitas vezes onerosa (uma escrita que não poupa os leitores!). Entre os escritores moçambicanos, Ungulani Ba Ka Khosa é o mais reconhecido da sua geração. Autor de sete romances, recebeu algumas honrosas distinções: a sua primeira obra, Ualalapi (1987), obteve o Grande Prémio de Ficção Moçambicana em 1990, Os sobreviventes da Noite (2007), o prémio José Craveirinha de Literatura en 2007.

 

Recomenda-se vivamente a leitura das suas obras… Venham encontrar o autor e o seu livro!

 

 

 

13.06.2015 | par camillediard | Choriro, lançamento, literatura, livro, Ungulani Ba Ka Khosa

19 Maio| Apresentação do Livro de Soraia Simões: Passado-Presente Uma Viagem Ao Universo de Paulo de Carvalho

05.05.2013 | par joanapereira | apresentação, lançamento livro, livro, música, universo

Livro: Mandela - A construção de um Homem, segunda versão

Mandela - A construção de um Homem, cuja segunda versão, lançada no aniversario de Nelson Mandela, acrescenta depoimentos de três figuras determinantes na história da África do Sul os períodos pré e pós apartheid.
O livro narra a vida de Mandela através de uma sucessão de reportagens uma por cada ano que o jornalista António Mateus passou na África do Sul como correspondente da agência Lusa (10 anos), uma oportunidade que permitiu viver intensamente os acontecimentos até ao momento crucial das primeiras eleições livres. A segunda versão do livro, com três capítulos adicionais: depoimentos do melhor amigo de Mandela que mostra como era o líder dentro da prisão, do juiz do tribunal constitucional que foi vítima de atentado bombista em Maputo (onde estava exilado na década de 80) e por último do negociador chefe do último governo branco.

Editora Oficina do Livro

19.07.2012 | par candela | António Mateus, livro, Mandela - A construção de um Homem

23 Maio| Lançamento do livro "A bicicleta que tinha bigodes" de ONDJAKI, Brasil

Para mais informações consulte: www.kazukuta.com.

21.05.2012 | par joanapereira | Brasil, literatura, livro

Lançamento do livro 'A bicicleta que tinha bigodes', de ONDJAKI

” Quando ouvi a notícia na rádio, que iam dar uma bicicleta bem bonita, amarela, vermelha e preta, lembrei-me logo de falar com o tio Rui. Era um concurso nacional com primeiro prémio de uma bicicleta colorida que já apareceu na televisão, mas nesse dia na nossa rua não havia luz.
De noite, a falar com a minha almofada, eu até já prometi bem as coisas: “se eu ganhar a bicicleta colorida, vou deixar todos da minha rua andarem sem pedir nada, nem gelados nem xuínga.”
Essa promessa assim bem dura de fazer é que me fazia acreditar que eu ia mesmo ganhar a bicicleta.
Mas eu não tenho jeito nenhum para essa coisa das estórias. Falei com outros miúdos, para saber quem tinha ideias, quem queria participar no concurso nacional da bicicleta colorida, mas todos me gozam a dizer que essa bicicleta já deve ter dono, que já sabem quem é que vai ganhar.
Não entendi aquilo, mas não desisti. Fui ainda falar com o CamaradaMudo.
– É verdade que essa bicicleta que estão a anunciar na rádio não é de verdade?
– Claro que é de verdade – o CamaradaMudo respondeu. – Tu tens uma boa estória?
– Eu só tenho uma boa vontade de ganhar essa bicicleta.
– Mas para ganhares tens de inventar uma estória.
– Tou masé a pensar que devíamos pedir patrocínio no tio Rui, aquele que escreve bué de poemas.
– Isso não é batota?
– Batota porquê?
– E as outras crianças?
– Quero lá saber, não tenho culpa que o tio Rui vive aqui na minha rua. Eles que descubram também o escritor da rua deles. (…) ”

 

http://www.kazukuta.com/ondjaki/a_bicicleta.html

20.01.2012 | par joanapires | lançamento livro, livro, ondjaki

Lançamento do livro 'Guerra Colonial e Guerra de Libertação Nacional 1950-1974: o caso da Guiné-Bissau' de Leopoldo Amado

A apresentação estará a cargo de Maciel Santos, do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, e realizar-se-á na terça-feira, dia 24 de Janeiro, pelas 18h30, no Centro de Informação Urbana de Lisboa (Picoas Plaza, Rua do Viriato 13).

 

Resumo

Guerra Colonial & Guerra de Libertação Nacional (1950-1974): o caso da Guiné-Bissau é um exercício historiográfico que teve por escopo essencial o incremento do estado atual do conhecimento da temática, tanto pela via de confrontação de visões, de documentação vária e de leituras advenientes das duas realidades da mesma guerra, como pela assunção deliberada de uma postura metodológica de permanente dissecação diacrónica, estrutural e conjuntural, dos vários contextos que conferem a esta guerra particularidades próprias e únicas, quando comparada, por exemplo, com as que ocorreram em Angola ou Moçambique.
A obra condensa um esforço de compreensão dos meandros históricos que, por um lado, quase levaram o Exército português a um colapso militar na Guiné-Bissau, e, por outro, quase catapultaram o PAIGC para a galeria histórica dos movimentos de libertação nacional do chamado Terceiro Mundo que se destacaram na luta anticolonial.

Trata-se de uma adaptação para o grande público da tese de doutoramento que, em 2007, Leopoldo Amado apresentou à Universidade de Lisboa.

Nota biográfica
Leopoldo Amado licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, concluiu o curso de Pós-graduação em Relações Internacionais (Estudos Islâmicos) pela extinta Universidade Internacional de Lisboa, e frequentou o curso de Mestrado em Estudos Africanos no Instituto de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Concluiu em 2007 o Doutoramento em História Contemporânea pela Universidade de Lisboa e atualmente, além da atividade de docência na Uni-CV, em Cabo Verde, conduz um projeto de pós-doutoramento no CES.

17.01.2012 | par joanapires | guerra colonial, guerra libertação nacional, Guiné Bissau, lançamento livro, livro

"Henrique Galvão - Um Herói Português" de Francisco Teixeira da Mota

A história de um homem corajoso, sem medo dos poderes instalados que atravessou de forma desassombrada o século XX.

Sobre o Livro
A vida de Henrique Galvão é a de um herói português desassombrado que lutou sempre, com inalterável firmeza e fidelidade, por aquilo em que acreditava. 
Em 1961, Portugal e o mundo foram surpreendidos com o desvio do paquete de luxo Santa Maria, que navegava a caminho de Miami. O comandante dos revoltosos era Henrique Galvão. O que leva um capitão do Exército, antigo defensor de Salazar, a um gesto desta natureza?
Apoiante convicto do Estado Novo, que ajudou a criar ao participar na revolução de 28 de Maio de 1926, Henrique Galvão foi passando de salazarista fervoroso a desiludido pelo rumo da política nacional, até se tornar num acérrimo oposicionista. Como se operou esta transformação, quais os motivos e as circunstâncias  que lhe estão subjacentes? Estas e outras interrogações encontram neste livro uma resposta assente em factos comprovados e política e socialmente enquadrados.
Obra emocionante, baseada em inúmeros documentos inéditos e fotografias nunca reveladas ao público, Henrique Galvão – Um herói português, mais do que uma biografia de uma personalidade singular, é, em definitivo, o livro que faltava para compreender melhor um dos intervenientes mais notáveis da vida política nacional do último século e da História Contemporânea de Portugal.

Sobre o Autor
Francisco Teixeira da Mota é advogado. Licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pós-graduado pelo Instituto da Comunicação Social da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Colunista do jornal Público desde a sua fundação, foi co-autor, com Paula Moura Pinheiro, de “Falatório”, programa da RTP 2 dedicado à justiça, e participou em “A Torto e a Direito”, programa semanal na TVI 24. É autor das obras Escrever Direito e Faça-se Justiça!, que reúnem crónicas de temática jurídica e Alves Reis – Uma história portuguesa.

21.11.2011 | par joanapires | história, livro

Sessão de apresentação do novo romance de Miguel Real, "A Guerra dos Mascates"

07.11.2011 | par joanapires | livro, romance

AFRICA: la política de sufrir y reír

NOVEDAD EDITORIAL
África: la política de sufrir y reír
Patrick Chabal
oozebap
285 pp. PVP: 16 euros

 

“Una importante reflexión sobre aquellos profundos aspectos de la vida africana que la mayoría de las ciencias políticas encuentra demasiado complicados de analizar. Chabal propone respuestas sencillas ante cuestiones muy complejas.”
John Lonsdale, Universidad de Cambridge
 
“En este apasionante libro, escrito con elegancia, Patrick Chabal sostiene que la ciencia política mayoritaria, así como las teorías políticas y económicas ortodoxas, no logran hacer justicia a las complejidades de la vida social africana. En su lugar, nos ofrece una sensitiva comprensión de las realidades políticas desde el punto de vista de la gente que las sufre, pero que también las utiliza en su lucha por una vida digna.”
Tim Kelsall, editor, African Affairs

Texto de la contraportada
Ante el exceso de simplificación de las ciencias sociales, Patrick Chabal utiliza una metodología que no se basa en la teoría política africanista tal y como se ejerce desde las últimas décadas. Es en los matices revelados de la vida, en las inconsistencias del comportamiento individual y colectivo, donde encontramos una visión más iluminadora de los acontecimientos y los procesos. Asimismo, se trata de un acercamiento igual de válido para África que para cualquier otra parte del mundo y rehuye, todo lo posible, el sesgo particularista basado en la suposición de que la realidad del continente africano desafía cualquier clasificación.
La reflexión política debe basarse en la inmediatez de la vida (y la muerte) cotidiana. ¿Cómo se define la gente a sí misma? ¿Dónde pertenece? ¿En qué cree? ¿Cómo lucha para sobrevivir y mejorar su condición? ¿Cuál es el impacto político de la enfermedad y la pobreza?
¿Cuándo se rompió el vínculo entre poder y autoridad? ¿Existen mecanismos de responsabilidad social? ¿Son realmente necesarios los partidos políticos? ¿Cómo interaccionan modernidad y tradición?
El libro nos ofrece una forma radicalmente diferente de analizar la política en África. Al centrarse en la inmensa mayoría de la población, y no en sus élites o en los análisis macroeconómicos convencionales, saca a la luz los modos en que los africanos «sufren y ríen».

Información sobre el autor
Patrick Chabal es uno de los teóricos sobre África más renombrados en todo el mundo. Profesor en el King’s College de Londres, se ha formado en las universidades de Harvard, Columbia y Cambridge. Residente durante un curso en el Instituto de Estudios Avanzados de Princeton, donde se forjó el presente libro, ha impartido clases en facultades de África, Estados Unidos y Europa. Ha escrito extensamente sobre historia, política y cultura de los países africanos y, de forma más general, sobre teoría política. Entre sus publicaciones, encontramos ‘Culture Troubles: Politics and the Interpretation of Meaning’ (2006) y ‘África camina: el desorden como instrumento político’ (1999) ambos con J.-P. Daloz; ‘Power in Africa’ (1992 y 1994) y ‘Amilcar Cabral:
Revolutionary Leadership and People’s War’ (1982 y 2003).

 

Descarga dos capítulos íntegros en PDF:

-Introducción

-La política de ser

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04.11.2011 | par joanapires | Africa, livro

O BARULHAMENTO DO MUNDO: Para além da tolerância

PARA ALÉM DA TOLERÂNCIA

INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL | 25 outubro | 19h00-23h00

No panorama atual do mundo, a questão capital é saber-se como ser um eu mesmo sem sufocar o outro, e como abrir-se ao outro sem asfixiar o eu mesmo.”

(E. Glissant, Introduction à une Poétique du Divers, 1996)

Prosseguindo com o projeto editorial que integra o programa do AFRICA.CONT, publica-se agora o livro Poética da Relação de Édouard Glissant, inaugurando assim a nossa primeira incursão nos domínios da ensaística e das ciências sociais e humanas. O lançamento é acompanhado da estreia nacional de um filme documentário de Manthia Diawara - “Édouard Glissant, Um Mundo em Relação”, que co-financiamos; de um debate e de uma performance que o tomaram como ponto de partida.

Pretendemos assim chamar a atenção para uma obra e um autor muito pouco conhecidos entre nós, mas que têm um lugar cimeiro nos debates recentes, e nunca tão politicamente atuais, sobre o estudo crítico dos processos coloniais, dos seus efeitos e legados culturais nas sociedades e culturas colonizadas e colonizadoras, e sobre a interpenetrabilidade cultural que caracteriza o nosso mundo globalizado.

Ao procurarmos situá-lo, não podemos deixar de notar como as diferentes filiações nesse campo de estudos coincidem amplamente com as zonas de influência dos antigos, e resilientes, impérios coloniais – os mundos anglófono, francófono, hispanófono, e lusófono.

Apesar das suas proximidades, surgiram com diferentes designações: “estudos póscoloniais” dominantes, “crioulidade e crioulização”, “modernidade/colonialidade”, “mestiçagem”, e outras. Em qualquer dos casos se questionam se os respectivos pressupostos e desenvolvimentos têm um valor geral, ou se ficam circunscritos a particularismos históricos; com defensores de um ou outro ponto de vista. Mas curiosamente, os diálogos entre as diferentes correntes são inexistentes ou quase; e se os anglófonos partem exclusivamente das experiências coloniais e pós-coloniais anglosaxónicas, o mesmo pode ser observado nos restantes casos; na América hispânica e no Brasil os estudos das relações interculturais coincidem com os processos de construção e definição das respectivas identidades nacionais; os espaços da francofonia (negritude, crioulidade, etc), ao contrário dos outros casos, mantêm o seu centro de gravidade em França; e entre nós, vive-se privilegiadamente na paróquia lusófona.

No lugar das indiferenças mútuas, às vezes só relativamente indiferentes, parece-nos que seguir as pisadas de Glissant pode levar-nos por um caminho mais interessante e fecundo.

Se abordarmos o conjunto destas correntes como um arquipélago, seguindo o modelo de pensamento arquipelágico que propõe, será certamente possível reconhecer e proporcionar ligações litorais e de horizontes, sem que cada uma das ilhas abandone as suas especificidades, e idiossincrasias. Parafraseando Édouard Glissant, uma forma de pensamento mais intuitivo, mais frágil, exposto mas também disposto ao caos do mundo e aos seus imprevistos e desenvolvimentos.

Este livro abre a passagem para um arquipélago interpretativo cujos mares o Africa.Cont pretende continuar a navegar. www.edouardglissant.fr

19h00 POÉTICA DA RELAÇÃO, de Édouard Glissant

Lançamento do livro. Edição portuguesa pela Sextante/Porto Editora

Projecto co-financiado pelo AFRICA.CONT/CML

ÉDOUARD GLISSANT, UM MUNDO EM RELAÇÃO, de Manthia Diawara

Documentário, 2010, 51min | [estreia nacional]

Projecto co-financiado pelo AFRICA.CONT/CML

Manthia Diawara acompanhou Édouard Glissant no Queen Mary II, para uma travessia do Atlântico entre South Hampton (Reino Unido) e Brooklyn (Nova Iorque), uma rota que tantos escravos atravessaram. Uma viagem também pelo pensamento de

Édouard Glissant, dividida em temáticas diferentes, que traz uma nova luz ao seu trabalho.

Poeta, filósofo e romancista Édouard Glissant (1928-2011), francês nascido na

Martinica, é um dos principais pensadores contemporâneos no universo da crioulização, da diversidade e da identidade cultural. Desenvolve as teorias da Poética da Relação e de Todo-Mundo (Tout-Monde), nas quais o conceito de “relação” vem desconstruir a ideia de identidades fixas e unitárias, na defesa de uma nova dimensão da identidade na relação, um processo aberto interdependente, um sistema relacional que produz novas identidades, que acredita e valoriza a diferença e o direito à opacidade, sua e dos outros, reverso da mundialização uniformizante, um encontro onde despertamos o imaginário do mundo no outro.

Édouard Glissant é uma daquelas vozes excecionais que iluminam ou perturbam o trabalho e o pensamento daqueles que o cruzam pelo livro ou pela poesia. Nesta biografia intelectual, Manthia Diawara traça o perfil de Édouard Glissant e do seu conceito de Todo-Mundo. Uma voz que irá marcar o século XXI.

TRAILER 


Realização Manthia Diawara | Câmara Karim Akadiri Soumaila | Som Didier Brudell, Karim

Akadiri Soumaila | Montagem Laurence Attali | Assistentes Daman Diawara, Edgardo Parades

| Assistente de Produção na Martinica Danielle Nollet | Música Jacques Coursil | Tradução

Christopher Winks

A RELAÇÃO PARA ALÉM DA TOLERÂNCIA

Mesa Redonda com Manthia Diawara, Miguel Vale de Almeida,

Manuela Ribeiro Sanches e José António Fernandes Dias

22h00 CAIXA PRETA, um espectáculo de André e. Teodósio com Diogo Bento

Performance

“Tem o tempo a sua ordem já sabida; O mundo, não.” Camões

É com frequência que quem se dedica à aventura acabe por ir de encontro ao pior da experimentação.

Que afinal de contas o tempo dispendido em construção poderia ser inversamente calculado como anos andados à deriva.

Foi o que aconteceu a este ‘descobri dor’ que deu à costa na pior das manifestações do homem: uma caixa preta só comparável ao mercado dos escravos de Lagos. A convite do AFRICA.CONT, eis a minha homenagem a Édouard Glissant.

Porque a caixa preta é também a caixa negra onde se visualizam os acidentes do percurso da humanização.

Um espectáculo de André e. Teodósio | Interpretação Diogo Bento | Produção

Cristina Correia | Co-Produção AFRICA.CONT/CML e Teatro Praga

PARA ALÉM DA TOLERÂNCIA

[BEYOND TOLERANCE]

INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL | 25th October | 7 pm – 11 pm

In the current panorama of the world, the main question is to know how to be oneself without suffocating

the other, and how to open oneself up to the other without asphyxiating oneself.”

(E. Glissant, Introduction à une Poétique du Divers, 1996)

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24.10.2011 | par joanapires | documentário, Édouard Glissant, livro, mesa redonda, o barulhamento do mundo

Apresentação do livro "Porque prevaleceu a paz - Moçambicanos respondem"

No 19º aniversário da assinatura do Acordo Geral de Paz que pôs termo à guerra civil em Moçambique, o CEA – ISCTE-IUL associa-se à AWEPA, para apresentar em Portugal o livro Porque prevaleceu a paz – Moçambicanos respondem, da autoria de Lucia van den Bergh.

O livro foca os temas da construção da paz e dos processos de democratização em países africanos, neste caso específico o processo de paz em Moçambique.

Lucia van den Bergh foi representante da AWEPA em Moçambique na década de 90 e foi responsável por diversos programas de educação cívica. Em 2008, regressou ao país e entrevistou mais de 50 pessoas que estiveram directamente envolvidas no processo de transição para compulsar o modo como, passada mais de uma década, este era entendido e avaliado pelos que nele intervieram. Trata-se, portanto, de um documento reflexivo e de um instrumento importante para a análise dos processos de paz e transição para a democracia.  

A apresentação deste livro tem lugar no dia 4 de Outubro, pelas 18h30, na sala C101 do edifício II do ISCTE-IUL, em Lisboa.

Lucia van den Bergh fará uma palestra sobre «Moçambique: A passagem da guerra para a paz e a democracia num país pobre – Um caso único ou um exemplo para outros? E o que pensam os moçambicanos hoje?»

O livro será apresentado pelo Professor Doutor Luís Moita (Universidade Autónoma de Lisboa).

27.09.2011 | par joanapires | AWEPA, democratização, livro, Moçambique

O BARULHAMENTO DO MUNDO

27.09.2011 | par joanapires | cinema, livro, o barulhamento do mundo, performance

Aldeia Literária -Moçambique

Lançamento do livro “Antologia Poética II” Projecto Aldeia Literária. Escola Secundária Eduardo Mondlane. 14h. Gratuito.

Sexta-Feira, dia 6 de Maio, lança-se o livro Antologia poética II do projecto Aldeia LiteráriaAntologia Poética II é um labor literário produzido inteiramente pelos alunos das Escolas Secundarias do Distrito KaMavota, orientados pelo objectivo visado pelo projecto Aldeia Literária de fomentar a apreciação do texto.

A Aldeia Literária prepara, mais uma vez, uma festa de palavras onde as vozes vão entoar através de declamações e de uma peça teatral o seu modo de ver o mundo. Também haverá uma exposição e venda de livros (Aldeia Literária em parceria com AEMO).

 As actividades estão a ser promovidas pela Aldeia Literária em parceria com a Direcção de Educação e Cultura do Distrito Municipal de KaMavota. A edição deste livro em cartão foi também apoiada pela Embaixada de Espanha em Moçambique.

 

+ INFORMAÇAO

A Aldeia Literária é um movimento que está a ter lugar nas 8 Escolas Secundárias do Distrito Municipal de KaMavota, nas quais mais de 300 alunos se reúnem cada sábado com a finalidade de produzir textos literários, declamar poemas e discutir em volta dos textos por eles produzidos.

Este movimento teve o seu ponto início no ano passado, a partir de uma experiência piloto em que os alunos da Escola Secundária Eduardo Mondlane, juntaram-se para escrever e publicar a sua primeira antologia de poemas sob a orientação de Ivo da Costa e Francisco Chaúze. O resultado: “Entre nós e as palavras”, livro que foi possível de editar graças ao trabalho desenvolvido pela Editora “cartonera” Kutsemba Cartão.

04.05.2011 | par martalanca | livro