Avenida da Liberdade, de Tatiana Macedo

Avenida da Liberdade é uma peça inédita que consiste numa instalação vídeo e som em quatro canais, que partem de imagens fotográficas analógicas tiradas por mim em 2004, 2005 e 2013, bem como de novas filmagens aéreas realizadas agora. As imagens de Março de 2013 (que constituem a base de dois dos vídeos expostos), foram captadas na Avenida da Liberdade durante um protesto contra as medidas de austeridade, e aqui foquei três situações específicas: um homem que filmava os manifestantes em cima de uma árvore, um grupo de pessoas à volta da estátua aos combatentes da 1ª Grande Guerra, e uma senhora que segura um cartaz onde se lê “ O Desemprego Mata-nos”. A estas três situações juntei uma fotografia de uma escultura de Rodin (intitulada “Irmão e irmã”) de cerca de 1890. O terceiro vídeo mostra uma série de naturezas mortas fotografadas em 2004 e o quarto uma filmagem aérea a partir dos telhados do Aljube.

O som é o resultado de uma colaboração com o músico Benjamim,que não só dá voz ao texto (enquanto textura sonora) como tocao piano e o sintetizador compostos para esta peça. Os textos são excertos recolhidos por mim de testemunhos escritos, como é o caso da descrição das fugas por Jaime Serra ou o de Diário Miguel Torga, nas datas de 25 de Abril de 1974 e dias posteriores.São descrições da determinação na luta pela liberdade, pela democracia e por direitos básicos no trabalho, por aqueles quepassaram não só pelo Aljube mas pelos “Aljubes” de Portugal e África, pela clandestinidade, pela prisão e pela tentativa de fuga.Decorrente do meu trabalho de pesquisa no centro de documentação deste museu, teci relações entre os textos que ia lendo ou os relatos que ia ouvindo e o meu arquivo pessoal, onde vim a descobrir imagens que faziam eco com estas vozes. Deste modo, nenhuma imagem aqui apresentada pertence a um arquivo de memória colectiva, tendo sido todas produzidas por mim, em anos diferentes.Esta relação com a contemporaneidade, ou o passado recente, é essencial uma vez que, nascida em 1981, a melhor forma de agradecer a estas pessoas que se sacrificaram para que eu hoje possa usufruir de algumas liberdades, é fazer isso mesmo – criar em liberdade. O título é irónico e embarca tudo o que hoje representa a ‘Avenida da Liberdade’, entre aspas, nas suas múltiplas contradições.

28.10.2017 | par martalanca | Avenida da Liberdade, fotografia, Tatiana Macedo

Exposição "Visão Yanomani", de Claudia Andujar


“Visão Yanomami” é uma seleção do trabalho fotográfico de Claudia Andujar realizado entre os anos 70 e parte dos anos 80 do século XX.
A obra de Claudia Andujar sobre os Yanomami introduz questões da fotografia contemporânea dentro do espectro da iconografia dos povos indígenas no Brasil. A sua narrativa visual trouxe para os campos fotográficos predominantes (fotografia documental clássica, fotografia etnográfica e fotojornalismo) um olhar assumidamente pessoal, aliando intenções documentais a uma busca estética bastante apurada. Segundo a autora, a idiossincrasia da sua obra deve-se essencialmente à sua trajetória pessoal, pautada pela condição de minoria: “Sem dúvida, minha fotografia é marcada pelo meu passado. Um passado de guerra, um passado de minorias. Isso é algo que não só me preocupa, mas me perturba. É parte da minha vida. Me interesso muito pela questão da justiça e das minorias que estão tentando se afirmar no mundo, mas se deparam sempre com um dominador que procura apará-las. Mas existe também um outro lado, que é a estética, o equilíbrio, presentes nas minhas imagens. Nem sempre o lado social pode se juntar ao lado estético. Eu sofro por isso. Quando consigo juntar as duas coisas, me sinto aliviada.” (Andujar in Persichetti, 2000:15)
Curadoria Instituto Inhotim

Gozo, de Claudia Andujar.Gozo, de Claudia Andujar.
Exposição: 11 fevereiro › 15 abril 2017
Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma, 246
Segunda a sábado, das 10h às 19h_tel.218 844 060
https://www.facebook.com/arquivo.mun.lisboa

12.04.2017 | par marianapinho | Brasil, Claudia Andujar, fotografia, indígena, Visão Yanomani

Open Call / Novos fotográfos

Prazo para candidaturas alargado até dia 10 de Abril.

Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2017
3 a 17 de Maio
Mindelo, São Vicente
Cabo Verde

https://www.facebook.com/ notes/aoje/ prazo-alargado-convocatória -catchupa-factory-novos-fo tógrafos-2017/ 1277984815649129

Documento PDF: https://www.dropbox.com/s/ xh190r23ec749kl/ CatchupaFactory2017-Convoca toria.pdf?dl=0

mais informações aqui

10.04.2017 | par marianapinho | criação artística, fotografia, John Fleetwood

Convocatória Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2017

Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2017 3 a 17 de Maio Mindelo, São Vicente Cabo VerdeA residência artística Catchupa Factory irá proporcionar um momento de imersão e um espaço de incentivo à criação artística para fotógrafos e artistas emergentes dos PALOP. A Catchupa Factory — Novos Fotógrafos é dirigida a criados-autores e é desenvolvida sob a orientação do curador e educador sul-africano John Fleetwood. Os participantes serão incentivados a criar um projecto fotográfico ao longo de 2 semanas de trabalho intensivo. Os trabalhos resultantes da residência artística irão integrar o catálogo Catchupa Factory 2017 e os participantes poderão ainda fazer parte dos programas de exposição e estágios internacionais a serem lançados posteriormente.

Objectivos:

  • Fomentar a criação de uma rede de fotógrafos e artistas emergentes dos PALOP;
  • Estimular o reconhecimento e a visibilidade internacional do trabalho autoral em fotografia dos participantes;
  • Incentivar a mobilidade de artistas e obras de arte;
  • Promover a formação avançada ao nível da concepção, desenvolvimento e edição do projecto fotográfico;
  • Proporcionar um espaço dedicado de criação, diálogo e partilha entre fotógrafos e artistas dos PALOP e de África.

Destinatários: Fotógrafos e artistas emergentes dos PALOP que desenvolvam a sua prática autoral no campo da fotografia.Envio de portfólio, CV e carta de motivação para: aoje.cv@gmail.com (os interessados poderão também enviar uma descrição do projecto que pretendam desenvolver)

Prazos: 20 de Março a 3 de Abril de 2017 Comunicação dos resultados: 10 de Abril de 2017

Formador da Residência Artística: John Fleetwood (África do Sul) www.phototool.co.za/team/

Curadora convidada: Paula Nascimento (Angola)

Número máximo de participantes: 10 fotógrafos e artistas emergentes dos PALOP [4 fotógrafos e artistas dos PALOP (excepto Cabo Verde) e 6 fotógrafos e artistas de Cabo Verde].

Condições de participação para os fotógrafos e artistas dos PALOP*: 4 bolsas de viagem internacional / Estadia / Apoio à alimentação. Condições de participação para os fotógrafos e artistas de Cabo Verde*: 4 bolsas de viagem inter-ilhas / Apoio à estadia / Apoio à alimentação.

*A AOJE está empenhada em colaborar com os participantes no sentido de facilitar a sua presença, seja através de envio de carta-convite ou outros procedimentos.

Organização: AOJE Associação de Fotografia Apoios: Fundação Calouste Gulbenkian e Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo VerdeDocumento

PDF: https://www.dropbox.com/s/ydqf501nb…

30.03.2017 | par martalanca | fotografia

Heróis, povo e paisagem chilena - Exposição I LISBOA

4 MAR - 7 MAI Terça a domingo, das 10H00 às 18h00 NA FUNDAÇÃO / MUSEU ARPAD SZENES - VIEIRA DA SILVA


Armindo Cardoso saiu de Portugal, por motivos políticos, em 1965, tendo primeiro vivido como exilado em França, país onde iniciou a sua formação como fotógrafo. Em 1969, acompanhado da mulher de nacionalidade chilena e de uma filha, foi para o Chile, onde lhe nasceu um filho e onde inicia o seu trabalho como fotojornalista. Em 1973, a seguir ao golpe de Pinochet, refugiou-se na Embaixada da Venezuela, tendo depois, com a ajuda da Embaixada de França no Chile, seguido para Paris.

Os negativos das fotografias que aqui se expõem estiveram enterrados durante três meses num jardim da casa em Quinta Normal, Santiago, tendo sido recuperados pelo adido cultural de França no Chile e levados para Paris em 1974. O acervo fotográfico de mais de 4000 negativos a preto e branco reflete lucidamente uma época, compondo-se de retratos de políticos, artistas e intelectuais como Carlos Droguett, Raúl Ruiz, Miguel Enríquez e Salvador Allende, de imagens de massivas manifestações populares por todo o Chile, de arte de rua e muralismo nas ruas de Santiago, de inéditos registos de comunidades mapuches e da vida quotidiana no sul do Chile.

01.03.2017 | par martalanca | chile, exílio, fotografia, povo

Residência Artística – Programa de Arte Contemporânea em Lisboa - Candidaturas

Decorrem até 30 de novembro e destinam-se a artistas visuais ou fotógrafos, de nacionalidade moçambicana ou residentes em Moçambique há mais de dez anos, que já tenham realizado pelo menos uma exposição individual.
*
Decorrem até 30 de novembro as candidaturas para a 3.ª edição da Residência Artística – Programa de Arte Contemporânea (Artes Visuais e/ ou Fotografia) em Lisboa. Uma iniciativa do Camões – Centro Cultural Português em Maputo e a Câmara Municipal de Lisboa.
A Residência Artística realiza-se entre 16 de maio e 16 de junho, em Lisboa, e destina-se a artistas visuais ou fotógrafos, de nacionalidade moçambicana ou residentes em Moçambique há mais de dez anos, que já tenham realizado pelo menos uma exposição individual quando da candidatura ao programa.
Após Félix Mula (vencedor da 1.ª edição) e Euridice Kala (vencedora da 2.ª edição), convidam-se os artistas moçambicanos a consultarem o regulamento desta Residência Artística na página de Internet do Camões e da Embaixada de Portugal em Maputo. O regulamento pode ainda ser solicitado no Centro Cultural Português em Maputo e no Pólo da Beira.
As candidaturas terão de ser submetidas até dia 30 de novembro e devem ser entregues, em suporte de papel, na biblioteca do Centro Cultural Português em Maputo, Av. Julius Nyerere, 720, Maputo. 
Mais informações: ic-ccpmaputo@tvcabo.co.mz
Condições de Admissão das Propostas e Seleção dos Agentes Culturais

Euridice Kala (vencedora da 2.ª edição)Euridice Kala (vencedora da 2.ª edição)

Félix Mula (vencedor da I edição)Félix Mula (vencedor da I edição)

 

10.11.2016 | par marianapinho | artes visuais, fotografia, Residência Artística – Programa de Arte Contemporânea em Lisboa

4 fotógrafos nos 40 anos da independência de Moçambique

De 29 Out. a 28 Nov.Galeria Municipal de Almada
Mostra de livros e catálogos e projecção de «Sem Flash, Homenagem a Ricardo Rangel (1924-2009)”, filme de Bruno Z’Graggen e Angelo Sansonne
Sábado, 31 Out. às 15h - visita comentada por Alexandre Pomar

27.10.2015 | par martalanca | fotografia, Moçambique

_ABOUT FOTO I Luanda

24 SETEMBRO

18h30 no Chá de Caxinde

Entrada Livre

O que é o _ABOUT FOTO ???
Vai ser uma serie Conversas Informais sobre a temática fotográfica, abertas ao publico em geral, fotógrafos, não fotógrafos, amantes da coisa fotográfica, simples apreciadores de fotografia ou não, com entrada gratuita em que o único objectivo é falar de FOTOGRAFIA.

Sessões mensais com dois convidados de mérito na área.

Os temas para esta primeira sessão _ABOUT FOTO:

A FOTOGRAFIA EM ANGOLA

  • Quem são os fotógrafos angolanos
  • As suas dificuldades
  • As suas limitações
  • A formação
  • As saídas profissionais

Os nossos convidados para a 1ª Edição do _ABOUT FOTO 24.SET são:

CARLOS LOUSADA FERNANDES, um dos fotógrafos mais antigos em actividade em Angola.

 

18.09.2015 | par martalanca | fotografia

Exposição colectiva - primeira turma XPTO_ curso Linguagem Fotográfica I LUANDA

Até 29 de Setembro, de segunda a sexta-Feira, das 11h às 20h.

Com fotografias de Ana Gaspar Ceita, Eunice da Fonseca, Joelma Bango, Leandro Raposo, Leila Correia, Lúcia de Almeida, Ódia Morena, Olga Miúda, Osvaldo Maiembe,  Teresa Fukiady,   Ygor Benjamim, com a curadoria de Jorge de Palma.

O objetivo é mostrar a evolução dos alunos ao longo curso, e a sua resposta ao conteúdo programático abordado. Para além da atribuição dos respetivos certificados.

31.08.2015 | par martalanca | curso, fotografia

Festival Internacional de Fotografia de Cabo Verde - inscrições abertas!

Até 22 SET.- última semana!

INSCRIÇÕES ABERTAS A FOTÓGRAFOS, ARTISTAS, 
COLECTIVOS E INSTITUIÇÕES

O Festival Internacional de Fotografia de Cabo Verde pretende incentivar a criação artística contemporânea, abrindo este espaço para a divulgação de trabalhos de fotógrafos nacionais e internacionais.A convocatória FIFCV está aberta a candidaturas para a integração de projectos na programação de exposições da sua edição 2014. Uma oportunidade de divulgação de trabalhos, ao lado de nomes consagrados da fotografia internacional, e visibilidade junto de um público alargado de profissionais, curadores ou galeristas.
Procuramos trabalhos interessantes, com uma abordagem genuína sobre determinado tema ou questão. Serão valorizados a coerência do projecto, a profundidade e intensidade na aproximação ao tema, a originalidade na perspectiva adoptada ou a clareza da linguagem visual.
A curadoria do FIFCV irá seleccionar os projectos submetidos em duas fases:
1. Selecção alargada para divulgação na página facebook do FIFCV;
2. Selecção dos melhores projectos para produção e montagem de uma exposição enquadrada na programação do FIFCV.

Será seleccionada uma proposta caboverdiana e uma proposta internacional para uma exposição na galeria Zero Point Art, no âmbito da programação do FIFCV 2014, com curadoria de Diogo Bento e Alex da Silva.
PARTICIPAÇÃO:
Envie entre 6 a 15 fotografias para o e-mail opencall2014@fifcv.com, com os seguintes dados:
- Nome do autor
- Nacionalidade
- Endereço de e-mail
- Website (opcional)
- Biografia
- Título do projecto
- Ano de produção
- Sinopse do projecto

PRAZOS:
As candidaturas poderão ser enviadas até 22 de Setembro. 

Para mais informações, por favor descarregue o Regulamento.
Se tiver alguma dúvida, por favor contacte-nos através do e-mail

opencall2014@fifcv.com.

Mais informações 

17.09.2014 | par martalanca | cabo verde, fotografia

artistas selecionados Prémio BES Photo 2014

DÉLIO JASSE (Angola)| JOSÉ PEDRO CORTES (Portugal)| LETÍCIA RAMOS (Brasil)

Esta é a 4.ª edição marcada pelo estatuto internacional que o prémio assumiu, não só pelo alargamento do âmbito da seleção dos artistas (que poderão ser de nacionalidade portuguesa, brasileira ou de um dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa); como pela itinerância da exposição (que, após a sua apresentação no Museu Coleção Berardo, viajará para o Brasil, para ser instalada no Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo).

A escolha de Délio Jasse, José Pedro Cortes e Letícia Ramos foi da responsabilidade de um júri de seleção representativo do triângulo geográfico referido, composto por Jacopo Crivelli Visconti(Brasil), crítico e curador independente; João Fernandes (Portugal), subdirector do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madrid; e Bisi Silva (Nigéria), fundadora e diretora do Centre for Contemporary Art, em Lagos, que analisaram o panorama expositivo da fotografia no período a que reporta o prémio (2013).

Segundo o júri, a nomeação de Délio Jasse (Angola) prende-se com «a apresentação de três trabalhos distintos, mas inter-relacionados, que exploram as formas como o passado continuam a ter impacto no presente. Estes vestígios do passado manifestam-se de maneiras diferentes: através da história colonial, como na série Além_Mar (2013); através da transformação da paisagem urbana (especialmente numa cidade como Luanda, que cresce a um ritmo fenomenal, com a arquitetura dos anos de 1950 e 1970 a ser apagada por novos edifícios), como em Arquivo Urbano (2013); ou apenas através de imagens de indivíduos encontradas pelo mundo fora, em feiras de objetos usados, como em Contacto (2012). Com a utilização de imagens encontradas aleatoriamente e de imagens de arquivos, Délio Jasse faz o tempo confluir de uma forma que nos confronta com a nossa própria efemeridade». 

Délio Jasse, Sem Título, 2010 Gelatina de Prata sobre Papel Fibra. Painel de 15 fotografias 50X40 cm (cada)Délio Jasse, Sem Título, 2010 Gelatina de Prata sobre Papel Fibra. Painel de 15 fotografias 50X40 cm (cada)

Para o júri, José Pedro Cortes (Portugal) «tem-se destacado com uma obra fotográfica que cruza o registo da vida urbana contemporânea com uma narrativa muito pessoal da intimidade e da anonímia na delimitação entre o espaço público e o privado, centrada na relação entre os lugares e as pessoas que os vivem. Costa, o projeto que apresentou no espaço Carpe Diem, em Lisboa, foi também selecionado para a European Exhibition Photo Award, apresentada em 2012 na Deichtorhallen, em Hamburgo.”  

Na opinião do Júri, o trabalho de Letícia Ramos (Brasil) «revela um amadurecimento da sua prática artística, evidenciado pelas recentes exposições no espaço Pivô, em São Paulo, e no Museu do Trabalho de Porto Alegre. Para ambas, a artista construiu aparatos que mostram o processo de criação de imagens ao mesmo tempo simples e sofisticadas, sugerindo também uma reflexão sobre a evolução do meio fotográfico.»

28.11.2013 | par franciscabagulho | délio jasse, fotografia, José Pedro Cortes, Letícia Ramos

Festival Internacional de Fotografia de Cabo Verde

Mindelo, de 15 de Novembro a 13 de Dezembro de 2013.
Uma iniciativa da Associação Olho-de-gente.

ver programa no FB 


17.11.2013 | par martalanca | cabo verde, fotografia

Colóquio "O Império da Visão: fotografia no contexto colonial português (1860-1960)", 26-28 de Setembro de 2013, ICS

26.9.2013

10H: Sessão de abertura. Filipa Lowndes Vicente

MISSÕES/ANTROPOLOGIA – moderadora: Nélia Dias

10H30: O arquivo colonial e as fotografias do capitão Fonseca Cardoso. Ricardo Roque

10H50: O registo da diferença: fotografia e classificação jurídica das populações coloniais. Cristina Nogueira da Silva

11H10: Missão Antropológica de Moçambique (1936-1956). Fotografia como instrumento de trabalho e propaganda. Ana Cristina Roque

Pausa para Café

12H: As fotografias da Missão Antropológica e Etnológica da Guiné (1946-47): entre a forma e o conteúdo. Ana Cristina Martins 

12H20: A fotografia como instrumento auxiliar da antropologia na primeira metade do século XX: o caso da obra de Mendes Correia. Patrícia Ferraz de Matos

Debate

CONHECIMENTO/CIRCULAÇÃO – moderadora: Cristiana Bastos

15H: Do nome à imagem: a fotografia e a descrição das plantas tropicais nos finais do século XIX. António Carmo Gouveia

15H20: A Missão de Mariano de Carvalho à província de Moçambique em 1890. Paulo Jorge Fernandes 

15H40: A preto e branco: folheando a documentação fotográfica dos relatórios médicos da Diamang. Teresa Mendes Flores

Pausa para café

16H30: Olhar a nudez na fotografia colonial: representação, género e colonialismo no Arquivo Etnográfico da Guiné-Bissau. Clara Carvalho 

16H50: Imagens de muçulmanos em tempo de sedução colonial. Mário Machaqueiro

Debate

27.9.2013

EXPOSIÇÕES/REPRODUÇÕES – moderadora: Isabel Castro Henriques

10H: Da fotografia à gravura: a recriação de imagens fotográficas e a construção do imaginário colonial oitocentista. Leonor Pires Martins

10H20: O esplendor dos atlas: fotografia e cartografia visual do Império no limiar do século XX. Teresa de Castro

10H40: O indivíduo e o grupo: fotografia vs ilustração colonial no período do Estado Novo. Rita Carvalho 

Pausa para café

11H30: Imagens de Angola e Moçambique na Metrópole. Exposições de Fotografia no Palácio Foz (1938-1951). Inês Vieira Gomes

11H50: Cinema Império: contributos para uma genealogia da imagem colonial. Maria do Carmo Piçarra

Debate

RESISTÊNCIA/REVOLTA – moderadora: Ruth Rosengarten

14H30: Angola, 1961: O horror das imagens. Para uma história da fotografia na Guerra Colonial. Afonso Ramos

14H50: Etnografia Visual da Guerra Colonial/ Luta de Libertação na Guiné. Catarina Laranjeiro

15H10: Descolonizando enunciados: a quem serve objectivamente a fotografia? Carlos Barradas 

15H30: A fotografia contemporânea e as identidades pós-coloniais. Susana Martins

Debate

Pausa para café

ARQUIVAR/REVELAR – moderador: Joaquim Pais de Brito

16H30: Foto-Síntese: uma proposta de um sítio online de fotografia vernacular portuguesa. Ana Gandum e Inês Abreu e Silva

16H50: As coleções de fotografia do IICT - da conservação e restauro à acessibilidade. Catarina Mateus 

17H10: Dar a conhecer: as possibilidades e os limites da divulgação. Filipa Lowndes Vicente e Inês Vieira Gomes

28.9.2013

11-13H

Visita guiada à exposição Entre Memória e Arquivo com a curadora Ruth Rosengarten. Museu Coleção Berardo, CCB.

20.09.2013 | par raul f. curvelo | CENTRO CULTURAL DE BELÉM, colecção berardo, colonialismo, CRISTIANA BASTOS, FILIPA LOWNDES VICENTE, fotografia, ics, ISABEL CASTRO HENRIQUES, JOAQUIM PAIS DE BRITO, NÉLIA DIAS, Ruth Rosengarten

"Além Margem(s)" - Exposição na Plataforma Revólver

Délio Jasse | Eustáquio Neves | Francisco Vidal | Kiluanji Kia Henda | Mauro Pinto | Mónica de Miranda

ALÉM MARGEM(S)

Délio Jasse ©Délio Jasse ©

Curador: André Cunha e Carlos Alcobia

Plataforma Revólver
26 Setembro - 2 Novembro 2013 (Terças a Sábados | 14:00 to 19:00)

“O malabarista é uma síntese do conceito de território. É alguém queadministra três objetos num território para apenas dois.” – Cildo Meireles

O que significa hoje: território, transgressão, síntese?

Caminhando sucessivamente entre margem e centro, o malabarista é um indivíduo em permanente transgressão. Opta por habitar territórios em disputa, criando movimentos nascidos no dissenso, e ensaiando essa transgressão. Nas suas mãos os elementos não repousam, mantendo-se em constante movimento e permanentemente reequacionando as relações que estabelecem entre si.

“Além margem(s)” pretende evidenciar a importância da transgressão na síntese do conceito de território. Sintetizar esse conceito é, antes de mais, questionar uma só perspetiva, quando efetuada a partir de um centro, e forçando a outros deslocamentos que emanem também das margens. Os trabalhos aqui reunidos trazem-nos outros olhares, outras perspetivas, outros caminhos. Um trânsito construído por objetos, e que enquanto circulam por entre as mãos do malabarista, nos permitem também alcançar outro entendimento sobre o conceitode território.

Délio Jasse, Eustáquio Neves, Francisco Vidal, Kiluanje Kia Henda, Mauro Pinto e Mónica de Miranda, são os artistas que participam neste projeto expositivo com curadoria de André Cunha e Carlos Alcobia.

“Além Margem(s)” é produzido pela XEREM, conta com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian e apoio à produção das obras da Fineprint.

Informações e contactos:
www.xerem.org | www.alem-margem.xerem.org | geral@xerem.org
www.transboavista-vpf.net/ | plataformarevolver@gmail.com | 21 343 32 59

18.09.2013 | par herminiobovino | colagem, exposição, fotografia, pintura

700.000 fotografias do Portugal colonial

Mais de 700 mil fotografias do Portugal colonial vão estar disponíveis para consulta online. As imagens estão a ser digitalizadas dos acervos do Arquivo Histórico Ultramarino e do Instituto de Investigação Científica tropical.Neste momento já é possível consultar perto de 20 mil destas fotografias no site do Arquivo Científico Tropial Digital (http://actd.iict.pt/), algumas da autoria de Elmano da Cunha e Costa (ver foto), advogado em Lisboa e fotógrafo na África nos anos 30 cuja obra pictória está neste momento a ser estudada por uma investigadora holandesa.Segundo disse Catarina Marques, responsável pelo espólio do Instituto de investigação Científica Tropical e pela digitalização das imagens, as fotografias têm diversas proveniências e temáticas sendo a mais antiga de 1860 e as mais recentes de 1974.

As fotografias do espólio são valiosas também pelos vários tipos de processos fotográficos que ali existem, desde os métodos comuns de fotografia (com nitratos e acetatos de celulose) até métodos mais raros de papéis de ouro e platina.

Michele Marques Baptista

ver aqui

16.09.2013 | par martalanca | colonialismo português, fotografia

Present Tense, no Próximo Futuro I LISBOA

Inauguração: 21 de Junho, às 22h00

22 Jun 2013 – 1 Set 2013

Edifício Sede - galeria de exposições temporárias, Piso 01

Entrada 2 €

Kiluanji Kia Henda, 'The Great Italian Nude', 2010.Kiluanji Kia Henda, 'The Great Italian Nude', 2010.

Uma exposição com fotógrafos do sul da África. Olhando o passado, as fotografias não derivam de uma “constelação de etnias ou de tribos”, para referir a tese de Elikia M’Bokolo, e este é um pressuposto essencial na curadoria desta exposição “Present Tense”. Estamos bastante longe das fotografias feitas aos negros que “eram oficialmente e frequentemente descritos na mesma linguagem visual da fauna e da flora”, citando Santu Mofokeng in “The Black Album Photo”. Interessa-nos mostrar e confrontar o trabalho de fotógrafos que residem ou viajam por um conjunto de cidades maioritariamente situadas na larga região do sul de África sem que nada possa indicar qualquer identidade visual ou cultural da região. Independentemente dos géneros – retrato, paisagem documento, fotojornalismo – são as fotografias sobre o “Present Tense” que queremos mostrar e, este conceito de “Present Tense”, engloba também a tensão entre as linguagens, a opção pela cor ou pelo preto e branco e o detalhe divergindo do panorâmico. Com fotografias dos fotógrafos Délio Jasse, Dillon Marsh, Filipe Branquinho, Guy Tillim, Jo Ractliffe, Kiluanji Kia Henda, Mack Magagane, Malala Andrialavidrazana, Mauro Pinto, Paul Samuels, Pieter Hugo, Sabelo Mlangeni, Sammy Baloji e Tsvangirayi Mukwazhi.

António Pinto Ribeiro (curador)

“Present Tense” é uma coprodução do Programa Gulbenkian Próximo Futuro e da Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França.

17.06.2013 | par martalanca | fotografia

1º Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte – FIF-BH

Convocatória internacional aberta a partir desta segunda-feira, 4 de março, selecionará artistas para a exposição da 1ª edição do festival, que será realizado de 12 de julho a 6 de agosto, na capital mineira

A capital mineira será um polo de discussão e reflexão sobre a imagem fotográfica no Brasil e no mundo durante o Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte - FIF-BH. A primeira edição do evento, que será bienal, promoverá uma grande exposição internacional, leituras de portfólio, oficinas e palestras, além de uma Maratona Fotográfica, na qual fotógrafos profissionais e amadores deverão desenvolver trabalhos autorais na cidade. A programação ficará concentrada no período entre 12 e 21 de julho, à exceção da exposição, que se estenderá até 6 de agosto.

Idealizado e coordenado por Bruno Vilela e Guilherme Cunha, o 1º FIF-BH tem ainda a curadoria de Eduardo de Jesus, membro-diretor da Associação Cultural Videobrasil (São Paulo/SP), doutor pela ECA-USP (Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo) e professor de pós-graduação da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas (Belo Horizonte/MG). Esta edição do festival é patrocinada pelo Sesi (Serviço Social da Indústria), uma iniciativa da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

O tema deste FIF-BH é Espaços Compartilhados da Fotografia, traduzindo os objetivos principais dos curadores, que são absorver a produção de diferentes lugares do mundo e ultrapassar os limites da fotografia, indo ao encontro de outras linguagens artísticas. “O FIF é um festival mais voltado para as poéticas visuais do que para a tecnicalidade. Mantém o respeito pela tradição da fotografia, mas privilegia o pensamento sobre o campo expandido da imagens, que explora a fotografia em diálogo com diversas outras mídias e plataformas de expressão sensível”, explica Guilherme.

Convocatória

A abertura da convocatória para a exposição internacional lança oficialmente o 1º FIF-BH, nesta segunda-feira, 4 de março. Com curadoria de Patrícia Azevedo, artista e professora da EBA-UFMG (Escola de Belas-Artes da Universidade Federal de Minas Gerais) e do curador do FIF-BH Eduardo de Jesus, a mostra coletiva não terá um tema específico e será construída a partir dos trabalhos inscritos.

Serão aceitas propostas de trabalhos em fotografia, nos seus mais diversos aspectos e plataformas experimentais, que se relacionem com o universo das artes visuais e que possam ser impressos em papel, projetados ou exibidos por meio de mídia eletrônica (televisores e/ou monitores).

Para se inscrever, os artistas deverão apresentar uma série de cinco a oito imagens, ficha técnica e um texto com a descrição do trabalho proposto, além de currículo e portfólio, sendo que todos os arquivos solicitados não deverão ultrapassar 10 MB. O edital pode ser consultado no site do festival (fif.art.br), que tem uma versão em inglês (en.fif.art.br).

As inscrições para a exposição estarão abertas de 4 de março até 20 de maio (23h59 GMT) de 2013, a artistas brasileiros e estrangeiros. São gratuitas e devem ser feitas exclusivamente online, pelo site do festival www.fif.art.br. O anúncio dos selecionados está previsto para junho.

A exposição será montada no espaço cultural CentoeQuatro, com irradiações para estações do metrô, e ficará aberta à visitação gratuita entre 12 de julho e 06 de agosto.

Demais atividades

Instalado em um prédio tombado do Conjunto Arquitetônico da Praça da Estação, no centro da capital mineira, o CentoeQuatro será a principal sede do 1º FIF-BH, que também promoverá atividades nas ruas e outros espaços públicos da cidade, como cafés e universidades.

Em abril, serão abertas as inscrições para leituras de portfólio, oficinas e para a Maratona Fotográfica, atividades que irão se concentrar no período entre 12 e 21 de julho.

mais contactos:  Débora Fantini press@fif.art.br

(31) 3234-6135 home office  (31) 8873-2003 celular Oi

02.03.2013 | par martalanca | Belo Horizonte, fotografia

No Fly Zone. A ironia pós-colonial é plástica

Um ditado popular africano diz que “enquanto o leão não tiver os seus historiadores, a glória vai sempre para o caçador”. A nova geração que cresceu na Angola independente revela com filmes, telas e galinhas empalhadas como o leão sempre teve uma história por contar. Os seis artistas angolanos chegam ao Museu Berardo em Lisboa com uma primeira preocupação de dialogar com os antigos imperadores. O entrave a derrubar é o que descrevem como a “amnésia europeia sobre o passado colonial”. “Finalmente chegou o tempo de tirar a máscara”, diz-nos Fernando Alvim, curador, a par de Suzana Sousa, da exposição “No Fly Zone. Unlimited Mileage”.

“Thirteen Hours”, Binelde Hircam“Thirteen Hours”, Binelde Hircam
Yonamine, Kiluanji Kia Henda, Edson Chagas, Binelde Hyrcam, Nástio Mosquito e Paulo Kapela (ausente na apresentação) são os artistas que representam a emergência de uma nova geração em Angola. A visão artística desta geração é sempre apresentada em contraste com o preconceito e a generalização ocidental. “Os europeus criaram a sensação de que têm o direito de desenhar os países africanos à sua imagem”, indica Fernando Alvim. As obras apresentadas antecipam o que vai ser a terceira trienal de arte em Luanda. Apesar de serem criações destinadas a uma apresentação específica, a curadora Suzana Sousa lembra que “isto são artistas mais preocupados com um discurso internacional que uma questão angolana”.

“No Fly Zone. Unlimited Mileage” ocupa o primeiro espaço do piso 0, sendo o vídeo O.R.G.A.S.M (Organization Of African States for Mellowness) a nossa primeira introdução à ironia pós-colonial. O autor Kiluanji Kia Henda desconstrói a realidade aparente, tornando o africano o beneficente do europeu. A segunda peça de Kiluanji serve de mote à nova geração. Uma sessão fotográfica mostra as antigas estátuas coloniais de Camões e Afonso Henriques num pré-fabricado, enquanto os pedestais onde estavam ficaram vazios, como se a própria história tivesse estancado.

A maior peça da exposição é “Cara-Show” de Yonamine, composta por recortes de jornais que incidem no período de Angola comunista, em 1976. “No fundo, isto acaba por ser uma versão da história através das minhas recordações de Angola”, explica-nos o artista. Yonamine ao lado dos seus recortes tenta descodificar a simbologia da guerra e da emigração no vídeo Reichsparteitagsgelände. As temáticas de obsessão pós-colonial não conseguem deixar de esconder alguma frustração artística: “Por muito que tente sair desta onda, nunca vou deixar de ser um pós-colonial”, revela Yonamine.

Em “Thirteen Hours” uma galinha caminha pomposa com uma capa napoleónica, enquanto lidera uma turma de outras 22 galinhas empalhadas. Para Binelde Hyrcam, o enredo da humanidade reflecte-se em galinhas vaidosas que caminham em frente de pequenos caixões funerários. “Isto é uma reflexão sobre a falsa vaidade humana e a constante dualidade do poder com a morte”, explica o autor. Binelde não esconde a emoção de revelar ao Museu Berardo uma obra que mistura o funesto com o irónico. “Angola e Portugal estão muito próximos, este intercâmbio cultural seguramente vai ficar na historia”, promete o autor. Na mesma sala, Edson Chagas recupera por sua vez as máscaras que o curador Fernando Alvim pediu que desaparecessem. No primeiro retrato fotográfico, três homens estão com a cabeça tapada por sacos, afogados pelas suas próprias atitudes consumistas. No segundo, as máscaras estão sobre o homem contemporâneo, engravatado e africano.

O vídeo “My African Mind”, de Nástio Mosquito, fecha a exposição, fazendo a ligação com as desconstruções históricas de Kiluanji Kia Henda. As personagens da cultura popular, como Tarzan, Tim Tim ou o filme “The African Queen”, de John Huston, são apresentadas como a visão europeia de uma África ainda desconhecida. “Sem terem visitado o continente africano, os europeus têm logo à nascença uma associação com sida e fome”, explica Nástio, acrescentando que espera “criar uma dúvida nas pessoas no que diz respeito às suas referências populares a África”. O objectivo não é apontar o dedo acusador, mas criar uma plataforma de introspecção e diálogo. “My African Mind” esteve na Tate, em Londres, e agora encontra o seu melhor alvo no público português. “Os portugueses precisam de interagir com África de outra forma, o diálogo tem sido pobre, tem de haver alguma mudança”, apela o artista.

fonte

25.02.2013 | par herminiobovino | angola, exposição, fotografia, lisboa, serigrafia, video

"Olhar estrangeiro em territórios conhecidos", de Luisa Mello‏ - Exposição de fotografia

“Olhar estrangeiro em territórios conhecidos”
Exposição de fotografia na Galeria das Salgadeiras.
9.2.2013 | 16.3.2013
Luisa Mello | Fotografia

No arranque das comemorações do décimo aniversário, a Galeria das Salgadeiras apresenta a exposição “Olhar estrangeiro em territórios conhecidos” da artista brasileira Luisa Mello. É a primeira exposição individual da artista na Galeria das Salgadeiras.

Uma instalação de auto-retratos em fotografia impressa em tecido, nos quais a artista aborda a temática do “Silêncio”. O seu próprio corpo, fragmentado e numa representação quase abstracta em tons monocromáticos, onde o “silêncio experimenta a matéria no espaço e no tempo” nas palavras de Luisa Melo. Segundo a artista o “silêncio experimenta a matéria no espaço e no tempo”, nesta sua abordagem fragmentada do seu próprio corpo, quase abstracta.

A exposição estará aberta ao público até 16 de Março de 2013, de Quarta-Feira a Sexta-Feira das 17h às 21h e Sábados das 16h às 21h.

Rua das Salgadeiras, 24 1200-396, Lisboa
Horário | De 4ª a 6ª: 17.00 às 21.00 | Sábado: 16.00 às 21.00
web

14.02.2013 | par herminiobovino | exposição de fotografia, fotografia, lisboa

Esquecidos de Mário Macilau - MAPUTO

Exposição fotográfica
de 5 de fev a 5 de março I Centro Cultural Franco-Moçambicano

> Inauguração: 
Terça-feira 5 de Fevereiro às 18h30 | entrada livre
Especialista em fotografia documental, Mário Macilau foca temas que definem os nossos tempos através de seu estilo único, que mescla o objeto e o contemporâneo. As obras desta exposição foram feitas na Nigéria, Congo, Mali, Quénia, Gabão, Camarões, Moçambique e países onde “harmonizou, a um só tempo, as ações humanas aos cenários de suas epifânias particulares”.

30.01.2013 | par martalanca | fotografia, Mário Macilau