ska batista
(1987) acumulador de imagens e iluminador, radicada em Lisboa. Sua prática desenvolve-se entre a fotografia, o vídeo e a iluminação cênica, com foco na investigação da performatividade do fazer e dos processos de criação. Atualmente investigando a não imagem a partir da recusa da lógica da eficácia e do instantâneo. Integra a plataforma Matéria Leve, projeto de pesquisa e formação em iluminação coordenado por Letícia Skrycky. Colaborou em criações de luz para espetáculos como, Mandaki, violetas, de Vânia Doutel Vaz; Cantar, de Francisco Cavalcanti; Quase Nada e Um Plano, de Márcia Lança; e A Roda que Não Tem Fim. Entre as exposições das quais participou, destacam-se a série fotográfica Anarquivo, apresentada no Arquivo Municipal de Lisboa; a instalação fotográfica Rebojo, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob coordenação de Susana Sousa Dias; e a obra Desconectado, exibida na Casa da Cultura de Beja. Em 2022, realizou as exposições individuais As luzes vermelhas invadem a noite, na Galeria dos Encontros da Imagem, em Braga, e corpa incognita, no âmbito do festival de performances #PRECÁRIAS, com direção artística de Tita Maravilha, no Espaço Gaivotas 6, em Lisboa. Em 2025 participou da exposição coletiva Rota dos Ventos, na PLATO, no Porto. Colabora no projeto Fotonovelo, uma investigação que tenta resgatar criticamente um conjunto de objetos culturais e dispositivos hoje considerados obsoletos — da fotonovela aos dispositivos de pré-cinema e a técnicas de impressão.
