Plataforma Guetto
Posts tagged with Plataforma Guetto
Archive
Author
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- October 2026
- September 2026
- August 2026
- July 2026
- June 2026
- May 2026
- April 2026
- March 2026
- February 2026
- January 2026
- December 2025
- November 2025
Tags
- #mulheres
- africanstudies
- André M. Santos
- aullas
- Cheong Kin Man
- colonialism
- dança afro
- festivais de cinema
- Festival international du film à Dakhla
- FILIPA LOWNDES VICENTE
- Kapuscinski
- machismo
- Marta Lança
- melgaço
- mulheres na luta armada em Angola
- Opera Crioulo
- orquestra
- protestos
- Rome Correia
- World Fusion
Most read
- “Meu nome António”, exposição de fotografia dedicada a António Variações no Centro Cultural das Caldas da Rainha
- Viajantes Solitários
- Festival Política
- Trace
- Intimate Distance, Uncaptured City, Edson Chagas
- Contemporânea leva a Lisboa e ao Porto um programa de performances sobre memória resistência e transformação
- Cinquenta anos a tecer a Resistência cultural em Cabo Verde
- Ájax de Sófocles
- MEU SEMBA, de Hugo Salvaterra. hoje no Cinema Ideal
- Começa hoje a Festa do Cinema Francês
Não obstante a consciência colectiva negra de que nós, estudantes e trabalhadores negros e negras, somos as principais vítimas da brutalidade da Polícia nos bairros, sublinhamos que essa mesma violência é também infligida, de forma sádica e independentemente da cor, a todas e todos aqueles que percorrem esse espaço geográfico e sociológico denominado “ghetto”. Esta atitude indiscriminada de extrema violência da polícia para com estudantes e trabalhadores brancos e brancas nos bairros, tem como objectivo veicular a mensagem de que, quem quer que se aproxime do espaço ghetto – subentenda-se, o espaço natural dos negros −, será tratado tal e qual qualquer outro negro do ghetto! Esta violência é mais uma forma de fragmentar a sociedade pois só fortifica, entre os estudantes e trabalhadores brancos, uma tendência de apartheid, historicamente construída e reproduzida, e intrínseca a esta organização política e económica das sociedades onde vivemos. A constatação, leva-nos a considerar imperativo a unidade na acção de todas e todos aqueles que moram nos bairros e a solidariedade militante dos restantes trabalhadores para com esta luta.
