Workshop Danças no b.leza, 22 de julho, LISBOA

O Semba, como é dançado hoje em dia na capital angolana

A evolução do Semba, ao longo dos quase 60 anos da sua existência, foi contínua, consequente e mesmo impressionante. De uma dança com os passos simples e limitados (o que não quer dizer pouco expressivos), transformou-se numa das danças mais sofisticadas e ricas em figuras, posturas e movimentos, de todas as danças angolanas.
A arte de execução do Semba actual, requer, para além da aptidão de acompanhar o ritmo rápido e vivo que caracteriza a maioria das músicas, uma grande capacidade de improvisação, criação, imaginação e sensualidade. Os dançarinos do Semba são como os músicos-virtuosos – impressionam com a facilidade com que transformam os elementos básicos, (no caso da dança: os passos e as figuras), num espectáculo brilhante e deslumbrante, numa verdadeira festa para os olhos dos espectadores.
Os próximos convidados de danças no b.leza são verdadeiros virtuosos do Semba. Jovens, mas com a grande experiência como bailarinos, conseguem sempre emocionar o púlico que assiste às suas apresentações. A Bernadeth e o Dilson vivem em Angola, conhecem as útlimas tendências tanto na área da música, como da dança. E, para além dos conhecimentos, possuem uma grande capacidade de transmiti-los. Após o workshop e a conversa, a festa continuará com os sons dos melhores sembas escolhidos por Calú Moreira.

Convidados
BERNADETH e DILSON (Angola)
Vencedores de AfricAdançar 2009
22 de julho, 21h30.

 

b.leza
Rua Cintura do Porto de Lisboa, armazém b (Cais do Sodré)
info: 963612816 ou info@dancas.pt

19.07.2012 | par candela | africadançar, angola, B.Leza, Bernadeth e Dilson, semba, workshop

Workshop: "Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar" | Porto

Workshop de Arte-Educação como ferramenta de transformação social

9 de Junho - 10h às 18h | Associação Cultural Pantalassa

Preço: 20€| Almoço incluído (12h30 às 14h)

Esta iniciativa é ministrada por Franklin Soares (ou Frankão), fundador e presidente do Espaço Cultural Francisco de Assis França (ECFA) no Brasil e membro da Associação Cultural Pantalassa; e tem como base nove anos de experiência em arte-educação nas favelas do estado do Rio de Janeiro. É proposto como forma de capacitação e conversa informal, e dirigido a todos os interessados em trabalhar de forma responsável, em território marginalizado onde desenvolver a cultura implica tomar consciência da sua existência, e entendê-la antes de confrontá-la.


Crítica
“…Acho que o trabalho social e a educação através da arte são “matérias” que se enriquecem muito através da partilha de experiências e testemunhos, em discussões e debates em que falamos e ouvimos os outros. Como excelente conversador que é, o Frankão tornou o Workshop numa agradável discussão e de acordo com a duração da actividade julgo que se consegue o pretendido: conhecer uma experiência de trabalho social num espaço, contexto e dimensão muito difernte da nossa.”  
(Diana B., participante do workshop no espaço Arte e Manha, Lisboa)
Inscrições: 963370659/muanamu@gmail.com
Nota: Este workshop tem um limite máximo de 20 participantes | Prazo de inscrição: 7 de Junho
Local: Rua Conde de Ferreira, nº 46, 4300-093 Porto
+ info: www. PANTALASSA.org

31.05.2012 | par martacacador | Pantalassa, porto, workshop

Projeto "Ocupação negra"

Uma das mais tradicionais companhias que trabalham com a cultura afro-brasileira, a Cia. Rubens Barbot, está completando 21 anos e a cidade do Rio de Janeiro vai ganhar o presente. O projeto Ocupação Negra estreia no dia 20 de abril com o espetáculo de dança Um Rio, de Janeiro-a-Janeiro, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, que receberá até o dia 6 de maio inúmeras atividades: Dança, oficinas e workshops com renomados bailarinos, filmes e vídeos sobre a temática  da Dança Contemporânea e da Cultura Afro, Exposição de tapeçarias e de fotografias da Cia e palestras.

Gatto Larsen, coordenador de produção da companhia explica orgulhoso de como será a “Ocupação”: “A Cia Rubens Barbot está completando 21 anos e nossa Ocupação Negra é um grande presente para nosso público fiel desta Cidade Maravilhosa. Todas as atividades e o espetáculo são gratuitos. Nossa intenção é realmente ocuparmos o Centro de Artes Calouste Gulbenkian com muitos corpos, gestos, imagens e sensibilidades sob uma perspectiva cultural e humana!” – explica Gatto Larsen.

Sinopse dos eventos:
Um Rio, de Janeiro-a-Janeiro
Um olhar sobre a gestualidade do carioca. É nesta direção que o espetáculo de dança contemporânea Um Rio, De Janeiro-a-Janeiro segue para contar um pouco das histórias carioca. Seu humor, seu deboche, sua sensualidade, seu ritmo e suas histórias corporais. Destaque para a trilha sonora que vai de Cartola, Paulinho da Viola, Luiz Melodia até Jorge Aragão, Agrião e Carlos Dafé. De 20 de abril a 06 de maio (sexta a domingo, às 20h). Entrada franca, com senhas distribuídas das 18h30 às 19h30. Classificação livre.

Oficinas e workshops
Duas oficinas serão ministradas durante a Ocupação Negra: “Linguagem à Companhia” e “Técnica Horton”. A primeira, que acontece entre os dias 24 e 27 de abril, contará com o coreógrafo e diretor da Cia que leva seu nome, Rubens Barbot e a bailarina e doutora em Corporologia, Cláudia Ramalho. Já a segunda, será ministrada pelo coordenador geral do Instituto Oyá e diretor artístico da Cia C Dança Negra Contemporânea, Elísio Pitta; e acontece entre os dias 30 de abril e 4 de maio. Sempre das 8h às 12h. Vagas: 25.

Os workshops “Danças religiosas de matriz africana na contemporaneidade” e “Hip-hop no contexto da Cia Rubens Barbot” serão conduzidos pelos bailarinos Ulisses Oliveira e Wilson Assis, respectivamente. A primeira será realizada nos dias 28 e 29 de abril, enquanto a segundo nos dias 5 e 6 de maio. Das 10h às 12h. Vagas: 25.

Inscrições pelo email: dancarb@ig.com.br
Filmes e vídeos
Nove vídeos serão exibidos entre o dia 24 de abril e 4 de maio. Dentre eles estão curtas, documentários e registros da própria Cia  e da dança negra contemporânea de maneira geral, a saber: Ensaio de Cinema; Desorganizadores de Fichários; Toque de Dança; EletronicZumbi; Em Pleno Meio Dia da Nossa Noite; Ensaio de Cinema; Tempo de Espera; Quase uma História; O Reino do Outro Mundo – Orixás; 40+20.

Exposição e Palestras
Retalhos de Barbot (tapeçarias) e fotografias de making of da Cia serão expostas na Galeria Ismael Nery do Centro de Artes Calouste Gulbenkian. O diretor de produção Gatto Larsen e a pesquisadora Cláudia Ramalho darão palestras sobre espetáculos corporais nos dias 3 e 4 de maio, respectivamente. Às 16h30.

 Wilton Montenegro/Cia. Rubens Barbot Wilton Montenegro/Cia. Rubens Barbot

Serviço:
Ocupação Negra
De 20 de abril a 6 de maio
Centro de Artes Calouste Gulbenkian
Endereço | Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça XI
Entrada franca
Informações para imprensa
Márcia Vilella | Diego Cotta
Target Assessoria de Comunicação
21 2284 2475

20.04.2012 | par herminiobovino | dança, Rio de Janeiro, video, workshop

'Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar'‏

Workshop:
A arte-educação como ferramenta de transformação social.

Associação Centro InterculturaCidade
Travessa do Convento de Jesus, 16 A, 1200-126 Lisboa 
31 de Março - 10h00 | 17h00
preço: 20€ (almoço incluído - 12h30 | 14h00)

(flyer)

web:
http://pantalassa.org/

21.03.2012 | par herminiobovino | workshop

Ciclos de São Vicente - Colecção B

Igreja de São Vicente
Évora

Com uma programação intensa e variada, do cinema à performance, da leitura à música, do debate à festa, a Colecção B volta a abrir a porta da Igreja de São Vicente para mais um Ciclo de São Vicente.

O tema para este mês é ‘alteridades’! Entre parcerias locais e o acolhimento de projectos, o Ciclo de São Vicente de Março propõe uma incursão pelo espaço do ‘outro’, do ‘diverso’, mesmo quando próximo. Por isso temos, a abrir e a fechar, sessões de leitura de dramaturgia africana e brasileira, culturas tão nossas e tão ‘outras’ de nós. Cinema brasileiro  e guineense. Música caboverdiana! E Teatro no Exílio, no dia Mundial do Teatro!

Destaques na Programação:
Dia 20
22h | Outros Cinemas
José Carlos Schwarz, a voz do povo (Adulai Jamanca, 2006) 
No início dos anos 70, num país fragmentado em dezenas de etnias e em plena guerra de independência, José Carlos Schwarz criou o primeiro agrupamento musical da Guiné-Bissau, o ‘Cobiana Djazz’. José Carlos cantava em crioulo e criou uma forma musical que ainda hoje unifica os guineenses. Este documentário conta-nos a história do poeta e fundador da música moderna da Guiné-Bissau, que morreu num acidente aéreo em 1977, com apenas 27 anos.

Os mestres loucos (Jean Rouch, 1955)
“O título - Os Mestres Loucos – promete a quem ainda não teve a oportunidade de ver este filme ímpar e evoca ainda mais a quem, incansavelmente como perante um mistério revelado, se prepara para o rever. Ensaio escrito no ritmo ofegante de uma urgência – existem as necessidades ditas naturais, não existirão também as necessidades culturais? -, ensaio sobre os senhores loucos ilustrado pelos gestos rituais dos servos que se tornaram mestres e senhores da loucura.”(Regina Guimarães, Buala - Revista de Arte Contemporânea Africana).
Excerpto
Os Mestres Loucos, 1955Os Mestres Loucos, 1955

Dia 21
22h | Noites com Leituras #4 - Venha ler dramaturgia africana connosco.
Apresentação do livro ‘As orações de Mansata’, de Abdulai Sila, pela Cena Lusófona, com a presença de António Augusto Barros, director artístico Escola da Noite e Presidente da Cena Lusófona.

Ainda textos de Leite de Vasconcelos (Moçambique), António Aurélio Gonçalves (Cabo Verde), Mia Couto (Moçambique).Textos de Leite de Vasconcelos (Moçambique), António Aurélio Gonçalves (Cabo Verde), Mia Couto (Moçambique), Fernando de Macedo (S. Tomé e Príncipe) e José Mena Abrantes (Angola).Textos de Leite de Vasconcelos (Moçambique), António Aurélio Gonçalves (Cabo Verde), Mia Couto (Moçambique), Fernando de Macedo (S. Tomé e Príncipe) e José Mena Abrantes (Angola).

Dia 23
22h | Concerto Bilan
Hoje bem um curandêr 
Música Cabo-Verdiana / Improvisação
BilanBilanBilan (Voz e Guitarra), David Estêvão (Contrabaixo), Tiago Mota (Guitarra), Luís Pedro (Bateria)

“Bilan pode ser enquadrado numa reinvenção mais cosmopolita e urbana da música cabo-verdiana com Sara Tavares ou, a pouco conhecida em Portugal, Carmen Souza. Em qualquer dos casos, as raízes de Cabo Verde são cruzadas com a natural globalização de cultura e música vividas pelas novas gerações; sente-se a cadência morna ou cálida, como se adivinha o mainstream internacional, os ensinamentos do jazz, os arremessos do rock, a soul, o r&b. Os temas que se ouvem de Bilan com o seu quarteto partem do seu país para o mundo conhecido, como acontece com os restantes compatriotas desta vaga. Mas as raízes das ilhas que caíram da Lua parecem ir aqui mais além. (Eduardo Sardinha, Central Musical).

Entrada 3€ (2€ jovens, estudantes, desempregados, idosos)
Mais informação em CentralMusical.pt

Dia 27
22h | Outros Cinemas
Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade, 1969)
Um clássico do cinema brasileiro, o  filme permite muitas interpretações, com alusões ao desenvolvimentismo, ao tropicalismo e à luta armada que corria solta nos ‘Anos de Cumbo’, sem perder a ligação com a obra literária na qual se baseia ( obra homónima de Mário de Andrade), com aparição de vários personagens do  folclore brasileiro, tais como o Caipora.
Excerpto
macunaíma, 1969macunaíma, 1969


Colecção B, Associação Cultural
Estrutura Financiada
Governo de Portugal
Secretaria de Estado da Cultura
Direcção-Geral das Artes
Apoio Câmara Municipal de Évora


Colecção B - facebook

20.03.2012 | par herminiobovino | cinema, cinema brasileiro, literatura, mostra de vídeo e cinema africano, performance, workshop

DAI-BULLETIN 2011-2012: number three

PROGRAM DAI-WEEK 28 NOVEMBER / 2 DECEMBER
Please note that bio’s of all four workshop leaders are to be found at http://www.dutchartinstitute.nl/
DAI- Cantina:
Lunch will be served daily from 13:00-14:00
Dinner Monday & Tuesday from 18:00-19:00
Wednesday & Thursday 19:00-20.00

November 28: Monday DAI – Presentation

13.00 For a kick-off of today’s two projects we will have lunch with the complete group in the DAI’s canteen. Today we welcome Jean-Luc Vilmouth and David Weber Krebs as tutors.

14.00 - 21:00 (DAI Auditorium/Project room)
two workshops dealing with the act of ‘presenting/performing your work in public’:
1. When the stage hits you…
Run by Otobong Nkanga and Jean-Luc Vilmouth. When you believe that your hunger is an equivalent to that of a hostage who has been kidnapped by a terrorist or a bank robber, without food or drink then what do you do? This state of urgency creates a platform where intricate, extreme and creative stands are taken resulting in a holdup situation. We will be interested in looking at different forms of performances that can create this state of a holdup situation. When the stage hits you and there is no way out but to face the situation in a radical and extreme way. The idea will be to push the limits of (re) presentation, how one could go beyond just the normal and accepted ways of presentation of their works and engaged the public or spectator in an unusual and unpredicted way. “Un art ne peut être une fin pour lui-même car, en lui-même, il ne rend personne meilleur” Socrate
Bio’s of Otobong and Jean-Luc to be found at http://www.dutchartinstitute.nl/

2. Presenting Performance/Performing Presentation
A six part workshop on performance art and lecture performance with David Weber-Krebs and Jan-Philipp Possmann. This workshop is aimed at artists interested in developing or sharpening their own artistic language in the live mediums performance art and lecture performance. Together we will discuss and experiment on basic parameters of the performative situation and assist each other in developing performances. An interest but not necessarily an experience in performance art or lecture performance is required of all participants.

November 29: Tuesday DAI – Thesis
Morning workshops will continue with Jean-Luc Vilmouth and David Weber-Krebbs Starting 10.00 – 13.00 for all students

13.00 – 14.00 lunch
DAI Thesis, 2011-2012
Reading for Writing or How to do things with Theory, Alena Alexandrova & Doreen Mende and their two respective groups of students
During the first year the focus is on developing research skills and a central question for the thesis, formally submitted as a thesis project. During the second year the students engage in further research and writing the thesis.
Plenary session group Alena Alexandrova:

14.30 – 17.30 PM Alena Alexandrova’s reading group will focus on the question: what does it mean to think with or through images? Georges Didi-Huberman’s writing is key with regards to the field of visual studies; he insists that the image is a site and a medium of a specifically visual knowledge that cannot be reduced to language or concepts. His latest exhibition Atlas. How to Carry the World on One’s Back? explores the atlas as a “visual form of knowledge” and a “knowledgeable form of seeing.” Sarat Maharaj discusses the hotly debated topic of the (im-) possibilities of considering visual art as a field, or even a method, of knowledge production.
The last part of the Theory Seminar will focus on introducing the thesis project in a more detail and discussing issues around research process, finding and working with research resources.

Plenary session group Doreen Mende:
14.30 – 17.30 PM ‘The ontology of performance: representation without reproduction’. Doreen Mende’s reading group November session will focus on questions about the undocumented event and its relevance for the unconscious of society. The students will read the essay “The ontology of performance: representation without reproduction” by Peggy Phelan. The text stands in relation to the artistic practice of Milica Tomić who will be our guest for the reading group as well as for the evening lecture. In this framework, Phelan’s text will offer several lines of thoughts enabling to entangle theoretical propositions with urgencies of practice and concerns of gender. It is also useful here to understand ‘performance’ in a wider sense than a media-specific category but through its singular moment, e.g. the act and space of exposure. If there is time, we will relate Phelan’s text to the notion of ‘event’ as a cross-point of politics and aesthetics which has been extensively unfolded by Alain Badiou in his seminal book Being and Event (1988) - (optional for further reading and research).

20.00 – 22.00 Public evening lecture
Container: photography by other means by Milica Tomić
DAI Auditorium (in the framework of How to do Theory with Things)

Tomić will talk about her ongoing project CONTAINER which has been realized recently at the Octobersalon in Belgrade through the question: How to exhibit CONTAINER that is considered to be a performative object, with us in the middle? How to exhibit CONTAINER that has been an instrument to re-construct a crime?

November 30: Wednesday DAI – Private
09:30 – 13:00 (DAI location) For all students
Face to face meetings between students and: Milica Tomić, Alena Alexandrova, Doreen Mende, Renée Ridgway, Florian Göttke, Suzanne Kriemann, Ian White, Tanja Baudoin, Emma Hedditch, Kiluanji Kia Henda and Grant Watson.
Co-ordinated by Rik Fernhout

13.00 – 14.00 lunch

15.00 – 17.00 SHIFT IN MY THINKING
The Dutch Art Institute / MFA ArtEZ in collaboration with
The MMKA (Museum for Modern Art Arnhem) and curatorial collective Suze May Sho presents a series of 6 lectures, taking place at the MMKA on the following Wednesdays; October 19, November 30, January 11, February 8, March 21, April 18.
Always from 3-5 pm
By inviting 6 eminent speakers, each with an outspoken position in the current postcolonial or decolonial debate, we will rethink past, present and future entanglements between the African continent and Europe (and beyond),through theory and art.

November 30, 2011:
Afronautas: from the ashes of the past, to the blink of the satellites.
by Kiluanji Kia Henda

After their fights for indepence many countries in the so called “Third World” had to face destructive civil wars. Murdered before they were even born, those young countries were run over by history. Up to today many have to deal with stone age conditions for living, as if time had stopped. But at the same time, for better or for worse,they are willing to belong to a modern world.
“Afronautas” came into being as a post-war movement of young Angolan artists who, in their formation were compelled to travel; or in the absence of an industrial structure were contaminated by the different foreign cultures that arrived via the ports and airports and today through the internet and satellite television. In Angola this “contamination” created a global, assimilated, cultural production, from music to visual art and a rupture with traditional standards by legitimating multiculturalism.
By creating fiction from factual stories Henda’s work draws upon a certain complicity with history. He uses art as a method to revise it. But more than trying to escape from an amnesia of the recent past, Henda looks for utopian narratives, as a way to avoid the still very present harmful heritage caused by those years of conflict.
Kiluanji Kia Henda (born 1979) is a photographer and visual artist who also works in theater. His photographs grapple with colonial history and perceptions of modernism in Angola. Recent exhibitions include: Experimental Station: Research and Artistic Phenomena, Centro de Arte Dos de Mayo (CA2M), Madrid, 2011; Other Possible Worlds, NGBK, Berlin, 2011; and 2nd Luanda Triennale, Luanda, 2010. Henda lives and works in Luanda.
This specific lecture was organised in collaboration with BAK, basis voor actuele kunst in Utrecht where on 03.12.2011 Kiluanji Kia Henda will screen films in the context of the program Cinematic Narratives from Elsewhere: Revisions of African Representation.

18.00 – 19.00 Dinner
19.15 Negotiating Equity students and faculty leave by train to Brussels. Overnight stay in SleepWell youthhostel rue du Damier.
19.30 – 21.00 Continuation face to face meetings with: Milica Tomić, Alena Alexandrova, Doreen Mende, Florian Göttke, Suzanne Kriemann, Ian White, Tanja Baudoin, Emma Hedditch, and Grant Watson.
21.00 – 22.00 ‘practice-theatre’ an informal meeting with the group. Location: Audit I en II

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28.11.2011 | par joanapires | performance, presentation, workshop

improvisação, troca e pesquisa cénica - workshop

INSCRIÇÕES:
- envia um email para mailvagao@gmail.com com o assunto:
workshop Grupo Ready Made Coimbra/Porto;
- no corpo do email escreve um parágrafo a descrever a tua experiência em artes cénicas ou performativas e/ou motivação para participação no workshop;
- inclui também o teu nome e contactos.
Grupo Ready Made.

Mais informações: joanapupo@gmail.com, www.vagao.net

08.10.2011 | par martalanca | teatro, workshop

INTERNATIONAL WORKSHOP - New Spaces for Negotiating Art (and) History in African Cities

CFP: INTERNATIONAL WORKSHOP
New Spaces for Negotiating Art (and) History in African Cities
March 14-17, 2012 Point Sud, Centre for Research on Local Knowledge, Bamako, Mali Deadline: October 31, 2011

Prof. Dr. Kerstin Pinther, Art Historical Department, Arts of Africa, Free University Berlin Dr. Larissa Förster, Center for Advanced Studies “Morphomata. Genesis, Dynamics and Mediality of Cultural Figurations”, University of Cologne

In most African countries, cultural institutions like museums and art galleries, archives and art academies were established either by the colonial state or in the context of postcolonial nation building. Hence, the cultural field has often been shaped according to national aesthetics and/or thematic concepts and guidelines. Although many artists and activists have repeatedly criticized and distanced themselves from state-initiated cultural politics – as, for example, community archives and community art centres in Apartheid South Africa or initiatives like the “Laboratoire Agit-Art” in post-independence Senegal – from early on, it seems that particularly during the last two decades a series of new spaces and initiatives were created. They set themselves apart from municipal and/or state-affiliated institutions as well as from commercial (art) markets and created alternative models and platforms for negotiating art (and) history, reflecting upon and archiving art, visual culture and (cultural) history. Cases in point are the Contemporary Image Collective (Cairo), Doula’art (Douala), the District Six Museums (Cape Town) or Zoma Contemporary Art Centre (Addis Ababa), to name but a few.
Some of these initiatives aim to establish self-organized, non-hegemonic and experimental fields and orders of knowledge, others deliberately question institutions established by the postcolonial nation state, still others attempt at filling in where public institutions are undermined. In many cases, scholars, cultural practitioners, curators and artists as well as activists join to collaborate in these spaces. New forms of south-south- cooperation and transnational networking – including diasporic communities – are developed. This inter- and transdisciplinary workshop intends to take these independent spaces and initiatives as a starting point to discuss and analyze the expanding and diversifying field of cultural production and reflection in African cities.
We invite scholars and practitioners (founders, members and users of such spaces as well as artists and curators) to present case studies or comparative analyses with one or more of the following (research) focuses:
1) Histories
Against which historical backgrounds must the emergence of such spaces be read in different countries? How did they develop in different fields (art, culture, history), and in which ways are their histories connected?
2) Modi operandi: approaches, (curatorial) practices and strategies
How are these spaces organized and maintained? What curatorial practices, scientific and/or aesthetic strategies do they employ? Which media do they work with?3) Addressing and archiving the past
How do they reflect upon history? How and to what end do they acquire and work with (historical) collections and build (historical) archives?
4) Questioning canons
In what ways do such spaces comment on or even question canons of historical and art historical knowledge, e.g. established historical narratives or boundaries between art and (popular) culture etc.? Which theoretical and/or methodological debates do they draw upon or feed their work into?
5) Urban spaces and urban publics
How do these sites relate to the specific urban spaces and situations in which they have emerged? How do they engage with the broader urban public, with different audiences and groups of interested users and/or contributors? How do they affect the access and use of public space in African cities?
6) Revisiting state and municipal institutions
How do these initiatives position themselves vis-à-vis, relate to or collaborate with municipal or national institutions?
At the end of the workshop, possibilities and perspectives for a long-term cooperation between the workshop participants in the field of African Studies, Visual Culture Studies, Art History, Museum and Archive Studies will be explored. A publication of the workshop proceedings is envisaged.
We particularly encourage younger scholars and practitioners to submit a short CV and an abstract of no more than 500 words by October 31, 2011 to kerstin.pinther@fu-berlin.de and larissa.foerster@uni-koeln.de. Papers can be given in English or French. Contributors to the workshop will be asked to additionally chair one of the resulting 6 panels. Keynotes will be given by five invited speakers (t.b.a.) and will partly focus on alternative spaces in other regions than Africa. The project, which runs under the name “Programme Point Sud” of the German Research Foundation, will cover travel expenses and accommodation for all speakers.

22.09.2011 | par joanapires | african cities, Art, workshop

Identidade(sem): nada, tudo, alguma coisa

Coordenação: Paulo Pires do Vale
4 de Junho – Paulo Pires do Vale: Identidade povera: hermenêutica do si-mesmo
11 de Junho - José Tolentino Mendonça: Que tempo trará alma ao mundo? 
Uma reflexão sobre a temporalidade

18 de Junho - João Barrento: Identidade e Literatura: O Eu, o Outro, o Há
25 de Junho - António Guerreiro: O pensamento e a experiência da comunidade.

+infos

02.06.2011 | par franciscabagulho | Porta 33, workshop

Call for Applications Wasanii International Artists Workshop, Kenya 2011

Closing Date 20th march 2011 . Applications received after this date will not be considered. Please allow plenty of time if you are posting from overseas.  

From 14st – 28th August 2011, Kuona Trust Centre for Visual Arts will be holding it’s 11th International Artists’ Workshop and are inviting applications from visual artists and art writers working in all disciplines.Wasanii International Arists’ Workshop is part of the larger Triangle Network workshops and this year’s theme is “In Conversation”. The emphasis this year is on discussion, dialogue and debate, though artists will not be discouraged from making art, the goal of this workshop is to encourage conversation around artists’ practice and to document this artistic exchange across cultures.

The two-week workshop will bring together a group of artists and writers working in various disciplines to share ideas, experiences inspired by the context, discourse and the opportunity to work alongside other artists.

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23.02.2011 | par nadinesiegert | Kenya, residency, workshop

WASANII INTERNATIONAL ARTISTS WORKSHOP, KENYA 2011 “IN CONVERSATION”

CLOSING DATE 20TH MARCH 2011

 

Applications received after this date will not be considered.  Please allow plenty of time if you are posting from overseas.

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21.02.2011 | par martalanca | Kenya, workshop