música com lata - Chullage

15.04.2013 | by martalanca | Chullage

16 de Março|Sessão III Mural Sonoro: Viver a Música a Partir da Periferia

25.02.2013 | by joanapereira | Chullage, mural sonoro, museu da música, música

Chullage canta a morte de Steve Jobs

06.12.2012 | by martalanca | capitalismo, Chullage, racismo

Chullage no programa BAIRRO ALTO

ver programa 
Duração: 45 min

Na música que escreve não se perde com meias palavras. Ataca violentamente os políticos, os banqueiros e o sistema. Filho de pais cabo-verdianos, o convidado deste Bairro Alto nasceu em 1973. Cresceu no antigo asilo 28 de Maio, no Monte da Caparica, e foi no início da adolescência que começou a rimar palavras e a aventurar-se nos mundos do rap e do hip hop. Já como trabalhador estudante, Chullage acabou por licenciar-se em Sociologia e tem vindo a desenvolver vários trabalhos nesse campo. Ao mesmo tempo tem-se dedicado à música e acaba de lançar o seu terceiro álbum, Rapressão

emitido em 19 JUN 2012

02.10.2012 | by martalanca | Chullage, música de intervenção, rap

Chullage - Apresentação do novo disco Repressão, 25 Maio Teatro do Bairro

No próximo dia 25 de Maio, Chullage sobe ao palco do Teatro do Bairro para apresentar o seu tão aguardado terceiro disco, Rapressão (ed. Optimus Discos/Lisafonia), que sucede a Rapresálias (Sangue Lágrimas Suor) e Rapensar (Passado Presente e Futuro).

Mantendo um aguçado sentido crítico em relação à sociedade, Chullage continua a abordar temas como a pobreza, o racismo ou a vivência em bairros sociais, veiculado pelas sonoridades do Rap e do Hip Hop.

Pelo palco do Teatro do Bairro, na noite de 25 de Maio, vão passar entre outros Low Rasta, DJ Extreme, Pedro Castanheira, Vilma, Don Nuno, Fidjus di Barraca, LBC, PM, Eida, F.di.B, Mc Tchoras e Du, entre outros.

“Já não dá”, o primeiro single a destacar de Rapressão, é o grito de basta de uma geração que não consegue edificar o futuro, e convoca um sample de “Assim Como Quem Nasce”, escrito por Paulo de Carvalho e interpretado por Luísa Basto, e outro de “Eh! Companheiro”, de José Mario Branco.

Musicalmente, Rapressão conta com a militância dos bombos, tarolas, scratches e samples da velha escola e os synths da actualidade, introduzindo igualmente elementos acústicos e samples de músicas de intervenção com 30 anos de vida que soam mais actuais do que nunca.

O percurso discográfico de Chullage, apesar de irregular, tem-se feito notar junto da crítica especializada e de um vasto número de seguidores fiéis à sua expressão musical e social, pela sua invulgar capacidade poética e beats hardcore.

Também Rapressão está a ser muito bem recebido pela crítica e pelo público, que já adoptou o tema “Já não dá” como hino de protesto.

Teatro do Bairro

Rua Luz Soriano, 63

Bairro Alto, Lisboa

Bilhetes: 6,00 Eur com oferta de CD Rapressão

Início do Espectáculo: 23H00

Abertura de portas: 22H00

17.05.2012 | by joanapereira | Chullage, Teatro do Bairro

"RAPRESSÃO Vol.1" de Chullage

 já disponível por
DOWNLOAD GRATUITO aqui
O CD está também disponível
por 4,99€ nas lojas (Fnac por ex.),
nos concertos ou enviando um email : lisafonia@gmail.com

02.05.2012 | by martalanca | Chullage

Chullage edita EP Rapressão Preview

Levantando o véu do que será o terceiro disco da sua carreira, Rapressão, o rapper Chullage edita, neste início de Dezembro, o EP Rapressão Preview, com lançamento apenas em formato digital e já disponível para download gratuito neste site.
Mantendo, como não podia deixar de ser, um carácter de crítica social, Chullage faz de Rapressão (Rap, Ruas e Resistência) uma caixa de ressonância de gritos de afro-descendentes retidos nos enclaves étnicos da Europa ou de outros de todo o mundo que querem ocupar as ruas cansados de viver em pousio económico. Rapressão Preview apresenta temas de sempre, afinal tão actuais. É uma espécie de slideshow musical com estórias e histórias que algures num frame podem ser de qualquer um/a.
Musicalmente, Rapressão Preview conta com a militância dos bombos, tarolas, scratches e samples da velha escola e os synths da actualidade, introduzindo igualmente elementos acústicos e samples de músicas de intervenção com 30 anos de vida que soam mais actuais do que nunca.
“Já não dá”, o primeiro single a destacar deste EP, foi produzido por Brainkilla e co-produzido por dB e 4th Dimension.
Rapressão Preview é um projecto Do It Yourself, independente, fruto do esforço colectivo, amigo e solidário de vários artistas e é uma co-edição Lisafonia/Optimus Discos, em parceria com Beatweenus e Quarta Perfeita.
Com dois álbuns editados, Rapresálias (Sangue Lágrimas Suor) e Rapensar (Passado Presente e Futuro), Chullage destaca-se pela sua invulgar capacidade poética e beats hardcore, revolucionando, assim, o Rap português e influenciando o movimento Hip-Hop.
Chullage tem angariado nomeações e prémios por parte da crítica especializada e pode mesmo ser considerado um sucesso de vendas na área das edições independentes.
Mensagem de Chullage

09.12.2011 | by martalanca | Chullage, rap, repressão

noite anti-repressão hip hop e spoken word 21/10 - 22h, no Bartô - LISBOA

os mesmos bastões a mesma luta

6ª feira 21/10 - 22h I Bartô, o bar do Chapitô I entrada gratuita

 

seja em Luanda, na Cova ou na Arrentela, quando um bastão cai no corpo de um irmão ou de uma irmã deixa sempre a mesma marca.  reunimos indignações faladas e cantadas contra a escalada da repressão policial, nos bairros aqui ao lado e em todas as ruas onde se luta contra ditaduras. exemplos da resistência pela palavra prometem dar voz a todas e todos cuja resposta que obtêm do Estado, quando se tentam erguer, é a força dos bastões, balas, prisões, ameaças e represálias ferozes.

com LBC, Chullage, e muitos mais convidados… 

 

ver programa de outubro Zona Franca 

21/10 - 22h, no Bartô, o bar do Chapitô. entrada gratuitaorg:

20.10.2011 | by martalanca | Chullage, hip hop, LBC, repressão

Documento da gravação de Amilcar Cabral na Residência no CENTA em 2008.

Letras, batida e gravação deitas no momento. também participaram na resudência: Primero G | Mortex | Sette | Dygas | Klicklau Nhaco Rapazinho
Letra:

(Kaya ;escrito em 2001):
Cabral ka morri Cabral tinha rason Cabral ka morri e fika na nôs curaçon
El ke nôs eroi tudu ses camarada sabi komo se morte foi
Cabral luta pa Cabo-verde e Guiné ku fé djunto ku P.A.I.G.C
Era um homi xeio cimplicidade luta pa nôs liberdade
Tornano um país independente ta trabadja pa podi bai pa frenti
Pa nu alimenta di nôs próprio cimente
Guineenses caboverdianus misturados na mato fasi ses planu pa podi salvano di kes ki injuriano iscravizano maltratano ma na nos terra nen nu ka ta preokupa, ku se estoria nasceu em Bafata Morreu em Conacry so keli kes flan na escola
si bu pensa ma Cabral morri bus ta enganado pamo Cabrala e mi Cabral e bo Cabral e tudo caboverdiano ku guineense ki ta pensa ma nôs e irmano, nhos ka komprende pensamento de Cabral nhos inverte plano otrabês nhos sa dexan enganano armados em burguês babilónia kre tornano cês colónia kumpra nos terra sta na moda
(LBC — Nos Ki Nasci Homi Ki Ta Mori Homi):
kabral bu morre cedo hoji dja nu kateni ninguen pa defendenu
Cúmplices di bu assassinato hoji na nós terra é chefe di governu
Bu luta pa nu libertanu di um opressor malfeitor
E hoji na nós terra opressor muda di rostu di cor
Povu de memoria kurto sta bati palmu presidentis traidor
Dirigentes moda monstru ki nem pa si povu ka ta xinti amor
O ki bu construi tudo djes destrui depois di independência
Trai bu pensamentu, trai povo privatiza tudo empreza
Governo sem autonomia ki ka krotola economia
Pais ku regime num frontera ki democracia ta confundi ku tirania
É triste afrikanu nós manu humilhado na casa di irmon
Pedro pires pidi Portugal pa djudal combati imgraçon
di afrika contradiçon ki kenha ta luta pa unifica afrika
E goci la sta pui politica di Europa fortaleza em pratica
Promove divison e promove comportamentus xenófobos
Reprimis ku politica di imigraçon e tchupa Europa obu
Fuck Pedro Pires 2004 bu ganha ku fraude eleitoral
e na ensinu governu kré paga memoria di kabral
Praia brutalidade policial dia fuck governu e ses piquete patife
Ze Maria És bu piquete é verson caboverdianu di pidi
Guiné ku kovernu di corrunpido rendidu a narcotrafiku
Menti revolucionário és ta mata sima és fazi Zé Carlos
És ka sabi es ka sabi ideiasdi ka ta morre ki ta morre é so ses corpu
Juventi dexa da pa dodu flaz pez explicau morti Renato Cardoso
Kabu verde na passadu usadu na comercio triagular
Hoji Europa kré usal como ponto di estratégia militar
Usa nós paiz ku medo di guerra nuclear
Djes ka bendi o k nu konquista na guerra di ultramar
Kabral nunka ka morre MINAO unidade e luta mentalidade di guerrilha
Nu descubri kabral dentu di nós labanta voz luta pa justiça
E goci lá só miséria, repressom na nós pais ki ta habita
Pais sem liberdade di expresom governu repressor Assassinatu kês ki siguiu sekretamente
Blacksuntzureu afrikanu sobreviventi maafa extermínio em massa
Passado ta inda ta tormentanu sima fantasma di Ruanda Amílcar

Keep reading "Documento da gravação de Amilcar Cabral na Residência no CENTA em 2008."

27.07.2011 | by martalanca | Amílcar Cabral, Chullage

Amilcar cabral (bu mori sedu)

Track de Homenagem “Amilcar Cabral (bu mori sedu)” – Chullage, LBC e Kaya 
Produção gravação e mistura de dB para Centa 2008 
Ouve, repassa e divulga. Apoia Aquele Rap.

Chullage, LBC e Kaya (artistas cabo-verdianos em Portugal) juntaram-se no âmbito do intercambio de artistas de vários bairros promovido pela Freestylaz no CENTA, e fizeram esta homenagem a Amílcar Cabral numa produção de dB.

Released by: beatweenus 

17.03.2011 | by martalanca | Chullage, LBC e Kaya

Portugal aos Portugueses, Chullage e P!

Letra: chullage
Musica: P!
Label: Lisafonia
Realização: Catarina Severino
Grafismo e animação: vhils
Produção: Quarta Perfeita

08.03.2011 | by martalanca | Chullage, imigração

Palavras na Cidade

ESPECTÁCULO DE SPOKEN WORDS

Em Julho, a Fundação Gulbenkian acolhe um espectáculo inédito de spoken words concebido por Carla Isidoro - uma das colaboradoras da Buala - no âmbito dos programas Descobrir/Próximo Futuro. “Palavras na Cidade” encerra um desafio: juntar artistas que admiram ou praticam a poesia falada mas que nunca fizeram spoken words em conjunto, sendo o DJ o artesão do cenário musical e o VJ o escultor visual das palavras que entram em palco. O spoken word tem reclamado o seu lugar dentro da cultura contemporânea urbana vivendo do improviso, da declamação pura ou revestido por música. Neste espectáculo Lisboa é o pano de fundo que permite tecer teias de contos, experiências e sonhos que remontam à oralidade das histórias para crianças que tão bem conhecemos, ou à perpetuação de memórias e passados que os griots continuam a manter em certos países africanos. São estórias que brotam das ruelas, das aspirações cultivadas à beira Tejo e da luz que impregna a vida da cidade. Hoje, Aqui e Agora são motes para a construção deste evento em que se criam narrativas de pertença e silábicas realidades.

programa aqui

Concepção: Carla Isidoro
Direcção artística: Carla Isidoro e Chullage
Co-criadores e Intérpretes: Birú, Chullage, Kalaf, Kika Santos, Nástio Mosquito, Vera Cruz, Dj Ride e visuais Droid-i.d.
Data: 11 de Julho às 21h30
Local: anfiteatro ao ar livre da Fundação Gulbenkian
Preço: 10Euros

 

Nástio MosquitoNástio MosquitoBiru por Tiago MayaBiru por Tiago Maya

ChullageChullageVera CruzVera Cruz

Dj RideDj RideDj Paulo PrazeresVj Paulo Prazeres

KalafKalafKikaKika

05.06.2010 | by martalanca | Birú, Chullage, Dj Ride, Kalaf, Kika Santos, Nástio Mosquito, spoken words, Vera Cruz