Tremor nos Açores

O festival açoriano que regressa a São Miguel, entre os dias 9 e 13 de Abril, volta a apostar na criação de uma rota de actividades que, partindo da música, propõe a descoberta da natureza, das tradições e da comunidade local. A fechar as contas no plano dos concertos, confirmações finais para Hailu Mergia,Yin Yin Fumaça Preta. Nas residências artísticas, inauguração da exposição que sumariza o trabalho realizado por Renato Cruz Santos Duarte FerreiraSístole será composta por um conjunto de instalações que juntando imagem e som constroem uma viagem imersiva ao encontro da ilha do Tremor, pautada pelos ritmos da paisagem.
Apostando na criação de experiências únicas, o Tremor convida ainda a companhia polaca Instytut B61 para a apresentação de uma peça-performance imersiva que ocupará um espaço mistério da ilha de São Miguel. Na secção dedicada ao público infanto-juvenil e familiar, o Mini-Tremor, o Estúdio 13, o novo espaço de indústrias criativas de Ponta Delgada, torna-se a casa de miúdos e graúdos com um programa de workshops, concertos, mini-disco e brincadeiras. E porque o cartaz de um festival não se faz sem dança e festa, as noites do evento estarão entregues às mão de Odete, MCZO & DUKELa Flama Blanca feat. ZÉFYREBlack vs DJ FITZZuga 73 + Tape + Nex DJ Milhafre b2b DJ Fellini.
Desde que, em 2013, a Awesome Tapes from Africa recuperou a sua primeira obra,Hailu Mergia and His Classical Instrument, que o sucesso e reconhecimento do etíope Hailu Mergia não tem conhecido abrandamento. Espaços como a Pitchfork, The Wire ou The New York Times rangam-se nos elogios sobre o lugar cimeiro que o músico ocupa na história e evolução do ethio-jazz. O seu mais recente disco, Lala Belu, saiu para o mercado em 2017, mais de uma década depois da última edição, como prova inequívoca da sua história de sobrevivência: um instrumentista forçado ao exílio por um regime ditatorial hostil para com as artes e que acabou a conduzir táxis por mais de 30 anos.
Na Fumaça Preta juntam-se elementos de tropicalismo, fuzz funk, música concreta, acid house e electrónica vária. Juntam-se África e Brasil, Europa de Norte e o mundo latino. Surgiram quase por acaso quando Alex Figueira juntou um grupo de amigos no seu estúdio analógico mínimo em Amesterdão. Dessa sessão nasceria A Bruxa, o primeiro 45 rotações que deixava já clara a vontade do grupo em derrubar todas as barreiras musicais. Com dois longos duração selados pela incontornável Soundway, é ainda inexplicável o mundo por onde se movem e imprevisível o território que trilham, qual espécie de voodoo que amarra as linhas entre a tradição, o género, a composição e a improvisação.
No Verão de 2017, Kees Berkers e Yves Lennertz começaram a escrever e gravar canções numa escola de ballet na isolada vila de Plateau de Doenrade. Ávidos coleccionadores de discos, os Yin Yin transportam para a sua música a variedade de géneros que podemos encontrar nas suas prateleiras de discos. Partindo da música sul asiática dos anos 60 e 70, construíram um diálogo multilingue, com incursões na música do mundo, funk e electrónica. Pingpxng, a cassete com que se estrearam, simboliza isso mesmo, explicando em detalhe como duas forças aparentemente opostas podem actuar em complementaridade.
Fundado pelo curador e astrónomo Jan Świerkowski, o Instytut B61 é um colectivo artístico e científico dedicado à criação de espectáculos multimédia, filmes e projectos digitais que unam arte contemporânea e ciência. Com um vasto historial de performances por todo mundo, das quais se destaca o projecto Cosmic Underground apresentado em Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, o colectivo juntar-se-á, no Tremor, aos músicos do Laxmi Bomb, duo electro pop originário de Bombaim, e a artistas açorianos para ali apresentar mais uma experiência imersiva. A proposta promete uma viagem até ao espaço sideral para acompanhar o ciclo de vida das estrelas. O Instytut B61 – Interstellar Sugar Center de Ponta Delgada estará instalado em lugar mistério, a ser revelado aos participantes poucas horas antes do início da aventura.
Concertos, workshops, instalações, cenografias interactivas e uma mini-disco são algumas das iniciativas através das quais o Mini-Tremor – espaço infanto-juvenil e familiar do festival – pretende estimular a população local e visitante para a criação e fruição artística. Na edição deste ano, o Estúdio 13 é o quartel-general e acolhe um workshop/concerto de panelas pelo músico e compositor Samuel Martins Coelho, uma instalação sensorial da bailarina e coreógrafa Maria João Gouveia, e aulas criativas para pais e filhos.
A programação deste Tremor 2019 integra ainda o percurso programático The Future is Female, que pretende olhar, debater e pensar o papel da mulher nas indústrias criativas e musicais europeias e dos Estados Unidos. A par de um ciclo de conversa com artistas como Instytut B61, Odete, Lafawndah, Laura Diaz (Teto Preto), fazem parte deste circuito os concertos de Lula Pena, Odete, Hayley Heynderickx, Moon Duo e Vive La Void. Este ciclo conta com o apoio da FLAD e Embaixada dos Estados Unidos da América.
Juntando mais de 40 artistas, o Tremor apresentará uma vasta programação que ocupa salas de espectáculo e espaços informais de Ponta Delgada e Ribeira Grande. A par dos concertos, a edição 2019 apresenta também aquele que será, porventura, o cartaz mais ambicioso de residências artísticas desde a sua formação. Do espectáculo de abertura, a ser desenvolvido entre o colectivo ondamarela com a Es.Música.RP e a Associação de Surdos da Ilha de São Miguel até ao diálogo entre as tradicionais danças das Despensas de Rabo de Peixe e os ZA! (a ser também documentado em fotografia por Rúben Monfort), passando pelos trabalhos site specificde Natalie Sharp para o Tremor Todo-o-Terreno e pelos encontros diversos entre músicos. Para ver em Abril, o segundo episódio do trabalho de Rafael Carvalho FLiP em torno da viola da terra, e os diálogos entre Balada Brassado e dB; Cristóvão Ferreira e a dupla espanhola Tupperwear; Pedro Lucas e os We Sea e o rapper LBC e o realizador Diogo Lima. Destaque especial ainda para o regresso de Lieven Martens ao arquipélago, para uma recriação da sonata The Cow Herder, um retrato sonoro da vida de um guardador de vacas da Ilha do Corvo.

08.03.2019 | by martalanca | Açores, festival, Tremor

Festival Olhares do Mediterrâneo

2018 – 5ª Edição 27 a 30 de Setembro Cinema São Jorge

A 5ª edição do Festival está à porta! Consulte AQUI o catálogo
AQUI programa-de-mão Programe AQUI a sua ida aos Olhares consultando a grelha com toda a programação

Marque bilhete para as sessões de abertura e encerramento, de entrada gratuita,escrevendo para olharesdomediterraneo.reservas@gmail.com (max. de 2 bilhetes por pessoa)

27 SET 21h30 | Sala Manuel de Oliveira
Figlia Mia | Daughter of Mine
Laura Bispuri | Itália, Alemanha, Suíça | fic | 2018 | 100’
Um verão de medos, perguntas, descobertas e crescimento para Vittoria, uma menina de 10 anos disputada por duas mães.
Estreia Nacional
[Abertura | Opening Feature]

 

30 SET 19h | Sala Manuel de Oliveira
Avant La Fin De L’Été | Before Summer Ends
Maryam Goormaghtigh | França, Suíça | doc | 2017 | 80’
Comédia documental sobre amizade, encontros de Verão, diferenças culturais e a necessidade de reforçar os laços com as almas gémeas quando se vive no estrangeiro.
[Encerramento - Closing Feature]

11.09.2018 | by martalanca | festival, Mediterrâneo

B ( S ) T T F F E ST I VA L 2/3 july + 24 may

When refering to Africa, news still - too often - focus on poverty, epidemics, pollution, deforestation, conflicts… Thus given the idea that the continent cannot stand for itself (corruption, lack of facilities, brain drain…), that it is doomed and utterly needs to be saved (NGO, etc.).

But what we think is as urgent and truly lacking in Africa is a mediatic coverage regarding its contemporary culture and hype.

Because we all know the impact of speech and representation on the most diverse actions and decision-making … Let’s just get back Africa’s opportunity to surprise us, unprecedentedly!

In order to participate in the death of the collective unconscious governed by « povery porn », and to put forward a more cultural and up-to-date side of Africa, we mandate a new communication principle! - That’s what we are willing to achieve here.

The question is not that of the existence of a literature or resources about modern Africa. However, we seek to make it more consistent and more than « real » in the eyes of the mainstream!

This question is all the more crucial than : « By 2035, Africa’s labour force will be larger than China. 15 of the 20 fastest growing cities in the world between 2015 and 2020 will be African. » Mo Ibrahim, Entrepreneur and Philanthropist 

It is high time Africa was given back the image of an influential world power, rich, dynamic and fertile. Not only is it booming (structurally, politically, on both social and cultural aspects) but it is also deeply and lastingly inspiring.

And as a matter of fact: you just can’t argue about the present/future of Africa, without restoring its history, also out of alienating views from the colonial era. One of Black(s) to the Future’s strategical move is therefore to broadcast the GHA (General History of Africa) of UNESCO. Genuinely, we are targeting the people apart from schools and universities, the only two fields, this remarkable Institution plans to cover up through its programs of dissemination… Thus, we have chosen to stand as a strong scientific reference yet addressing (through the internet) the largest public, both in Africa and overseas. So if, by grace, you accepted to carefully review our presentation blog please, browse topics presented and especially the article “Kan Hoho - The need for history” : it tells about this essential faith professions of ours!

As an afrofuturistic transmedia platform, B(s)ttF endorses a renewed - modern, sustainable and uninhibited - relationship with africanness and its means of expression. 
We believe that people (from the mainstream but also afro-related, young ones especially) lack an access to african (and its diaspora) features in terms of both art creation and general reflexion. Of course - and for the better! - more and more initiatives are now aiming to fill this gap. However - and mainly in the French-speaking world - many still lack taking into consideration (aside from the current fad), a long-term need for changing the very way we come accross such proposals and informations. Thus, we would like to highlight the work of visual artists but also journalists/writers/researchers, and later filmakers, performers, musicians… with who we could invent new showcasing formats of their art and thoughts.

B(s)ttF is thus built following two logics : the first being the broadcasting of practices and knowledge, the second of “value” creation. It gathers: an online mook (magazine/book, with a new heavier focus on translating existing contents starting next september), mixtapes and events, but also - to come -  a graphic communication studio, an e-shop +brand, and more specific projects on how to recover and share African History (before colonialism!) and contemporary habits & know-hows.
We are still in our “launching” phase, however since the releasing of our website past september we reached more than 2000 people through our facebook page and keep building collaborations because these are the true basis we want to grow on : people.
With its festival, Black(s) to the Future offers you to plunge into afro-futurism and to (re-)discover the sounds - but not only - that will shape Africa’s future: Dakar, Kinshasa, Paris, Johannesburg, Luanda… on a digital version!
Musically, we were looking for sounds at the crossroadsof Africa and other continents. Because our vision of afrofuturism is that it shatters all notions of gender, period, class and hierarchy. “Our” afrofuturism defends inclusion and cross values : “be as you want, we belong together”!
The line-up (live sets + clubbing): (you can find music links through the website and facebook)
IBAAKU - Afro-hypnotic experimental (Senegal / Akwaaba)GATO PRETO - Hypersonic beat-machine (Ghana – Mozambique / Damgaard)PHOTO ROMANCE - Afro & tropical bass (Belgium / La Brousse).MO LAUDI (South Africa)LULENDO (Angola)MOODY MATT (France)Les Afronautes d’Oberkampf : DJ Cucurucho + Piotr Kanyinda + MC-C Imperatriz + Pedrolito


But also:
*Dance workshops & performance by the company BONNE ENFANT and some pantsula 
*Exhibition: preview of the screen-exhibitionMEDIUM(S) co-curated by Stef Yamb (Afronauts Polyrhythmy) and myself withEmo de Medeiros, Tabita Rézaire, Kwesi Abbensetts, Dilo deMille, Yashua Klos, Suné Woods…
*Screenings: movies by Ishola Akpo(selected by Clementine Dramani-Issifou : Festival des Nouveaux Cinémas Documentaires / Ä F R O T O P I Ä) and audio documentaries by Hadrien La Vapeur and Corto Vaclav (collective Expedition Invisible in partnership with ARTE Radio)
*Conferences (/listening sessions): DJ KÔÔLet Claire Clouet/Sébastien Lefèvre
*Fooding : Les Cuistots Migrateurs – an association employing migrant as cooks
The event is free on Saturday from 4pm to 6amand Sunday from 4pm to 00 (except the night club € 10 on presale (excuding fees) / 13 € on site) NB: Registration for workshops (performances, lectures, projections) through hello@blackstothefuture.com.
Here are the links to the press release  (in French) full programm (there is an English version of the website and the prog as well) + facebook event (in French).

29.06.2016 | by claudiar | african art, cinema, Conference, festival

Conversas a não perder no FOLIO, Óbidos

Sabado, 24-10 Tenda Autores

Mesa 10 11:00 a 12:30 

Cristina Norton, Carola Saavedra, e Kalaf Epalanga, com moderação de João Paulo Sacadura.

Nesta mesa pretendemos discutir literatura e identidade, com uma escritora luso-argentina, uma escritora chilena e brasileira, e um um angolano que se fez português. Até que ponto um escritor escreve para se integrar?

Rafael MarquesRafael MarquesMesa 11 14:30 - 16h

Rafael Marques, José Luíz Tavares e Ungulani ba ka Kossa, uma conversa moderada por Marta Lança.

Um angolano, um caboverdiano e um moçambicano fazem um balanço dos quarenta anos das independências africanas, com foco particular na cultura e na literatura.

Festival Folio

Folio é o primeiro capítulo de um projeto ambicioso. É nele que se está a escrever a história de uma Vila Literária que se transforma num dos lugares obrigatórios para a literatura mundial. O Folio é onde se apresenta Óbidos Vila Literária. É a sua capa e o maior cartaz.

Mas Óbidos já era a Vila Literária mesmo quando ainda lá não havia livros. Há três anos eles chegaram. O projeto Folio é a expressão maior de quem fez da literatura e dos livros, durante décadas, a sua profissão.

O Folio é o projeto – e a marca – mais importante para uma terra que escolhe a Literatura e os livros como bandeira. Uma terra que pelas suas características e história únicas é, ela própria, também um best seller.

Nesta primeira edição (Out 15 – 25) o Folio prepara-se para receber 400 autores em 11 dias, portugueses e estrangeiros. Alguns nomes maiores da literatura mundial. São 11 dias em que o verbo “literar” enche páginas de livros e as ruas de Óbidos com música, teatro, performance, cinema, tertúlias, mesas redondas e exposições.

Depois do Folio acabar, para voltar no ano seguinte, a Vila Literária continua. Essa nunca pára.

 

22.10.2015 | by martalanca | festival, literatura, lusofonia

Festival de Résistance et d'Alternatives Maroc

Présentation détaillée du projet

ABOUT THE FESTIVAL

The Festival de Résistance et d’Alternatives (the Festival of Resistance and Alternatives, FRA) offers a place dedicated to innovation, exchange and participation where everyone can express themselves freely. During the festival different independent, non-profit groups, artists and other individuals will organize workshops, debates and artistic happenings.

As activists we have experience in the organization of different cultural and political events. The first edition of the festival was organized in Rabat from 17 to 20 February, precisely one year after the onset of a new social movement in Morocco on the 20th of February 2011. The activities took place in different locations such as the headquarters of the Moroccan Labor Union (Union Marocaine de Travail, UMT) and the Moroccan Association of Human Rights (Association Marocaine des Droits Humains, AMDH), high schools, universities and public spaces. Over a span of four days, we established an atmosphere of sharing through different activities, which included theater and music workshops, conferences, public debates, screenings of films and a photography exhibition.

The second edition was held between 15 and 20 February 2013 in different venues of Rabat. Within the same spirit as the first edition, the second one was characterized by the support and cooperation of a large number of active citizens, artists, activists, social groups and movements such as the Students Union for the Change of the Education System (Union des Étudiants pour le Changement du Système Éducatif, UECSE), Guerilla Cinema, Vegetarians in Morocco (Végétariens au Maroc) as well as others.

The two previous editions have been very successful in terms of participation, exchange of ideas and getting to know people. This year we hope to organize the third edition of the festival.

WHO ARE WE?

The FRA is organized by Moroccan artists and activists, some of us are part of a social movement, others are independent. The cooperation of different groups and movements guarantee a successful programming. The four of us are responsible for the crowdfunding campaign:

Simo Alami – I am a freelance set dresser in theater and cinema. I am an activist in the Moroccan Association for Human Rights (l’AMDH) the 20th February movement, Guerilla Cinema and other groups. 

Marike Minnema – I am a freelance trainer of theater of the oppressed. We have a group of theater of the oppressed in Rabat. 

Hamza Mahfoudi – I am a freelance filmmaker and activist in Guerilla Cinema and in the 20th February movement.

Youness Belghazi – I am a freelance filmmaker and activist in Guerilla Cinema and in the 20th February movement.  

CONCEPT OF THE THIRD EDITION

The concept of the festival entails creating an “alternative city”. We will set up the scenery of a city; with a parliament, a police station and other places essential to public life. In these different locations, workshop, discussions and artistic happenings will be held with the aim to look critically and creatively at the current social and intuitional practices. The participant are invited to debate and explore alternatives to the current practices in these locations.

MAP of the “Alternative City”:

·Entrance: At the front desk of the festival, visitors can find information about the festival, flyers and a map of the festival grounds.

·Hospital: The hospital will be home to workshops and discussion about the body and its social representations as well as the Moroccan health care system.

·Parliament: In this parliament it is the citizens themselves that debate legislative and political decisions.

·Police station: The police station is a place to reflect on violence, power and security. At the same time the organizers occupying the police station will be responsible for the security issues at the festival and for a lost and found.

·Market: This market offers an alternative to the normal market. Every participant is invited to bring stuff they don’t need which they can swop for other things at festival market. There will also be food stands selling cheap and healthy food.

·School: What is the history of the Moroccan schooling system? What are the advantages and disadvantages of the current system? How many languages can a child learn at the same time? Learn about learning and feel free to disagree with your ‘teacher’ in this alternative school.

. Streets: The streets form the space between the above mentioned spaces. The ‘streets’ will be the background of street theater, flash mobs and spontaneous discussion.


À quoi servira la collecte ?

It is very important that Moroccan citizens engage in a free and creative search for alternatives to the current situation. Since the political uprising in 2011 the youth of the 20th February movement in Morocco has organized several action to stimulate creative and critical thinking. One of these actions has been the FRA in 2012 and 2013. In 2014 we want to organize the third edition of this festival. We need your help to make it happen.

WHAT WE NEED!

Communication                                                                                 €150,00

Accommodation artists and organizers         

Transportation artists from Morocco                                              €300,00

Transportation artists from outside Morocco                            €1.500,00

Transportation organizers                                                               €200,00

Printing: posters, streamers programs, stickers                          €300.00

T-shirt of the festival (t-shirts and printing)                                   €400,00

Decor                                                                                               €1.000,00

Sound and light                                                                              €2.000,00

Catering                                                                                             € 600,00

Logistic needs for workshops and other activities                      €850,00

Profession printing photographs exhibition                                 €500,00

SUB-TOTAL                                                                                    €7.800.00

Unforeseen 10%                                                                              €780,00

Costs crowd funding and rewards                                              €1000,00

TOTAL                                                                                            € 9.580.00

 

podem ver aqui página do crowdfunding e aqui 

27.01.2014 | by martalanca | activismo, festival, Marrocos

MOSCA 8 - 8th Cambuquira Short Film Festival

10 to 14th of July, 2013

THE FESTIVAL

MOSCA – The Cambuquira Short Film Festival - is focused on the diffusion of Brazilian and foreign audio-visual productions, as well as promoting a critical film-going public. The festival program includes Brazilian films screening, special programs of foreign movies, debates, workshops, exhibitions, children’s activities, a bar-restaurant and a travelling outreach festival. Since 2005, MOSCA has been contributing to the revival of film-going rituals in this small town, while also providing and expanding cultural and artistic opportunities for the local population.

DATES AND VENUE

MOSCA 8 will unfold from 10 – 14 July, 2013, in the Brazilian town of Cambuquira, located in the south of Minas Gerais, and otherwise renowned for its naturally mineral springs. The festival is warmly held at Cine Elite - an old city cinema that had been closed for about 20 years, but which in 2001 was lovingly restored by the cultural institution “Espaço Cultural Sinhá Prado”.

The venue and the town share a charming and idiosyncratic architecture, with calm and serene walking streets. This video, made for MOSCA 7, gives a glimpse of Cambuquira’s beauty and attraction:http://vimeo.com/44820975#at=0

After the primary festival in July, MOSCA continues its work with a travelling outreach festival, spreading the film-going spirit to other communities.

Service: 8th CambuquiraShort Film Festival  – MOSCA 8

Place: Espaço Cultural Sinhá Prado – Av. Virgílio de Melo Franco, 481 – Cambuquira-MG / Brazil 

Date: 10 to 14th of July, 2013 

Realização: Associação Comercial Educacional e Cultural Sinhá Prado Guimarães and Ministério da Cultura. 

Audience: the program is for all ages

Free admission

01.04.2013 | by martalanca | Brasil, cinema, festival

Festival Berlinda: Literatura lusófona no contexto global

Debate: Literatura africana-brasileira-portuguesa no contexto global. Diversidade na unidade?

O debate é feito na sequência da sessão literária com Luiz Ruffato.
Com:
Marta Lança (Portugal), jornalista, editora do BUALA – Cultura Contemporânea Africana;
Luiz Ruffato (Brasil), escritor, editor da revista literária PESSOA;
Michael Kegler (Alemanha), editor, tradutor e crítico literário;
Idiomas: Português e alemão.

Quarta-feira, 14 de novembro de 201219.00h.

Embaixada do Brasil
Wallstr. 57
10179 Berlim

Entrada livre
Reserva obrigatória através do email: cultural.berlim@itamaraty.gov.br 

13.11.2012 | by herminiobovino | Berlim, cultura, festival, língua portuguesa, lusofonia

Nástio Mosquito no Festival Metro54 - Amsterdão

Após ter apresentado no passado mês de Julho a sua mais recente obra - Deixa-me Entrar, Nástio lança-se mais uma vez ao mundo, à descoberta de plataformas inovadoras que pretendem fundir o ser, o conceber e o consumir da experiência artística.

Nástio Mosquito revisita a europa, lugar onde viu nascer a sua carreira artística. Desta vez passando por Amsterdão a motivo de um dos mais badalados Festivais na urbe Europeia, o Metro54. Num cenário, multi-cultural e convidativo, uma das manifestações urbanas em destaque foi o Kuduro.

Nástio Mosquito apresentou uma instalação de vídeo com 3 ecrãs sob um chão de madeira coberto por quiabos, gimboa, feijão verde, curgetes, gindungo, melancia, manga, morangos, pêssegos, ananás  juntamente com 10kg de açúcar e 5 garrafas de gasóleo. TESTE DO SOFÁ, ASSALTOS EM LUANDA, filmes e documentários foram alguns dos materiais em vídeo usados pelo artista que os justapôs ao som de Bruno M e de Game Walla que tocavam em alto som nas colunas.

Apesar de não ser grande apreciador do Kuduro, Nástio Mosquito celebra o “poder que dele vem (…), a linguagem criativa, a forma das narrativas.” “Para mim”, diz Nástio, o [Kuduro] é um fenómeno super-inspirador.”


Metro54

O artista expressou, numa tenda de 25m2, a sua interpretação do universo que deu origem ao Kuduro, a sua leitura do Kuduro como universo - as condições que favorecem e sustentam este género como expressão artística e cultural.

“[O Kuduro] é sim fruta boa… mas mesmo fruta boa quando em demasia e excessivamente madura enjoa e apodrece…[A instalação com a fruta e vegetais em processo de amadurecimento] é no fundo, um comentário sobre o que é o Kuduro hoje; com consultores contratados pelo “estado angolano” para brand it, package it, and sell it.”

Nástio Mosquito esteve também presente na programação da RedLight Radio em Amsterdão, uma estação on-line que emite shows ao vivo de Djs e personalidades locais dando-lhes uma oportunidade de ter um programa de rádio. A emissão é feita a partir de uma antiga janela de prostituição no icónico RedLight District de Amsterdão.


Nástio Mosquito no RedLight Radio (Amsterdam) com Kalaf Ângelo

O Festival Metro54 - Mashing-up the Arts é um evento artístico multicultural e interdisciplinar ao ar livre no qual a música, a dança, a poesia, o cinema e modo de vida e arte na cultura urbana Europeia são destacados. Uma plataforma que possibilita o cruzamento entre diversas formas de arte, criadores e mundos, o festival Metro54 viabiliza a colaboração entre indivíduos, encorajando-os a redefinir as suas experiências artísticas.

Curado por Ammal Alhaag, a 2a edição do Metro54 conta com o patrocínio da RedBull e Spotify trazendo performances únicas, concursos, colaborações, jam sessions e conta com a presença de Kalaf Ângelo (Portugal), Mind the Gap (Portugal), Benjamin LeBrave (Ghana), entre outros.

O Festival decorreu entre 27 de Agosto a 2 de Setembro. Nesta edição os curadores da Metro54 combinaram a arte e a experimentação de novas tendências nos sons urbanos e na interação entre artistas. Amsterdão transformou-se num lugar vibrante de sons puros e fusões de arte nascida em outros centros urbanos europeus.

Nástio Mosquito é músico, performer, produtor, e criativo pela DZZZZ, ArtWork e Director Executivo da DZZZZ, Enterprises.

Sabia Mais:
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Festival Metro 54| 27 Ago. – 2 Set.
Arena Park
Amsterdão
https://www.facebook.com/Metro54

Contacto
Damiana de Windt (Produtora)
+31(0)20-4234948
damiana@metro54.nl

05.09.2012 | by herminiobovino | festival, kuduro, música angolana

Belém Art Fest: fusão cultural acorda museus em Lisboa

No próximo dia 22 de Setembro três museus abrem as portas para dar entrada à 1ª edição do Belém Art Fest. Um festival que aposta na fusão cultural como um conceito único em Portugal, com a abertura de museus à noite para concertos, workshops,exposições e teatro.

A Amazing Adventure, organizadora do evento, pretende criar uma ligação emocional entre Museus, Artistas, Instituições e Público.

Contando com o apoio do Instituto dos Museus e da Conservação e da Câmara Municipal de Lisboa, esta 1ª edição irá passar-se em três museus de Belém: Museu Nacional de Arqueologia, Museu Nacional dos Coches e Museu de Arte Popular, sendo cada um deles palco de um gênero musical distinto.

E é de palco em palco, de museu em museu que, envolvidos em alma e em história pela “mão” de artistas portugueses, os participantes poderão assistir a concertos de fado, jazz e rock, visitar exposições, participar em workshops de artesanato urbano e maquilhagem, ver teatro e desfiles de moda.

O Belém Art Fest nasce para apostar na cultura e produção nacional, viajando entre o novo e o antigo, aliando tradição ao contemporâneo, transmitindo aos participantes, sobre as mais variadas formas, os diferentes valores da cultura portuguesa.

“Juntar várias vertentes culturais de forma descontraída e dinâmica, potenciando e dinamizando espaços priveligiados” Pedro Madeira Pinto, artista que irá expor a sua obra no Belém Art Fest.

Belém Art Fest apresenta-se aqui: Vídeo

+info:

site

facebook

25.07.2012 | by martamestre | festival, fusão, lisboa

Festival Escrita Na Paisagem: África Move | Quartas-feiras dedicadas à música, Évora

A 9ª edição do Festival Escrita N’a Paisagem 2012 está a decorrer desde o dia 1 de Julho até ao dia 31 de Agosto em Évora.
Durante o festival todas as quartas-feiras serão dedicadas à música!
A festa terá lugar no Largo de São Vicente, pelas 22h.
O músico Bilan, o grupo cacique 97 e Selma Uamusse serão alguns dos grandes nomes que poderá apreciar neste evento.
Toda a programação do festival em www.escritanapaisagem.net

 

 

10.07.2012 | by joanapereira | Africa, festival, música

29 e 30 Junho | Festival MED em Loulé

Está de volta o festival Med, um dos mais conceituados festivais de músicas do mundo em Portugal.
Decorre dias 29 e 30 de Junho no centro histórico da cidade de Loulé e o no programa estão incluídas, para além dos espetáculos músicais, exposições, e diversas mostras de artesanato e gastronomia.
A nível músical o festival apresenta artistas não só portugueses,como tabém do Brasil, da Jamaica, do Mali, do Senegal e Espanha. 
Para mais informações consulte o programa e informações adicionais no site do festival.

25.06.2012 | by joanapereira | festival, música

Iª Edição do Festival Jovem da Lusofonia

Está a decorrer, em Aveiro, desde o dia 4 de Junho até dia 30 do mesmo, a Iª edição do festival Jovem da Lusofonia. Este será o momento para descobrir o património rico e diversificado que está espalhado por 8 países fazendo uma comunidade de 240 milhões de pessoas, que falam e comunicam através da Língua Portuguesa. Este evento abarca uma série de temáticas: moda, gastronomia, literatura, cinema, científico, música e dança.

Dentro da programação do festival, está a ser realizada uma campanha solidária, com o objectivo de angariar 1 tonelada de produtos culturais para serem doados a países e comunidades carenciadas do espaço lusófono.

Esteja atento ao programa e a todas as actividades deste festival, incluindo a campanha solidária, e participe! Visite o site aqui.

15.06.2012 | by joanapereira | festival, jovens, lusofonia

Festival Fiest’à Sète : une seizième édition aux percussions africaines

Le festival revient du 21 juillet au 8 août 2012.

A l’heure de hisser le pavillon de sa 16ème édition, Fiest’A Sète affiche fièrement un enthousiasme et une détermination intacts ainsi qu’un goût sans cesse renouvelé pour les musiques épicées.

Toujours guidé par ses envies d’ailleurs, de fête et de partage, plus que jamais fidèle à son esprit aventureux, le festival s’attache cette année encore à mettre en lumière la diversité du patrimoine musical mondial, et à partager sans la moindre modération ces immenses richesses.

Après sa traditionnelle série d’escales gratuites tout autour de l’Étang de Thau et dans les quartiers sétois, l’équipage vous invite à embarquer, dans ce majestueux vaisseau de pierre qu’est le Théâtre de la Mer, pour sept soirées magiques, débordantes de vibrations euphorisantes.

Bien sûr, on croisera tout au long de la traversée des voix et des visages amis ; des musiciens dont la seule évocation fait frissonner de plaisir. Manu Dibango, Hugh Masekela et Boubacar Traoré incarneront ainsi les figures tutélaires d’une Afrique enchanteresse aux expressions les plus diverses, tandis que les électrisants Caravan Palace propulseront le swing vintage de Django sur le dancefloor. Quant aux quatre maîtres Jamaïcains que sont Monty Alexander, Ernest Ranglin et les inséparables Sly & Robbie, il y a fort à parier que leur association inédite tournera à la plus magistrale des leçons de musique.

On ne saurait évidemment passer sous silence deux des soirées thématiques les plus attendues, d’une année sur l’autre : tout d’abord, la soirée Soul & Groove qui vous propose en exclusivité, la première apparition européenne des excitants Slim Moore & The Mar-Kays. Ensuite, la soirée Latina, incontournable réminiscence des premières années du festival, qui accueillera le novateur Roberto Fonseca, sans oublier la grande tradition salsa avec Manolito y su Trabuco.

Pour autant, nous ne négligerons pas la découverte. Une idée qui se niche parfois dans les recoins les plus inattendus, comme nous l’ont jadis enseigné Wim Wenders et les papys du Buena Vista Social Club. On vous invite donc à ne manquer sous aucun prétexte El Gusto, réunion de virtuoses du chaâbi algérois des années 50, qui en transcendant toute forme de clivage (politiques, religieux, générationnels), illustrent à merveille ce qui demeure une des plus belles fonctions de la musique” : réunir. Justin Adams et Juldeh Camara en savent quelque chose, eux dont le captivant dialogue guitare/riti (un violon monocorde d’Afrique de l’Ouest) confronte deux univers pour donner naissance à un troisième, unique et envoûtant.

Réunir, partager, voyager” : une triple leçon que Fiest’A Sète a de tout temps retenue, et que nous nous emploierons cette année encore à transmettre au plus grand nombre. Signalons enfin que Georges Moustaki, ami fidèle du festival et amoureux de la Grande Bleue, a réalisé pour nous l’affiche de cette édition 2012.

Et comme s’il fallait quelques raisons de plus pour vous convaincre, nous mentionnerons tous les petits plus du festival : expositions, tchatches musicales, rencontres, “afters” les pieds dans le sable…

Retrouvez toute la programmation du festival sur le site.
Source: Afrik.com.

15.06.2012 | by joanapereira | africaines, festival, percurssions

FAS - Festival Alternativa Solidária | Dia 10 Junho | Casa do Alto, Maia

Mais informações no Facebook.

02.06.2012 | by joanapereira | festival, solidariedade, voluntariado

1 de Junho| [Re]alphabetika- Festival Sons, Sabores e Saberes de Cabo Verde

Mito Elias e Trio Majina apresentam [Re]alphabetika, integrando o Festival Sons, Sabores e Saberes de Cabo Verde, dia 1 de Junho pelas 20 horas na Alameda D.Afonso Henriques.

Mito Elias - poemas, paisagens sonoras e vídeos.

Elmano Caleiro - contrabaixo.

Zema - percurssão.

[RE]alphabetika que tem como temática primordial a revisitação de vários espaços sonoros e poéticos em homenagem a Jorge Barbosa, Luís Morais, Horace Silver, Cesária Évora, Corsino Fortes, Boris Vian, Amílcar Cabral, Ruy Belo, Fernando Assis Pacheco, Alberto Pimenta e tantas outras fontes de sublimação que nos servem de farol. O objectivo deste evento é procurar 
realçar a beleza das palavras, dos gestos, das imagens e dos sons que cada escrito sugere, para que a poesia não fique estática e empoeirada nas estantes.

[RE]alphabetika - a palavra [RE]exercitada numa [RE]dimensão pluriforme e [RE]adequada à [RE]flexão que a crise nos [RE]impõe, neste mundo cada vez mais veloz, onde as nossas [RE]lações  são cada vez mais ipodéticas, facebookianas e youtubeiras. Este [RE]exercício poético feito de [RE]talhos [RE]cruzando várias [RE]ferências, [RE]lembrando de que a loucura na arte não [RE]conhece fronteiras.

Contactos: 
Mito Elias

Rua da Rosa, 257 - 2º E
1200-385 - Lisboa
www.tanboru.org/mito
http://www.saatchionline.com/mitoelias

31.05.2012 | by joanapereira | cabo verde, festival

Inshadow - Festival Internacional de Video, Performance e Tecnologias

Inshadow 2012
vídeoS, performanceS e instalações
INSCRIÇÕES ATÉ 1 DE JUNHO
De 2 a 9 de DEZEMBRO 2012 no São Luiz Teatro Municipal e outros teatros, museus, galerias e espaços de lisboa.

InShadow é uma iniciativa inovadora da Vo’Arte em co-produção com o São Luiz
Teatro Municipal. Na sua 4ª edição, o Festival volta a afirmar-se como uma
referência no território da criação contemporânea transdisciplinar,
apresentando propostas inéditas da representação do corpo no ecrã e no
palco, com destaque para a convergência entre a imagem e o corpo e processos
de criação artística fundados na tecnologia.

A programação integra: Competição de vídeo-dança e vídeo-arte; Competição de
documentários – DocShadow; Espectáculos; Performance (solo) – SoloShadow;
uma secção destinada ao público infanto-juvenil – LittleShadow, uma forte
componente de formação com workshops e masterclasses destinados a público
especializado e ao grande público, bem como instalações e exposições que
expandem o Festival pela cidade.
InShadow, o corpo imagina-se na sombra.

Para mais informações sobre Regulamento e Inscrições: 
http://inshadowfestival.wordpress.com/
https://www.facebook.com/pages/InShadow-Festival/173509209327163

24.05.2012 | by joanapereira | festival, tecnologias, video

Festival Conexão Lusófona, Só faltas tu!

12.05.2012 | by joanapereira | festival, lusofonia, música

Dois Filmes Duas Viagens nos cinemas a 17 de Maio

Dia 17 de Maio, estreiam dois novos filmes nas salas de cinema em Lisboa, Porto e Viseu:

Cartas de Angola”, da realizadora Dulce Fernandes, transporta-nos para um passado esquecido e para um reencontro da memória de Angola através dos cubanos que aí combateram. O documentário já participou em Festivais portugueses, onde recebeu prémio Documentário no Festival de Cinema Digital de Odemira 2011. Participou igualmente em dois Festivais de Cinema na Republica Checa, em França, Qatar, México e Canadá.


Kola San Jon é Festa di Kau Berdi”, do realizador Rui Simões, leva-nos a Cabo-Verde, o arquipélago de origem dos habitantes da Cova da Moura, numa travessia de regresso à sua terra-mãe. Já participou em Festivais de Cinema portugueses e Festivais de Cinema na Republica Checa.

Estes dois filmes serão lançados em DVD nas lojas FNAC de todo o país imediatamente a seguir a saírem das salas. Não perca!


11.05.2012 | by joanapereira | angola, cinema, estreia, festival, filme

Nada Fazi no FESTin

Dom 13 Maio | 11h30 | Sala 3 | Cinema São Jorge

Nada Fazi será apresentado no Festival FESTin - Festival Itinerante de Cinema da Língua Portuguesa, no próximo Domingo, dia 13 de Maio, às 11:30, no Cinema São Jorge, em Lisboa, na categoria “Inclusão Social pelo Cinema”.

Recorde-se que a curta-metragem de Filipa Reis e João Miller Guerra venceu o prémio de Melhor Filme Português no Fantasporto e esteve presente em Kiev no Festival Molodist. O filme foi realizado no âmbito do projecto de sensibilização artística e formação em cinema KÊ LI KÊ LÁ, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundaç\ao EDP.

Sinopse: Três investigadores iniciam a tese “ 10 Anos de Reinserção Social no Bairro Casal da Boba”. A câmara de filmar usada na pesquisa é roubada e ao deambular de mão em mão regista um crime.Nada Fazi É inevitável em crioulo) é um olhar partilhado de fragmentos do dia-a-dia de um bairro. Uma visão externa que se transforma numa viagem íntima pelas vivências de um grupo de jovens.

11.05.2012 | by joanapereira | cinema, curtas-metragens, festival, filme

Cama de Gato vence IndieLisboa

Cama de Gato, o mais recente filme de Filipa Reis e João Miller Guerra, venceu o prémio Pixel Bunkel para Melhor Curta-metragem Portuguesa nesta edição do festival IndieLisboa. Recorde-se que a dupla de realizadores tinha já sido anteriormente premiada nos festivais DocLisboa e Fantasporto, com os filmes Li Ké Terra e Nada Fazi, respectivamente.

“Queríamos fazer um filme sobre uma mãe adolescente. Conhecemos a Joana num casting realizado em Setúbal, no Bairro da Bela Vista. Ela apareceu como uma boneca de loiça, pequena, frágil, branca, com um laçarote na cabeça. Aos poucos foi-se partindo ganhando uma complexidade encantadora. A dualidade entre a força e a fragilidade, a liberdade e a prisão, a alegria e a tristeza conquistou-nos. A intimidade e cumplicidade com ela criadas permitiram fazer este filme. Em Cama de Gato partilhamo-la com os outros.”


11.05.2012 | by joanapereira | cinema, festival, IndieLisboa