Festival ImigrArte 2016 // 10ª Edição

O Festival ImigrArte vai celebrar a sua 10ª edição nos dias 12 e 13 de Novembro com a participação de organizações e artistas de 24 países. O resultado é uma ampla programação que consta de dois dias de espectáculos e eventos nas áreas da música, dança, teatro, literatura, cinema, artes, workshops, debates, gastronomia e muito mais. 

Organizado pela Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes, o ImigrArte envolve os imigrantes na organização deste evento, oferecendo-lhes a possibilidade de divulgarem as suas culturas, de debaterem as questões que mais os preocupam e de desenvolverem o sentimento de pertença ao nosso país.
A intenção do Festival não é a de ser uma mera mostra de culturas: o ImigrArte é fruto da partilha e solidariedade entre os povos e da interacção entre associações de imigrantes e portuguesas e pretende promover a cidadania activa e consciente. 
O Festival é uma ocasião para juntar países e culturas, mas sobretudo para dar espaço a debates e temas de importância central na vida dos imigrantes no nosso pais.
A 10ª edição do ImigrArte vai incluir uma manifestação que luta pela igualdade de direitos entre portugueses e imigrantes. A concentração terá lugar na Praça Martim Moniz no dia 13 de Novembro a partir das 14.00 horas, seguindo em marcha até ao Ateneu Comercial de Lisboa.
O Festival conta com a participação de cerca de 30 organizações que estarão presentes com bancas onde, além de informações sobre as suas actividades, se poderá encontrar artesanato e gastronomia dos quatro cantos do mundo. Entre as actividades oferecidas encontrarão workshops, exposições, debates e concertos, e também não faltará o divertimento para os mais pequenos que poderão desfrutar dum espaço lúdico com animadores e convidados especiais. 
Ao dispor do público estará também um serviço gratuito de rastreios de saúde. A entrada para o Festival e para todas as suas actividades é gratuita. 

10ª Edição do Festival ImigrArte
Onde: Ateneu Comercial de Lisboa (junto ao Coliseu dos Recreios), Rua das Portas de Santo Antão n.º 110, Lisboa.
Quando: 12 e 13 de Novembro 2016   Sábado das 14,30 às 2.00 ; Domingo das 17 às 00.00
Países participantes:  Angola, Bangladeche, Brasil, Bielo - Rússia, Cabo Verde, Costa do Marfim, 
Espanha, Guiné Bissau, Índia, Itália, México, Moçambique, Moldávia, Nepal, Paquistão, Perú, Portugal, Reino Unido, República Dominicana, Roménia, Rússia, São Tomé e Príncipe, Ucrânia e Venezuela.

Toda a programação do evento disponível em www.festival-imigrarte.com ou www.facebook.com/festivalimigrarte.

Direção do Festival ImigrArte : Solidariedade Imigrante – Associação para a Defesa dos Direitos dos
Imigrantes,  Rua da Madalena nº8 – 2º , 1100-321 Lisboa
Telm: (00351) 96 89 89 720
Tel/Fax: (00351) 21 887 07 13
E-mail: comunicacaoimigrarte@gmail.com  

03.11.2016 | by marianapinho | artes, cinema, dança, debates, Festival ImigrArte 2016, gastronomia, literatura, música, Solidariedade Imigrante, teatro, workshops

Festa da Literatura e do Pensamento do sul da África - Próximo Futuro - Lisboa

21 Jun 2013 – 23 Jun 2013, Cabana, Entrada livre, Fundação Calouste Gulbenkian 


Depois de, em 2012, termos organizado um debate público em torno das questões culturais, políticas e artísticas específicas do Norte de África e do Médio Oriente, este ano o mesmo tipo de debate mais alargado vai centrar-se na região do sul de África, ou seja, a região alargada da África Austral. O ano de 1994, que marca o fim do apartheid em África, a cedência do poder de Frederik Willem de Klerk e a eleição de Nelson Mandela como presidente, não foi só o fim de um regime inumano para a África do Sul. Teve repercussões por toda a África e, muito em particular, na região da África Austral. Dezanove anos depois qual é o panorama destes países do sul da África? Que melhorias houve? Que dinâmicas existem? Que frustrações se acumulam? Que perspetivas há para o próximo futuro? É em torno destas questões que um conjunto vastíssimo de protagonistas desta área e especialistas que acompanham as dinâmica destes países que se propõe que todos participem nesta Festa da Literatura e do pensamento do sul da ÁFrica.

Calvin Dondo, 'Frieburg', série 'New German Family', 2010.Calvin Dondo, 'Frieburg', série 'New German Family', 2010.

1.ª sessão: O estado das artes
21 de Junho 2013, 19h00

Lígia Afonso [moderadora] (Portugal) / Patricia Hayes (África do Sul) / Joan Legalamitlwa (África do Sul) / Tiago Correia-Paulo (Moçambique)

(tradução simultânea EN-PT e vice-versa)
 

2.ª sessão: Literatura
22 de Junho 2013, 18h00

Teolinda Gersão [moderadora] (Portugal) / Ondjaki (Angola) / Ivan Vladislavic (África do Sul) / Binyavanga Wainaina (Quénia)

(tradução simultânea EN-PT e vice-versa)
 

3.ª sessão: Pensamento e política 

23 de Junho 2013, 16h00

Cristina Peres [moderadora] (Portugal) / Elisabete Azevedo-Harman (Portugal) / Elísio Macamo (Moçambique) / Harry Garuba (Nigéria) / João Paulo Borges Coelho (Moçambique)

(tradução simultânea EN-PT e vice-versa)

4.ª sessão: Poesia [com leitura de poemas em português e inglês]
23 de Junho 2013, 18h00

Golgona Anghel [moderadora] (Portugal) / Joan Metelerkamp (África do Sul) / Peter Kagayi (Uganda) / Tj Dema (Botswana) / Vonani Bila (África do Sul)

(tradução simultânea EN-PT e vice-versa)

11.06.2013 | by martalanca | artes, literatura, pensamiento, próximo futuro

Coletiva Para Além da História | 24 de junho a 30 de Dezembro | Guimarães

CENTRO INTERNACIONAL DAS ARTES JOSÉ DE GUIMARÃES
24 JUN - 31 DEZ 2012
INAUGURAÇÃO: 
24 Junho às 10h30
 

Com curadoria de Nuno Faria, esta exposição patente na Plataforma das Artes que integra o Centro Internacional das Artes José de Guimarães faz dialogar, em organização temática e sob a forma de Atlas, as três coleções reunidas por José de Guimarães (arte tribal africana, arte pré-colombiana e arte arqueológica chinesa) com obras da autoria do artista e de outros artistas contemporâneos e com objetos do património popular, religioso e arqueológico da região. 

ARTISTAS: 
Daniel Barroca 
Fernando Marques Penteado 
Filipa César 
Hugo Canoilas 
João Maria Gusmão & Pedro Paiva 
Mattia Denisse 
Manuel Santos Maia 
Otelo Fabião 
Pedro A. H. Paixão 
Pedro Valdez Cardoso 
Rui Moreira 
Teixeira de Pascoaes 
Thierry Simões 

28.06.2012 | by joanapereira | artes, exposição, guimarães

Escrita na Paisagem – Festival de Performance e Artes da Terra - 9ª edição | 1 de Julho a 31 de Agosto | Évora


O Festival Escrita na Paisagem chega à 9ªedição com o tema cosmopolíticas. Tema complexo e de extrema actualidade, permite situar a criação artística contemporânea entre o Alentejo e o mundo, entre a condição local e o apelo global.

As relações entre as culturas portuguesa e africana ganharam forma e centralidade inequívocas, atravessadas pela inquirição sobre as identidades e as diferenças, sobre os processos de cruzamento e miscigenação, sobre, enfim, uma história que se partilha e anda mal resolvida nos planos ideológico e político, mas cujos frutos no campo artístico, e sobretudo no campo musical, são inquestionáveis: a música de raiz africana respira nas várias gerações de criadores musicais dos séculos XX e XXI em Portugal, seja pela circulação de protagonistas, seja pela indústria discográfica e da difusão musical, seja pelas profundas influências que as relações históricas potenciaram (entre os limites do período colonial, a circulação que as independências geraram e as contaminações que o mundo global continuamente (re)faz).

A abrir um espaço à ‘transnacionalização’ o Escrita na Paisagem, em parceria com Mural Sonoro, um projecto de Soraia Simões, apresenta Africa Move, o programa de todas as quartas-feiras, dedicadas à música, no Largo de São Vicente, em Évora. Nove quartas-feiras e onze concertos a não perder!

A abrir o programa dia 4 de Julho, numa noite dedicada à multi-instrumentalidade, estão Skolah Bedja. Miguel Gomes, da Associação Gaita de Foles de Portugal, músico de gaita de foles e percussões,  e Sebastião Antunes, Mestre da Quadrilha e músico de guitarra, bouzouki, bandolim, bandoleta, percussão, flauta e tin whistle.

Dia 11 de Julho vamos ouvir Bilan. Filho de uma família de músicos cabo-verdianos reconhecidos, o contacto com a cidade e uma certa saudade das ilhas da Morabeza, passam para a sua estética e execução sonora/musical. Segundo Bilan, a sua música “reforça uma miscigenação de estilos e influências mostrando, dentro da música urbana, um outro lado de viagem e de diáspora, banhado pela língua crioula e os contornos da ’sabura’ “. 

Múcio Sá e Francesco Valente tocam no dia 18 de Julho. Nascido no Brasil (Bahia) Múcio é um músico/instrumentista, que manuseia instrumentos como Mandolim, Ukelele, banjo, baixo, guitarra portuguesa. Francesco Valente, de conjuntos como os Terrakota ou Orquestra Todos, é também um multi-instrumentista, embora frequentemente o ouçamos e vejamos mais ligado ao contrabaixo.

O Dj Leo Leonel, chega ao Largo de São Vicente no dia 25 de Julho. Nascido no Rio de Janeiro, é um apaixonado da música e trará a sua visão ao festival Escrita na Paisagem, num set preparado para o efeito, onde cruzará de forma natural a ‘lusofonia’ com a ‘cultura pop global’. Da ‘tradição à modernidade’, expressões dele.

No 1º dia de Agosto, o festival recebe Cacique 97, o colectivo luso-moçambicano que dispensa apresentações e já marcou presença em prestigiados festivais. Há na sua música uma influência evidente do universo das percussões tradicionais/típicas da região em que assenta a música que produzem. Como os ‘yoruba’, ou estilos locais, como o ‘highlife’ e ‘juju’. Há as mesmas influências que se juntaram ao ‘afro-beat’  de uma época, como o ‘reggae’, o ‘jazz’, a ‘soul’ e ‘funk’.  

Dia para ouvir ainda Selma Uamusse, a voz de Gospel Collective, Movimento, Wraygunn e solista nas suas interpretações em tributos, como o recentemente feito a Nina Simone que irá apresentar em Évora.

No dia 8 de Agosto vamos ouvir o grupo brasileiro em digressão por Portugal, Bemba Trio com um conjunto de músicas originais.

O duo Irmãos Makossa, o italiano e o angolano que encerraram o Festival Músicas do Mundo do ano passado, num ambiente contagiante, chegam no dia 15 de Agosto. A cruzar raízes como poucos, os Irmãos Makossa são uma espécie de ‘autodidactas da procura de raridades’.

A noite de 22 de Agosto é para ouvir o set do Dj Tiago Angelino, com sons que vão da ‘África Portuguesa’ (Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe) à ‘África Negra’ (como o Mali). 

Dia 29 de Agosto marca a última quarta-feira de Africa Move no festival Escrita na Paisagem, com o percussionista Marco Fernandes introduzido pelo músico e compositor Jaime Reis, na apresentação da obra percussion and tape commissioned by Frankfurt Ballet, dance entitled “Walking Music”, para dois percussionistas. Noite em que vamos poder voltar a ouvir mais o Dj Tiago Angelino, a encerrar com o imperativo: dançar!
Africa Move, de 4 de Julho a 29 de Agosto, no Festival Escrita na Paisagem.
Em breve toda a programação do festival em www.escritanapaisagem.net e http://muralsonoro.tumblr.com/.

18.06.2012 | by joanapereira | artes, évora, performance

ZONA FRANCA NO BARTÔ - INAUGURAÇÃO

Só pode ser surpresa, só pode ser verdade: o improvável conjunto (Rui Duarte, Marta Lança e Adriano Jordão), com o seu vasto conhecimento do universo boémio, vai programar, atacar, brincar e gerir o Bartô, o bar do Chapitô, a partir de Outubro.

Zona Franca inicia-se nesta experiência mas há-de seguir viagem para outras paragens, e o princípio é dinamizar espaços de encontro, onde as artes convivam com as noites, sem temer a manhã.
Concentração agora no Bartô. Todas as noites (à excepção de segunda-feira, dia em que não há peixe) acolhemos e propomos coisas boas. Da rubrica fado é bondage aos sons africanos e (in)continentes ao domingo, passando pelas tertuliantes conversas bravias, até aos sábados onde se giródisco e não se toca o mesmo, podem escolher o melhor momento para nos brindar com companhia animada. Pegámos em conceitos que já existem (não vamos inventar a roda, certo?) e lavrámos a terra para nova colheita. E então, as bandas fazem-se ao tanque-palco, académicos trocam a aula por uma conversa de copo na mão, o dj transpira para tocar, e o artista não dá mais tiros sem ricochete. Um programa vivo e extremamente atraente, a ver vamos.
Atent@s às gulas nocturnas, podem contar com tábuas de enchidos, queijos e outras surpresas gustativas.O improvável conjunto cá vos espera.
ZONAFRANCA|ZONALIBERTADA  inauguração do Zona Franca | Bartô | 7 de Outubro | 22h
A festa da inauguração serve para nos conhecermos, mostrar ao que vimos e rebentar a pista ao som dos incansáveis Bailarico Sofisticado. A exposição de Alejandro Levacov projecta as nossas utopias na tela, uma performance vem desafiar-nos, e a alegria de celebrar não nos larga.

cartaz da exposição ZONAFRANCA|ZONALIBERTADAcartaz da exposição ZONAFRANCA|ZONALIBERTADA
ZONAFRANCA|ZONALIBERTADA - EXPOSIÇÃO  Alejandro Levacov, Buenos Aires, 1973. Aos 12 anos, por causa de uma convalescença prolongada, descobre a literatura e começa a desenhar BD. A partir dos 17 viaja intermitentemente. Em 2001 emigra para Barcelona. Desde 2009 passa grandes temporadas em Lisboa. Actualmente encontra-se em Maputo. Trabalhou, entre outras coisas, como publicitário, cozinheiro, modelo nu, actor e ilustrador.
BAILARICO SOFISTICADO (DJ)  Imagine-se que, durante umas horas, poder-se-ia apagar fronteiras com uma borracha, acender fogos com dois calhaus e ser-se de qualquer tribo, da África à Europa de Leste, passando por Brooklyn e praias tropicais. É que, desde 1999, pode ser-se cidadão do mundo com um Bailarico Sofisticado assim – que o digam os milhares de pessoas que, com eles fazem, nascer o Sol no encerramento do FMM de Sines.

29.09.2011 | by joanapires | alejandro levacov, artes, Chapitô, exposição, zona franca

Concurso para projectos pontuais abre a 15 de Março

A Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura anunciou esta semana que o concurso para apoio a projectos pontuais em 2011 abrirá no próximo dia 15 de Março. O prazo de candidaturas estará aberto até 31 de Março.

 

O concurso destina-se a apoiar até 70 projectos, em 9 áreas artísticas (arquitectura, artes digitais, artes plásticas, cruzamentos disciplinares, dança, design, fotografia, música e teatro), nos domínios da criação artística, programação, interpretação, experimentação, formação, residências, circulação nacional e internacional de artistas e produções artísticas, formação e desenvolvimento de públicos, registo, documentação, edição e divulgação.

 

O orçamento global para este concurso é de um milhão de Euros, o que representa um valor médio de financiamento por projecto pouco superior a 14 mil Euros.

 

http://www.cenalusofona.pt

15.02.2011 | by ritadamasio | artes, concurso, cultura, ministério da cultura