Armas sine qua non parte 2. A Guiné-Bissau não é caso perdido

Armas sine qua non parte 2. A Guiné-Bissau não é caso perdido Se na primeira parte vimos como o Estado é, na sua origem, uma máfia bem-sucedida, que monopolizou a violência, então a crise guineense pode ser lida como uma luta pelo controle desse monopólio num contexto onde as instituições económicas e burocráticas são demasiado frágeis para se autonomizarem como fonte primária de poder.

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11.06.2026 | by Marinho de Pina