Extrait du film GRIGRIS

Extrait du film GRIGRIS, au cinéma le 28 aout 2013.

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Alors que sa jambe paralysée devrait l’exclure de tout, Grigris, 25 ans, se rêve en danseur. Un défi. Mais son rêve se brise lorsque son beau-père tombe gravement malade. Pour le sauver, il décide de travailler pour des trafiquants d’essence…

GRIGRIS, extrait du film de Mahamat-Saleh Haroun.
Première mondiale : Sélection Officielle Compétition - Festival de Cannes 2013 

17.06.2013 | por martalanca | cinema, Grigris

Conferência e Exposição "José da Silva Maia Ferreira: Espontaniedades da minha alma. Às senhoras africanas" LISBOA

 Torre do Tombo, 21 de junho

Conferência: participação gratuita, mas sujeita a inscrição ( enviar email para m-remédios.amaral@dglab.gov.pt) referindo: nome, entidade, serviço e “Conferência José da Silva Maia Ferreira” em assunto.

 

     Exposição: de seg. a sex. das 9h30 às 19h30. Sáb. das 9 h30 às 12h30

  

   ENTRADA LIVRE

 

17.06.2013 | por martalanca | conferência, José da Silva Maia Ferreira

SOYA KUTU, Oficinas Criativas sobre Plantas Medicinais em S.Tomé e Príncipe

projecto de INÊS CASTAÑO e LUÍSA SEIXAS

A apropriação de um fragmento da expressão em crioulo forro Soya Kutu D’amala que dá nome ao projecto, deriva da sua utilização tradicional. Designando a resolução de um mistério lançado por um interlocutor a outro, aguardando uma resposta certeira, estabelece-se assim uma relação de partilha em torno de pequenas estórias.

Soya Kutu - Estória Curta, assenta na motivação para a autoconsciência cultural e a cidadania activa através de uma prática criativa e produtiva partilhada, concretizando-se na realização de Oficinas Criativas, procurando mediar diferentes esferas do saber através da prática criativa, com vista à preservação e promoção do património santomense.

Activando-se como recurso para o envolvimento de cada um dos participantes, definiram-se as plantas medicinais de São Tomé e Príncipe enquanto temática operativa permeável à sensibilidade de todos, capaz de estabelecer relações entre as ideias de território, património, cultura e a sua preservação.

As Oficinas Criativas, com a duração de uma semana, promoveram a construção de curtas-metragens: estórias curtas em torno do universo temático das plantas medicinais de São Tomé e Príncipe, recorrendo a metodologias e técnicas do Cinema de Animação.

PLANTAS MEDICINAIS | MEDICINA TRADICIONAL

Considerando que actualmente perto de 75% da população africana recorre apenas a plantas medicinais para se tratar - comprovada a sua segurança, eficácia e acessibilidade — estas constituem uma alternativa sustentável face aos medicamentos Ocidentais.

Partindo do conhecimento das plantas medicinais de São Tomé e Príncipe, posicionou-se o universo semântico das Oficinas Criativas na Medicina Tradicional e narrativas que lhe são próprias, procurando valorizar o património cultural imaterial autóctone, tornando-o visível e promovendo uma valiosa troca de conhecimentos e narrativas vivas.

As Oficinas Criativas tomaram como campo de acção a etnobotânica e a etnofarmacologia, uma vez que se constituem enquanto espaço privilegiado de cruzamentos disciplinares: desde questões ligadas ao estudo da botânica, à saúde, alimentação e bem estar, à cultura, práticas tradicionais e crenças locais.

A abordagem à Medicina Tradicional pretendeu despoletar o encontro intergeracional em cada comunidade, valorizando a transmissão oral do património, alertando para a necessidade da sua preservação e manutenção, despertando para novos modos de olhar o território santomense nas suas várias perspectivas — da ecologia à arte, passando pelos saberes tradicionais e pela pluralidade cultural. Neste processo promoveu-se ainda um espaço fértil e privilegiado de discussão e troca de conhecimentos entre todos os participantes.

Sob consultoria da investigadora Maria do Céu Madureira e com a colaboração de terapeutas e parteiras tradicionais locais, foi possível a partilha entre os vários modos de conhecer, utilizar e descobrir as práticas tradicionais, numa aproximação às bases para o reconhecimento e recolecção das plantas, e a urgência das boas práticas na Medicina Tradicional.

CINEMA DE ANIMAÇÃO

O recurso às técnicas e processos de animação serviu de base para a integração das várias perspectivas em cruzamento no espaço criado pelas Oficinas Criativas. O processo inerente à produção das curtas-metragens instigou à participação livre, assumindo cada um dos participantes o seu papel, de entre a multiplicidade de funções requeridas por cada estória curta: desde a escrita do guião, à concepção gráfica, do desenho à manipulação dos dispositivos tecnológicos, bem como à coordenação do grupo.

Simultaneamente, a prática criativa, aqui posta em evidência através do cinema de animação, assumiu um papel activo na aprendizagem: aprender a comunicar, a mudar de perspectiva sobre uma realidade próxima, na promoção de uma vontade de valorização activa e de produção.

A construção das curtas-metragens pretendeu promover a articulação entre o conhecimento adquirido durante as Oficinas e aquele que é já tido como saber popular: da alimentação como prevenção à necessidade da nomeação científica da botânica na partilha do conhecimento.

As valências do suporte audiovisual permitiram fazer convergir num único objecto diferentes modos de comunicar, construíndo narrativas com recurso a diferentes linguagens plásticas. A imagem cinematográfica permitiu assim estabelecer uma mediação entre os aspectos idiossincráticos de cada local, tornando-os visíveis.

EQUIPA DE TRABALHO

O projecto, concebido e coordenado por Inês Castaño e Luísa Seixas, contou com consultoria artística de Eduardo Guerra e Miguel Ferrão. Convidou-se Maria do Céu Madureira, etnofarmacóloga, como consultora e coordenadora científica.

Para a sua concretização no terreno, o projecto contou com uma equipa vasta de pessoas-recurso: líderes comunitários, associações locais, ONGD’s. Os terapeutas e parteiras tradicionais assumiram a dupla função de pessoas-recurso /consultores uma vez que, integrados na comunidade, têm a capacidade de estabelecer a comunicação entre os grupos, detendo ainda um conhecimento muito particular da medicina tradicional e das plantas medicinais.

A equipa completou-se quando, em cada local, se constituíram os grupos de trabalho, os quais contam com número variável de elementos (entre dez e quinze), constituídos de forma heterogénea, com idades compreendidas entre os sete e os dezassete anos.

METODOLOGIAS, APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO

As Oficinas Criativas realizadas na ilha de São Tomé em Agosto de 2012 decorreram em três localidades, permitindo assumir diferentes abordagens à Medicina Tradicional, tanto pelas suas características geográficas como culturais e sociais.

Se, por um lado, na Saudade , Distrito de Mé-zóxi, se procuraram as especificidades de uma comunidade rural (na sua maioria de ascendência caboverdiana), em São João de Angolares, Distrito de Caué, pretenderam-se convocar as características de uma comunidade, na sua maioria, piscatória, detentora de uma língua própria, o angolar.

Finalmente, na cidade de São Tomé , Distrito de Água Grande, o enfoque foi dado aos cuidados de higiene necessários na produção de medicamentos tradicionais.

Sob orientação de Maria do Céu Madureira, foi possível reunir diferentes aspectos relacionados com a prática activa da Medicina Tradicional, contactando com curandeiros e parteiras tradicionais de cada uma das localidades, que contribuíram com testemunhos vivenciais essenciais para as temáticas a desenvolver com os participantes das Oficinas.

Com a duração de uma semana em cada local, os primeiros dois dias de actividades foram dedicados à Etnofarmacologia e Medicina Tradicional. Neste período, Maria do Céu Madureira, em parceria com curandeiros, parteiras e produtores locais introduziu a temática das plantas medicinais específicas a cada contexto. Foram abordados os diferentes espécimens e utilizações tradicionais, finalizando-se com um passeio pelas imediações das localidades, em que os participantes identificaram e recolheram plantas medicinais segundo indicações específicas, de acordo com as boas práticas tradicionais.

Durante os restantes três dias, foram desenvolvidos os filmes, desde a concepção da storyline, sinopse, storyboard, construção de cenários e personagens, captação de imagens e sonoplastia.

Com recurso à fotografia, stop motion, edição de vídeo e áudio foram desenvolvidas 7 curtas-metragens.

Com o intuito de fornecer informação complementar, elabourou-se, em parceria com Maria do Céu Madureira, um breve glossário das mais importantes Plantas Medicinais utilizadas na Medicina Tradicional Santomense, onde se incluía a planificação diária das Oficinas Criativas, que foi distribuído a todos os participantes.

As curtas-metragens construídas durante as Oficinas Criativas foram apresentadas numa sessão pública, no dia 9 de Agosto de 2012, no Centro Cultural Português - Instituto Camões, na cidade de São Tomé, na qual estiveram presentes todos os que integraram o projecto, a quem foram entregues diplomas de participação e a compilação em dvd de todas as curtas-metragens realizadas.

No final do mesmo mês, dia 31 de Agosto - dia da Medicina Tradicional Africana - os filmes realizados foram exibidos nas estações públicas de televisão, TVS e RTP- África e durante os dias seguintes.

FILMES REALIZADOS EM SÃO TOMÉ

16.06.2013 | por martalanca | plantas medicinais, S.Tomé e Príncipe

Os Kuduristas - Angola to the World BATTLE FOOTAGE UPDATE | online

VIDEO UPDATE - STREET BATTLE FOOTAGE FROM EUROPE | Amsterdam, Paris

Afropop Worldwide

KUDURO

15.06.2013 | por raul f. curvelo | Afropop Worldwide, angola, kuduro, os Kuduristas

1º forum de diálogo sobre a capulana de Moçambique

A designer de Moda Sofia Vilarinho propõe no âmbito da sua investigação de Doutoramento em Design, o primeiro fórum de diálogo sobre a capulana de Moçambique. Identidade , cultura e moda vão ser os eixos para o desenvolvimento de um diálogo que convida à participação de todos e em especial de investigadores, designers de Moda , estilistas , alunos de design de moda, gráfico, belas artes e de antropologia, fotógrafos, comunidade africana,afro-descendente , portugueses que viveram em Moçambique. Em suma experts, leigos e curiosos,  na materia de panos que se habitam no outro lado do mundo. Lá, onde o Indico estampa histórias de encontros e (des)encontros. Este  evento que tem lugar dia 22 de Junho, no Museu Nacional do Traje, pelas 15 horas.

A participação no fórum requer uma inscrição prévia, pelo email vilarinho.sofia@gmail.com ou pelo telefone do museu : +351 217567620

 

14.06.2013 | por martalanca | capulana, Moçambique, moda

Musso – Mais um jovem negro morto pela Polícia na Amadora / Another young African murdered by the Police

 

by plataformagueto

Ontem, 12 de Junho, o Bairro 6 de Maio ficou chocado com a notícia da Morte de Musso, jovem negro de 15 anos de idade. Uma pancada na cabeça é a  causa da morte. Segundo os familiares há um mês atrás ele foi levado para a Esquadra da Reboleira e foi torturado pelos agentes policiais. Regressou a casa a queixar-se de uma forte dor de cabeça e contou a família que a polícia o tinha torturado. Dali, foi conduzido para os Serviços de Emergência do Hospital de Santa Maria. Ficou internado, durante uns dias, depois foi mandado para casa. Contudo, as dores não cessaram. O jovem continuou a queixar das dores e foi,  de novo, encaminhado para o Hospital. Desta vez, para o Hospital da Amadora Sintra. Ficou internado durante mais uns dias e ontem veio a falecer devido a uma lesão que acabou por rebentar-lhe uma veia cerebral.

Há cerca de 8 anos, no mesmo Bairro, o jovem Teti , também de 15 anos de idade, morreu da mesma forma. Já vai em 15 o número de jovens, negros e pobres , que morrem nas mãos da polícia Portuguesa   e nunca há uma condenação.  Recentemente, o agente que, em 2009, matou Élson Sanches “Kuku”, jovem negro de 14 anos,  foi absolvido da acusação de homicídio por negligência. Segundo a polícia científica, a arma foi disparada a 15 cm de distância da cabeça do jovem Élson.

A violência policial é a forma da violência mais visível que o governo português tem lançado sobre a comunidade negra em consonância com o Racismo Institucional e o terrorismo laboral. As mortes  são os casos mais extremos da violência policial que, diariamente, são perpetrados nos nossos bairros.  Já que a polícia faz o que quer nos nossos Bairros – em vez de garantir a segurança gera insegurança – e nunca é responsabilizada por aquilo que faz cabe à nossa própria comunidade auto-organizar-se e criar as condições para se defender da bestialidade policial e de outros afrontamentos.

Sem Justiça Não Há Paz

 

Another young African murdered by the Policeby plataformagueto

Yesterday, June 12th , the community of the Bairro 6 de Maio, in Amadora[1] (Lisbon) was horrified  with the new of Musso’s death, a 15 years old black male. A blow in his head is the cause of death. According to his relatives one month ago he was taken to the police station  and tortured by the police officers. He came back home complaining of strong headaches and told his family that he was tortured by the police. They took him to the Emergency Services of Saint Mary´s Hospital[2]. He stayed in the hospital for several days and was then sent home.  However, the pain didn’t stop. He kept complaining and was sent again to the hospital, this time was the Amadora-Sintra Hospital[3]. He stayed in the hospital until he died yesterday due to injuries that lead to a burst vein in the brain.

Eight years ago, in the same community, young Teti, also with 15 years old, died the same way. It is up to 15 (that we know), the number of young black and poor killed by the Portuguese police in the last ten years, without a single conviction.

Last December, the police officer that killed 14 years old Elson Sanches “Kuku” in 2009, was acquitted of the accusation of  homicide by negligence. According to the scientific police the gun was shot at the distance of 15 cm (about 6 inches) of Elson’s head living, in our and in any decent persons judgment, no doubt that it was an execution.

This acquaintance was just another white card for the police to carry on killing black youth, unpunished and with the endorsement of Mainstream Media and the Portuguese society.

Police violence is the most visible form of the Estate violence developed by the Portuguese Government against the black community in consonance with the Institutional Racism and Labor Terrorism. The deaths are just the most extreme cases of the violence perpetrated on a daily basis in our community.

Given that the police does whatever they want in our communities – in stead of guarantee our security they generate insecurity – and is never liable for their acts, it is our community’s duty to self organize and ensure the conditions to defend it self from the police brutality and other affronts.

 

Justice and Peace

14.06.2013 | por martalanca | gueto, negro, polícia

Antonio Madiata plays the lungoyi-ngoyi | online

Antonio Madiata, a player of the lungoyi-ngoyi, or traditional 2-string Kongo fiddle, plays his own composition in Mbanza-Kongo, Angola on July 11, 2012. Videography by Ned Sublette. Ned Sublette’s work in Angola was undertaken with the support of a 2012 Knight Luce Fellowship for Reporting on Global Religion, a program of the University of Southern California’s Knight Chair in Media and Religion.

Hip Deep Angola, Part 3: A Spiritual Journey to Mbanza-Kongo by Afropop Worldwide on SoundCloud - Hear the world’s sounds

13.06.2013 | por raul f. curvelo | Afropop Worldwide, angola, António Madiata, Ned Sublette

PROGRAMA ARRASTOWN#2

Atividades Permanentes
MERCADO : Áudio / Vídeo / Imagem
FOTOGRAFIA:
Exposição digital por João Pádua - “Vala Comum”
Exposição por Hugo Ganhão - “Not saved by the bell”
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Atividades para Crianças 
16h-17h30: Children4Change 
17h30: Lomografia para pais e filhos
18h-19h30: Espetáculo “Palhaço Capacete”
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PISO 0
17h: LIVE PAINTING por Raquel Faria
17h: PINTURA // STREET ART - SLAPT Sktr & EKY - Mural Marcadores // Dedicated Store
20h – 22h - JANTAR ACÚSTICO- GURI- GROOVYTUDE por Danny e Renas Mont
22h - 04H: PINTURA COLECTIVA INTERACTIVA - Weronika Marcelina Kwiatkowska & Katelinj Smissaert & Joanna Sokolnicka
22h – 02h: SLAPT Sktr & EKY - Mural Marcadores // Dedicated Store
23h - “Connect the Feed” - performer - Sérgio Cardoso ; Curador - Leonardo Grassi
01h30: ESPETÁCULO DE MALABARISMO E FOGO por Palhaço Capacete
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BAR
17h30: SCRATCH PLAYGROUND (Disca Riscos, Thundercuts ,Score)
22h: CICLO DE CINEMA SUPER 8MM acompanhado com musica ao vivo
22h45: PERFORMANCE - ” A Tabacaria” por Sérgio Cardoso
DJ´S00h - SCHOTCH
02h - DISCA RISCOS
03h – ZURC
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SOTÃO
22h30: ESPETÁCULO AUDIOVISUAL Terra dos Tambores & “Inside the projector” por Tito Silva, Márcio Pinto, Pedro Vasconcelos, Luís Pedro e IZ
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CLUB
23h30: PERFORMANCE- A vida como ela é - Flávio Hamilton e Pedro Carvalho com textos de Nelson Rodrigues e Hudson Andrade 
HIP HOP SHOW CASE
00h: - IMAGINA- DON RUBIROSA & KRON SILVA 
DJ02H - SKATA
04H - JAAKKO

13.06.2013 | por martalanca | Arrastown, Bilan, porto

Workshop Theorizing the Portuguese Colonial Experience. Images, History, Power - 16-17.Junho.2013 - Local: Companhia das Culturas, Castro Marim (actualizado)

This closed workshop is designed as an informal brainstorming meeting in dialogue with the work of Professor Ann Laura Stoler, under the following common, general, issues: What are the mutual interferences, tensions, productivities, silences, ignorances, gaps, influences between the empirical and conceptual specificities of studying the Portuguese empire, and the wider international literature on the colonial and post-colonial? How, in short, does the study of the Portuguese colonial experience interfere with old and emerging theories of colonialism and post-colonialism? 

OR

Este Workshop fechado está desenhado para promover o diálogo em torno ao trabalho de Ann Laura Stoler, em relação com as interferências, tensões, fissuras e influências existentes entre o trabalho empírico e as especificidades conceptuais do estudo do Império Português, e a bibliografia internacional sobre o colonial e o pós-colonial.

Entrada Livre sujeita a inscrição. Infos: Ricardo Roque <ricardo.roque@ics.ul.pt>

 

PROGRAMME

SUNDAY, JUNE 16, 2013

AFTERNOON

13h45 – Welcome

Eglantina Monteiro / Cristiana Bastos, Ricardo Roque, Manuela Ribeiro Sanches

14h00 - 14h45

The uses of the archive: some thoughts on colonial images and postcolonial melancholia.

Manuela Ribeiro Sanches (CEC-FLUL)

14h45 - 15h30

Empire cinema: disruptive colonial representations through Estado Novo films.

Carmo Piçarra (ICS-UL/ISCTE)

15h30 - 15h45 – Coffee Break

15h45 - 16h30

Beauty pageants and imperial power: intimacy and sexuality in the late Portuguese Empire.

Marcos Cardão (CEHC-IUL)

16h30 - 17h15

Art History, Postcolonial Theory and ‘Lusophone’ Contemporary Art.

Ana Balona de Oliveira (CEC-FLUL/IHA-FCSH-UNL)

20h00 – Dinner at Companhia das Culturas

AFTER DINNER EVENT:

Contemporary films by Filipa César and Daniel Barroca, O importante é ligar a cabeça à mão /’The important is to link the head to the hand´, vídeo e desenho

2008-2011

Filipa César, Cacheu, vídeo 10’

Selected and presented by Eglantina Monteiro and Nuno Faria

DAY 2: MONDAY, JUNE 17

MORNING

11h00 - 11h45

Were Portuguese citizens all those who were born in Portuguese territory? Fluid narratives on imperial citizenship.

Cristina Nogueira da Silva (FD-UNL)

11h45 - 12h30

Luso-tropical horrors: vulnerability, savagery, and the Portuguese in Timor.

Ricardo Roque (ICS-UL/University of Sydney)

12h30 -14h00 - Lunch

14h00 - 14h45

Bringing them in while keeping them out: colonial medicine, indigenous subjects and local agents.

Cristiana Bastos (ICS-UL)

Final comments & discussion: Ann Laura Stoler (New School for Social Research)

END OF WORKSHOP

companhia das culturas - uma casa rural de charme

12.06.2013 | por raul f. curvelo | africa.cont, ann laura stoler, centro de estudos comparativistas, companhia das culturas, cristina nogueira da silva, eglantina monteiro, filipa césar, FLUL, ics, manuela ribeiro sanches, maria do carmo piçarra, nuno faria, ricardo roque, the university of sidney