A Kind of Paradise

Documentário do realizador dinamarquês, Andreas Johnsen, sobre a África contemporânea em seis países (incluindo Angola), no Festival Internacional de Filmes Documentários de Copenhagen.

Kiluanji Kia HendaKiluanji Kia Henda

Director: Andreas Johnsen | Denmark 2011 | 70 min

‘A country’s cultural warriors are more important than its political warriors’, says the world-renowned Nigerian author Chimamanda Ngozi Adichie. And it is precisely Africa’s cultural warriors that we are presenting at the world premiere of Andreas Johnsen’s eighth film, ‘A Kind of Paradise’. Apart from Adichie, we meet contemporary artists, poets and musicians, who all tell their personal stories from six highly different countries: Angola, South Africa, DR Congo, Ivory Coast, Tanzania and Nigeria. ‘A Kind of Paradise’ takes us through a continent which, in spite of economic, religious and political conflicts, possesses a creative energy and a will to survive that we rarely witness in Europe. We get to know Africa through the passions and strengths of its inhabitants as opposed to the well-known media images of natural disasters, poverty and corruption. ‘A Kind of Paradise’ is an entertaining, thought-provoking, serious and witty portrait of a contemporary, modern Africa - an Africa, which most of us do not know. 
After the premiere the rapper Nash and DJ Mouloukoukou from Abidjan, Ivory Coast, will perform a concert and play Coupé Décalé until late at night! Presented in collaboration with the magazine Udvikling.

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09.11.2011 | por martalanca | documentary

2ª edição do projecto EVA: Exclusão de Valor Acrescentado

Na sua segunda edição, EVA – Exclusão de Valor Acrescentado, projecto de Residências de Criação Artística, inicia-se em Outubro por 7 bairros na Área Metropolitana de Lisboa.

Esta iniciativa promovida pelo Clube Português de Artes e Ideias em parceria com o Programa Escolhas, e apoiada pela DGartes, expande este ano sua intervenção ao incluir o apoio da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais e da Santa Casa da Misericórdia.

Os Bairros da Boavista, Quinta do Mocho, Povos, Martim Moniz e Bairro da Bela Vista, em Setúbal, bem como o Centro de Dia da Sé e o estabelecimento prisional do Linhó, são os locais de acolhimento de 7 residências de desenvolvimento de projectos artísticos orientados para e com a comunidade.

Os artistas André Avelãs, Rui Catalão e Tiago Gandra, Joana da Matta, Paulo Raposo, Constança Saraiva, Tânia Araújo e Tiago Patrício, trabalharão durante dois meses nos respectivos espaços culturais associados dos projectos Escolhas, DGSR e Santa Casa da Misericórdia, culminando cada residência com uma apresentação pública.

Esta edição parte com a ambição acrescida de prolongar a pesquisa e a intervenção artística sobre as geografias sociais da cidade, priviligiando uma orientação metodológica destinada à acção e à participação colaborativa entre artistas e comunidade. Nesta conexão intima, mantemos o propósito de reflectir e propor oportunidades de prática e desenvolvimento artístico não estandardizado no interior de dinâmicas sociais particulares, com o objectivo de contribuir para a quebra de distancias e de territorialidades e incentivar essa mesma prática colaborativa de um modo enraizado na realidade das próprias comunidades locais.

As residências multidisciplinares cruzam as área do design sustentável, da imagem, do som e da performance. O trabalho no terreno poderá ir sendo acompanhado no blogue. + info no site

09.11.2011 | por franciscabagulho | EVA, lisboa

Próximo Futuro. 15 e 16 Novembro, LISBOA

15 Novembro 2011 das 9h30 - 17h30

1ª apresentação do Observatório de África e da América Latina _ Migrações e Desenvolvimento

16 Novembro 2011, Quarta / 10h00 - 18h00

Ciclo de grandes LIÇÕES Próximo Futuro (parte 3): “Percepção e representação contemporâneas de África e da América Latina”

Edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Aud. 2. Entrada livre (tradução simultânea disponível)


GUSTAVO H. B. FRANCO (Brasil)

Índices de felicidade corrente e futura no Brasil: aspectos conceituais e determinantes econômicos

Os problemas conceituais nos indicadores subjetivos de felicidade, em torno dos quais surgiu uma imensa literatura acadêmica recente, remontam aos primórdios da disciplina, mas os avanços recentes na interface entre a economia e a psicologia, bem como o desenvolvimento da chamada ’economia experimental‘, abriram novas frentes para a construção e para o uso desses indicadores, seja para a pesquisa, seja para a definição de novos rumos nas políticas públicas. De entre as questões mais importantes desta nova área de pesquisa está a relação entre o nível de renda, ou mais genericamente o progresso econômico, e os índices de felicidade corrente e futura de diferentes países. Existem muitos paradoxos nessa relação, um dos quais amplamente presente em muitas pesquisas que é o resultado empírico segundo o qual é pequena e limitada a influência do progresso material para a definição do nível de felicidade. É nessa linha que surgem questionamentos em torno da ideia de que o crescimento do PIB seja a principal meta das políticas públicas, possivelmente em detrimento de outras dimensões da vida em sociedade. Os números para o Brasil, todavia, sugerem uma leitura cautelosa desses paradoxos; talvez seja prematuro abandonar os indicadores estritamente econômicos de afluência. A despeito de ser um país emergente de renda média, o índice de felicidade corrente, medido sistematicamente pelo Gallup Poll, tem estado no primeiro quartil da distribuição global e, o índice de felicidade futura para o Brasil, tem estado no primeiro lugar do mundo nos últimos 5 anos. Os resultados brasileiros, bem como seus determinantes, permitem um excelente ponto de vista para uma discussão mais ampla sobre o significado, alcance e implicações para políticas públicas dos índices de felicidade, tal como habitualmente calculados. (Abstract)

Gustavo H. B. Franco é membro do Conselho de Administração do Banco Daycoval (Conselheiro Independente) e também do Conselho de Administração da Globex Utilidades S/A. Brasileiro, Bacharel (1979) e Mestre (1982) em Economia pela PUC/Rio de Janeiro e M. A. (1985) e Ph.D (1986) pela Universidade de Harvard. Foi professor, pesquisador e consultor em assuntos de economia, entre 1986 e 1993, especializando-se em inflação, estabilização e economia internacional. Em seguida, no serviço público, entre 1993 e 1999, foi Secretário de Política Económica (adjunto) do Ministério da Fazenda, Director de Assuntos Internacionais e Presidente do Banco Central do Brasil. Teve participação central na formulação, operacionalização e administração do Plano Real, entre outras atividades. Após ano sabático na universidade (1999), fundou a Rio Bravo Investimentos (2000), empresa de investimentos, onde actualmente tem a sua ocupação principal. Tem participado em diversos conselhos de administração, consultivos e de eventos corporativos, como palestrante.

BENJAMIN ARDITI (México/Paraguai)

O “becoming-other” da política: O pós-liberalismo e a política viral são o nosso próximo futuro 

Gostaria de propor dois critérios que tentam compreender a ’transformação‘ da política. Um deles é já trabalharmos num contexto pós-liberal, considerando que dois pilares do liberalismo já foram ultrapassados: a política vai além do quadro da representação eleitoral e transcende as fronteiras territoriais do estado soberano. O segundo marcador é o de que as pessoas que não se conhecem podem agir em concertação sem necessitarem sempre das estruturas de comando habituais dos partidos políticos e dos movimentos sociais. O rizoma, os sistemas abertos de Deleuze com múltiplos pontos de entrada, funciona como uma imagem de pensamento para esta forma de coordenação. Vou utilizá-lo para falar da conectividade viral e da política viral que têm tirado partido dos novos meios de comunicação. Vou discutir estes dois indicadores do becoming-other (*) da política, através de uma breve análise de uma série de insurreições que vão desde “Todos têm de ir embora, não pode ficar um sequer”, na Argentina, ao movimento estudantil no Chile, este ano, às rebeliões actualmente em curso, na zona do Magrebe, e ao movimento M-15, em Espanha. O meu pressentimento é o de que estas insurreições, qualquer que seja o seu desfecho, são aquilo que Fred Jameson designa de «mediadores em desaparecimento», neste caso, mediadores que funcionam como sintomas do nosso becoming-other. Concluirei com uma breve resenha sobre política viral e tentarei avaliar os seus prós e contras.

Benjamin Arditi é professor de Política na Universidade Nacional do México (UNAM). Fez o seu doutoramento na Universidade de Essex, no Reino Unido, leccionou nas Universidades de Santa Catarina (Brasil), Maryland (EUA) e Essex (Reino Unido) e foi professor convidado nas Universidades de Edimburgo e St. Andrews. No Paraguai, trabalhou como director de investigação numa ONG, desenvolvendo ao mesmo tempo a actividade de jornalista e activista. Após a queda de Stroessner, fundou uma campanha nacional de educação cívica. A sua obra mais recente intitula-se “Politics on the Edges of Liberalism. Difference, Populism, Revolution, Agitation” (Edimburgo, 2007) e co-editou “Taking on the Political”, uma série de livros sobre o pensamento político no continente, publicado pela Edinburgh University Press. O seu trabalho mais recente incide no becoming-other (*) da política, designadamente no pós-liberalismo, política viral e pós-hegemonia.

(*) Becoming-other – Abertura da política à mundialização, fora do eixo convencional da autoridade a nível local.

SERGE MICHAILOF (França)

Um planeta descontrolado: De que vale a ajuda ao desenvolvimento? 

A opinião pública das nossas sociedades da abundância ainda não entendeu que os países ricos deixaram de controlar as imensas alterações que têm ocorrido no mundo em desenvolvimento. O nosso planeta transformou-se numa aldeia global pelo que os choques demográficos e ambientais em curso, quer nos países mais pobres, quer nas economias emergentes do Sul, passaram a ter um impacto sobre o conforto, o modo de vida e as crenças do Norte. Tensões vão-se agudizando em várias regiões onde a miséria e as frustrações fervilham. Se quisermos evitar que uma espiral descendente alastre do Corno de África para África Central, é fulcral perceber a razão pela qual a ajuda quase sempre redundou em fracasso nos Estados frágeis. A esse respeito, é comprovadamente essencial erguer instituições estatais, sendo certo que esse objectivo não se encontra na mira das intervenções militares externas nem nunca constituiu uma prioridade da assistência humanitária e para o desenvolvimento, mais focada na beneficência a curto prazo do que na sustentabilidade a longo prazo. Num contexto em que o esgotamento dos recursos do planeta assume uma magnitude sem precedentes, as instituições da ajuda ao desenvolvimento podem tornar-se parceiros relevantes no intuito de ajudar, quer os países ricos, quer os países emergentes, na co-gestão dessas questões cruciais, assim como a implementar estratégias de partilha mais astutas. À medida que vamos sendo confrontados com um mundo mais instável, uma nova abordagem da ajuda ao desenvolvimento alicerçada nos interesses comuns do Norte e do Sul revela-se não somente possível como necessária e até imprescindível. (Abstract)

Serge Michailof tem-se debruçado sobre questões de desenvolvimento desde 1968. Actualmente, lecciona sobre desenvolvimento económico e programas de ajuda no Institut National des Sciences Politiques, em Paris. É um consultor regular do Banco Mundial e de outras instituições de solidariedade sobre países em desenvolvimento e reconstrução pós-conflito, focando-se especificamente na construção de instituições e de Governos. É assessor de vários Governos. Estudou em França (MBA na HEC-École des Hautes Études Commerciales, doutorado em Economia e mestre em Antropologia) e nos Estados Unidos (MIT). Publicou e/ou coordenou cinco obras ”Notre Maison Brûle au Sud, Que Peut Faire l’Aide au Développement?” (Fayard, 2010),  ”A Quoi Sert d’Aider le Sud? ” (Ed. Economica, 2007), ”La France et L’Afrique” (Karthala, 1993), ”Les Apprentis Sorciers du Développement” (Ed. Economica, 1987) e, em conjunto com Manuel Bridier, ”Guide Pratique d’Analyse de Projects d’Investissements” (Ed. Económica, 1995, 5ª edição), um livro didáctico bem conhecido. Publicou também numerosos artigos sobre questões de desenvolvimento. Faz parte do Conselho de Administração do CIAN (Conseil des Investisseurs Français en Afrique). Foi agraciado com a Legião de Honra e a Ordem de Mérito francesas, assim como com a Ordem Nacional do Leão, do Senegal.

ELIKIA M’BOKOLO (República Democrática do Congo)

Como será África num futuro próximo?

África preocupa alguns, inquieta, com ou sem motivo, pela perspectiva das hordas migratórias arrastadas numa onda desenfreada rumo aos paraísos consumistas do ’Ocidente‘ ou do ’Norte‘, consoante os casos. África também regozija muitos outros, seja pela espectacularidade daqueles invejáveis corpos musculados em qualquer prova desportiva, seja pela audição daqueles ritmos e sons tão longínquos, tão estranhos e, simultaneamente, tão familiares, como se fossem expectáveis. Uma coisa é certa: África interroga, África interpela, África perturba. África, mas que África? A forma como olho para o próximo futuro de África decorre do olhar de um africano que conhece África, por lá viver, por estudá-la e por ali criar, que conhece também o mundo pelas mesmas razões  e para quem a imaginação, a vontade e, porque não dizê-lo, o sonho, assentes numa observação escrupulosa, formam a melhor chave para tornar real o possível e para abrir as portas de um futuro inesperado, melhor que o nosso presente. Regeneração, renascimento? Se a efervescência religiosa indica o vigor das expectativas e se a criatividade artística dá conta da multiplicidade dos possíveis, fá-lo-ão no entanto à custa de uma auto-invenção ou reinvenção intelectual e moral para que os africanos assumam, em moldes inovadores, os profundos desafios que os tempos presentes deixam adivinhar.

Elikia M’Bokolo formou-se pela École Normale Supérieure e com agregação universitária e é director de estudos na École des Hautes Études en Sciences Sociales, bem como docente na Universidade de Kinshasa. Para além disso é autor de diversas obras de referência e produtor de “Mémoire d’un Continent”, para a Radio France Internationale, um programa radiofónico semanal dedicado à história de África e às suas diásporas. De entre as suas obras escritas e audiovisuais mais recentes, destacam-se “Afrique noire. Histoire et civilisations” (2005), “Médiations africaines. Omar Bongo et les défis diplomatiques d’un continent” (2009), “Afrique. une histoire sonore”, 1960-2000 (com Philippe Sainteny, 2001), “L’Afrique littéraire. Cinquante ans d’écriture” (com Philippe Sainteny, 2008), “Africa : 50 Years of music. 50 ans d’indépendances” (2010) e “Afrique(s). Une autre histoire du XXe siècle” (filme documentário, 4 x 90’, de Elikia M’Bokolo, Philippe Sainteny e Alain Ferrari, 2010).

Mais informações no site do Próximo Futuro

08.11.2011 | por franciscabagulho | Benjamin Arditi, Gustavo H. B. Franco, M’Bokolo, próximo futuro, Serge Michailof

"Hantologie des colonies"

Jeudi 10 novembre à 19h / entrée libre
Médiathèque de Noisy-le-Sec
Dixième soirée Hantologie des colonies
REJOUER L’HISTOIRE
Séance ouverte par Pauline Curnier-Jardin, artiste en résidence à la Galerie de Noisy-le-sec, qui présentera deux courtes vidéos La Vision de Dédé et Ami. Elle fera le récit de sa rencontre avec la question coloniale et l’impact de celle-ci sur certains de ses travaux.

Avó (Muidumbe)
(10 min, v.o. sous-titrée en français, 2009)

Nshajo (O Jogo)
(8 min, v.o. sous-titrée en français, 2010)
de Raquel Schefer
Dans Avó, Raquel, une étudiante en documentaire à Buenos Aires, réinterprète le passé colonial de ses grands-parents au Mozambique. Elle s’approprie, monte et manipule l’archive familiale super8 enregistrée par son grand-père, ex-administrateur colonial. L’artiste scrute l’imagerie pour en extraire les signes les plus marquants de la domination déguisée derrière la normalité apparente du quotidien familial. Elle essaie de reconstruire la vie familiale qu’elle n’a pas vécu et qu’elle sait être une partie de sa propre histoire. L’artiste convoque ainsi le temps mythique de l’épopée impériale portugaise et opère un mouvement de colonisation de l’imagerie et, au-delà, de l’espace de représentation circonscrit par son grand-père.

et

Joal la portugaise
(6 min, v.o. sous-titrée en français, 2004)
d’Ângela Ferreira
Joal la portugaise est filmé à Joal-Fadiouth, au Sénégal. La vidéo raconte, à la première personne, une des versions de l’histoire de la femme qui donna son nom à la ville, colonisée successivement par les Portugais, les Hollandais, les Français et les Anglais. L’œuvre fait référence aux « signares », femmes d’origine portugaise ayant joué un rôle important dans la politique et l’économie locales, source d’inspiration du poète Léopold Senghor, premier président du Sénégal indépendant, né précisément à Joal en 1906.
Projection en présence de Raquel Schefer suivie d’une discussion avec Pauline Curnier Jardin (artiste en résidence à la Galerie)
Pour en savoir plus sur ce film et avoir accès aux infos pratiques,
rendez-vous sur www.hantologie.com
Retrouvez aussi le Journal fantôme des colonies
sur le blog de Khiasma

08.11.2011 | por joanapires | Art, histoire, mozambique, senegal, vidéos

"Out of the Archive: Artists, Images and History" - Filipa César in London

Out of the Archive: Artists, Images and History

Friday 18 November 2011, 10.30–17.30

Saturday 19 November 2011, 10.30–17.30
Filipa César Black Balance (work in progress) 2010  © Filipa CésarFilipa César Black Balance (work in progress) 2010 © Filipa César

Drawing on contemporary art practice, this two-day international conference explores the relationship between historical research and artists’ methods and processes when working with recorded images found in archives. Contributors address current debates around the validity of research generated through artistic strategies, how these processes complicate forms of historical narration, as well as how they inform and challenge conventional methods of historical research.

Contributors include: Sven Augustijnen, Frédérique Berthet, Adam Broomberg, Filipa César, Oliver Chanarin, TJ Demos, Mary Ann Doane, Nanina Guyer, Mark Nash, Colin MacCabe, Naeem Mohaiemen, Laura Mulvey, Michael Renov, Zineb Sedira, Louise Sheedy, Patrik Sjöberg and Chou Yu-Ling.

Tate Modern Starr Auditorium
£30 (£25 concessions), booking required

For tickets book online
or call 020 7887 8888.

08.11.2011 | por joanapires | contemporary art, internacional conference

Concerto Os Kiezos, LUANDA

CONCERTO OS KIEZOS

QUINTA FEIRA  -  10 DE NOVEMBRO 2011  |  ENTRADA LIVRE

08.11.2011 | por franciscabagulho | Dipanda, Kiezos, Luanda

Oficinas de culinária do Espaço kamundongo‏

O que é o Espaço kamundongo?

Espaço de diálogo intercultural e partilha de saberes.

Lugar de acolhimento de diversos eventos culturais.

PROGRAMA DE NOVEMBRO

OFICINA DE CULINÁRIA ANGOLANA - MUAMBA DE JINGUBA

Objectivos

- envolver os participantes numa viagem histórica à culinária angolana

- explicar o que é a Muamba de Jinguba e mostrar quais são os produtos básicos e os processos utilizados na sua confeção

- combinar e cozinhar os ingredientes com sabedoria e criatividade

- saborear o “pitéu”

Ementa

- frango de muamba de jinguba

- couve de jinguba e quiabos

- funji ia nhombo e funji ia kindeli

Data / Horário – 12 Nov-sábado / 16 h-21h 30m

Local – Leceia - Barcarena

Preço – 25€

OFICINA DE CULINÁRIA INDIANA - REFEIÇÃO VEGETARIANA

Objectivos

- introduzir os participantes numa viagem sensorial aos aromas, sabores, cores e texturas das principais especiarias e plantas aromáticas usadas na preparação dos pratos indianos

- preparar os legumes, leguminosas, ervas e seus parceiros

- cozinhar com sabedoria, boa disposição e criatividade

- saborear o repasto

Ementa

- nan e apas (pães)

- pakoras e puris (entradas)

- grão com vegetais e garam masala, acompanhado de arroz basmati

- aletria doce com frutos secos e especiarias

- thai (chá com leite e especiarias)

Data / Horário – 19 Nov-sábado / 16 h- 21h 30m

Local - Leceia - Barcarena

Preço – 25€

NOTA:

Número máximo de participantes para as oficinas: 6

Inscrições até 3 dias antes da data prevista para: tlm 916 176 715; email espacokamundongo@gmail.com

Pagamento efectuado no dia da actividade

As datas/horários podem-se ajustar à disponibilidade dos participantes.

07.11.2011 | por joanapires | culinária, oficinas