Cantos do Sul n.º 49

NESTA EDIÇÃO “Áfricas, Jornalismos, Cidadanias” discute responsabilidade do jornalismo no mundo actual 

“Mulheres e desenvolvimento: Auto-emprego e auto-confiança” apresentado n’ODD’11 

Livro “Vozes de Nós” lançado no Huambo 

52 Histórias: em Junho discutem-se liberdades 

“ÁFRICAS, JORNALISMOS, CIDADANIAS” DISCUTE RESPONSABILIDADE DO JORNALISMO NO MUNDO ACTUAL
   A representação de África – ou das Áfricas – nos media europeus, os códigos de conduta que regulam o jornalismo actual e os novos desafios que se colocam aos jornalistas europeus e africanos foram algumas das questões-chave em discussão no debate informal “Conversa com Contextos: Áfricas, Jornalismos, Cidadanias”, organizado pela ACEP no âmbito da quarta edição de Os Dias do Desenvolvimento’11. À mesma mesa, para um debate que durou cerca de três horas, reuniram-se os jornalistas Adelino Gomes (Portugal), Agnelo Regalla (Guiné-Bissau) e Conceição Lima (S. Tomé e Príncipe) e ainda responsáveis de Organizações da Sociedade Civil Fátima Proença, directora da ACEP, e Negesse Pina, o primeiro africano a liderar uma associação académica portuguesa, em Aveiro. “O perigo da história única”, de Chimamanda Adichie, foi o ponto de partida para a discussão. As principais conclusões do debate serão incluídas na publicação final do projecto “Portugal e África: Melhor Cooperação, Melhor Desenvolvimento”, co-financiado pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, cujo um dos temas-chave é o papel dos media e das organizações da sociedade civil na Cooperação e no Desenvolvimento. Veja fotos da iniciativa no Facebook da ACEP.

07.06.2011 | por martalanca | Africa, cidadania, jornalismo

O FESTIVAL VER E FAZER FILMES EM DEBATE - LISBOA

9 de Junho, 5ª feira, 21h30 | Casa do Brasil* | Lisboa | uma iniciativa Buala e Xerem 


O Festival Ver e Fazer Filmes é realizado no Brasil pela Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e pelo Instituto Cidade de Cataguases. É uma edição do CINEPORT – Festival de Cinema dos Países de Língua Portuguesa, cujo formato direcionado para a competição do cinema profissional em português, alterna com este que tem um enfoque maior na formação e no processo.
Em 2010, o Festival movimentou em Cataguases (Minas Gerais), no período de 3 a 14 de Agosto, a produção de curtas-metragens de ficção e documentários, fóruns com especialistas, acções de intercâmbio entre jovens da região, oficinas preparatórias, exposições, teatro e shows musicais. A cidade foi palco de uma animada disputa que envolveu duas universidades e cinco equipas de jovens do Brasil, Moçambique, Angola, Cabo Verde e Portugal, este último representado pelos três jovens lacobrigenses Jorge Rocha, Lia Ramos e Sérgio Moreira.
Mais informações sobre o festival 
Esta apresentação em Lisboa irá mostrar os documentários produzidos durante o Festival e pretende não só exibir os filmes, mas também compreender e gerar debate em torno do processo de criação artística que preside estes Festivais. Assemelhando-se a um modelo de residência artística em cinema, tal estrutura impulsiona o realização de filmes em formato intensivo e, pela sua natureza, acolhe e estimula criativos dos países de Língua Portuguesa, que se debatem com grandes assimetrias nas suas respectivas produções cinematográficas.
A apresentação dos filmes será complementada por um momento de conversa com o crítico de cinema António Loja Neves.

Aceda ao programa

*Casa do Brasil, Rua Luz Soriano, Bairro Alto 

07.06.2011 | por martalanca | cinepor, festivais de cinema

Os Filhos da Guerra Colonial: pós-memória e representações

Colóquio Internacional Os Filhos da Guerra Colonial: pós-memória e representações, decorre nos dias 14 e 15 de Junho de 2011, nas instalações do CES-Lisboa/Auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (Picoas Plaza).

Organizado no âmbito do projecto de investigação Os Filhos da Guerra Colonial: pós-memória e representações’ (coordenado por Margarida Calafate Ribeiro), que procurou aprofundar algumas linhas críticas sobre a Guerra Colonial a partir de testemunhos de filhos de ex-combatentes, ou seja, a partir da pós-memória da Guerra, a memória daqueles que não a experienciaram, mas cresceram mergulhados em narrativas da guerra vivida pela geração dos seus pais.

+ infos

07.06.2011 | por franciscabagulho | guerra colonial

A 10pt procura Produtor/a Cultural (Teatro)

10pt – Criação Lusófona procura PRODUTOR/a com sólida experiência para projeto de Teatro a ter lugar em finais de Setembro de 2011, na cidade do Porto.

Duração – Junho a Setembro 2011

Ver descrição da oferta 

 

07.06.2011 | por martalanca | lusofonia

Retrospectiva de Boris Lehman

Começa hoje a Retrospectiva de Boris Lehman, com a presença do cineasta.

No Cinema Passos Manuel, no Porto.

06.06.2011 | por martalanca | Boris Lehman

X Feira Cultural Preta

Vem aí a X Feira Cultural Preta, nos dias 26 e 27 de Novembro, que celebrará uma década bem-sucedida  dessa festa, que atrai visitantes de diversas regiões do país e integra o calendário oficial de eventos  da cidade de São Paulo. 
Mais informações aqui.
2011: Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, instituído pela Assembléia Geral da ONU, que estabelece como um dos principais objetivos, fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação contra os afrodescendentes e promover uma maior consciência e respeito à sua diversidade e cultura.

06.06.2011 | por martalanca | Feira Preta

MCK em Luanda - 1ª Parte

Onde podia ser mais. Passámos um dia com o próprio Mc mais importante de Angola. Sempre “Atrás do prejuízo”. Ainda teve tempo para improvisar um clipe de Kuduro.

06.06.2011 | por martalanca | Mck

AMÍLCAR CABRAL (1924-1973) – Vida e Morte de um Revolucionário Africano

Amílcar Cabral é um dos políticos africanos com maior renome internacional. Pertence à primeira geração de nacionalistas e, como tal, o seu nome ombreia com o de outros nacionalistas que, de uma forma ou de outra, ganharam notoriedade. Para além de político e dinamizador de massas, prerrogativas expectáveis em tais líderes políticos, Cabral posicionou-se ainda, e nessa qualidade tem sido lembrado, como um dos grandes intelectuais da África Subsariana. Estes e muitos outros aspectos relacionados com a história de vida, com o pensamento e com a acção política de Amílcar Cabral são exaustivamente tratados por Julião Soares Sousa ao longo desta obra. Para além dos conhecimentos que são apresentados ao leitor com a devida profundidade teórica e analítica, reputo ainda de particular importância o cuidado dispensado aos aspectos metodológicos. Trata-se de uma obra que (…) contribui decididamente para o aprofundamento do conhecimento sobre o nacionalismo africano nos espaços de colonização portuguesa e, numa acepção mais alargada, para o desenvolvimento dos Estudos Africanos em Portugal. (in Prefácio de José Carlos Venâncio) A obra inclui um extratexto de 16 págs. a p/b com imagens e gravuras inéditas em livro.

Julião Soares Sousa é natural de Bula (República da Guiné-Bissau). Licenciou-se em História pela Universidade de Coimbra, em 1990. É o primeiro guineense a concluir o Mestrado (1997) e o Doutoramento (2008), nesta Universidade. Tem proferido várias conferências em Portugal e no estrangeiro. Entre os livros, artigos e colaborações em obras colectivas destacam-se: “Os movimentos unitários anticolonialistas (1954-1960). O contributo de Amílcar Cabral”, “Amílcar Cabral: do envolvimento na luta antifascista às manifestações de tendência autonomista no Portugal do pós-Guerra (1945-1957)” e “O fenómeno tribal, o tribalismo e a construção da identidade nacional no discurso de Amílcar Cabral”. Actualmente é Investigador no Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20).

04.06.2011 | por martalanca | Amílcar Cabral

professores para a Universidade Lueji A Nkondi, no Dundo, ANGOLA

 A Escola Superior Pedagógica da Lunda-Norte, da Universidade Lueji A Nkondi, no Dundo, pretende recrutar 04 (quatro) professores para leccionar as seguintes disciplinas: 

1º ano de Licenciatura 

Língua Portuguesa (para todos os cursos). 

Técnicas de Expressão do Português. 

Literatura Portuguesa. 

Introdução aos Estudos Literários. 

Introdução aos Estudos Linguísticos. 

Língua e Cultura Portuguesa. 

3º ano de Bacharelato no Curso de Educação de Infância 

Metodologia do Ensino do Português 

A selecção está a cargo do Departamento de Língua e Cultura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. 

As condições, que serão especificadas em contrato individual, incluem, entre outros aspectos: viagem (e todo o apoio necessário), alojamento e a remuneração sujeita às habilitações académicas. Os interessados deverão estar disponíveis para estar no Dundo no início do 2º semestre do ano lectivo angolano, que começa no dia 01 de Agosto. 

Os interessados deverão contactar o DLCP, enviando uma carta de apresentação a que devem juntar o CV e o comprovativo das habilitações académicas. Na carta de apresentação devem ser indicadas as disciplinas que pretendem leccionar. 

A selecção será feita mediante entrevista. 

Departamento de Língua e Cultura Portuguesa 

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 

 Telf. +351 21 781 61 51 

E-mail: dlcp@fl.ul.pt 

04.06.2011 | por martalanca | ensino