CONFERÊNCIAS SOBRE CENSURA E LIBERDADE DE EXPRESSÃO[

Promovido pelo Movimento: Não apaguem a Memória…NAM

1ª – Cinema e Artes: FCHS (Lisboa. 23 Abril, 15.00h). Moderadora: Ana Cabrera. Intervenções de Ana Cabrera e Helena Pato (NAM).

 Oradoras: Leonor Areal – Censura na actualidade em Portugal; Cristina Costa – Censura e Liberdade de Expressão: Ana Bela Morais – Amor e Violência na Censura ao Cinema no tempo do Marcelismo. Comentadores convidados: J. Leitão Ramos, M. João Brilhante, Manuel Augusto Araújo, Teresa Villaverde, Rui Mário Carvalho.  O local de realização será num dos auditórios da  Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Avenida de Berna, 26, Lisboa

2ª – Comunicação Social: ULHT (15 Maio, 11.00h). Intervenções de M. Manuel C. Magalhães (NAM) e Carla Cardoso. Oradores: Fernando Correia, Diana Andringa, Daniel Ricardo. O local de realização será num dos anfiteatros do Lusófona (Campo Grande)  

12.04.2013 | par martalanca | censura, não apaguem a memória

Call for contributions 5th edition SAVVY journal

At The Shrine. Reflections, Reciprocalities and Reverberations: Fine Art and Music

The fifth edition of the SAVVY Journal for critical texts on contemporary African art will explore the influence of music on contemporary art practices and map interfaces between visual media, fine art, and music in the African and African diaspora context. The title of this collection, “At the Shrine” is a reference to Fela Kuti‘s Shrine Nightclub and concert venue; a cultural space and an epitome of a social sculpture. This music venue captures our vision of the links between visual expression, music, and critical inquiry.

The mutual relationship between music and fine art, which goes back to time immemorial, manifests itself on different levels. Both artistic languages inform each other in diverse enriching ways. Some of these points of intersection that have crystallized and proven to be ground-breaking in a variety of disciplines in recent decades include, but are not limited to: Performance/ Performativity - e.g. the enigmatic blend of music and performance art, as in the case of Les Têtes Brulées, or the socio-political vigour channelled through the audio and visual of Fela Kuti’s music, which has since been an important source of inspiration for many visual artists; Photography - e.g. the presence of James Brown’s music in Malick Sidibe’s photography, the synergy between Johannesburg’s jazz scene and a whole generation of Drum photographers, or the field of music portraiture championed by the likes of Samuel Nja Kwa; Video - ranging from video art, as in the case of Goddy Leye’s “We Are The World”, to music video clips featuring a variety of musical styles from Azonto, through Coupé Decalé or Kwaito to Rai that have completely transformed the production and consumption of popular culture in Africa; Illustration, Patterning, and Painting - which have been essential in the making of outstanding record covers and album posters; the interconnectedness between music and fashion design; the influence of the likes of Sun Ra on Afrofuturism; Experimental Composition and Sound Art as in the case of Emeka Ogboh;Theatre/ Theatricality - the links in popular theatre traditions between multimedia theatre groups that rely on popular music bands and sign-board painters, such as in Ghanaian and Nigerian Concert Party traditions; Electronica - artists, musicians are creatively reusing music software, online resources, and mobile phone technologies to refigure older styles of music, dance, communication and visual imaging. Some of these forms are explicitly understood as art while others are ephemeral forms of expression. Street Art – graffiti, spoken word, poetry, street dance are forms that link musical, political and counter-cultural expression.

This edition of SAVVY Journal is not intended as an anthology of music and fine art. Instead, we ask contributors to investigate where disciplines meet, how genres are demarcated, and what emerges from their various encounters, as well as explore the nexus between performativity, fine art, music and technology. Indeed we are concerned with the ways in which ideas of genre and modality are themselves made and unmade in artistic practice. We are interested in articles on the role of sound appropriation in the conceptualisation of art works and of visual aspects in the creation, performance and consumption of sound and music.

Furthermore, this edition will explore and identify those artists who, using various textures and formats, work on this crossroad of sound and vision. Also, from a more general point of view, we are interested in reflections on how the encounter of image and sound in popular music has influenced culture and society. The impact of soundtracks on social and political movements on and beyond the continent would be another fascinating topic.

For this edition, the SAVVY Journal editorial will be enriched by the following guest-editors:

Dr. Hauke Dorsch (African Music Archives, Mainz), Ntone Edjabe (Chimurenga / Pan African Space Station, Cape Town) and Prof. Jesse Weaver Shipley (Haverford College, Philadelphia).

We invite essays from writers of all backgrounds - artists, curators, art historians, and theoreticians, scholars - not exceeding 3500 words in length, discussing the above mentioned or related issues.

Additionally, we are interested in more general articles such as artist-features, exhibition reviews and previews of circa 1500 words.

For more information please visit www.savvy-journal.com

Submissions to: editorial@savvy-journal.com

Deadline: 15th August 2013

 

12.04.2013 | par franciscabagulho | Call for contributions

Filmando o espaço: um olhar sobre o cinema de Angola, Moçambique e Cabo-Verde

Curso Livre

Prof.ª Doutora Mirian Tavares (Universidade do Algarve)
13 e 27 de abril de 2013
14.30h-18.30h
sala 1 do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra

Este curso livre tem como objetivo, dotar os alunos do programa de doutoramento Patrimónios de Influência Portuguesa e outras pessoas que tenham interesse pelo tema, de conhecimentos na área do cinema como um medium essencial para a criação e difusão de identidades regionais e nacionais.
Através da análise de filmes de realizadores moçambicanos, angolanos e cabo-verdianos, procuraremos discutir de que modo o cinema e, posteriormente, os media, foram sendo 
apropriados pelos artistas e pelo próprio aparelho estatal daqueles países africanos como um veículo fundamental no processo de consciencialização da população sobre diversas questões, dentre elas, a questão fulcral da identidade e da relação com o espaço circundante.
Neste contexto, colocam-se as questões: De que maneira a experiência do espaço ocidental, transplantado para África aquando das colonizações, altera a maneira de ver o mundo das populações? E de que maneira aquelas sociedades africanas absorveram, transformaram ou rejeitaram o modelo de narrativa ocidental da modernidade?

Acesso limitado a 60 pessoas com inscrições em luciana.msilva@hotmail.com e nuno.darq@gmail.com

Mirian Tavares [http://aim.org.pt/equipa/mirian.html] é Professora Associada da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Coordenadora do CIAC, Centro de Investigação em Artes e Comunicação. É diretora do Curso de Mestrado e vice-diretora do Doutoramento em Comunicação, Cultura e Artes. Com formação académica nas Ciências da Comunicação, Semiótica e Estudos Culturais (doutorou-se em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na Universidade Federal da Bahia), tem desenvolvido o seu trabalho de investigação e de produção teórica em domínios relacionados com o cinema, a literatura e outras artes, bem como nas áreas de estética fílmica e artística.

11.04.2013 | par martalanca | cinema

Ocupações Temporárias - Documentos

A exposição mostrará o percurso das “ocupações” em Maputo e no Mindelo, trazendo não só os documentos e as imagens do que se passou por lá, mas também obras originais, “réplicas” e algumas obras produzidas especificamente para esta mostra.

A partir das 19 dia 11, são todos benvindos à galeria do Piso 01 do Edifício Sede da Fundação Gulbenkian.

veja mais informação no blog das Ocupações Temporárias 

11.04.2013 | par martalanca | ocupações temporárias

Private Lives, CASCAIS

Exposição Colectiva de Fotografia no Centro Cultural de Cascais. Inauguração 11 de abril  (12 de abril a 26 de maio de 2013)

obras de:  Binelde Hyrcan | Délio Jasse | Kiluanji Kia Henda | Sergio Afonso | Yonamine (Angola); Filipe Branquinho | Mário Macilau | Mauro Pinto (Moçambique); René Tavares (S. Tomé e Principe); João Serra | Mónica de Miranda (Portugal)

10.04.2013 | par franciscabagulho | arte contemporânea

Hetero qb, Museu do Chiado, LISBOA

CURADORIA: Emília Tavares & paula roush

PROGRAMA (até 14 de Abril): Zanele Muholi & Peter Goldsmid (África do Sul). Difficult Love, 2010, vídeo, cor, som, 47’33’’. Cortesia da artista e Stevenson Gallery, Cape Town e Joanesburgo

“Esta programação apresenta um conjunto internacional de obras em vídeo realizadas por mulheres, sobre temáticas que vão desde o feminismo, ao lesbianismo e transgénero. A seleção de trabalhos abrange países e realidades consideradas “periféricas”, em relação ao discurso e prática do feminismo clássico euroamericano, usualmente mais conotado como progressista na defesa da igualdade das mulheres e do género. Sociedades em que as tensões históricas, culturais, sociais, políticas e naturais sobre o género têm sido, nas últimas décadas, disputadas e reivindicadas sob outros moldes, desafiantes da própria história do movimento feminista.

Por outro lado, esta programação revela alguns dos debates mais importantes sobre as questões dos feminismos ou pós-feminismo, assim como todo o âmbito das diversidades queer, desde o lesbianismo, bissexualidade, transsexualidade ou transgénero, que têm sido fundamentais para o esclarecimento e a constituição de uma nova cultura e mentalidade sobre estas realidades.

Um desses debates tem sido o protagonizado por Judith Butler, cuja teorização histórica sobre estas questões veio, recentemente, advogar uma aproximação dos movimentos feministas e transgénero na partilha de uma série de valores, contrariando um latente conflito entres as muitas facções da identidade sexual, a favor duma sociedade que reconfigure as distinções entre vida interior e exterior, evitando as abordagens patológicas da identificação de género cruzada. Para Butler, os termos de designação do género são uma categoria histórica e estão continuamente em processo de remodelação, o que deixa em aberto outras possibilidades para o seu entendimento, já que o “sexo” e a “anatomia” também não escapam às regulações e normativas culturais. O “masculino” e o “feminino” estão permanentemente sujeitos à mudança, cada um desses termos tem histórias sociais que mudam radicalmente segundo as fronteiras geopolíticas e as obrigações culturais.

Outro debate, tem oposto a hegemonia do discurso feminista euroamericano em países e culturas negras, índias, chinesas ou árabes, denunciado as dicotomias inerentes ao discurso feminista “branco” como forma de perpetuar as relações estruturais de poder do sistema capitalista e de identificar uma abordagem ocidental de superioridade sobre o “outro”.

Este é um âmbito de renovação dos discursos feministas que vem permitir novas formas de militância e teorização. Estudos e trabalhos concretos sobre o feminismo negro ou no Islão têm sido precursores de uma nova abordagem heterogénea e descentralizadora do discurso clássico feminista, aproximando-se em muitos dos seus aspectos da realidade dos países do sul da Europa, ao fazer confluir o debate e a prática para zonas de acção que englobam vertentes como o íntimo e o biográfico a cultura popular ou os costumes, em detrimento dum discurso filosófico e teorizante.

Este programa não pretende estabelecer nenhum discurso panfletário sobre as questões de género, mas considera que o enquadramento da heterossexualidade na sociedade contemporânea tem um papel normalizador e regulador duma autoridade patriarcal, permitindo grandes margens de desigualdade no seu exercício. Disso mesmo é exemplo a múltipla abordagem artística que em díspares meios sociais tem sido efectuada nas últimas décadas, utilizando diferentes linguagens para confrontar, denunciar, divulgar ou apenas divagar sobre a complexidade do género e da sua vivência.

O tema constitui ainda um tabu de contornos pouco esclarecidos em diferentes sociedades e por diferentes razões, mas um recente dossier sobre o tema, publicado pela revista Le Magazine Littéraire colocava uma pertinente questão “ devemos ter medo do género ou pelo contrário aproveitar a destabilização que o mesmo coloca às nossas normas de pensamento para transformar/melhorar a nossa sociedade.” O género é também uma doutrina em formação, cujos contornos de debate e investigação têm tido nos últimos anos uma exponenciação relevante, bem como têm interferido de forma fracturante na organização moral, ética e social das sociedades contemporâneas, o que por si só justifica a atenção que o tema nos merece.

A teoria do género tem sido debatida e questionada em vários meios mais científicos e intelectualizados, mas a realidade é que também se instalou no debate público entre interrogação e condenação sobre os novos modelos de vivência da sexualidade, e o seu consequente enquadramento legal e político.”

Emília Tavares (Curadora)

ARTISTAS: Ana Bezelga, Ana Pérez-Quiroga e Patrícia Guerreiro, Ana Pissarra, Carla Cruz, Catarina Saraiva, Célia Domingues, Cristina Regadas, Elisabetta di Sopra, Hong Yane Wang, Itziar Okariz, Joana Bastos, Lilibeth Cuenca Rasmussen, Maimuna Adam, Mare Tralla, Maria Kheirkhah, Maria Lusitano, Mónica de Miranda, Nilbar Güres, Nisrine Boukhari, Oreet Ashery, Patrícia Guerreiro, paula roush & Maria Lusitano, Pushpamala N, Rachel Korman, Razan Akramaw, Rita GT, Roberta Lima, Sükran Moral, Susana Mendes Silva, Tejal Shah, Zanele Muholi.

+ info sobre exposição


10.04.2013 | par franciscabagulho | feminismo, lesbianismo, queer, video art

Afrofuture now! Milano

afrofutureforget what you think you know about africa, the world’s second-largest continent is journeying to new frontiers. come face to face with this inspiring vision as you adventure with la rinascente into an afrofuturist design culture.

Afrofuture now! wednesday 10 april | 18:00 - 19:00 [La Rinascente, na Piazza dell Duomo]

Meet 10 of africa’s thinking elite in non-stop quick-fire presentations that introduce the tech, architectural, artistic, and experimental stories behind the rise of africa. brought to you by inspirational innovators from all over africa, speakers include technologist and social entrepreneur mariéme jamme, architect kunle adeyemi, design indaba founder ravi naidoo, artist cyrus nganga and design director of maker faire africa, jennifer wolfe. hosted by writer and journalist hannah pool.

Afrikea, Il Diavolo - Party In The Afrofuture By paulo moreira + pedro coquenão feat. batida dj set thursday 11 april | 19:00 - 22:00  [La Rinascente, na Piazza dell Duomo]

Lisbon and luanda collaborate on a portuguese-angolan mash-up musical performance for afrofuture. wrapping the whole stage structure in angolan motifs will set the scene pedro coquenão and paulo moreira unleash the party.


10.04.2013 | par franciscabagulho | arquitectura, design, dj

Lisboa em Si

Lisboa em Si tem como objectivo explorar as possibilidades musicais de uma cidade à beira rio. O desenho e toponímia de Lisboa servem como anfiteatro natural para uma paleta de sons e texturas que a caracterizam de forma única e sedutora.

De Lisboa para Lisboa… dos sons que esta produz na sua quotidianidade para uma viagem musical irrepetível.

O resultado será uma composição musical de sete minutos, recorrendo aos apitos de embarcações, viaturas de bombeiros, comboios, sinos de igrejas e campainhas de eléctricos. Cerca de cem músicos irão interpretar uma peça original em directo, coordenados entre eles via rádio e espalhados pela zona ribeirinha da cidade.

LOCAL
O evento irá decorrer em toda a zona ribeirinha da cidade de Lisboa, delineado a este pela igreja de St. Estêvão, a oeste pela igreja de St. Catarina e a norte pelo Miradouro de S. Pedro de Alcântara.

Na concepção da obra foram identificados 7 pontos de escuta, que serviram de referências espaciais para um melhor entendimento da dinâmica dos sons neste palco improvisado – Miradouro de ST. Catarina, Praça Camões, Miradouro de S. Pedro de Alcântara, Miradouro da Graça, Castelo de S. Jorge, Miradouro de St. Luzia e Praça do Comércio. A música foi, no entanto, composta para ser usufruída em qualquer lugar, dentro da área já referida, com as variações inerentes às fontes sonoras vizinhas.

web

10.04.2013 | par herminiobovino | Castelo de S. Jorge, lisboa, música, Rio Tejo

BATIDA representa Portugal em Milão e Nairobi

Batida continua a dar cartas internacionalmente. Depois das actuações em Paris, Londres e Berlim, Pedro Coquenão foi convidado a apresentar uma das máscaras que construiu para o seu espectáculo, na exposição AFROFUTURE, integrada na Milan Design Week, que decorre esta semana em Itália. A exposição será feita em conjunto com Paulo Moreira e complementada com um Dj Set no mesmo espaço.

Dois dias depois viaja até Nairobi para representar Portugal  no projecto TEN CITIES, organizado pelo Goethe-Institut: Uma experiência multicultural única que juntará músicos e produtores de música electrónica de 5 cidades Europeias e 5 Africanas. Neste caso, juntam-se Lisboa e Nairobi. Batida irá interagir com bandas locais, com o objectivo de produzir temas em conjunto que serão reunidos posteriormente numa compilação e preparar uma actuação única dia 27 na capital do Quénia.

Deste projecto constam os produtores europeus e africanos: Diamond Version (Alva Noto e Byetone), Gebrüder Teichmann, Jahcoozi, Pinch, Rob Smith, Dirty Paraffin, Vakula, Dubmasta, Wura Damba, Oboyega Oyedele, Djeff, DJ Satellite, Just A Band, Camp Mulla, Marco Messina, Lucio Aquilina e os também portugueses Octa Push em representação de Lisboa.

Relembramos que Batida encontra-se a preparar a edição de um novo disco.

 

Mais informação:

http://www.afrofuture.it/afrofuture/performance/en/28/thursday/afrikea-il-diavolo-party-in-the-afrofuture-by-paulo-moreira-pedro-coquenao-feat-batida-dj-set/

http://www.ten-cities.com/TENCITIES-Brochure.pdf

https://www.facebook.com/batida

 

 

09.04.2013 | par martalanca | batida, fazuma