(in)continente - aos domingos no bartô - música africana ao vivo - outubro

Todos os domingos, das 22h às 2h no Bartô-  Chapitô, costa do castelo, 1 - LISBOA

ENTRADA LIVRE vamos dançar!

Bandas e cantores de proveniências várias, sobretudo das Áfricas, em trânsito ou fixados nestas bandas, aplicam-se na melodia e por aqui farão passar muitas correntes de música. Sem categorizações estanques descobrimos, no quebrar de ancas, que o ritmo faz as coisas acontecerem.

Romeu di LurdesRomeu di LurdesRomeu di Lurdes - dia 9

Romeu di Lurdes  – traz os ritmos cabo-verdianos e na alma africanidade para celebrar, transmitir e viver a sua raíz cultural no batuque, tabanca, funaná, finaçon (ilha de Santiago), mornas, coladeras e cola san jon das restantes ilhas da morabeza.

Márcio Costa and FunkyPro - dia 16

Márcio Costa and FunkyPro reúnem em acústico o funk, o soul, o pop e ritmos do semba. É uma mistura musical composta, original e repleta de energia. No seu reportório, Márcio Costa apresenta já canções originais, onde a voz e a  ecléctica banda são simplesmente um fio condutor das suas influências musicais, tais como: Stevie Wonder, Aretha Franklin, Bonga e James Brown. Interessante ver e ouvi-los.

Maio Coopé - dia 23

Maio Coopé Maio Coopé Mário da Silva é um artista multifacetado cujo talento se tem revelado tanto nas artes plásticas (pintura e escultura) como na música ou mesmo no cinema. Mas é enquanto músico que Maio Coopé - nome artístico que adoptou e cuja origem se prende com o facto de ter estado ligado durante alguns anos à comunidade de cooperantes europeus em Bissau - é mais conhecido, tanto na Guiné-Bissau como internacionalmente.

Maio Coopé reside em Portugal há mais de uma década. A sua música tem uma forte expressão artística e identitária e desperta grande empatia no público.

No Bartô apresentará o seu projecto musical – “Maio Gumbé”.

Stefhan Almeida -dia 30

Stefhan Almeida, músico cabo-verdiano, nasceu na Cidade de Mindelo, Ilha de S. Vicente (1989). Filho do célebre instrumentista BAU, começou a tocar aos 6 anos de idade e aos 10 deu o primeiro concerto com o pai no Café Music em Mindelo. Em 2007 participou num curso de iniciação de guitarra com a Mestre Júlia Cavicchioni. Aos 16 começou a acompanhar músicos experientes como BIÚS, Gabriela Mendes, Dudú Araújo em vários festivais de música. Chegou a Lisboa em 2011 e já acompanhou célebres músicos cabo-verdianos, portugueses e espanhois, como Tito Paris (Casa da Morna), Toy Vieira, Humberto Ramos, Armando Tito, Nancy Vieira e participou recentemente no novo álbum do Rui Veloso, “A espuma das canções”.

Stefhan Almeida Stefhan Almeida  

organização ZONA FRANCA / BARTÔ

07.10.2011 | par martalanca | música africana, zona franca

Aline Frazão + Cacique 97 + Afro Blu Dj's, hoje 7 Out. no Arte & Manha, LISBOA

20h Aline Frazão

Uma das mais interessantes revelações da nova geração de músicos angolanos, misturando as suas raízes com influencias da Bossa Nova e do Jazz.

Destacando-se como compositora das suas canções, Aline apresenta-nos um concerto acústico onde cantará temas do seu primeiro disco lançado no fim deste ano.

23h Cacique 97

Este colectivo engloba elementos de grupos como os Cool Hipnoise, Philharmonic Weed e Orelha Negra, projectos bem conhecidos nas áreas do funk, reggae e do som afro. A paixão pela música de Fela Kuti e Tony Allen uniu estes músicos para a concretização de um objectivo comum: criar um colectivo que espelhasse a mestiçagem lisboeta, através do cruzamento do ritmo caracteristicamente nigeriano que é o afrobeat, com a tradição musical dos países lusófonos, sempre tão presente na capital portuguesa. Os Cacique´97 pretendem dar origem a uma banda sonora global dos novos tempos sem perder o lado reivindicativo e de promoção da consciência social característica do afrobeat.

Depois do concerto: Afro Blu Dj’s

Lady G. Brown, Johnny, Lucky e João Gomes são os AfroBlu.

A ligação entre o background de cada um e os seus gostos pessoais criou um conceito que era desejado na noite e nas festas urbanas. Misturam-se as nacionalidades angolana, moçambicana e congolesa com discos de Cesária Évora, Fela Kuti, Bezerra da Silva, Paulo Flores e os beats de Madlib, Buraka Som Sistema e Marcelo D2.

Os sets AfroBlu são quentes. O ambiente é equatorial, o ritmo sai do Continente Negro, cruza o Atlântico rumo às Caraíbas e recarrega as baterias de novo em Portugal.

ARTE & MANHÃ _ Av. Duque de Loulé, 22B

07.10.2011 | par franciscabagulho | Afro Blu Dj's, Aline Frazão, cacique 97

Lisboa Mulata, novo disco dos Dead Combo, dia 7 Out, LISBOA

Rifas, música com os melhores mete-discos do Universo, bailarico, comes e bebes a preços económicos, carrinhos de choque, cachupa, fogo de artificío, largada de touros, pesca desportiva, tudo isto e muito mais na estrondosa festa de lançamento do novo CD dos Dead Combo “Lisboa Mulata” no próximo dia 7 de Outubro a partir das 22h00 no Sport Clube Intendente em Lisboa.
Largo do Intendente Pina Manique, 52 S/L
produção LARGO Residências    www.largoresidencias.com

06.10.2011 | par franciscabagulho | dead combo, música

Batida apresenta “Dance Mwangolé”

Em vésperas de ver o seu primeiro disco reeditado internacionalmente, Batida apresenta-se no Kaloobang, Festival na Ilha Reunião, já neste Sábado 8 de Outubro.

Na edição deste ano estão alguns dos artistas mais populares em África, como Alpha Blondy ou Magic System, mas também projectos como Nortec Collective ou Céu, a revelação brasileira, e uma gigante festa Crioula. Batida encerra o palco principal no sábado e Dj  Mapula prolonga a noite na tenda dis Dj´s.

Localizado em Saint-Denis, o Kaloobang Festival nasceu pelo desejo de incentivar a mistura de artistas e de promover o intercâmbio cultural com o resto do mundo. Essa é a natureza da Ilha Reunião, cuja história é feita de mestiçagens:  sítio de passagem de Árabes, visitada por marinheiros Swahilis, até à descoberta pelo Português D.Pedro Mascarenhas em 1507, foi mais tarde colonizada pelos Franceses e assumida como seu território até hoje. Situa-se a este de Madagáscar, a sua população de cerca de 700.000 pessoas, espalhada à volta de um imponente vulcão, é composta por gerações de imigrantes Africanos, Indianos, Chineses e Europeus, que utilizam o Francês e o Crioulo da Reunião como línguas.
Esta é mais uma viagem na internacionalização de Batida que, já passou pelo referencial Festival Transmusicalles em França e o Sfinks na Bélgica e por países como o Brasil, Suiça e Holanda.

www.kaloobang.re

www.facebook.com/batida

06.10.2011 | par joanapires | artistas, artistas africanos, batida, intercâmbio cultural

Curso de formação para alfaiates africanos

No âmbito do seu projecto de Doutoramento, em Design de Moda Sustentável, a designer Sofia Vilarinho, criou uma plataforma de formação para os alfaiates/costureiros  imigrantes, de origem africana e a exercer esta actividade  em Lisboa. As acções de formação ( 2011/2012) vão decorrer no Modatex- Centro de formação profissional da Industria têxtil vestuário, confecção e lanifícios - e têm como principal objectivo, activar o desenvolvimento técnico dos formandos, nas disciplinas de modelagem e costura.

Projecta-se que esta formação tenha inicio em Novembro de 2011 e que se desenvolva durante o período de 1 ano.

Para este curso de formação, existem ainda cinco vagas.

Aos interessados ou para outras informações adicionais, queiram por favor contacta através do email vilarinho.sofia@gmail.com , até à data de 12 de Outubro, 2011.

Requisitos necessários para esta formação:

-  ser maior de 18 anos;

- ser alfaiate ou costureiro de origem africana e com conhecimentos de modelagem e costura;

- ter a situação de legalização no país regularizada ou com processo a aguardar a regularização;

- ter conhecimento da língua portuguesa

06.10.2011 | par joanapires | curso, formação

Un preludio africano del Holocausto

Dos cráneos mondos presidían la ceremonia en sendas urnas transparentes. Banderas de Namibia cubrían los otros 18, dispuestos en cajas de cartón gris. Son los restos de 20 hereros y namas (grupos étnicos del sur de África) muertos en las guerras coloniales que, enviados hace 100 años a Berlín como piezas de museo para su estudio antropológico y “racial”, regresan ahora a Namibia. Recibirán sepultura tras un siglo conservados en cajones a miles de kilómetros del lugar donde murieron. El viernes, la ceremonia pública de entrega en la clínica berlinesa Charité se convirtió en un acto de protesta contra el olvido alemán del primer genocidio del siglo XX.

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04.10.2011 | par martalanca | Hereros, Namíbia

Distinção para Ana Clara Guerra Marques

A Directora da CDC Angola, Ana Clara Guerra Marques, foi ontem distinguida com o Diploma de Honra da UNAC (União Nacional dos Artistas e Compositores) na categoria de “Pilar da Dança” em Angola. Esta categoria é atribuída a “artistas surgidos antes da década de 80, cujas obras ou actos influenciaram as gerações posteriores, contribuindo para a preservação e desenvolvimento da cultura nacional.” Desta associação, da qual é membro desde a sua criação, Ana Clara recebeu já o “Prémio Identidade” em 1995.
Companhia de Dança Contemporânea de Angola
+244 926091954

01.10.2011 | par martalanca | Ana Clara Guerra Marques

Lançamento e apresentação do livro 'Marquesa de Alorna', de Maria João Lopo de Carvalho

O primeiro romance histórico da autora revela uma mulher rebelde, culta, apaixonada e sonhadora que deslumbrou Portugal e a Europa nos séculos XVIII e XIX. Uma figura inspiradora para as mulheres do Portugal de hoje. O livro chega a 10 de Outubro e assinala o regresso à escrita para adultos de Maria João Lopo de Carvalho. A apresentação pública será no dia 6 de outubro, no Convento de São Félix, em Chelas, e terá Marcelo Rebelo de Sousa como apresentador.

A escritora Maria João Lopo de Carvalho vai publicar, com a Oficina do Livro, o romance histórico Marquesa de Alorna, um trabalho de fôlego - quase 700 páginas - dedicado à mulher que inspirou a autora durante quase toda a sua vida. No início do Séc. XX, a família Lopo de Carvalho adquiriu a Quinta da Alorna, em Almeirim, onde viveu Leonor de Almeida, a Marquesa de Alorna. Maria João Lopo de Carvalho cresceu a ouvir relatos da extraordinária vida desta mulher, viveu nos mesmos lugares por onde passou aquela que foi uma referência histórica nas artes e na cultura portuguesas, e encontrou neles a grande inspiração para escrever o seu primeiro romance histórico, um livro que assinala o regresso de Maria João Lopo de Carvalho à escrita para adultos.

Uma mulher à frente do seu tempo

Marquesa de Alorna é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite. Leonor de Almeida, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna – nomes de uma mulher única e plural, inconfundível entre as elites europeias. Com a sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, viajada, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. Viveu uma vida intensa e dramática, sem nunca se deixar vencer. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio.

Sobre a autora

Maria João Lopo de Carvalho é licenciada em Letras pela Universidade Nova de Lisboa. Foi professora de português e de inglês em todos os graus de ensino básico e secundário. Passou pelas áreas de educação e cultura na Câmara Municipal de Lisboa e foi copywriter numa agência de publicidade. Começou a publicar na Oficina do Livro em 2000, com o best seller  «Virada do Avesso». Hoje tem 40 títulos editados, vários best sellers, entre romances, livros infantis, livros de crónicas e manuais escolares, e é também autora do novo método de português como língua estrangeira publicado pelo Instituto Camões. Tem tido grande destaque na escrita infanto-juvenil com a colecção «7 irmãos» e é autora recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. É cronista regular na imprensa escrita e na televisão. «Marquesa de Alorna» é o seu primeiro romance histórico. Retomou a escrita para adultos após 6 anos a escrever para crianças e jovens.

01.10.2011 | par joanapires | Marquesa de Alorna, romance