Nôs Terra

Os pais vieram de uma antiga colónia portuguesa. Eles nasceram em Lisboa mas sentem-se mais cabo-verdianos. Saíram do bairro de infância para ir viver para o bairro social. Falam português mas também, desde muito cedo, aprenderam crioulo. Falam sobre a dualidade e a conflitualidade de pertencer a dois mundos que vivem de costas voltadas, mas que apesar de tudo, lhes pertencem como um só “Nôs Terra” é um documentário centrado no processo de construção de um contra discurso protagonizado por jovens negros portugueses.

http://crioulidades.blogspot.com/p/filmes.html

21.06.2011 | par franciscabagulho | cabo verde, documentário

Imaginem um mundo sem direitos de autor nem monopólios

Acaba de ser publicada a versão em português do livro “Imaginem um mundo sem direitos de autor nem monopólios”, dos pesquisadores holandeses Joost Smiers e Marieke van Schijndel que pode ser livremente acessado neste link para download.

O livro dos pesquisadores holandeses Joost Smiers e Marieke van Schijndel analisa os mercados culturais e identifica duas forças que contribuem para a monopolização desses mercados: o copyright e os grandes conglomerados, mais ainda no campo digital do que no chamado mundo antigo. Smiers e van Schijndel defendem que, sob uma perspectiva democrática, tal cenário não é aceitável, e questionam o que poderia acontecer se os direitos de autor fossem abolidos e a dominação do mercado cultural fosse dilapidada, combinando-se isso à revitalização da competição ou a políticas antitruste.

Segundo os autores, como resultado haveria uma mudança fundamental na posição dos artistas, gerando uma situação econômica melhor distribuída para a maioria, e correspondentemente diminuindo o rendimento dos artistas de grande renome. Ao mesmo tempo, seria resguardado o domínio público do conhecimento e criatividade, que de acordo com o argumento do livro não mais seriam privatizados.

Os autores

Joost Smiers é professor de ciência política das artes e pesquisador no Grupo de Investigação sobre Arte e Economia na Escola Superior das Artes de Utrecht (Holanda). O seu livro “Arts Under Pressure. Promoting Cultural Diversity in the Age of Globalization” foi traduzido em dez línguas. Escreveu com Nina Obuljen Unesco’s Convention on the Protection and Promotion of the Diversity of Cultural Expressions. Making it Work (Zagreb, 2006). Tem em preparação um estudo sobre o ruído: “A quem pertence o espaço público?”. Vive em Amsterdã.

Marieke van Schijndel é diretora do Museu Catharijne Couvent de Utrecht, depois de ter sido diretora-adjunta da Fundação Mondriaan, que financia atividades (internacionais) nos domínios das artes plásticas e da patrimônio cultural. Tem uma pós-graduação em Administração de Empresas na Universidade Concordia de Montreal, estudou ciências do teatro, do cinema e da televisão. Vive em Utrecht.

21.06.2011 | par martalanca | direitos de autor, mercados culturais

new Africa Reseach Fellowship

The Africa International Affairs Programme at LSE IDEAS invites
applications for the new Africa Reseach Fellowship
Applicants should be established African scholars in the field of
international affairs and security studies sciences with experience of
research on Africa. Applicants should hold a PhD or comparable
qualifications and experience – the fellowship is not intended for
students registered for a degree or diploma, nor is it intended for senior
academics.

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21.06.2011 | par martalanca | research

Batida - Cuka (Isso é o que eles querem!)


“Cuka”, numa alusão à cerveja mais bebida em Angola, (tão barata quanto a água engarrafada), fala de um kota que se resignou ao vício do álcool, mas que se arrependeu e decidiu pregar o oposto a todo o povo Angolano na forma de um refrão: “Heh Mwangolé! Não faz como nós não perde o teu tempo só a běbě!” A história termina porque (…) “O kota tanto falou, até que parou” (morreu). 
Uma música de baile, interpretada pela “Orquestra Alcoólica do Wako Kungo”, sob a batuta errante de Kota Bolota, na letra do Ikonoklasta.

via Fazuma 

20.06.2011 | par franciscabagulho | angola, fazuma, ikonoklasta

Café da Noite à Trincheira Firme da Revolução: Uma História da Rádio em Angola

Café da Noite à Trincheira Firme da Revolução: Uma História da Rádio em Angola, Colóquio Marissa Moorman, Associate Professor of History, Indiana UniversityTerça-feira, 21 de Junho, 18h00Auditório 2, Torre BFac. Ciências Sociais e Humanas

Dr. Moorman is a historian of southern Africa whose research focuses on the intersection between politics and culture in colonial and independent Angola. Her book Intonations explores how music was a practice in and through which Angolans living under extreme political repression imagined the nation and how the particularities of music and historical moment cast this process of imagining in gendered terms. Drawing on interviews with musicians and consumers of music, prof. Moorman explores how memory, experience and pleasure shape politics and history. She also demonstrates how cultural practice is productive of politics and not just derivative of it. Today’s talk is about her new research into the relationship between the technology of radio and the shifting politics of southern Africa as anti-colonial movements established independent states in the context of a region newly charged by Cold War politics.

20.06.2011 | par martalanca | música angolana

La Escuela Mexicana de Escritores

abre sus puertas en julio [2011]

  • Una propuesta académica de vanguardia para quienes desean ser escritores
  • Conjunta una plantilla de reconocidos profesores e instalaciones de primer nivel, en Coyoacán
  • Comienza actividades con un diplomado de cuatro semestres y cinco talleres en la quinta Colorada

Nacida del deseo de ofrecer un espacio de iniciación de talentos amable, transparente y riguroso, la Escuela Mexicana de Escritores (La EME) comenzará el próximo 4 de julio su primer diplomado presencial en la Ciudad de México, con una propuesta inédita: la de que es la obra lo que hace al escritor. Por ello el plan de estudios está orientado a que los participantes trabajen en una obra personal a lo largo de los cuatro semestres, hasta concluirla, pues será ésta, y no el diploma, lo que les permitirá llamarse escritores.El desarrollo del trabajo literario no es un problema de redacción; además de saber usar las palabras y ejercitarlas en los distintos géneros literarios, el escritor requiere del auxilio de muchas disciplinas y conocimientos, y La EME surge como el espacio por excelencia para proveer a los escritores en ciernes de las herramientas, el entorno y la interlocución para explorar y desarrollar su vocación y talento.El equipo docente de la nueva escuela, encabezado por el escritor Mario González Suárez (director académico) y el periodista Marco Lara Klahr (director administrativo), está integrado por escritores que, además de reconocidas trayectorias en el ámbito de las letras, tienen amplia experiencia en la docencia. Trabajando en conjunto, diseñaron un diplomado dividido en tres semestres formativos e informativos que ayudarán a los participantes a reflexionar sobre el fenómeno literario y su relación con él, y un cuarto semestre que, mediante la modalidad de talleres y tutorías, estará dedicado a trabajar los textos que los estudiantes produzcan. De este modo, La EME plantea un curso que va mucho más allá del valor meramente curricular y se sitúa entre las propuestas académicas más vanguardistas de la literatura contemporánea.Para inscribirse al diplomado, los aspirantes deben llenar una solicitud en línea (escuelamexicanadeescritores.comy en ese momento obtener el tema de su examen, la cita de la entrevista y los detalles del proceso de selección y las formas de pago.

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20.06.2011 | par martalanca | escritores, México

Lançamento do livro com presença de Ben Morea - LISBOA

Amanhã na Severa, Quarta no RDA69  20h Jantar 21h Filme mais conversa

Two hours with Ben Morea and Dave Wise:

Ben Morea was fantastic listening for anyone of my age. Modest, funny, self deprecating but poltically astute. He coveredeveryone from Abbie hoffman to valerie Solanos and H Rap brown. After the murder of the panthers fearing for his own life he’d fled into the forests for 35 years. Two things stood out. The Motherfuckers were slated by radical artists for being too interested in politics and by polticos for being too interested in art. But Ben wanted a total revolution – an all embracing group of the kind you don’t get anymore. they recfused to be pigeon holes – they wante ‘the totality for kids’ Ben was also very warm and generousspirted to people he disagreed with. He’s say how much he disagreed with say Abbie hoffman and then dd disarmingly ‘i loved him’ Maybe that generosity could be replicated now. He also dismissed the ‘dogma’ of the situationists saying the Motherfuckrs wanted to fuck things up not wallow in dogmatic pronouncements. ‘I’m the only person to be expelled from the SI who was never a member in the first place’ he said.he also spoke touchingly about the waifs and strays and nutters who the Mothefucker family took in and looked after ‘it was a violent place the lower east side’ he reminded us. One such was Valerie Solanas who had shared a house with Ben and who later applauded her assasinaton attempt on warhol – ‘thats when the art radicals fell out with us’ he laughed. Someone asked him ‘What do you think of Banksy?’ Ben looke quizzical not understanding the queston….He’d never heard of Banksy.

20.06.2011 | par martalanca | motherfuckers