FESTin 2012 – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa

O FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa regressa ao Cinema São Jorge, em Lisboa, de 9 a 20 de maio de 2012, incluindo uma Mostra de Cinema Brasileiro Contemporâneo, a propósito do Ano do Brasil em Portugal. 

O Brasil será o país homenageado nesta 3ª edição, sucedendo a Moçambique (2010) e a Portugal (2011), no entanto, a partir do próximo ano, o festival passará a integrar sempre na sua programação a Mostra de Cinema Brasileiro anteriormente produzida pela Fundação Luso-Brasileira.

As inscrições para a Selecção Oficial Competitiva de Cinema de Expressão Portuguesa (longas e curtas metragens) estão abertas até 31 de janeiro de 2012 e o regulamento pode ser consultado no site do FESTin.

Para além das secções competitivas de longas e curtas-metragens e de mostras temáticas paralelas, o FESTin promove ainda debates e oficinas para crianças e jovens. No próximo ano a organização do evento pensa alargar as suas atividades às comunidades de língua portuguesa espalhadas pelo mundo.

O FESTin foi criado em 2010 com o objetivo de celebrar e fortalecer a cultura de expressão portuguesa através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social. É organizado pela Padrão Actual, em co-produção com a Fundação Luso-Brasileira e a EGEAC – Cinema São Jorge.

Em 2011, a 2ª edição do festival realizou-se entre 26 de Abril e 1 de Maio e exibiu 78 produções dos oito membros da Comunidade de Países da Língua Portuguesa, que foram vistos por mais de 3000 espectadores. A longa-metragem vencedora da 2ª edição foi “Hortas di Pobreza”, da jovem realizadora Sara de Sousa Correia.

27.09.2011 | by joanapires | Brasil, cinema, cinema brasileiro contemporâneo, cultura de expressão, festin, Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa

“Arte Vídeo em Trânsito – I Mostra Lusófona de Vídeo Arte”

1 OUTUBRO – 31 OUTUBRO

Chamada para recepção de obras!

 

A Arte Projectada - Actividades para a área dos audiovisuais (Portugal), encontra-se a organizar uma Mostra de Vídeo Arte Lusófona (Arte Vídeo em Trânsito – I Mostra Lusófona de Vídeo Arte), tendo como principal objectivo a cooperação lusófona na promoção cultural e artística e a criação de sinergias entre os diversos agentes promotores de cultura.

Procura com esta Mostra, lançar o debate de ideias resultantes do entrecruzar de diferentes abordagens ao tema “Reflexão em Viagem”, que desde logo suscita um olhar para o mundo, o olhar para o(s) outro(s).

 

Aqui pode consultar o Regulamento Geral e descobrir como participar.

27.09.2011 | by joanapires | arte, videoarte

africando

29 de Setembro – quinta-feira

15H30

CINEMA

Tarrafal. Memórias do campo da morte lenta, Diana Andringa (88 minutos).

Projecção seguida de conversa/debate

Neste documentário, Diana Andringa recupera as memórias dos últimos ocupantes da prisão política que recebeu portugueses e africanos que lutaram contra o regime de Salazar e pela independência das ex-colónias africanas. Filmado durante o Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, que reuniu na Ilha de Santiago, Cabo Verde, muitos dos que por ali passaram, este documentário é mais um contributo para a memória colectiva portuguesa e um excelente ponto de partida para um debate sobre um tema da maior importância.

Lotação máxima: 50 lugares

Os bilhetes podem ser levantados na recepção do museu a partir do dia 27 de Setembro (terça-feira) no horário de abertura do museu.

18H30

Celina Pereira, Cabo Verde, apontamento musical

MESA REDONDA: cultura contemporânea africana

Celina Pereira (cantora caboverdiana); Filinto Elísio (escritor, poeta caboverdiano); Lúcia Marques, Próximo Futuro, Fundação Calouste Gulbenkian; Marta Lança, Buala; Joana Peres, direcção artística e coreográfica da Allantantou Dance Company, Portugal; José António Fernandes Dias, AFRICA.CONT. Esta mesa redonda/tertúlia tem como objectivo promover a reflexão e o diálogo em torno da produção cultural africana na contemporaneidade, em particular nos países de língua oficial portuguesa, bem como debater as múltiplas formas de relacionamento entre cultura africana e cultura ocidental.

Lotação máxima: 50 lugares

Os bilhetes podem ser levantados na recepção do museu a partir do dia 27 de Setembro (terça-feira) no horário de abertura do museu.

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26.09.2011 | by joanapires | africando, cinema, cultura africana, dança, música

Manger et boire en Afrique avant le xxe siècle - revista Afriques

Afriques est une revue internationale d’histoire des mondes africains, qui privilégie les époques antérieures au XIXe siècle, en dialogue avec d’autres disciplines comme l’archéologie, la philologie, l’anthropologie ou la linguistique.
“Pour une nouvelle histoire des mondes africains avant le XIXe siècle” (lire l’éditorial).

 

Appel à contribution Call for papers

Manger et boire en Afrique avant le xxe siècle.

Cuisines, échanges, constructions sociales

Eating and drinking in Africa before the 20th century:
Cuisines, exchanges, social constructions

Publiée en ligne sur le portail Revues.org depuis avril 2010, Afriques. Débats, méthodes et terrains d’histoire (http://afriques.revues.org) est la seule revue d’histoire à être consacrée à l’Afrique dite « ancienne », c’est-à-dire antérieure au xxe siècle. Pour son cinquième numéro thématique, prévu pour la fin de l’année 2012, Afriques lance un appel à contribution sur le thème : « Manger et boire en Afrique jusqu’au xixe siècle. Cuisines, échanges, constructions sociales ». L’année prochaine, dix ans se seront écoulés depuis la parution de l’ouvrage collectif Cuisine et société en Afrique : histoire, saveurs, savoir-faire (M. Chastanet, F.-X. Fauvelle-Aymar, D. Juhé-Beaulaton, dir., 2002). Resté à ce jour l’un des rares ouvrages d’histoire consacrés à ce thème, il fut l’occasion d’un bilan sur l’histoire des produits, des plats, des boissons et de la commensalité en Afrique. Ce bilan, le cinquième numéro de la revue Afriques voudrait le renouveler en insistant – comme c’est la spécificité de la revue – sur les périodes antérieures au xxe siècle.

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25.09.2011 | by martalanca | afriques

Caipirinha Lounge

É com muito prazer que vos apresento a mais nova mixtape de um dos vossos blogs preferidos. É a terceira edição da Lusofonia Acústica e é uma colecção de 25 canções em que a guitarra e a voz são os principais ingredientes de cada composição. Contém músicas vindas dos quatro cantos do mundo lusófono, com autores como Thiago Pethit, a Tiê, os Kafala Brothers, Ana Moura, Narf & Manecas Costa, e Aline Frazão. 

Welcome to the third edition of Lusofonia Acústica, a collection of 25 acoustic songs from the four corners of the Lusophone world. You’ll hear music by Thiago Pethit, Tiê, the Kafala Brothers, Ana Moura, Narf & Manecas Costa, and Aline Frazão, among many others. 
Lusofonia Acústica, Vol. 3 (link to blog post on Caipirinha Lounge with detailed play order)
Lusofonia Acústica, Vol. 3 (Direct link to playlist)

Caipirinha Lounge / Cláudio Silva

25.09.2011 | by martalanca | música

MINDELACT: "um festival que Cabo Verde se orgulha de ter"

No “balanço pessoal” que faz da última edição do festival Mindelact, que terminou no passado dia 17 de Novembro, João Branco, director artístico do evento desde a sua criação, dá os parabéns à cidade do Mindelo pela forma como acolheu, “de braços abertos”, a 17.ª edição do Festival Internacional de Teatro daquela cidade.

“Há muitos anos que não tinhamos tanta gente a encher todos os espaços da programação”, afirma João Branco, aproveitando para voltar a alertar para a falta de espaços cénicos em São Vicente: “salas cheias, algumas delas a rebentar pelas costuras, vieram mais uma vez lembrar do que se poderia fazer havendo uma sala de espectáculos com mais condições e, principalmente, mais lugares disponíveis para um público crescente e apaixonado”. A este respeito, lembra também a situação do Éden Park, sala fechada há vários anos e que continua com o futuro incerto: “Mais um ano em que o festival mindelact se fez obrigando muita gente a ficar de fora das salas de apresentação por falta de espaço com o cadáver do cine-teatro Éden Park a assistir, impávido e sereno, do alto da principal praça da cidade, ao acontecimento e ao constrangimento”.

O festival foi, ainda assim, um “grande sucesso de público”, em todas as propostas de programação: no palco principal, no festival off, no espaço dedicado às crianças, no ciclo internacional de contadores de histórias. No depoimento que publicou no blog Café Margoso, Branco destaca ainda a intensidade da programação - “cerca de 30 espectáculos de teatro, uma média superior a três apresentações por dia” - , que envolveu “20 companhias oriundas de 12 países”. A procura registada para as oficinas (“superior a noventa por cento”) é outro factor valorizado pelo director do Festival, que afirma: “Acredito, cada vez mais, e tenho tido várias confirmações e testemunhos de quem conhece a realidade africana, que o festival mindelact é hoje o maior evento das artes cénicas africanas”.

notícia retirada de Cena Aberta 

25.09.2011 | by martalanca | cabo verde, Mindelact