“A identidade multicultural da Índia”

“A identidade multicultural da Índia”   A que Índia nós devemos referir quando tentamos apresentá-la? Um poder global do século XXI ou um país pobre em vias de desenvolvimento? Uma economia baseada na tecnologia de ponta ou numa agricultura de subsistência? Um estado liberal secular ou uma sociedade profundamente religiosa? Uma civilização antiga e tradicional ou uma cultura que está a tornar-se cada vez mais moderna? As possibilidades são muitas e é nelas que residem os desafios a uma investigação no domínio das humanidades e das ciências sociais.

Vou lá visitar

14.08.2012 | por Shiv Kumar Singh

Dois livros sobre multiculturalismo na Banda Desenhada - Frederick Luis Aldama

Dois livros sobre multiculturalismo na Banda Desenhada - Frederick Luis Aldama Matérias como a homossexualidade, os afro-americanos, os asiáticos-americanos, os nativos americanos, os mestiços, o nacionalismo negro, a representação dos outros países, outras nacionalidades, os estereótipos clássicos ou contemporâneos, encontram o seu lugar em textos que se debruçam desde a banda desenhada da Marvel e o Vimaranama de Grant Morrison e Philip Bond a clássicos alternativos como Adrien Tomine a autores contemporâneos, como Derek Kirk Kim e Gene Luen Yang, passando por banda desenhada mais obscura...

A ler

10.08.2011 | por Pedro Moura

Vulnerabilidade, espaços e construção de fronteiras

Vulnerabilidade, espaços e construção de fronteiras Falar de zona de contacto, equivale a falar de distância e de proximidade, mas, sobretudo, do caracter precário e político das fronteiras culturais e das suas desigualdades. A forma como estes conceitos são articulados determina o modo como se define e interroga teorias e práticas de diálogo intercultural, questões de multiculturalismo e cidadania.

Jogos Sem Fronteiras

09.07.2011 | por Manuela Ribeiro Sanches

Desta nossa-de-todos Lisboa, sobre os espectáculos de Outras Lisboas

Desta nossa-de-todos Lisboa, sobre os espectáculos de Outras Lisboas "Lisboa está diferente, cheia de outros e novos lisboetas, de novos cheiros e novos sons” e é construída por “muitas Lisboas, outras gentes, outros públicos”. Em 2008 foi encomendada a construção de três espectáculos-reflexão sobre as comunidades de imigrantes existentes na cidade de Lisboa: ao Teatro Meridional foi atribuída a africana, ao Teatro Praga a de leste e a’O Bando a brasileira.

Palcos

16.11.2010 | por Marta Lança e Ana Bigotte Vieira

Lisboa pós-colonial e outras fortalezas na modernidade

Lisboa pós-colonial e outras fortalezas na modernidade Como praticar o cosmopolitismo, se a cidade persiste em criar barreiras entre aqueles que pertencem e os que dela são excluídos? Se os bairros lisboetas tradicionais têm vindo a acolher imigrantes recentes, estes também são rapidamente imobilizados em territórios específicos, como o Martim Moniz, a Praça de S. Domingos, os Restauradores, algumas partes de Alfama, antigo gueto mouro e judeu. Algo que testemunha o carácter sempre multicultural da cidade; tanto os seus momentos mais tolerantes como racistas. Mas, por sua vez, aqueles que vivem há mais tempo em Portugal e cujos filhos já nasceram em Lisboa parecem ter sido relegados, banidos, para não-lugares, as banlieues, locais de ostracismo, bairros sociais que fornecem a matéria-prima que apimenta as noticias sensacionalistas que os repórteres gostam de inventar em torno da criminalidade, violência e diferença.

Cidade

13.05.2010 | por Manuela Ribeiro Sanches