Força e poder. Re-imaginar a revolução

Força e poder. Re-imaginar a revolução Portanto, a guerra de posições, diferentemente da guerra de movimento, é uma infiltração, mais do que um assalto. Um deslocamento lento, mais do que uma acumulação de forças. Um movimento colectivo e anónimo, mais do que uma operação minoritária e centralizada. Uma forma de pressão indirecta, quotidiana e difusa, mais do que uma insurreição concentrada e simultânea (mas atenção: Gramsci não exclui em nenhum momento o recurso à insurreição, apenas a subordina à construção da hegemonia). JOGOS SEM FRONTEIRAS #2

Jogos Sem Fronteiras

28.03.2016 | por Amador Fernández-Savater

Samir Amin sobre a Primavera Árabe: "Este é um movimento duradouro"

Samir Amin sobre a Primavera Árabe: "Este é um movimento duradouro" Não é apenas a derrocada de ditadores reinantes, mas também é um movimento de protesto duradouro desafiando, ao mesmo tempo, várias dimensões da ordem social interna, especialmente evidenciando as desigualdades na distribuição de renda, e a ordem internacional, o lugar dos países árabes na ordem econômica global.

Cara a cara

10.10.2011 | por Samir Amin

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Angola – o nascimento de um movimento pelo Direito à Habitação,  e a importância da integração de lutas locais, nacionais e globais É certo que as demolições e despejos forçados vão continuar em Angola, mas também é certo que as comunidades e os movimentos se estão a fortalecer, à custa de muita coragem, mas também por saírem do isolamento em que viviam.

Cidade

20.08.2010 | por Rita Silva