Não é uma caravana de migrantes, mas um novo movimento social que caminha para uma vida suportável

Não é uma caravana de migrantes, mas um novo movimento social que caminha para uma vida suportável Quando os líderes de opinião e os especialistas em mobilidade humana e relações internacionais descartaram a autoridade e a autonomia política de quem se move em colectivo, desafiando os trajectos do terror, perdemos a preciosa oportunidade de construir - replicando a imaginação política do que são os migrantes e os deslocados - um movimento político anti-racista no México.

Jogos Sem Fronteiras

07.11.2018 | por Amarela Varela

O terceiro género - Muxes de Juchitán, México

O terceiro género - Muxes de Juchitán, México Não são mulheres nem homens. Não são heterossexuais, bissexuais, nem gays. Rompem identidades a preto e branco e assumem-se em tonalidade maquilhada. São os muxes de Juchitán. Sexualidade cruzada no México tropical.

Corpo

25.10.2014 | por Pedro Cardoso

Luta, Sangue e Liberdade

Luta, Sangue e Liberdade No século XVII um escravo de Angola ajudou a criar o primeiro território livre das Américas. Esta é a história de Matoza e do seu chefe político, Yanga.

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24.02.2014 | por Pedro Cardoso

Um fantasma que vive no coração da selva

Um fantasma que vive no coração da selva Mais de 5 mil activistas do planeta acorreram à selva para discutir com os zapatistas um conjunto de acções internacionais. Sindicalistas, anarquistas, terceiro-mundistas, ecologistas e alguns astronautas viveram durante uma semana nas aldeias de Oventic, La Garrutcha e La Realidad. Foi nesta última que se deu a conferência de imprensa final. Os jornalistas aproveitaram a ocasião para perguntar a Marcos qual era a sua reacção às declarações do então líder do Partido dos Trabalhadores, Lula da Silva, que se manifestava contra os movimentos de guerrilha e achava que a conferência intergaláctica tinha querido concorrer com o Fórum de São Paulo, encontro de partidos de esquerda de todo o mundo que organizava o PT. Marcos olhou com cara de espanto para os jornalistas, "Fórum de São Paulo? Não conheço, julgava que a gente concorria com os Jogos Olímpicos de Atlanta". Nesta altura, como agora, as revoltas não se decretam, fazem-se, e às vezes acontecem. A força dos zapatistas não estava nas suas armas, mas nas suas ideias e nas populações indígenas que são o próprio movimento.

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07.01.2014 | por Nuno Ramos de Almeida