Património Fotográfico: Quem é Dono da Memória do "Antes"?

Património Fotográfico: Quem é Dono da Memória do "Antes"? Um pouco por todo o continente africano assiste-se ao renascer de uma indústria da cultura e da memória, mesmo de um culto da memória. E talvez seja uma boa novidade.

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10.05.2012 | por Pedro F Marcelino

Kilombos: um filme-resgate sobre o Brasil quilombola

Kilombos: um filme-resgate sobre o Brasil quilombola Filmado no Brasil, Guiné-Bissau e Cabo Verde, o documentário “Kilombos”, realizado por Paulo Nuno Vicente, transporta-nos pela memória oral das raízes africanas das comunidades quilombolas, cruzando-as com o território das suas manifestações culturais contemporâneas. A estreia do filme está agendada para 7 de Março, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

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21.11.2011 | por Paulo Nuno Vicente

Espectros da Guerra Fria

Espectros da Guerra Fria "Cartas de Angola" é um filme sobre o que foi a presença dos cubanos em Angola. Angola nunca aparece fisicamente e é apenas uma referência na capacidade de evocação dos cubanos. Ou seja, o que eles se lembram do que foi a passagem por Angola. Ouvir esses cubanos falar sobre Angola, lembra, às vezes, pessoas acabadas de acordar que contam os seus sonhos ou pesadelos. É intenso.

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24.10.2011 | por António Tomás

Memória do esquecimento: a invisibilidade da História negra no Rio de Janeiro

Memória do esquecimento: a invisibilidade da História negra no Rio de Janeiro Este ensaio propõe discutir a escassa visibilidade da história e da memória escravas na paisagem urbana do Rio de Janeiro, especialmente no contexto de processos históricos de reconversão urbana, ideologias nacionais de mestiçagem e políticas afirmativas recentes a favor da população afro-brasileira.

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24.10.2011 | por André Cicalo

Resenha a "Caderno de memórias coloniais", de Isabela Figueiredo

Resenha a "Caderno de memórias coloniais", de Isabela Figueiredo Trata-se de elaborar, pela narrativa, uma nova posição diante do passado, consolidando uma perspectiva singular (para além dos discursos prontos dos grupos envolvidos na ordem colonial; para além do silêncio e da vergonha paralisantes). Ao fazê-lo, Isabela demanda o reposicionamento dos outros, leitores. O caráter literário de sua escrita, que sabe imbricar esfera pessoal e coletiva, responde pela força dessa demanda.

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08.10.2011 | por Anita Martins de Moraes

África – Portugal – Brasil: trajetórias, memórias e identidades

África – Portugal – Brasil: trajetórias, memórias e identidades O Instituto Marroquino de Estudos Hispano-Lusófonos lança um convite à reflexão plural e multidisciplinar sobre a convergência dos espaços civilizacionais mediterrâneo e atlântico para a realização da obra “África – Portugal – Brasil: Trajetória, memória e identidade”.

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05.08.2011 | por Mohammed ElHajji

O sal da terra

O sal da terra Passadas algumas décadas, a autora Margarida Paredes viria a confirmar mais uma vez o seu inconformismo criativo e político, com a publicação do romance "O Tibete de África". Editado numa década tão profundamente marcada pelo regresso de muitos escritores portugueses às memórias da “sua” África, O Tibete de África é muito diferente, pela multiplicidade de pontos de vista e pistas de leitura que oferece.

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02.08.2011 | por Jessica Falconi

Murmúrios do espio: uma leitura sobre o olhar marginal e exilado da escrita de lídia jorge e suas personagens femininas em "A Costa dos Murmúrios"

Murmúrios do espio: uma leitura sobre o olhar marginal e exilado da escrita de lídia jorge e suas personagens femininas em "A Costa dos Murmúrios" Parte-se do pressuposto que o Romance de Lídia Jorge A costa dos Murmúrios, apresenta uma escrita pós-colonial e um posicionamento político feminino em relação à Guerra Colonial de Portugal na África. Assim, o artigo apresenta um breve resumo da obra, para, em seguida, desenvolver questões sobre o posicionamento social das personagens exiladas; depois comentar a vivência da escritora como mulher e exilada e, finalmente, tecer comentários sobre o seu lugar de fala e propósito da obra. Em suma, o artigo pretende interpretar o texto de Lídia Jorge, considerando sua vivência de exílio e relacioná-la ao seu posicionamento político no momento da escritura do romance.

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27.10.2010 | por Sumaya Machado Lima

alheava_filme

alheava_filme A realidade dos portugueses que povoaram e viveram em Moçambique, no período anterior e posterior ao 25 de Abril e a representação é a informação que se guardou, que pertence ao passado, e se reconhece fundida com uma reflexão sobre esse passado, em que nos são transmitidas informações que se foram acrescentando em momentos posteriores, constituindo deste modo um filme visual e mental, feito de registos múltiplos, do que se sabe e do que se pensa que sabe.

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10.09.2010 | por Cristina de O Alves