Históricos e emergentes: oito novos concertos confirmados no FMM Sines 2017

Históricos e emergentes: oito novos concertos confirmados no FMM Sines 2017 Cantautores, DJs, MCs, solistas, compositores, multi-instrumentistas, enfim, músicos de corpo inteiro e mente aberta. São assim as primeiras confirmações “no masculino” da programação do FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2017, que se realiza de 21 a 29 de julho em Sines e Porto Covo.

Palcos

07.03.2017 | por vários

As andanças do Andanças

As andanças do Andanças Andanças poéticas Agora sento-me, a música chega-me dos 4 pontos cardeais, o corpo sossega do baile e contempla. Acabo dormindo com os pés no regato, sono de floresta que era mato.

Vou lá visitar

10.09.2013 | por Maria Prata

Festivais, a nova cara do Zimbabwe

Festivais, a nova cara do Zimbabwe Há aproximadamente 25 festivais no Zimbabwe: seis internacionais, oito nacionais, seis provinciais e cinco distritais. A maioria destes festivais começou na última década, quando o panorama político estava em colapso, sobretudo a economia.

Palcos

08.11.2012 | por Nicholas Moyo

"Estou lá" (crónica) – Festival da Lusofonia

"Estou lá" (crónica) – Festival da Lusofonia A Galiza acolheu pela primeira vez estes colóquios que já passaram pelo Brasil, Macau, China e agora visitaram a terra berço da língua galego-portuguesa. O nosso mais sincero agradecimento a todas as pessoas que o tornaram possível.

Palcos

12.10.2012 | por Xurxo Nóvoa Martins

Festival de Sines: uma explosão à última noite

Festival de Sines: uma explosão à última noite Pelo que o grande dia acabou por ser a noite de sexta-feira, única em que aquela mistura geracional e de classes típica de Sines se fez sentir, em que a electricidade fluiu no ar. Ajudou ter tido Mário Lúcio, o ex-líder dos Simentera a abrir a noite. Apostado numa carreira a solo, Lúcio, senhor de uma grande voz, foi o primeiro a pôr as gentes a darem-se ao abanico, mercê dos tremendos ritmos que saltavam da sua guitarra. Lúcio tem vindo a dar a conhecer géneros cabo-verdianos que têm permanecido à sombra das mornas e das coladeras e foi curioso verificar a boa recepção que aquela música mais rude teve.

Palcos

06.08.2011 | por João Bonifácio