Conferência "Língua Portuguesa, Globalização e Lusofonia"

No próximo dia 2 de maio, pelas 18h, irá decorrer a conferência “Língua Portuguesa, Globalização e Lusofonia”, com o professor Moisés de Lemos Martins, da Universidade do Minho.


Local:

ISCTE-IUL - Auditório Silva Leal

 

27.04.2016 | por claudiar | conferência, globalização, ISCTE-IUL, lusofonia

Primeira Jornada LusOpenEdition

No dia 8 de abril, o CRIA e seu parceiro OpenEdition vão organizar uma jornada em torno do projeto LusOpenEdition, no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Este projecto iniciou-se em 2011 com a ideia de estimular a difusão em acesso aberto da produção científica em língua portuguesa, nas áreas das Ciências Sociais e Humanas. 

Neste encontro, uma nova fase do projecto irá ser apresentada: LusOpenEdition Books, dedicado à difusão de colecções de livros científicos em língua portuguesa. O nosso objetivo é constituir uma rede de parceiros (editores e centros de investigações) no mundo lusófono, e implementar um projeto editorial durável, difundido através da plataforma OpenEditionBooks

Entrada livre, sujeita a inscrição para o email: cria@cria.org.pt

31.03.2016 | por claudiar | língua portuguesa, lusofonia, LusOpenEdition

Conversas a não perder no FOLIO, Óbidos

Sabado, 24-10 Tenda Autores

Mesa 10 11:00 a 12:30 

Cristina Norton, Carola Saavedra, e Kalaf Epalanga, com moderação de João Paulo Sacadura.

Nesta mesa pretendemos discutir literatura e identidade, com uma escritora luso-argentina, uma escritora chilena e brasileira, e um um angolano que se fez português. Até que ponto um escritor escreve para se integrar?

Rafael MarquesRafael MarquesMesa 11 14:30 - 16h

Rafael Marques, José Luíz Tavares e Ungulani ba ka Kossa, uma conversa moderada por Marta Lança.

Um angolano, um caboverdiano e um moçambicano fazem um balanço dos quarenta anos das independências africanas, com foco particular na cultura e na literatura.

Festival Folio

Folio é o primeiro capítulo de um projeto ambicioso. É nele que se está a escrever a história de uma Vila Literária que se transforma num dos lugares obrigatórios para a literatura mundial. O Folio é onde se apresenta Óbidos Vila Literária. É a sua capa e o maior cartaz.

Mas Óbidos já era a Vila Literária mesmo quando ainda lá não havia livros. Há três anos eles chegaram. O projeto Folio é a expressão maior de quem fez da literatura e dos livros, durante décadas, a sua profissão.

O Folio é o projeto – e a marca – mais importante para uma terra que escolhe a Literatura e os livros como bandeira. Uma terra que pelas suas características e história únicas é, ela própria, também um best seller.

Nesta primeira edição (Out 15 – 25) o Folio prepara-se para receber 400 autores em 11 dias, portugueses e estrangeiros. Alguns nomes maiores da literatura mundial. São 11 dias em que o verbo “literar” enche páginas de livros e as ruas de Óbidos com música, teatro, performance, cinema, tertúlias, mesas redondas e exposições.

Depois do Folio acabar, para voltar no ano seguinte, a Vila Literária continua. Essa nunca pára.

 

22.10.2015 | por martalanca | festival, literatura, lusofonia

Crises Lusófonas

por Reginaldo Silva

De Maputo a Lisboa são mais de dez horas nas alturas, onde o homem tem desafiado com bastante sucesso a fúria dos deuses, não obstante todas as aparatosas e trágicas quedas que os seus gigantescos pássaros de ferro têm levado, com a malta toda lá dentro aos gritos, ai,ai, ai, se eu soubesse vinha mazé com meu ruka, porque de comboio também já não está a dar depois do que aconteceu em Santiago de Compostela e de barco muito menos, depois daquele capitão italiano com pinta de Alain Délon ter bazado antes do Costa Concórdia se afundar tão perto da praia.

Como cada vez ando menos nestes estranhos e levitantes aparelhos, que nós chamamos de avião ou de voo, tenho algumas esperanças de nunca figurar nesta estatística das probabilidades de todos quantos não têm conseguido chegar ao destino com os ossos inteiros.

A esta hora da passada quarta-feira em que num bar de Lisboa tomava um capuchino e dava os últimos retoques nestes secos e molhados, lamentavelmente ainda me separavam sete horas de voo até chegar a minha eterna Vila-Alice, sem contar com as do engarrafamento que espero não encontrar tão pesado, considerando que o sábado da minha prevista chegada é um dia mais atípico.
Com o Dhlakama novamente na Gonrogosa, onde se encontrava em gozo de prolongadas férias políticas que, entretanto, de acordo com as últimas notícias, foram subitamente interrompidas esta semana pelas tropas da presidência aberta de Armando Guebuza, deixei a capital moçambicana numa boa para entrar triunfalmente na capital portuguesa na maior, onde me esperava a “crise da pareceria estratégica” decreta por JES em Luanda.
O périplo iniciado no passado dia 10 em Cape Town para participar na gala dos jornalistas africanos 2013 da CNN/Multichoice, prosseguiu assim sem makas nos aeroportos/fronteiras, onde tudo é sempre possível quando andamos sem visto ao abrigo de um acordo especial.

Lembrei-me que a CPLP afinal existe e que nos entendemos razoavelmente bem em português, apesar do tal acordo ortográfico que nos querem impor/impingir.

A solução continuo a defender, é resistir até onde for possível com todos cés e pés no devido lugar.

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28.10.2013 | por martalanca | crise, lusofonia

IV Congresso Internacional em Estudos Coloniais - Colonialismo, Pós-Colonialismo e Lusofonia

Re-imaginar a Lusofonia ou da necessidade de descolonizar o conhecimento


Colonialismos e pós-colonialismos são todos diferentes, mesmo quando referidos exclusivamente à situação lusófona. Neste contexto, mais do que procurar boas respostas, importa determinar quais as questões pertinentes aos nossos colonialismos e pós-colonialismos lusófonos.

Com efeito, problematizar a própria questão é começar por descolonizar o pensamento. Em nosso entender, esta é uma das tarefas candentes no processo de re-imaginação da Lusofonia, que passa, atualmente, pela procura de um pensamento estratégico que inclua uma reflexão colonialista/pós-colonialista/descolonialista.

Esta tarefa primeira, e mesmo propedêutica a qualquer construção gnoseológica, de descolonizar o pensamento hegemónico onde quer que ele se revele, não pode deixar de implicar as academias, centros de produção do saber e do conhecimento da realidade cultural, política e social. Neste sentido, descolonizar o pensamento sobre a Lusofonia passará por colocar em causa e instabilizar o que julgamos já saber e ser como ‘sujeitos lusófonos’, ‘países lusófonos’, ‘comunidades lusófonas’.

Trata-se, assim, de instabilizar a uniformidade, mas também as diferenças instituídas, que frequentemente não são mais do que um novo género de cânone integrador e dissolvente da diferença. Por outro lado, não podemos deixar de praticar uma atitude vigilante, de cuidado e suspeição, em face do discurso sobre a diferença irredutível, que pode tornar-se (como no passado) na estéril celebração do exótico. Fazer com que a diferença instabilize o que oficialmente se encontra canonizado como ‘diferença dentro do cânone’, implica negociar e re-inscrever identidades sem inverter dualismos. Uma reflexão pós-colonial no contexto lusófono não pode evitar o exercício da crítica às antigas dicotomias periferia/centro; cosmopolitismo/ruralismo, civilizado/selvagem, negro/branco, norte/sul, num contexto cultural de mundialização, transformado por novos e revolucionários fenómenos de comunicação, que têm também globalizado a marginalidade.

A tarefa de re-imaginar a Lusofonia implicará necessariamente a deslocação, inversão ou até implosão, do pensamento dual eurocêntrico, obrigando-nos a repensá-la dentro de uma mais vasta articulação entre local e global

Re-imaginar a Lusofonia em contexto pós-colonial implica, por isso, repensar a pós-modernidade em que se inscreve, e que convive paradoxalmente com o crescente isolamento dos países árabes e o rápido desenvolvimento económico da Ásia

Re-imaginar a Lusofonia obriga ainda, em nosso entender, a estudar as práticas de resistência e de contra-hegemonia, procurando compreender o que criam em troca, que lastro deixam nas sociedades e nas culturas contemporâneas, no que respeita à diminuição das desigualdades. A Lusofonia que procure um pensamento e um conhecimento descolonizado, não pode deixar de prestar uma atenção particular às comunidades minoritárias e de emigrantes, cujo estudo faz parte do próprio pós-colonialismo.

Note-se porém que o pós-colonialismo não está aqui no sentido nem geográfico (como sociedades subalternas) nem no sentido temporal (como sociedades libertas do colonialismo), mas pensamos, por outro lado, que uma re-imaginação da Lusofonia não pode dispensar uma análise comparativa e um diálogo profundo com os diversos colonialismos e pós-colonialismos contemporâneos, procurando encontrar as especificidades do caso lusófono.

Longe de se tratar de uma análise meramente discursiva (embora a inclua) importa estudar igualmente as modalidades vividas e concretas da situação pós-colonial (que implicam necessariamente também a investigação empírica) das comunidades que, quer disso tenham consciência quer não, vivem na linha de continuidade, cruzada e traficada, entre colonialismo e pós-colonialismo.

Desmistificar, desierarquizar, estabelecer uma política da diferença, permitir a multiplicidade das vozes, constituir outros tantos projetos de modernidades/racionalidades possíveis dentro da pós-modernidade, mobilizar, re-politizar, imaginar outros modelos políticos, sociais e económicos, eis a tarefa (utópica, naturalmente) que nos parece ser essencial no re-imaginar a Lusofonia.

Assim, nesta proposta, propedêutica e maiêutica da própria Lusofonia, pretendemos implicar colonialismo, pós-colonialismo e descolonização numa política de identidade lusófona (que se constitui em primeiro lugar como um conjunto de narrativas) a delinear e implementar, numa situação de permanente negociação do sentido, e da história, reconhecendo a sua natureza estruturalmente ambígua. Na verdade, não podemos ignorar que pensar o pós-colonialismo hoje terá de passar pela crítica já realizada aos lugares da modernidade, não podendo deixar de se fazer a partir da pós-modernidade e do pós-estruturalismo.

Ao radicarmos esta proposta no contexto epistemológico dos Estudos Culturais não podemos ignorar os contributos das teorias da subalternidade e da representação na construção de um projeto que re-imagine a Lusofonia. Com efeito, o pós-colonialismo é uma temática de investigação e trabalho central dos Estudos Culturais desde a sua génese, na sequência da teoria crítica e do pós-estruturalismo, que se tem cruzado com as temáticas do multiculturalismo, hoje objeto de múltiplas críticas.

Um tal projeto implica, em nossa opinião, trabalhar a ideia de que colonialismos e pós-colonialismos marcam as culturas e as histórias de colonizadores e colonizados, misturando, de diferentes formas, os seus ‘destinos’. Não há colonialismos nem pós-colonialismos iguais. Cada qual tem de reconstruir, conhecer, simbolizar e integrar a sua própria história e definir sentidos possíveis de futuro. Também não há como não o fazer, pois o ‘destino’ que em comum nos coube, para o melhor e o pior, é um dado com o qual podemos e devemos pensar o futuro.

Mas o que será decisivo neste projeto é descolonizar a cultura, o pensamento, as práticas sociais, a política e a ciência: uma tarefa que cabe a colonizados e colonizadores, nas suas próprias culturas e sociedades, mas também nas relações que estabelecem hoje entre si (onde encontramos ainda todas as figuras de poder que a relação colonial institui, apenas agora multiplicadas e aplicadas em todos os sentido possíveis).

O Colonialismo traz a marca dos interesses de quem exerce e pode exercer o poder. Re-imaginar a Lusofonia impele-nos a trabalhar no sentido de descolonizar as relações ente países, entre comunidades recetoras e emigrantes, entre o norte e o sul, entre o mundo anglófono e o outro, entre o saber erudito e o saber comum, o saber sobre o homem e o conhecimento técnico.

É que, como nos diz Stuart Hall, «[…] a cultura não é apenas uma viagem de redescoberta, uma viagem de retorno. Não é uma ‘arqueologia’. A cultura é uma produção. Tem a sua matéria-prima, os seus recursos, o seu ‘trabalho produtivo’. Depende de um conhecimento da tradição enquanto ‘o mesmo em mutação’ e de um conjunto efetivo de genealogias. Mas o que esse desvio através dos passados faz é capacitar-nos, através da cultura, a produzir-nos a nós mesmos de novo, como novos tipos de sujeitos. Portanto, não é uma questão do que as tradições fazem de nós, mas do que nós fazemos das tradições» (Hall, 1999/2003:p. 44).

E que melhor inspiração do que esta para nos lançarmos no apaixonante projeto de re-imaginar a Lusofonia?

Maria Manuel Baptista
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Organização Liv Sovik; Tradução Adelaine La Guardia Resende. Belo Horizonte: UFMG, 2003.

Congresso: 
28, 29 e 30 de abril de 2014
Submissão dos trabalhos: até15 de outubro de 2013
Importante:
Para submeter os artigos, é necessário fazer um registo prévio. Para isso os autores devem seguir este link.

18.09.2013 | por herminiobovino | colonialismo, lusofonia, pós-colonialismo

Festival Conexão Lusófona

 

 

30.04.2013 | por martalanca | lusofonia, música

Quintal da língua portuguesa

Luiz Raul Machado conversa sobre Sylvia Orthof, na Editora Rovelle, dia 22 Novembro, 16:00h:

O Quintal da Língua Portuguesa, criado em 2011, no Rio de Janeiro, é um grupo de artistas que pretende divulgar a literatura de países de língua portuguesa.

Membros fundadores: Andre Neves, Edna Bueno, Fabio Sombra, Lucilia Soares, Luiz Raul Machado, Ninfa Parreiras, Ondjaki, Suzana Vargas, Volnei Canonica.

20.11.2012 | por herminiobovino | literatura, Literatura lusófona, lusofonia, Rio de Janeiro

Festival Berlinda: Literatura lusófona no contexto global

Debate: Literatura africana-brasileira-portuguesa no contexto global. Diversidade na unidade?

O debate é feito na sequência da sessão literária com Luiz Ruffato.
Com:
Marta Lança (Portugal), jornalista, editora do BUALA – Cultura Contemporânea Africana;
Luiz Ruffato (Brasil), escritor, editor da revista literária PESSOA;
Michael Kegler (Alemanha), editor, tradutor e crítico literário;
Idiomas: Português e alemão.

Quarta-feira, 14 de novembro de 201219.00h.

Embaixada do Brasil
Wallstr. 57
10179 Berlim

Entrada livre
Reserva obrigatória através do email: cultural.berlim@itamaraty.gov.br 

13.11.2012 | por herminiobovino | Berlim, cultura, festival, língua portuguesa, lusofonia

Criação Lusófona apresenta: Oficina Ritmos d'África

Estão abertas as inscrições para a Oficina Ritmos d’África a decorrer
durante o mês de Julho, no espaço da 10pt - criação lusófona.
Às quartas-feiras (21h30/23h) e sábados (16h/18h) A inscrição são 20€.

27.06.2012 | por joanapereira | dança, lusofonia, oficina

Iª Edição do Festival Jovem da Lusofonia

Está a decorrer, em Aveiro, desde o dia 4 de Junho até dia 30 do mesmo, a Iª edição do festival Jovem da Lusofonia. Este será o momento para descobrir o património rico e diversificado que está espalhado por 8 países fazendo uma comunidade de 240 milhões de pessoas, que falam e comunicam através da Língua Portuguesa. Este evento abarca uma série de temáticas: moda, gastronomia, literatura, cinema, científico, música e dança.

Dentro da programação do festival, está a ser realizada uma campanha solidária, com o objectivo de angariar 1 tonelada de produtos culturais para serem doados a países e comunidades carenciadas do espaço lusófono.

Esteja atento ao programa e a todas as actividades deste festival, incluindo a campanha solidária, e participe! Visite o site aqui.

15.06.2012 | por joanapereira | festival, jovens, lusofonia

Câmara Municipal de Odivelas recebe Prémio "Pró-Autor" (lusofonia) - Sociedade Portuguesa de Autores

No âmbito da atribuição de Prémios no Dia do Autor e 87.º Aniversário da Sociedade Portuguesa de Autores, que se realizou no passado dia 22 de Maio, a Câmara Municipal de Odivelas foi distinguida na categoria de “Pró-Autor” com a iniciativa “Encontros Lusófonos”, integrada na III Bienal de Culturas Lusófonas.

 

A referida Bienal realizou em 2011 a sua 3ª edição, contando com o Alto Patrocínio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e do Ministério da Cultura, com uma Comissão de Honra presidida por Maria de Jesus Barroso. O Encontro de Escritores Lusófonos agora premiado, faz parte de um conjunto de iniciativas desenvolvidas no âmbito da Bienal, nos mais variados campos das Artes, Música, Teatro, Dança, Exposições, destacando durante 3 dias a Literatura com apresentações ao público e algumas homenagens, e reunindo cerca de 50 autores oriundos de todos os cantos da lusofonia.

 

Para a Presidente da Câmara Municipal, Susana Amador, “Naturalmente, essa distinção, deixa-nos orgulhosos! O reconhecimento público da iniciativa, representa que Odivelas, afirmando-se também como capital da Lusofonia e sendo um concelho multicultural e inclusivo, onde vivem milhares de cidadãos oriundos de todas as partes da Lusofonia, é um concelho diferenciador também nas iniciativas de índole cultural que põe ao dispor dos seus Munícipes e Visitantes”.
A Sociedade Portuguesa de Autores atribuiu ainda os Prémios:
MEDALHAS DE HONRA
Eduardo Geada
Lauro António
Francisco Nicholson
Jorge Barros
Isabel do Carmo
João Manuel Borges Antão
Mário de Carvalho
PRÉMIOS PRO-AUTOR
Carmen Dolores
Antena 2
Centro Nacional de Cultura
Silvina Munich
Museu do FADO
Plano Nacional de Leitura
Câmara Municipal de Odivelas - Encontros Lusófonos

04.06.2012 | por martacacador | cultura, lusofonia

Revista Reflexos n º 1 - Já está on line!

Para consultá-lo, siga o seguinte link : http://e-revues.pum.univ-tlse2.fr/1/reflexos/index.xsp

26.05.2012 | por martacacador | lusofonia, revista Reflexos

Concurso de Fotografia: 'Portugal: Tradição e Modernidade'

Decorre até dia 31 de Maio o prazo para participação no Concurso de Fotografia ‘Portugal: Tradição e Modernidade’. Promovido pelo Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões na Universidade da Extremadura (Cáceres), o concurso foi criado no âmbito das Jornadas de Cultura Lusófona. 
Para mais informações consulte o regulamento do concurso aqui.

21.05.2012 | por joanapereira | concurso, cultura, fotografia, lusofonia, Portugal

Festival Conexão Lusófona, Só faltas tu!

12.05.2012 | por joanapereira | festival, lusofonia, música

Conexão Lusófona - O Festival

Está a decorrer na cidade de Lisboa uma viagem pela cultura dos países de língua portuguesa com várias iniciativas promovidas pela Conexão Lusófona - primeira organização de jovens da Lusofonia.
O festival de encerramento terá lugar no dia 12 de Maio no Mercado da Ribeira a partir das 21h. 

Enquadradas na programação oficial da semana cultural da CPLP, as iniciativas da Conexão Lusófona pretendem criar um efeito multiplicador que levem a uma nova dimensão o número de jovens que despertam para o tema Lusofonia. Seja no âmbito cultural, por meio de novas experiências musicais, literárias e artísticas, seja no âmbito de uma presença mais ativa e consciente na dinâmica da cidadania lusófona.

09.05.2012 | por joanapereira | conexão lusófona, CPLP, festival, Grupo Leya, lusofonia, Mercado da Ribeira

5 de Maio – Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos

De que cor é a lusofonia? A que sabe a Língua Portuguesa? Que cultura é esta que temos em comum: nós, moçambicanos, guineenses, portugueses, cabo-verdianos, angolanos, timorenses, brasileiros e são tomenses? No dia 5 de Maio, sábado, vamos celebrar o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos, numa festa comum, no Porto. De manhã, na estação do metro do Bolhão, numa Exposição de fotografia, com imagens da Fotógrafa Susana Neves, que retratam as texturas do que é ser lusófono e, à tarde, na sede da Associação 10pt - Criação Lusófona, na rua de S. Dionísio, 17, nas Fontaínhas, mesmo ao lado do Jardim São Lázaro. Estão todos convidados. Vamos celebrar a memória que nos une e degustar, num festim, os saberes e sabores da nossa Língua-mãe, que é património e cultura. A iniciativa é da 10pt - Criação Lusófona, em parceria com associações, grupos e centro de estudos lusófonos na cidade do Porto.

10h30
- Inauguração da Exposição de Fotografia “ai Maria” (fotos de Susana Neves) no metro do Bolhão;
- E apresentação de Danças de Moçambique (grupo “3 Estrelas”) e da Guiné (grupo “Allantatou”).

12h30
- Encontro de Gastronomia (vamos degustar iguarias de cozinheiras de São Tomé, Brasil, Angola, Moçambique e Cabo Verde, como muamba, cachupa, caril de camarão, feijão preto, brigadeiros…);
- Feira de Artesanato Lusófono.

15h00
- Música ao vivo e Bailinho Lusófono.

Apoios: Metro do Porto, SA ; Centro de Estudos Africanos da Univ. do Porto; Instituto de Sociologia UP ; Casa dos Reclamos.

Parceiros: Tane Timor ; Associação Cabo-verdiana do Norte de Portugal ; ONG ATACA; grupo de dança Allantatou; Espaço Portugal-Moçambique (Tia Orlanda) ; AE de S. Tomé & Príncipe; Associação Mais Brasil; a Tuna Universitária da FEP ; e a maravilhosa cozinheira Filó.

Com a inauguração desta Mostra de Fotografia no metro do Bolhão, o coletivo 10pt - Criação Lusófona concretiza também o lançamento de “ai Maria”, um projeto participativo de teatro, fotografia e vídeo, que conta com a participação das mulheres do centro histórico e da diáspora lusófona na Invicta. A partir das histórias de vida destas mulheres vamos resgatar a memória do Porto, o quotidiano, registando a sabedoria, os afetos e os humores daquelas que são a força motriz no coração da Invicta. Todas estas histórias, além de resultarem em podcasts, fotografias, vídeos (pequenos documentários), textos num site e em livro, vão ser adaptadas para uma peça de teatro com autoria do ator e encenador Miguel Pinheiro. Talvez, no final, saberemos, enfim, o que as mulheres mais desejam. O projeto “ai Maria” integrará em 2012 o programa do Manobras no Porto – um programa promovido pela Porto Lazer, EEM e FEDER, QREN.

A 10pt - Criação Lusófona: é uma Associação sem fins lucrativos que tem como objetivo a criação, produção e divulgação de atividades artísticas que contribuam ativamente para o surgimento e afirmação de novas dinâmicas culturais e sociais de âmbito lusófono. Criadores no ano de 2011 do projeto “Olha lá“.

Press Release/Assuntos:
1. Celebrar o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos - 5 de Maio.
2. Apresentação do projeto “ai Maria“.

Contato:
tel. | 963 734 434 (Miguel Pinheiro)
mail | aimaria@10pt.org
web
web2

01.05.2012 | por herminiobovino | cultura lusófona, dança, fotografia, lusofonia, música

Mostra Itinerante de Cinema e Vídeo Ambiental Latino Americano

FestCineAmazônia, nos países lusófonos.

A Mostra Itinerante do Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental (FestCineAmazônia) passou este mês por Portugal e Cabo Verde, continuando fiel aos objectivos com que foi criado, na cidade de Porto Velho (Rondônia, Brasil), há nove anos: “colocar a arte e a técnica da sétima arte a serviço da preservação da natureza e da sustentabilidade da vida no planeta”.

Em Portugal, o Festival passou pela cidade de Coimbra, no âmbito do Colóquio Internacional “As lutas pela Amazônia no início do Milénio”, organizado pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. No ecran do Teatro da cerca de São Bernardo foram projectados, nos dias 25 e 26 de Março, 15 documentários sobre algumas das principais questões ambientais e sociais com que se confronta a Amazónia nos dias de hoje.

Em Cabo Verde, o festival passou pelas cidades da Praia e do Mindelo, a 29 e 30 de Março, 11 documentários de tema ambiental. Nos dois países as sessões integraram ainda a actuação do poeta, músico e compositor Eliakin Rufino, professor da Universidade de Roraima.

Organizado desde 2003 na cidade de Porto Velho (Rondónia), o Festcineamazônia tem como principal objectivo divulgar a produção cinematográfica e documental de tema ambiental. De acordo com os seus responsáveis, o festival “exibe e pensa o meio ambiente”, procurando “colocar a arte e a técnica da sétima arte ao serviço da preservação da natureza e da sustentabilidade da vida no planeta”. Na sequência de cada edição (a última aconteceu em Novembro de 2011) é preparada uma mostra itinerante para ser exibida noutras cidades e estados brasileiros e internacionalmente. A internacionalização do Festival passa sobretudo pelos países de língua portuguesa e pelo espaço latino-americano, afirmaram Fernanda Kopanakis e Jurandir Costa, directores do projecto.

01.04.2012 | por herminiobovino | cinema, documentário, lusofonia

Conexão Lusófona em debate

14.11.2011 | por joanapires | comunidades, debate, lusofonia

“Olha lá” – oficina de fotografia, Porto

2011 e o Centro Histórico da cidade do Porto, Património Cultural da Humanidade, ausenta-se misteriosamente da cidade, é um transeunte discreto, problemático, à margem. 2011 e milhares na diáspora lusófona caminham pelas ruas da cidade do Porto, vultos diferentes, estrangeiros, à margem. 220 milhões de pessoas em todo o mundo falam português e apesar disso esta é uma língua marginalizada (ou ausente) dos grandes centros de decisão do mundo. E nós que a falamos, será que nos importamos com isso? Será que nos conhecemos? Será que nos olhamos?

….“Olha lá” … ver mais aqui 

10pt - Criação Lusófona

11.07.2011 | por martalanca | lusofonia

A 10pt procura Produtor/a Cultural (Teatro)

10pt – Criação Lusófona procura PRODUTOR/a com sólida experiência para projeto de Teatro a ter lugar em finais de Setembro de 2011, na cidade do Porto.

Duração – Junho a Setembro 2011

Ver descrição da oferta 

 

07.06.2011 | por martalanca | lusofonia