“Alice na cidade: Ciências Sociais, Rap e Mais”

O espetáculo “Alice na cidade: Ciências Sociais, Rap e Mais” dia 17 de junho, pelas 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra. Este evento nasce da vontade de combinar arte e ciência, cruzando linguagens e razões/emoções que costumam andar desencontradas. Músicos, contadores de histórias, poetas, cientistas sociais ocuparão um palco que desafiará as fronteiras entre a cultura popular e a cultura erudita, as narrativas da universidade e da rua, as expressões da periferia e do centro. Rap, funk, kuduro, música cigana, histórias orais, slam poetry e outras poesias têm encontro marcado para uma ecologia de saberes imprevisível.  
“Alice na Cidade” surge no contexto do projeto Alice: Espelhos Estranhos, Lições Imprevistas, que tem como objetivo renovar o pensamento científico-social, desafiando a ciência a dialogar horizontalmente com outros conhecimentos e, nesse exercício de ecologia de saberes, contribuir para uma melhor compreensão do mundo e uma maior eficácia das lutas contra a exploração, a discriminação e a opressão. 

15.06.2016 | por martalanca | Boaventura Sousa Santos, CES, funk, histórias orais, kuduro, música cigana, rap, slam poetry

Split-tape de Black Taiga + Melanie is Demented

Acaba de sair uma split-tape com Melanie Is Demented (da Suécia) e Black Taiga (Congo / Portugal / Irlanda). Sim, é uma cassete - ou k7 - que é o formato áudio favorito da MMMNNNRRRG e que assim começa a celebração dos 15 anos desta editora “só para gente bruta”!
À venda na loja em linha da Chili Com Carne.

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Os Black Taiga lançaram em Janeiro o EP Cristão Casmurro e em Dezembro do ano passado Dor de Costuleta, ambos para ouvir em: blacktaiga.bandcamp.com/ 


 

27.03.2015 | por franciscabagulho | doom metal, doomduro, kudark, kuduro, noise

Noite PRÍNCIPE, 2º aniversário MUSICBOX, 21 de Fevereiro, LISBOA

Sexta-feira, 21 de Fevereiro, a Príncipe – a editora e promotora das Noites homónimas mensais acolhidas no aliado fundamental, desde o primeiro dia, Musicbox - celebra o seu segundo aniversário (com direito a bolo e tudo) numa epopeia nocturna recheada com o seu quadro de honra de artistas que tem vindo a produzir alguma da mais vibrante e inovadora música de dança alguma vez produzida em Portugal, para fruição do planeta, como se tem vindo a comprovar.

Nesta festa, DJ Marfox vs DJ Nervoso, Blacksea Não Maya DJs, DJ Nigga Fox, DJ Firmeza vs DJ Liofox, DJ Maboku vs DJ Lilocox e Niagara, todos subirão ao palco para a extravaganza mais certa a viver numa Noite. Agora, como quando brindamos ao primeiro aniversário, reiteramos o convite ainda mais convictos do seu valor: a todos os nossos amigos que resistem e sobrevivem na capital do outrora dito Império, a todos os curiosos e os de visita, seja qual for a vossa idade, cor de pele, orientação sexual, dinheiro na carteira, roupa no corpo: as Noites Príncipe são para todos os que vêm para dançar música daqui e agora noite adentro esquecendo o mundo lá fora. Saúde!

mais info: Musicbox 

17.02.2014 | por franciscabagulho | batida, Funáná, house, kizomba, kuduro, musica dança, techno

Lil Pasta Sacerdote & Tchubilla: Paula Paula

16.12.2013 | por martalanca | kuduro

I love kuduro - from Angola to the world

O Kuduro (literalmente “cu duro”) é um movimento cultural urbano nascido em Angola durante a última década da Guerra Civil.

Criado nas discotecas e raves da Baixa de Luanda através de uma fusão entre batidas House , Techno e ritmos tradicionais angolanos, o Kuduro transbordou do centro da cidade para a periferia. Rapidamente se espalhou por Angola, por África e agora por todo mundo.

O Kuduro mistura dança, música e lifestyle, as suas letras inspiram-se nas coisas simples do dia-a-dia, e a sua cultura está presente um pouco por todo o lado – seja numa esquina, numa escola, num táxi ou até num estádio de futebol.

“I LOVE KUDURO” acompanha as mais idolatradas estrelas deste fenómeno urbano que hoje arrasta multidões de jovens Africanos, nomeadamente Bruno de Castro, Eduardo Paim, Sebem, Nagrelha, Hochi Fu, os Namayer, Tchobari, Titica, Francis Boy e Cabo Snoop, oferecendo uma visão única sobre a nova geração de Talento Angolano.

ilovekudurofilm.com
brocinema.com
facebook.com/brocinema

ver site I love kuduro

01.10.2013 | por martalanca | kuduro

Os Kuduristas - Angola to the World BATTLE FOOTAGE UPDATE | online

VIDEO UPDATE - STREET BATTLE FOOTAGE FROM EUROPE | Amsterdam, Paris

Afropop Worldwide

KUDURO

15.06.2013 | por raul f. curvelo | Afropop Worldwide, angola, kuduro, os Kuduristas

Hip Deep Angola, Part 2: Kuduro and Beyond | online

DJ SateliteDJ Satelite

Join producer Ned Sublette on the streets of Angola’s big, smoggy, oil-booming capital city of Luanda. Peace came to Angola in 2002 after forty-two years of war, and now everything is different, with construction under way everywhere. The postwar generation of the last ten years communicates via text-messaging and electronic music. The biggest of which is the techno-meets-rap-meets-African-dance style known as kuduro (literally, “hard-ass”). But there’s also the zouk-like couple dance of kizomba, a phenomenon that began in the 80s and still packs in dancers to Luanda clubs, and, on a more underground level, the computer-driven style called Afro-House. We’ll talk to kuduro stars Titica, Cabo Snoop, and the charismatic, comic duo of President Gasoline and Prince Black Gold, and ride to the bairro of Marçal to visit the studio of Afro-House beatmaker DJ Satelite.
Hip Deep Angola, Part 2: Kuduro and Beyond by Afropop Worldwide on SoundCloud - Hear the world’s sounds

24.05.2013 | por raul f. curvelo | angola, Cabo Snoop, DJ Satelite, kuduro, Ned Sublette, President Gasoline and Prince Black Gold, Titica

Noite Príncipe 24 de Maio no Musicbox, LISBOA

 

A 24 de Maio a Noite Príncipe é feita com o regresso do fantástico Maboku, daCasa Da Mãe produções, segunda vez de Nigga Fox depois da estreia estrondosa em Abril, e pelo desfecho sempre esperado que só Marfox sabe entregar.

Para os ainda não iniciados, a Príncipe é uma editora de Lisboa, inteiramente dedicada a editar música de dança contemporânea 100% real a ser produzida nesta cidade, nos seus subúrbios, bairros sociais e guetos. Novos sons, formas e estruturas com o seu próprio código de poética e identidade cultural. Queremos certificar-nos que o trabalho incrível que está a ser produzido aqui, seja em house, techno, kuduro, batida, kizomba, funaná, tarrachinha ou noutro novo desenvolvimento estético ainda inominável, deixe de permanecer desconhecido fora dos nossos clubes, telemóveis e quartos. Há um ano e três meses que a editora promove mensalmente uma Noite homónima para celebrar esta música e atitude que toma lugar no cúmplice inexcedível Musicbox.

DJ Maboku Mix para a Noite Príncipe de 24 de Maio 

 

22.05.2013 | por franciscabagulho | batida, Funáná, house, kizomba, kuduro, techno

DJ's do Guetto Vol. 1, reedição digital Príncipe Discos

Saído no primeiro dia de aulas, a 18 de Setembro de 2006, ‘Dj’s do Guetto Vol. 1′ é um marco crucial na história da música de dança nacional. Não só terá sido dos primeiros discos em solo português a espalhar-se de maneira rapidíssima e vasta através de meios digitais, como juntou seis preponderantes produtores, herdeiros de tradições que caminhavam, e caminham até hoje, num ângulo exclusivo a Portugal.

Marfox, Nervoso, N.k., Fofuxo, Pausas e Jesse eram há sete anos gente a processar as informações vindas do kuduro, da tarraxinha, do house e do techno, que tornaram, de maneira decisiva, num idioma próprio. Formaram, durante este momento no tempo, um colectivo que unia várias zonas da Grande Lisboa e arredores, entre as suas residências e os liceus por onde andaram – Portela, Chelas, Quinta do Mocho, Quinta da Fonte, Sacavém, Massamá, Damaia, Barcarena, Reboleira, Cacém, Queluz, Fonte da Prata, Barreiro e Paço de Arcos. Em pouco tempo era normal ouvir este som a sair de leitores de MP3 e carros com sistemas de som ambiciosos, não só pela capital como pelo resto do mundo luso-africano.

Os temas que rolam por estas mais de duas horas de música explosiva são essencialmente arquitectados nos instrumentais. Batida kudurista implacável com BPMs dos 130 para cima, com espaço para o ocasional tarraxo, funaná e kizomba. Soam, ainda hoje, como trabalhos claramente visionários e precoces, se pensarmos que os músicos tinham todos menos de 21 anos na altura. Como sempre, Lisboa permanece um porto, e foi aqui que se cruzaram a música angolana electrónica, a cultura de discoteca fora do coração da capital, um enorme apreço por graves, e tanto a festa quanto a melancolia do bairro e do subúrbio.
Impressiona a precisão e cuidado com o impacto sonoro, controlado ao milímetro para maximizar em qualquer coluna a brutalidade do ritmo, que é a essência destas composições e o elemento que tudo transforma (sirenes de alarme, teclados de filme de terror série B, kalimbas, vozes cortadas, mutiladas e recortadas outra vez). Entre épicos universalistas, trabalhos de pura austeridade percussiva e amelódica, ataques cerrados em direcção à tontura e à palpitação cardíaca, há uma clara sensação de querer imaginar uma música tanto para os amigos como para um planeta pelo qual ainda falta viajar. Está também aí a sua força, e, habituemo-nos, a sua beleza.

Escusado será dizer que ‘Dj’s do Guetto Vol. 1′ bateu e muito, para muita gente. Está para sempre na fundação do que faz a música de dança afro-portuguesa, e continuará a informar o seu futuro, que o presente está tão vivo, e quase todos o que o fazem ouviram este álbum com a maior atenção.
Mas há muito mundo que ainda não ouviu estas 37 faixas, e ainda há mais mundo que deve passar a ter melhor maneira de entender uma história tão importante e recente do que faz a música produzida cá, agora. A história ainda vai nova, mas já temos música crucial para trás que é necessário saber de onde veio, por que razões, porque é que é como é e o que causou. E à qual há que regressar ou passar a conhecer, que tudo o que está contido nestes sons soa tão fresco hoje como no dia de regresso à escola em Setembro de 2006.

Esta reedição digital gratuita contem os ficheiros que sobreviveram a vários PCs que tragicamente faleceram, ficando perdidos aparentemente para sempre os ficheiros WAV e os projectos de Fruity Loops (e outros programas) onde estas músicas nasceram. Como tal, procurámos encontrar os ficheiros com melhor qualidade áudio para cada MP3 que agora vos disponibilizamos gratuitamente.

O título presente na capa original desta compilação aparece escrito como sendo da autoria dos “Dj’s do Guetto”, contudo popularizou-se através do seu nome acriolado, presente no título de cada ficheiro partilhado – “Dj’s di Guetto”. Escolhemos preservar as duas variantes de acordo com a forma original desta música.

V/A – Dj’s do Guetto Vol. 1 Edição de autor, digital; 2006

Reedição Príncipe Discos, digital; 2013 Príncipe Reedições #001 

download da compilação completa: www33.zippyshare.com/v/63385678/file.html ou www.mediafire.com/?2tabpma07s6ffd6

alguns temas no Soundcloud: https://soundcloud.com/principepromos 

 

27.02.2013 | por franciscabagulho | kuduro

TEN CITIES, projeto de música internacional, novembro LUANDA

Em Novembro de 2012 será iniciada uma grande experiência em Luanda: TEN CITIES tem a duração de dois anos e lida com culturas de club music e com a sua influência nas esferas públicas e espaços urbanos na África e na Europa. Os organizadores estabelecidos em dez cidades, Cairo, Joanesburgo, Luanda, Lagos, Nairóbi, Berlim, Bristol, Kiev, Lisboa e Nápoles, todas lar de culturas de clube exclusivos e dinâmicos. No coração do projeto encontra-se a junção de notáveis produtores de música eletrônica de dez cidades. Outras partes do projeto TEN CITIES  incluem o intercâmbio entre fotógrafos, bem como um projeto de pesquisa das dez cidades, sua história da música e suas culturas de clube.

O primeiro episódio de colaboração musical traz os renomados italianos DJs/produtores Marco Messina e Lucio Aquilina de Nápoles para Luanda, onde produzirão faixas juntamente com Djeff, DJ Satelite, Bruno M,  Silyvi, MC Sacer.(dot) e um círculo alargado de músicos de Angola.

A mudaça para Luanda tem a curadoria do produtor angolano Otiniel Silva aka Mano e o produtor de Berlim Andi Teichmann que facilitará a fase de produção.

O primeiros sons da cooperação serão ouvidos numa apresentação do projeto em Luanda e as faixas acabadas estarão disponíveis num dos álbuns da TEN CITIES como será apresentado no concerto final de TEN CITIES em 2014 de Berlim.

Concerto: 29 de Novembro 2012, ás 20.30 horas, no Elinga Teatro, Luanda
O  intercâmbio em Luanda é organizado pelo Goethe-Institut Angola e  Mano a Mano Produções. TEN CITIES é organizado pelo  Goethe-Institut Quénia e Adaptr.org  em cooperação com o centro de Estudos pós-coloniais da Universidade de Nápoles, Itália e C/O Berlim.

O projeto

A música eletrónica e as discotecas tem sido recentemente um dos fenómenos mais emocionantes em desenvolvimentos culturais globais. Os clubes de música são locais importantes na vida cultural das cidades. São lugares para (sub)culturas e para experiências com identidades e estilos de vida. O projeto vai contar a história até aqui pouco conhecida de culturas de club music e seu povo em dez cidades. E ele irá criar co-produções musicais entre os mais importantes DJs/produtores nessas cidades.

TEN CITIES vai centrar-se em dois continentes: na Europa como o centro atual de club music; e em África como o continente onde todos os estilos ocidentais de club music têm as suas raízes.

Atualmente, em África, os músicos mantêm-se em contato com a cultura pop mundial através da Internet e programam músicas aromatizadas localmente de criatividade explosiva, que muitas vezes encontram o seu caminho de volta para o mundo ocidental: club music poderosa, urbana e contemporânea. Isso cria ciclos de feedback, ligações e novos desenvolvimentos. No entanto, há pouca ou nenhuma troca entre os músicos e os ativistas dos dois continentes. O que seria se dez cenas nos dois continentes tivessem de responder diretamente uns aos outros? Queremos criar um dos primeiros projetos de co-operações conjuntas envolvendo cerca de 50 produtores / músicos de ambos os continentes.

E, embora as cidades da África e da Europa têm sido sempre centros da club music, com ambos os continentes experimentando um boom na música eletrónica e cultura de clube nas últimas décadas, a história dessas culturas de música não foi contada. Pela primeira vez procuramos documentar a história da música de dança em cada uma das dez cidades. Nós vamos contar a história das subculturas que evoluiram em volta de clubes de música nessas cidades. Para isso, vamos usar a fotografia, pesquisa acadêmica e documentação de som. Finalmente, TEN CITIES irá criar perfis das dez cidades que vão desafiar os clichês que temos em mente de cidades europeias e africanas e sua vida urbana.

TEN CITIES é inspirada pelo projeto piloto  BLNRB que o Goethe-Institut lançou em 2012

Participantes em Luanda:

Bruno M (Luanda) 

Nascido William Bruno Diogo do Amaral, foi apelidado de Bruno Magico devido as suas habilidades em produção de beats de Kuduro para terceiros. Para alem de ser um poeta dos problemas socias cantados na forma pessoal,  a sua forma inovadora de cantar Kuduro troce-lhe uma legião de fãs na sua maioria jovens (que no passado perdiam-se em práticas criminosas que  encontraram no Kuduro consolo e meio de manifestação e expressão). Com dois albums no mercado Batida Únika 1 e 2, Bruno e dententor de verdadeiros inos nacionais de kuduro como “Dança Do Scomba” e Txubila (musica cantada até pelo presidente da republica em publico).

Djeff (Luanda)

Tiago Barros  (Djeff), um artista em ascensão como produtor e DJ. Criador  do primeiro afro-house (Hu-House) em Angola Elegom Bousa feat Maskarado, e varios outro na Dupla com Silyvi. Recentemente criou a sua propia Label Kazukuta Records, a onde produs outros jovens talentos em Angola.

DJ Satelite (Luanda)

Hermenegildo Bráulio Humerto Mahapi aka DJ Satellite. Talento nato, muito cedo comecou a dar sinais das sua criatividade como produtor de Kuduro. Tem o seu nome escrito na historia do Kuduro cendo um dos produtores do Album Estado Maior do Kuduro dos Lambas (primeiro album a vender mais de 10.000 copias em Angola), Co-Produtor do  Album Batida Únika de Bruno M outro grande referencia do Kuduro nacional. Este produtor nato actualmente também  produs  Afro-House.

Lucio Aquilina (Naples)

Lucio Aquilina nasceu no bairro espanhol no centro de Nápoles. Lucio é um proeminente e futuro jovem DJ e produtor de música minimal-techno italiana. Ele lançou-se em editoras como a Trapez LTD, Cocoon e Spectral Sound.

Marco Messina (Naples)

Marco Messina é um DJ e produtor e membro da famosa banda de música 99 Posse.

99 Posse é um grupo italiano de hip hop e reggae de Nápoles. Ele faz rap em italiano e em dialeto local de Nápoles.  A maioria das canções do 99 Posse tratam de questões políticas ou sociais.

MC Sacer. (dot) (Luanda)

Edmar Jorge Pires Domingos aka MC Sacer.(dot) conhecido pelos seus dotes de MC, Sacerdote também produz beats para kuduristas. Envolvido em vários projectos de Hip Hop e Kuduro a onde se destaca o projecto Badida de DJ Mpula.

Silyvi (Luanda)

Silvio da Silva Classe aka DJ Silyvi. Como DJ muito cedo sentiu a necessidade de personalizar os seus sets, passou por isso  a remisturar  e editar as musicas que tocava. Dai para produção dos das suas propias musicas foi um acto natural.Em parceria com Djeff é dententor de grandes Hit’s em Angola. A solo lança  o tema Pemba Feat wiza pela AM ROOS, entre outros.

 

Os curadores das produções musicais são:

Andi Teichmann (Berlin)

Andi Teichmann pertence ao duo de música eletrónica alemã Gebrüder Teichmann/ Irmãos Teichmann. Os Gebrüder Teichmann com base em Berlim são dois irmãos Andi e Hannes Teichmann que atuam como músicos, DJs e produtores assim como ativistas culturais em mais de 40 países. 

Os Goethe-Instituts participantes em África incluem: Goethe-Institut Angola, Goethe-Institut Nigeria, Goethe-Institut África do Sul, Goethe-Institut Quénia assim como Goethe-Institut Egipto.

Adaptr.org é um coletivo com base em Berlim que estabeleceu uma ampla rede internacional de músicos, artistas visuais e os organizadores de eventos. Trata-se de Gerriet Schultz e os Irmãos Teichmann.

O centro de estudos pós-coloniais na Universidade de Nápoles, Itália é um polo para a análise interdisciplinar e intercultural e questões de migração, memória e a mutação das formações sociais e culturais dentro de um quadro europeu e extra-europeu.   

C/O Berlin, o Fórum Internacional para diálogos visuais, é um local de exposição em Berlim que concebe e organiza exposições fotográficas internacionais, variadas e contemporâneas.

Contactos 

Escritório de Nairobi: Goethe-Institut Nairobi, Tel: +254 20 2245115/ 22 11 381/ 2612541/2, 10CITIES@nairobi.goethe.org, www.goethe.de/kenya, facebook.com/GoetheInstitutNairobi

Escritório de Berlim: Adaptr Berlin, Gerriet@adapter-berlin.org, Andi@adapter-berlin.org, Hannes@adapter-berlin.org

 

Segunda-feira, 26 de novembro de 2012,

TEN CITIES Conferência de imprensa

CEFOJOR, Centro de Formação de Jornalistas

Rua Luther King, 123/124, Luanda Angola

09:00 horas

Quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Concerto de TEN CITIES por Marco Messina, Lucio Aquilina, MC Sacer.(dot) e DJ Satelite

Convidados: Bruno M, Djeff, Silyvi e Andi Teichmann

Elinga Teatro, Largo Tristão da Cunha 17, Luanda Angola

20:30 horas apresentação do projecto

21:00 horas espectáculo musical
Entrada: 1000 KZ

22.11.2012 | por martalanca | kuduro, Luanda, TEN CITIES

CHUPA LÁ .... novo tema do grande kudurista Lil-pasta Sacerdote

RIDDIM IS SIK… BOOOOM! batidas loucas “Quem é você para me parar?”

http://youtu.be/XE_47mP4AYQ

20.11.2012 | por martalanca | kuduro, Lil-pasta Sacerdote

Nástio Mosquito no Festival Metro54 - Amsterdão

Após ter apresentado no passado mês de Julho a sua mais recente obra - Deixa-me Entrar, Nástio lança-se mais uma vez ao mundo, à descoberta de plataformas inovadoras que pretendem fundir o ser, o conceber e o consumir da experiência artística.

Nástio Mosquito revisita a europa, lugar onde viu nascer a sua carreira artística. Desta vez passando por Amsterdão a motivo de um dos mais badalados Festivais na urbe Europeia, o Metro54. Num cenário, multi-cultural e convidativo, uma das manifestações urbanas em destaque foi o Kuduro.

Nástio Mosquito apresentou uma instalação de vídeo com 3 ecrãs sob um chão de madeira coberto por quiabos, gimboa, feijão verde, curgetes, gindungo, melancia, manga, morangos, pêssegos, ananás  juntamente com 10kg de açúcar e 5 garrafas de gasóleo. TESTE DO SOFÁ, ASSALTOS EM LUANDA, filmes e documentários foram alguns dos materiais em vídeo usados pelo artista que os justapôs ao som de Bruno M e de Game Walla que tocavam em alto som nas colunas.

Apesar de não ser grande apreciador do Kuduro, Nástio Mosquito celebra o “poder que dele vem (…), a linguagem criativa, a forma das narrativas.” “Para mim”, diz Nástio, o [Kuduro] é um fenómeno super-inspirador.”


Metro54

O artista expressou, numa tenda de 25m2, a sua interpretação do universo que deu origem ao Kuduro, a sua leitura do Kuduro como universo - as condições que favorecem e sustentam este género como expressão artística e cultural.

“[O Kuduro] é sim fruta boa… mas mesmo fruta boa quando em demasia e excessivamente madura enjoa e apodrece…[A instalação com a fruta e vegetais em processo de amadurecimento] é no fundo, um comentário sobre o que é o Kuduro hoje; com consultores contratados pelo “estado angolano” para brand it, package it, and sell it.”

Nástio Mosquito esteve também presente na programação da RedLight Radio em Amsterdão, uma estação on-line que emite shows ao vivo de Djs e personalidades locais dando-lhes uma oportunidade de ter um programa de rádio. A emissão é feita a partir de uma antiga janela de prostituição no icónico RedLight District de Amsterdão.


Nástio Mosquito no RedLight Radio (Amsterdam) com Kalaf Ângelo

O Festival Metro54 - Mashing-up the Arts é um evento artístico multicultural e interdisciplinar ao ar livre no qual a música, a dança, a poesia, o cinema e modo de vida e arte na cultura urbana Europeia são destacados. Uma plataforma que possibilita o cruzamento entre diversas formas de arte, criadores e mundos, o festival Metro54 viabiliza a colaboração entre indivíduos, encorajando-os a redefinir as suas experiências artísticas.

Curado por Ammal Alhaag, a 2a edição do Metro54 conta com o patrocínio da RedBull e Spotify trazendo performances únicas, concursos, colaborações, jam sessions e conta com a presença de Kalaf Ângelo (Portugal), Mind the Gap (Portugal), Benjamin LeBrave (Ghana), entre outros.

O Festival decorreu entre 27 de Agosto a 2 de Setembro. Nesta edição os curadores da Metro54 combinaram a arte e a experimentação de novas tendências nos sons urbanos e na interação entre artistas. Amsterdão transformou-se num lugar vibrante de sons puros e fusões de arte nascida em outros centros urbanos europeus.

Nástio Mosquito é músico, performer, produtor, e criativo pela DZZZZ, ArtWork e Director Executivo da DZZZZ, Enterprises.

Sabia Mais:
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Festival Metro 54| 27 Ago. – 2 Set.
Arena Park
Amsterdão
https://www.facebook.com/Metro54

Contacto
Damiana de Windt (Produtora)
+31(0)20-4234948
damiana@metro54.nl

05.09.2012 | por herminiobovino | festival, kuduro, música angolana

Viseu | 30 Junho| Noite Afro- Latina

26.06.2012 | por joanapereira | danças, Funáná, kizomba, kuduro, Portugal, semba, Viseu

Parabens à Fofando

A fofando celebrou os seus 12 anos de carreira no salão Mangólia no bairro CTT, em Luanda. Na festa participaram a Noite Dia, Negro5 e Chupetinha…

02.06.2012 | por martalanca | Fofando, kuduro

Toke É Esse, grande divulgador de música angolana

O Toke É Esse é o pseudónimo atribuido pelo pintor angolano Yonamine a António Fernandes, um euroafricano nascido em 1965 em Luanda. Filho de uma família europeia cujo negócio em Angola é desde 1958 o ramo das Artes Gráficas, desenvolve actividades paralelas. Radialista desde 1982 e realizador e apresentador desde 2001 de um programa de rádio de uma hora semanal aos sábados dedicado aos Beatles (O Submarino Angolano) na LAC (Luanda Antena Comercial).
Baterista dos Neblina, a primeira banda angolana a lançar um disco de Rock, o álbum “Innocence Falls In Deccay” de 2006.  Actor do Elinga Teatro participou nas peças “Quem Me Dera Ser Onda”, 2001/02; “Kimpa Vita - A Profetisa Ardente”, 2007; “O Moribundo Que Não Queria Morrer”, 2008; e “A Errância de Caim”, em 2012.  Desde 2005 tem tido uma discreta porém massiva actuação como jornalista/divulgador dos valores culturais angolanos, com destaque para a divulgação e difusão pelo meio digital de um vasto acervo musical angolano até então quase esquecido e cobrindo cronológica e tematicamente os mais variados estilos musicais angolanos. 
Destaque para o acompanhamento do Kuduro espontâneo que todas as semanas é posto à venda nas ruas de Luanda pelos produtores e intérpretes independentes, i.e., sem editora, através do site Kuduro files

27.05.2012 | por martalanca | kuduro, música angolana

Hoje à noite o Elinga rende-se ao Kuduro

 

MENSAGEM DO PRESIDENTE GASOLINA PARA O BUALA DIRECTAMENTE DE LUANDA 

ouvir aqui  

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26.05.2012 | por martalanca | Elinga Teatro, kuduro, Presidente Gasolina

“Luanda: a fábrica de música”

O documentário “Luanda: a fábrica de música” do cineasta angolano Kiluanje Liberdade, capta a realidade e a necessidade criativa do “faça você mesmo “ dos novos produtores e djs do Kuduro. Em estúdios precários, onde um velho gerador de energia alimenta computadores obsoletos, é feita a música que domina a noite luandense, e de onde é exportada para o mundo, causando furor nos lugares onde é tocada.

19.05.2012 | por martalanca | kuduro

PROGRAMA KIC – Kuduru International Conference - LUANDA

o Cine-Teatro Nacional 23 a 25 de maio, Luanda

ABERTURA

Dia 1  - 23.05.2012 – Sessão Solene 

10:00 – 11:30 –   Programação especial

Cocktail

Dia 1 – 23.05.2012 – Sessão de Trabalhos

14:30 Início das Sessões de Trabalho – Moderadora Stefanie Alisch

Marissa Moorman - Discurso de abertura da Sessão de Trabalhos da KIC 

Paínel 1 - Introdução à temática

15:00 Jó  Kindange - Kuduro, seu percurso histórico, contextualizações na sua auto-afirmação e perspectivas

Florent Mazzoleni - Breve história da música popular angolana: do compromisso político ao reconhecimento internacional

Jomo Fortunato - Origem e formação de um género musical

      Debate

Filme: “ Ritmos Urbanos” de Isilda Hurst

18:00 Balanço do Dia - Comissão organizadora

Dia 2 – 24.05.2012 -   “Caracterização intrínseca”

Paínel 2 - “Fogo no musseke” – Kuduro na dinámica entre periferia e centro

08:30 Manuel Sotero Caio e Paula Santana –

- A dança é conforme a música, mas aqui se toca a mudança: o kuduro angolano e os discursos em torno de uma produção musical jovem periférica

Abel Paxe - “Kuduro do gueto, sta bater, Kuduro da city eu quero ver”: Sou fã do Kuduro: Música, Socialização e reprodução de identidades

Debate

10: 00 Intervalo

Paínel 3 – “Kuduro e linguagem”

10:15 Rosa Manoel -   Áreas de incidência semântica da linguagem da música kuduro

Agnela Barros - Kuduro ou Kuduru? – Reflexões à volta da grafia

Abreu Paxe -      As estruturas do imaginário e o kuduro como texto cultural

Debate

12:00 Pausa para o almoço

Paínel 4 – “Amba kuduro, mamãe”  práticas performativas e tecnologia no kuduro

14:30 Inocêncio Oliveira e Sebastião Conda   – Notacão  de toques de kuduro

Alexandra Xano –  Pesquisa de kuduro no contexto de comunicacão da massa

Stefanie Alisch -    Carga na dança  kuduro – resultado da interação entre bailarin@ e camera 

Debate

16:00 Intervalo

Paínel 5 – Depoimentos e mensagens

16:15 Moderação da Comissão Organizadora

Filmes:   “Kuduro – surgimento e expansao” de  Bela Lemos

                                               “A Fábrica de Música” de Kiluanje Liberdade

18:00 Balanço do dia -  Comissão Organizadora

Dia 3 – 25.05.2012 -   “Kuduro na  sua relação com a África e o Mundo”

Paínel 6 - “De Paris para Luanda” - Kuduro como cultura glocal ?

08:30 Frederik Moehn - A INTERNACIONALIZAÇÃO DO KUDURO: A música angolana no Brasil contemporâneo

Marta Lança - as músicas urbanas dos jovens afro-descendentes na periferia de Lisboa e a questão lusófona

Garth Sheridam - Os processos sincréticos envolvidos em culturas musicais do kuduro

Debate

10:00 Intervalo

Paínel 7 – “Danca e pedagogia”

10:15 Ananya  Jahanara  KABIR - Autenticidade, Pedagogia e Danças de Salão dos PALOP na Europa

Violeta Gerviz e Edda Grunwald - O kuduro como meio de educação profissional

Josias Satumbo, I.O. e S.C. – A Importância do Kuduro no ensino de crianças e jovens

                               Debate

12:00 Pausa para o  almoço

Paínel 8 – “Estamos sempre a subir” kuduro, marketing e indústria musical

14:30 Benjamin Lebrave - Cultura e Indústria Angolanas no Mundo

Tokesse – Divulgacao intenacional do kuduro atraves de blogs

Coreon Dú – “I Love Kuduro”

Debate

Filme “Festa de Quintal”

Mesa redonda – Perguntas abertas e conclusões

16:15 Fórum com todos os conferencistas

18:00 Encerramento formal da conferência  -  programação especial

Cocktail

19.05.2012 | por martalanca | conferência, kuduro

4ª Noite Príncipe: Príncipe DJs + DJ Firmeza vs DJ Maboku + DJ Marfox, LISBOA

Dia 19 de Maio acontece a quarta Noite Príncipe, novamente a um Sábado à noite na sala nobre do Cais do Sodré (Music Box), e com cardápio novo para experienciar na pista, após o concerto de Spoek Mathambo.

Começa pela 2h da manhã com aquecimento Príncipe DJs, seguindo-se o embate fraterno dos putos com mão & coração em novo som, DJ Firmeza vs DJ Maboku, e comando final do padrinho DJ Marfox, até as portas fecharem já com a luz da manhã lá fora, pelas 7h. A entrada dá direito a duas bebidas pelo preço de 8€.

DJ Marfox com o seu ‘Eu Sei Quem Sou EP’ e Photonz com ‘WEO / Chunk Hiss’ marcam as duas primeiras edições da editora nacional. Desde Fevereiro que o Musicbox acolhe a club night da Príncipe, sendo a de Maio entregue ao já habitual e sempre imprevisível calor escaldante e ritmo vertiginoso de DJ Marfox, antecedido pela estreia na Lisboa central dos membros d’Os Piquenos Djs Do Guetto e mais sangue novo indomável para as pistas, DJ Firmeza e DJ Maboku.

It’s all way live! #4

DJ Marfox  +   DJ Firmeza  +  Dj Firmeza & Dj Maboku - A dica  +  Príncipe 

 

A PRÍNCIPE é uma editora de Lisboa, inteiramente dedicada a editar música de dança contemporânea 100% real a ser produzida nesta cidade, nos seus subúrbios, bairros sociais e guetos. Novos sons, formas e estruturas com o seu próprio código de poética e identidade cultural. Queremos certificar-nos que o trabalho incrível que está a ser produzido aqui, seja em house, techno, kuduro, batida, kizomba, funaná, tarrachinha ou noutro novo desenvolvimento estético ainda inominável, deixe de permanecer desconhecido fora dos nossos clubes, telemóveis e quartos.

 

15.05.2012 | por franciscabagulho | batida, house, kuduro

KIC – Kuduru International Conference

A Comissão Organizadora da KIC – Kuduru International Conference dá a conhecer aos órgãos de comunicação social, às instituições nacionais e internacionais e ao público em geral, que tem lugar de 23 a 25 de Maio de 2012, no Nacional Cine-Teatro, em Luanda, o primeiro evento que reúne especialistas e investigadores nacionais e internacionais, para um debate científico sobre o Kuduro. Tem como tema: “KUDURO, PATRIMÓNIO ANGOLANO PARA A ÁFRICA E O MUNDOe como slogan: “Conhecer para valorizar”.

O objectivo é incentivar o estudo e a prática performativa do Kuduro, debruçando-se sobre a sua génese, criatividade e inovação, e possibilitar aos estudiosos e praticantes a troca de ideias, conhecimento e informação, em torno deste movimento artístico cultural surgido no início da década de 90. Já confirmaram a sua participação investigadores angolanos e da Alemanha, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos, Portugal, França, Ghana e Brasil.

Esta conferência internacional vai examinar como os avanços da tecnologia, cidadania global, transacções interculturais e empréstimos tiveram impacto sobre a génese e performance do Kuduro, através de soluções engenhosas baseadas na inovação e criatividade, a partir de diferentes vertentes. A abordagem académica é interdisciplinar, centrada em ângulos históricos, musicológicos, da ciência da dança, da linguística e da sociologia. Organizado em painéis temáticos, as comunicações abordarão diversas questões, destacando-se as seguintes: História da música popular angolana; Origem e formação do Kuduro; O percurso histórico do Kuduro e contextualizações; A Anatomia de kuduro; Os processos sincréticos envolvidos em culturas musicais do kuduro; O kuduro e os discursos em torno de uma produção musical jovem periférica; O conceito de Karga na dança de kuduro; Música, Socialização e reprodução de identidades no kuduro; As estruturas do imaginário e o kuduro como texto cultural; Áreas de incidência semântica da linguagem da música kuduro; Reflexões à volta da grafia; O kuduro como meio de educação profissional; A internacionalização do kuduro; As danças e músicas urbanas dos jovens afro-descendentes na periferia de Lisboa; Autenticidade e Pedagogia do Kuduro; Kuduro e Lusofonia; Papel do “I Love Kuduro” na divulgação mundial do kuduro.

Solicita-se a participação de todos, devendo os interessados efectuar a sua inscrição, a partir do dia 15 de Maio de 2012, na Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde

 O projecto foi concebido e é organizado pelo Jornal Dos Negócios, Grupo-Editora Sons e Letras; pelo Centro de Estudos de  Teatro da Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde e pela investigadora Stefanie Alisch, da Iwalewa-Haus, Museu de Arte Contemporânea e Popular Africana da Universidade de Bayreuth (Alemanha), que assume a responsabilidade da publicação das Actas da Conferência. A produção é da responsabilidade da Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde e da empresa  Da Banda Entertainment S,A.

14.05.2012 | por martalanca | angola, kuduro, música urbana, património