Respostas ao (Des)envolvimento

BAI Arte 2014, na Academia BAI, “Loy”, em Luanda, reúne 6 artistas com o título Luanda 02_14 Respostas ao (Des)envolvimento. A exposição estará aberta ao público até dia 5 de Dezembro, tem a curadoria de André Cunha, e conta com Erika Jamece, Francisco Vidal, Ihosvanny, Leda Baltazar, Nelo Teixeira e Patrícia Cardoso, numa matriz de arte contemporânea cuja linha criativa passa pela pintura e instalação.

Francisco VidalFrancisco Vidal

Continuar a ler "Respostas ao (Des)envolvimento"

14.11.2014 | por martalanca | Erika Jamece, Francisco Vidal, Ihosvanny, Leda Baltazar, Nelo Teixeira e Patrícia Cardoso

Expo de pintura e vídeo da Ihosvanny

Expo de pintura e vídeo, na SOSO Globo 5R. Rainha Ginga, 100, 1°)
TURBO KINGDOM”, do artista angolano Ihosvanny: as metamorfoses e os seus registos; o consumo em massa, as imagens e os recursos.
Uma reflexão a propósito do mundo de hoje, com as suas crises políticas, económicas e sociais.
>>> Patente de terça a sábado, das 14h às 20h00.

13.01.2012 | por martalanca | Ihosvanny

Turbo Kingdom, exposição de Ihosvanny, LUANDA

Inauguração 21 Dezembro, SOSO arte contemporânea africana_ Luanda.

19.12.2011 | por franciscabagulho | Ihosvanny, Luanda, Soso

inauguração "Last First Dacade", Ellipse Foundation, Cascais

“Last First Dacade” curadoria: Alexandre Melo e Ivo André Braz. Ellipse Foundation, inaugura 30 Abril.

Passados cerca de 100 anos sobre as vanguardas históricas a exposição The Last First Decade propõe-se revisitá-las a partir de obras do primeiro decénio do século XXI. Não se procura, contudo, traçar uma genealogia que conduza das vanguardas à arte dos nossos dias ou de supor uma influência directa e imediata. Ao contrário da abordagem historiográfica, que dificilmente escapa à rigidez discursiva, o modelo expositivo assenta na polissemia das obras. De certa forma trata-se de uma dupla exposição: algo que se apresenta mas não se vê (as vanguardas cujos conceitos estruturam a mostra) e algo que se vê mas cuja estrutura se elide (os trabalhos produzidos na última década). Assente neste paradoxo – entre um passado que se propunha como construção do futuro e um presente que se pensa a si mesmo como actualidade – The Last First Decade replica o modo como a ideia de vanguarda percorre a arte contemporânea através de retornos e distanciamentos, antecipações e retrospecções. 

Incluí trabalhos de Kiluanji Kia Henda, Angel Ihosvanny e Yonamine (entre outros).

www.ellipsefoundation.com

 

26.04.2011 | por franciscabagulho | Ellipse Foundation, Ihosvanny, kiluanji kia henda, yonamine

Parceria Buala / Influx

A INFLUX CONTEMPORARY ART apoia o Buala e estamos juntos a estabelecer uma parceria de divulgação dos seus projectos.

Para quem não conhece, A INFLUX é uma galeria de arte contemporânea, em Lisboa, que expõe exclusivamente trabalhos de artistas de África e da diáspora. A galeria é um espaço amplo dividido em duas áreas expositivas contíguas localizada na zona do Lumiar. O projecto visa estabelecer-se como um local privilegiado para a divulgação da arte africana contemporânea em Portugal.

A próxima exposição, “Noise I Ruído”, do artista angolano Ihosvanny, inaugura no dia 25 de Setembro às 17h.   + infos


14.09.2010 | por franciscabagulho | arte contemporânea, Ihosvanny, influx contemporary art

IHOSVANNY 25 Set. na INFLUX CONTEMPORARY ART

IHOSVANNY 

noise | ruído

25 Setembro > 13 Novembro 2010 

Qua > Sáb  |  14 h > 19 h

‘NOISE | RUÍDO’ gira à volta da noção de ruído. O ruído de fundo de uma cidade em convulsão (Luanda? Lisboa?), o barulho das ruas, da construção massiva e do tráfego, mas também o ruído visual e, acima de tudo, o ruído na comunicação.  

Os especialistas classificam o ruído na comunicação em quatro tipos: físico, psicológico, fisiológico e semântico. O ruído físico é exterior ao emissor e ao receptor e engloba todos os sons que tornam difícil ouvir o que é dito. O ruído psicológico é definido como uma interferência mental - se o receptor está “ausente”, o ruído na sua mente impede a comunicação.  O ruído fisiológico implica uma patologia que, causando dor ou desconforto, interfere com a comunicação. Por fim, o ruído semântico ocorre quando não há partilha do significado numa comunicação - quando é utilizada terminologia técnica inacessível a um receptor leigo, por exemplo. 

Nesta exposição, Ihosvanny explora estes conceitos e a relação, por vezes menos óbvia, entre ruído e silêncio, com recurso a diferentes linguagens e media - pintura, fotografia e vídeo – além de uma instalação site-specific de grande escala concebida especificamente para a exposição. 

 

INFLUX CONTEMPORARY ART 

Rua Fernando Vaz, 20 B  1750-108 Lisboa 

+ 351 91 850 1234 

info@influxcontemporary.com 

www.influxcontemporary.com 

02.09.2010 | por franciscabagulho | angola, arte contemporânea, Ihosvanny, influx