Rescaldo do djumbai da cidadania em Cacheu

O segundo Djumbai da Cidadania juntou nos dias 27 e 28 de Julho em Cacheu cerca de 70 jovens em debate acerca do golpe de estado de 12 de Abril: como é que este foi vivido em Cacheu e como podem as associações juvenis mobilizar-se para impedir novos golpes de estado e construir a democracia participativa a partir das suas comunidades.
Uma das principais ideias do Djumbai foi a criação de um “Movimento pró-Cacheu”, que promova desenvolvimento e democracia que não só tenha iniciativas concretas para resolver problemas locais mas exija que os compromissos políticos assumidos com a comunidade e o país, sejam cumpridos. Um espaço de debate de ideias e acções em que se ensaie a democracia participativa.
Para mais informação, ver ver aqui

31.07.2012 | por martalanca | Cacheu, Guiné Bissau | 0 comentários

BUALA na rádio

para quem quiser saber mais sobre o projecto BUALA pode ouvir aqui a emissão de rádio do programa Ilustres Desconhecidos, na RTP Internacional, moi même à conversa com a querida isabel flora. 

 

31.07.2012 | por martalanca | buala | 0 comentários

MC LBC SOLDJAH

Mixtape V2D Destinadu a vensi do MC LBC SOLDJAH

ouvir aqui 

 

30.07.2012 | por martalanca | LBC | 0 comentários

Internacional semba - (In) Continente, Domingo 29, Zona Franca no Bartô LISBOA

Banda angolana com sembas para dançar e rasgar a sala na passada. A estória da música de resistência dos anos 60 aos nossos dias.  Muxima de Angola.
BARTO (CHAPITO), dia 29 de julho das 22h às 2h
Entrada livre

web

27.07.2012 | por herminiobovino | música, música angolana, semba | 0 comentários

Tony Allen’s “Black Series” feat. Amp Fiddler (Nigéria / EUA), Sábado 28 no Festival SINES

De África para a Afro-América, uma viagem pela música negra conduzida pelo génio do ritmo Tony Allen. O teclista e cantor Amp Fiddler é o copiloto. Castelo, 28 de julho, 23h15.  

Confuso, misturado, impreciso, este é o pior dos tempos e o melhor dos tempos e esta é a história de duas cidades musicais que lhe fazem jus: Detroit, nos EUA, e Lagos, na Nigéria. Detroit é uma capital da música negra, da soul e de tudo o que vem da e com a soul, Motown, R&B, funk, hip hop. Lagos é o berço do Afrobeat, essa música magnética para o público e para as outras músicas africanas e norte-americanas. O projeto “Black Series” aproxima ainda mais estas geografias nunca separadas. O seu líder é o baterista nigeriano Tony Allen, braço funk de Fela Kuti e, na sua carreira a solo, um exemplo de longevidade na criatividade. O embaixador de Detroit é Amp Fiddler, teclista e cantor cujo talento já ajudou a brilhar gente tão importante quanto Prince e George Clinton, este último, durante 10 anos nas teclas de Parliament/Funkadelic, de onde também é requisitado para este projeto o guitarrista Andre Foxxe. Em Sines, a banda completa-se com o baixista Cesar Anot, o guitarrista Oghene Kologbo, a voz de Audrey Gbaguidi e uma secção de metais assegurada por professores da Escola das Artes de Sines.

Festival Musicas do Mundo

26.07.2012 | por franciscabagulho | afrobeat | 0 comentários

Grants for artists and cultural operators, before september!

Art Moves Africa (AMA) offeres grants for artists and cultural operators living and working in Africa. Applicants must come from performing and visual arts, music, cinema, literature and cultural advocacy field. AMA provides the costs of travel, visa and travel insurance for the duration of stay.

Send the Application form before 1 September for the travels planned from 1st of November onward, to the AMA office at applications@artmovesafrica.org

25.07.2012 | por candela | arts moves africa (AMA), cultural operators, grants for artists | 0 comentários

Festival Escrita na Paisagem, julho e agosto, EVORA

Com o tema cosmopolíticas, a 9ª edição do Festival Escrita na Paisagem em parceria com o Mural Sonoro abrem um espaço ao entrosamento entre as culturas portuguesa e africana. Nove quartas-feiras, nove concertos de 4 de Julho a 29 de Agosto.
Uma partilha histórica do ser e do fazer, informada pelas ideias de identidade e de diferença resultantes de um longo processo de cruzamento e miscigenação, dá a forma a esta cultura comum que se manifesta no campo artístico e, sobretudo, no campo musical, como valor inquestionável da produção contemporânea. A música de raiz africana respira na produção de vários criadores musicais dos séculos XX e XXI em Portugal. Respira, tanto pela circulação dos protagonistas, como pela indústria discográfica e da difusão musical. Respira nas profundas influências que a relação histórica que une as duas culturas potencia (entre os limites do período colonial, a circulação que as independências geraram e as contaminações que o mundo global continuamente (re)faz). Está, como dizemos, no ar dos tempos, na massa do sangue. Entra no ouvido e faz mover os corpos e os continentes.
Com músicos e conjuntos de várias géneses, o palco do África Move é transnacional e apela à reflexão sobre a integração social através de práticas musicais em contexto migratório. Depois de Skolah Bedja (PT), Bilan (Cabo Verde), Francesco Valente (Itália), Múcio Sá (Brasil) e Dj Leo Leonel (Rio de Janeiro, Brasil), em Agosto o África Move recebe ainda os Cacique 97 e Selma Uamusse, os Irmãos Makossa (Itália e Angola), o Dj Tiago Mata Angelino (PT) e o percurssionista Marco Fernandes (PT).
É já na próxima quarta-feira, dia 1 de Agosto, que vamos poder ouvir o colectivo luso-moçambicano Cacique 97. O palco do África Move vai mudar-se para a Praça do Giraldo, em Évora, para receber o colectivo afro-beat, que dispensa já apresentações, e promete agitar a praça. Dia para ouvir também Selma Uamusse, voz de trabalhos que muitos conhecem, como Gospel Collective, Movimento, Wraygunn, e que irá abrir a noite a solo com um tributo feito a Nina Simone.
Africa Move, de 4 de Julho a 29 de Agosto, no Festival Escrita na Paisagem.
Em breve toda a programação do festival em
www.escritanapaisagem.net
http://muralsonoro.tumblr.com/

25.07.2012 | por candela | africa move, cacique 97, évora, festival escrita na paisagem, mural sonoro, selma uamusse | 0 comentários

Belém Art Fest: fusão cultural acorda museus em Lisboa

No próximo dia 22 de Setembro três museus abrem as portas para dar entrada à 1ª edição do Belém Art Fest. Um festival que aposta na fusão cultural como um conceito único em Portugal, com a abertura de museus à noite para concertos, workshops,exposições e teatro.

A Amazing Adventure, organizadora do evento, pretende criar uma ligação emocional entre Museus, Artistas, Instituições e Público.

Contando com o apoio do Instituto dos Museus e da Conservação e da Câmara Municipal de Lisboa, esta 1ª edição irá passar-se em três museus de Belém: Museu Nacional de Arqueologia, Museu Nacional dos Coches e Museu de Arte Popular, sendo cada um deles palco de um gênero musical distinto.

E é de palco em palco, de museu em museu que, envolvidos em alma e em história pela “mão” de artistas portugueses, os participantes poderão assistir a concertos de fado, jazz e rock, visitar exposições, participar em workshops de artesanato urbano e maquilhagem, ver teatro e desfiles de moda.

O Belém Art Fest nasce para apostar na cultura e produção nacional, viajando entre o novo e o antigo, aliando tradição ao contemporâneo, transmitindo aos participantes, sobre as mais variadas formas, os diferentes valores da cultura portuguesa.

“Juntar várias vertentes culturais de forma descontraída e dinâmica, potenciando e dinamizando espaços priveligiados” Pedro Madeira Pinto, artista que irá expor a sua obra no Belém Art Fest.

Belém Art Fest apresenta-se aqui: Vídeo

+info:

site

facebook

25.07.2012 | por martamestre | festival, fusão, lisboa | 0 comentários

Call for Submissions: African Cities Reader III: land, property and value

The African Cities Reader is a journal-like platform where Africans tell their own stories, draw their own maps and represent their own spatial topographies as our cities continue to evolve and adapt at the interstice of difference, complexity, opportunism, and irony. The intervention is premised on the fact that the cultural, livelihood, religious, stylistic, commercial, familial, knowledge producing and navigational capacities of African urbanites are typically overlooked, unappreciated and undervalued. The aim of the African Cities Reader is to bring their stories and practices to the fore through a variety of genres and experiments in criticality. 


The third African Cities Reader will explore the unholy trinity of land, property and value-the life force of cities everywhere - especially in an era of late modernity marked by a speculative impulse that takes on a spectral character as it instigates adventures of city imagineering, deal-making, and symbolic reinvestment. The material effects of which is often displacement, violence, day light robbery and night time seduction. This incessant (re)making of the African city is a game that leaves few untouched or unmoved. 
As too many demands are placed on too few infrastructural endowments, land and living space come at a premium. Ingrained differential standards of what constitutes “acceptable” or “adequate” levels of consumption create a grotesque reflection of class and other markers of hierarchy in the built landscape. And in the absence of widespread formal and regular sources of income, most city dwellers are forced to hedge every shred of connection, cunning, positioning and affiliation to retain a foothold or expand their room for manoeuvre. The third instalment of the African Cities Reader will bring these constitutive dynamics to life. 
Specifically, we are looking for imaginative reflections on the recent phenomenon of investment in urban utopias for the global middle-class unmoored from the messy realities of emergent urbanisms. In fact, the investment, construction, marketing and governance dynamics of these experiments reflect a fascinating geography of rapidly changing geo-economics in an increasingly multi-polar world. At the other end of the spectrum, we are also curious about the enduring traces of autonomous artist colonies or spaces; often modest material interventions but with powerful symbolic effects. Asef Bayat draws our attention to what he calls “the quiet encroachment of the ordinary” - survival practices of urban majorities that involve the relentless occupation of resources at the expense of elites to simply get by, but which add up to a redefinition of land-use, settlement patterns and resource flows in the city. (Bayat, A. (2000) ‘Social Movements, Activism and Social Development in the Middle East’, Civil Society and Social Movements Programme Paper, Geneva: UNRISD). Stories, theorisations and illustrations that flesh out this proposition are invited. 
Furthermore, the new and emerging forces of power and investment cannot but imprint themselves on the urban fabric. Their power and status demands a built manifestation. So, we are curious to better understand the changing visual landscapes and cultures as religious, commercial, ethnic, security and other forces announce their power and intentions. How might these symbolic economies be redeployed and ridiculed as ordinary people move in and out of their intentions of place-making? 
Developmentalist discources on tenure security as a gateway to urban citizenship has been part of the mainstream for at least three decades. What has this resulted in? Why is there still such an abiding optimism about the magical powers of title and tenure security? Where might these discourses go to next? How can they possibly make sense of the vast peri-urban dynamics that now dominate the lived reality of most African cities? 
Finally, since African cities and towns (including new ones) will have to accommodate at least another four hundred million people over the next two decades, what is the future of land, property and value? What alternative imaginaries are available to us to think about the bare fact of co-existence, being, and home? Is there even a horizon to be thought or imagined? What might the hue of that horizon be? 
In keeping with previous manifestations, the third African Cities Reader remains open to multiple genres (literature, philosophy, faction, reportage, ethnographic narrative, etc.), forms of representation (text, image, sound and possibly performance), and points of view. The African Cities Reader insists on embodying the rich pluralism, cosmopolitanism and diversity of emergent urbanisms across Africa. Thus, the Reader invites and undertake to commission writing and art by practitioners, academics, activists and artists from diverse fields across Africa in all of her expansiveness. 
Submissions will be accepted until Wednesday, 31st August 2012, and should be submitted electronically in Word format and low-res jpg to the email address below. Submissions may vary in subject matter and will be assessed on their relevance to theme. All work should accompany a short abstract, biography and relevant contact details. 

For further information contact:
Liepollo Rantekoa: africancitiesreader@chimurenga.co.za 

 

25.07.2012 | por franciscabagulho | Call for contributions | 0 comentários

Edinburgh African Film Festival, Call for papers!

To link with the Africa in Motion 2012 festival theme Modern Africa, we are inviting papers from scholars working in the field of African Popular Culture. The festival will focus on films and events that represent Africa as part and parcel of the modern, globalized world -the urban, the new, the provocative, the innovative and experimental. We regard “modern” not as belonging solely to the “West”, and through the festival we want to emphasize Africa’s important role in the modern world. We are interested in discovering and exploring through this year’s festival how modernity manifests in African cultures, and the symposium focus on African popular culture will further enhance this theme.
The symposium will run alongside Africa in Motion Film Festival 2012 (25 October - 2 November) in the city of Edinburgh, UK on Saturday 27 October 2012, 09:00 - 17:00. Venue: Seminar Room 1 & 2, Chrystal MacMillan Building. Abstracts are solicited for individual 20-minute papers
on the theme of the symposium. We are looking for submissions from scholars at all levels (postgraduate students are most welcome) and invite contributions from as wide a scope of research areas and disciplines as possible.

We invite abstracts of 250-300 words as well as brief biographical details (no more than 100 words) to be sent to the symposium organizers at symposium@ africa-in-motion.org.uk by Monday 30 July 2012.

Information: africa in motion, Studio 48, Out of the Blue Drill Hall 30-36 Dalmeny Street * EH6 8RG, info@africa-in-motion.org.uk 

24.07.2012 | por candela | Africa in Motion, call for papers, Edinburgh African Film Festival | 0 comentários