Ana Maria Bigotte Vieira
Lisboa (1980). Doutoranda em Estudos Artísticos, Visiting Scholar no Departamento de Performance Studies na NYU-TISCH School of the Arts (2009-12). Estudou História Moderna e Contemporânea no ISCTE. Pós-graduação em Cultura Contemporânea (UNL-FCSH). Interessa-se por Performance Studies, História Cultural e Dramaturgia tendo já escrito para o Le Monde Diplomatique, a Sinais de Cena, a Obscena, o Jornal do Atelier Real, o idanca.net e o www.questaodecritica.com.br/. Dramaturgista e investigadora, trabalhou com Gonçalo Amorim, Miguel Castro Caldas, Bruno Bravo e Manuel Henriques, tendo feito pesquisa para, entre outros, os espectáculos A Mãe, de Bertolt Brecht (Culturgest), Centro de Dia (alkantara), Foder e Ir às Compras (CCB), Maria Mata-os (Maria Matos), O Jogador (São Luiz) e Performance/Manifesto, a partir de Buchner (Da Barbuda). Traduziu Mark Ravenhill, Annibale Ruccello, Spiro Scimone e Pirandello (p/ os Artistas Unidos), e (c/ André Dias, p/ as edições 70) Giorgio Agamben. Com Miguel Castro Caldas coordenou recentemente a tradução colectiva e opensource de O governo das desigualdades, de Maurizio Lazzaratto. Integra o grupo de investigação de Teoria e Estética das Artes Performativas do Centro de Estudos de Teatro.
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