Affective Utopia I Kadist Paris

Avec Sammy Baloji & Filip De Boeck, Luis Camnitzer, Ângela Ferreira, Alfredo Jaar, Kiluanji Kia Henda, Grada Kilomba, Reynier Leyva Novo et Paulo Nazareth*

KADIST invite Mónica de Miranda et Bruno Leitão, fondateurs et directeurs de Hangar, un centre de recherche artistique situé à Graça (Lisbonne) pour une résidence curatoriale et une exposition.

Développée sur trois chapitres, l’exposition Affective Utopia abordera les questions et les défis relatifs à la production de connaissances artistiques et de pratiques curatoriales en regard des tensions et conflits générés par les problématiques Sud/Nord, des divisions géographiques, de l’assimilation culturelle et du besoin urgent de décoloniser les pratiques curatoriales et artistiques. 

Les artistes de l’exposition abordent différentes façons de penser et d’interpréter la notion d’utopie dans l’art contemporain. Le concept d’utopie implique deux notions liées bien que contradictoires : d’une part l’aspiration à un monde meilleur,  d’autre part le fait qu’elle n’existe dans nos imaginaires seulement qu’à travers les fictions inventées par les artistes. Affective Utopia réfléchit à cette ambivalence et pose la question de comment l’art peut être un outil de réflexion critique sur ses propres processus de socialisation et ses liens avec les concepts géographiques affectifs d’appartenance, d’origine et de diaspora.

Inviter une structure artistique en résidence permet d’expérimenter le déplacement de pratiques contextuelles pour offrir de nouvelles perspectives à des discussions ayant lieu à Paris et à l’international.

A Lisbonne, Hangar conçoit ses expositions comme des espaces d’engagement avec le public afin de depasser sa condition de spectateur, à travers des stratégies génératrices de sociabilité. Les fondateurs de Hangar souhaitent délocaliser cette approche à Paris le temps de l’exposition, en proposant un programme de rencontres en dialogue avec le public dans un autre contexte. 

Hangar est à la fois un espace d’exposition, de recherche et de résidences d’artistes. C’est également un centre éducatif qui organise des temps de discussion dans le but d’unifier les lieux géographiques et de stimuler le développement de pratiques artistiques et théoriques. Hangar cherche à développer des projets artistiques interdisciplinaires qui se concentrent sur la ville de Lisbonne en tant que scène centrale pour la culture contemporaine. La programmation artistique est tournée vers les problématiques Sud/Nord prenant comme référence la position spécifique de cette ville, carrefour géographique ainsi qu’historique.

*Les artistes de l’exposition à KADIST ont tous travaillé avec Hangar à Lisbonne à travers des résidences, des conférences ou des expositions.

With: Sammy Baloji & Filip De Boeck, Luis Camnitzer, Ângela Ferreira, Alfredo Jaar, Kiluanji Kia Henda, Grada Kilomba, Reynier Leyva Novo
and Paulo Nazareth*

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KADIST invites Mónica de Miranda and Bruno Leitão, founders and directors of Hangar, an artistic research center located in Graça, Lisbon, for an art-space residency and exhibition.

Developed over three chapters, the exhibition Affective Utopia will approach questions and challenges relative to the production of knowledge in the arts and curatorial practices: a reflection on the tensions and conflicts generated by South/North issues, geographic divisions, cultural assimilation and the urgent need for decolonization of thought in curatorial processes and artistic production.

The artists in this exhibition discuss the different ways of thinking and performing utopia in contemporary art from a broad range of angles. The concept of utopia entails two related but contradictory perceptions: the aspiration to a better world, and the acknowledgement that its form may only ever live in our imaginations through the artists’ fictional reconstructions of reality. Affective Utopia reflects this general ambivalence, but it also poses the question of how art can be a tool for critical reflection of one’s own socialization process and to one´s connections to affective geographic concepts of belonging, origin and diaspora.

The purpose of the art-space residency is to experiment with delocalizing context relevant practices in order to offer new perspectives on discussions happening in Paris, and internationally. 

Hangar in Lisbon produces exhibitions as spaces of action for public engagement beyond spectatorship and through strategies that produce sociality. 

Delocalized at KADIST during the time of this exhibition, Bruno Leitão and Mónica de Miranda’s project will reframe this approach towards public engagement in another context and towards another audience. 

Hangar is comprised of a center of exhibitions, artistic residencies, and artistic studies. It is also a center of education, talks and conversations that unify geographic locations and stimulate the development of artistic and theoretical practices. It seeks to organize and produce the development of artistic inter-disciplinary projects and visual arts projects that focus on Lisbon as a central backdrop for contemporary culture. Hangar’s artistic program is focused on South/North problematics, taking from the specific position that Lisbon occupies both geographically as well historically.

*The artists in the exhibition have all worked with Hangar in Lisbon through residencies, talks or exhibitions.

Vernissage : le vendredi 8 février 2019
Opening on Friday, February 8, 2019Les chapitres / chapters:
1 — Concrete Utopia 
09.02 — 03.03 Avec / with Sammy Baloji & Filip De Boeck, Ângela Ferreira, Kiluanji Kia Henda
2 —Art as a Critical Tool 07.03 — 24.03 Avec / with Luis Camnitzer, Alfredo Jaar,Reynier Leyva Novo
3 —The Body as a Political Tool
04.04 — 21.04 Avec / with Grada Kilomba andPaulo NazarethLes événements / events*:26.02 Conférence de / talk by Sammy Baloji & Filip De Boeck
07.03 Conférence de / talk by Luis Camnitzer
12.04 Grada Kilomba en conversation avec / in conversationwith Paul Goodwin
*Tous les événements liés à l’exposition auront lieu à 19h au bureau de KADIST. / All associated events will take place at 7 pm, at the KADIST office.

VISIT KADIST, PARIS 19bis/21 rue des Trois Frères 75018 +33 1 42 51 83 49

04.02.2019 | par martalanca | Affective Utopia, Alfredo Jaar, ângela ferreira, Bruno Leitão, Filip De Boeck, Grada kilomba, HANGAR, KADIST, kiluanji kia henda, Luis Camnitzer, Monica de Miranda, Paulo Nazareth, Reynier Leyva Novo, Sammy Baloji

Exposições do artista Kiluanji Kia Henda na Europa e no Brasil

PROJETO VENCEDOR DO PRÉMIO FRIEZE NA SUÉCIA 

'Under the Silent Eye of Lenin' will be part of the exhibition 'Memory Matters' 'Under the Silent Eye of Lenin' will be part of the exhibition 'Memory Matters' Sob o Olhar Silencioso de Lenine, projeto de Kiluanji Kia Henda premiado pelo Prémio Frieze em 2017 em Londres (entre candidatos de mais de 82 países) viaja para a Suécia. A instalação insinua um paralelo entre as práticas de feitiçaria e as narrativas de ficção científica instrumentalizadas pelas potências da Guerra Fria - União Soviética e os EUA. A exposição Memory Matters, na qual a obra será apresentada, incide nos temas da historiografia e memória, partilhando memórias coletivas. Em diálogo com acontecimentos sociais e políticos contemporâneos e os seus contextos, os artistas trabalham desde a pós ditadura no Uruguai ao tempo soviético na Lituânia, passando por questões do poder na África do Sul. Transformando e reinterpretando elementos da memória material, como estátuas e memoriais, problematizam a história oficial, opondo-se ao esquecimento, repressão ou apagamento.

DUAS EXPOSIÇÕES COLETIVAS EM INGLATERRA 

Em Plymouth, integrada no Projeto Atlântico com curadoria de Tom Trevor, apresenta a instalação arquitectónica After the Future na base do Centro Cívico, projectado pelo arquiteto Hector Stirling com a sua visão “utópica”. Interessado na ideia de reconstrução das cidades no pós-guerra, e pelo estilo modernista internacional que Stirling desenhou para o Centro Cívico, o artista relacionou-o com as experiências arquitetónicas em Luanda, e a perspectiva soviética sobre o futuro em Angola que nunca se concretizou. Fundem-se as narrativas de um novo mundo que projeta e idealiza, mas que não chega a acontecer.

A outra exposição coletiva que tem lugar em Bradford, também em Inglaterra, intitula-se Africa State of Mind e os curadores são Ekow Eshun e NAE. Nela fotógrafos de todo o continente africano interrogam ideias de ‘africanidade’ através de representações subjectivas da vida e da identidade africana enquanto enquanto estado mental e lugar físico, trazendo a complexidade da vida atual em África no combate às visões limitadas sobre o continente. O artista angolano apresenta a série intitulada A última viagem do ditador Mussunda N’Zombo antes da grande extinção. Esta série data de 2017 e teve a colaboração do performer Miguel Prince.

DA TRAGÉDIA À UTOPIA NO BRASIL  

Na cidade de Santos, integrado nas Oficinas do Festival de Imagem do Valongo, que decorre em novembro no bairro histórico homónimo, Kia Henda apresenta a exposição individual Sem título, sem pele – Da tragédia a utopia, que reúne três séries importantes da trajetória do artista: “Homem Novo” (2009-2012), “O destino de Otelo” (2013),  e “ A Última Viagem do Ditador Mussunda N’Zombo Antes da Grande Extinção” (2017). Refletindo sobre processos de curadoria engajados na discussão decolonial a curadoria Diane Lima refere que a intenção de mostrar esta exposição “centra-se num modo de leitura perfomativo a nível da linguagem que a própria narrativa das obras oferece” de um artista cujas obras, nas palavras de Lima, “nos arejam com novas formas de pensar e modos de fazer trazendo para o centro do debate as discussões em torno da forma da política e da política da forma.”  Salienta-se o pendor ficcional e irónico da obra de Henda, em combinações de mundos e léxicos, que revisita a História e as suas estruturas de poder inscrevendo nela novos protagonistas. 

Memory Matters [4 out 2018 – 17 fev 2019] 

Skissernas Museum, Lund (Suécia)

https://www.skissernasmuseum.se/en/exhibitions/memory-matters/

After the Future  [28 set - 21 out  2018] 

The Arts Institute, University of Plymouth (UK)

https://www.theatlantic.org/kiluanji-kia-henda

Africa State of Mind [29 set 2018 - 16 dez 2018] 

Centro de arte New Art Exchange, Nottingham (UK) 

http://www.nae.org.uk/exhibition/africa-state-of-mind/143

Oficinas do Valongo Festival Internacional da Imagem [12 a 14 de outubro 2018] 

Valongo, Santos (Br)

https://www.valongo.com/oficinas

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03.10.2018 | par martalanca | kiluanji kia henda

A Ilha de Vénus, exposição de Kiluanji Kia Henda

18 de Maio até 30 de Junho 2018
Curadoria: Bruno Leitão
Hangar - Centro de Investigação Artística tem o prazer de apresentar A Ilha de Vénus, de Kiluanji Kia Henda. Concebida especificamente para o Hangar esta exposição transforma o espaço fisicamente e junta elementos da história e cultura europeia num mesmo objecto. Kia Henda aborda a aparente mobilidade da cultura nos contextos europeus e africanos. A mobilidade serve aqui também para repensar alguns dos processos actuais e passados das instituições europeias.
Inauguração: 18 de Maio, Sexta-feira | 19h às 22h
Entrada Livre
Exposição até 30 de Junho 2018
Quarta a Sábado | 15h às 19h

imagem de kiluanji kia hendaimagem de kiluanji kia henda

Kiluanji Kia Henda (b.1979, Angola). Vive e trabalha em Luanda, Angola. 
O interesse de Kia Henda pelas artes visuais surge por ter crescido num meio de entusiastas da fotografia. A ligação com a música e o teatro de vanguarda, fizeram parte da sua formação conceptual, tal como a colaboração com colectivos de artistas em Luanda. Participou em vários programas de residências em cidades como Veneza, Cidade do Cabo, Paris,Amman e Sharjah, entre outras.
Entre suas mais recentes exposições detacam-se: 1ª Trienal de Luanda, 2007; Pavilhão Africano, Bienal de Veneza, 2007;  Trienal de Guangzhou, 2008; 29ª Bienal de São Paulo, 2010; Museu Tamayo, Cidade do México, 2012; 1ª Trienal de Bergen, 2013; The Studio Museum of Harlem, Nova Iorque, 2013; Dakar Biennale, Dakar, 2014; Museum für Moderne Kunst, Francoforte and Smithsonian Institute, Washington, 2014; New Museum Triennial, New York, 2015; Centre George Pompidou, Paris, 2016; TATE Liverpool, 2016.Em 2012, Kia Henda ganhou o Prémio Nacional da Cultura e Artes, outorgado pelo Ministério da Cultura de Angola e, em 2017 venceu o Frieze Artist Award em Londres. 

Bruno Leitão, curador e escritor, nasceu em 1979 e vive e trabalha entre Madrid e Lisboa. Estudou na ESAD CR, na Fundação Calouste Gulbenkian/FBAUL e encontra-se a fazer um doutoramento na Universidad de Castilla La Mancha com o título “A curadoria entre o politico e o formalismo”. Os seus textos podem ser encontrados na revista Dardo e Atlantica (CAAM) e em vários catálogos como The Gap (comissariado por Luc Tuymans para Parasol unit, Londres e MUKHA). É director curatorial do Hangar Centro de Investigação Artística. Como curador independente, alguns dos seus mais relevantes projectos são: Ética, Politica e Arte para a Bienal de Vila Franca de Xira BF16 e You love me You love me not na Galeria Municipal Almeida Garrett (Porto, Portugal, 2015), El Buen Caligrama com Alain Arias Misson, Detanico Lain, Musa Paradisiaca e Los Torreznos na Gallery The Goma, Madrid, 2015; Narrativas Culturales, com Carlos Amorales, Sara Ramo, Marlon de Azambuja e Miguel Palma na Galería Paula Alonso, Madrid, 2014; Atelier Utopia Miguel Palma, Fundação EDP, Portugal, 2012; Contra/cto com Carlos Nogueira, Felipe Ehrenberg, Los Torreznos, Sandra Gamarra e Sara e André, 3+1 Arte Contemporânea, Lisbon, Portugal, 2014.

15.05.2018 | par martalanca | HANGAR, kiluanji kia henda

Exposição Luuanda I Hangar

Albano Cardoso_Defendamos as Crianças,2008Albano Cardoso_Defendamos as Crianças,2008

Inauguração: 20 de Setembro, Quarta-feira, 19h
Exposição: 21 de Setembro a 14 de Outubro, 2017 | Quarta a Sábado, das 15h às 19h
Artistas participantes: Albano Cardoso | Cristiano Mangovo | Ery Claver | Ihosvanny | Januário Jano | Kiluanji Kia Henda | Pedro Pires
Curadoria: Suzana Sousa e Paula Nascimento
ENTRADA LIVRE

A exposição Luuanda, título retirado da obra homónima de Luandino Vieira, pretende focar-se na experiência vivida da Luanda contemporânea, as suas personagens, ritmos, poesia, nostalgia e drama, seguindo a construção imaginária tão explorada na literatura de Luandino Vieira, Uanhenga Xito ou Ondjaki, entre outros, olhando para as suas dinâmicas actuais. Esta cidade pós-colonial é marcada também por fluxos migratórios e afectada por vários processos de mudança, pelo trânsito e as suas luzes e ruídos, pelos vendedores e vendedoras de rua que tudo têm disponível expondo aos seus clientes um importante espaço da economia informal do país. O que resulta numa circulação de corpos e vidas que parecem ter sido esquecidas pelo processo de crescimento do país.

Programa Paralelo 
21 de Setembro, Quinta-feira, 19h
Conversa Curadoras e Adriano Mixinge | Performance de Orlando Sérgio
27 de Setembro, Quarta-feira, 19h
Conversa com os artistas Pedro Pires e Cristiano Mangovo
11 de Outubro, Quarta-feira, 19h
Conversa com Paulo Moreira e Maria João Grilo (confirmar)

Mais informações: http://hangar.com.pt/luuanda

21.08.2017 | par martalanca | Albano Cardoso, angola, arte contemporânea, kiluanji kia henda, Luanda, Luuanda, Orlando Sérgio, Paulo Moreira, Suzana Sousa

In the days of a dark safari, Kiluanji Kia Henda I LISBOA

20.03.2017 | par martalanca | kiluanji kia henda

Concrete Futures, 8 March I LONDRES

“Since nature is uncomfortable, violent, we resort to architecture. We build monuments, houses, whole cities… And suddenly, it seems legitimate to rape the earth, to extract what we need from it. To construct a place and make it a home. A fortress where we cultivate our affections.” – Concrete Affection


Presented by Sheffield FringeConcrete Futures brings together films that deal with fiction and imagination, inviting encounters with speculative futures, which are nonetheless grafted onto the present, ‘documentary’ moment that haunts them. Moreover, through the use of images as documents and as drivers of the imagination, Serbian, Angolan and Spanish cityscapes are connected in a type of speculative haunting.

This haunting is expressed in the superimposition of images of construction and evacuation, of tearing down and rebuilding. By tearing down or leaving behind, old sites are revealed. And by rebuilding, one does not construct anew but instead returns to the terrains that already were there. In that sense, no conquering – symbolic or concrete – of lands or, for that matter, of our imaginations and affections, will ever be truly a form of building but instead remains haunted by its own violence. The screening is followed by a discussion with Jasmina Cibic.

Tear Down and Rebuild, Jasmina Cibic, 2015, 15’27 min, Colour, Digital 
Concrete Affection (Zopo Lady)Kiluanji Kia Henda, 2014, 12’30 min, Digital 
Preserving Cultural Traditions in a Period of InstabilitySebastian Brameshuber & Thomas Draschan, 2004, 3 min, Colour, Digital 
Sueñan los androidesIon de Sosa, 2014, 60 min, Colour, Digital 


This programme is presented in collaboration with the Whitechapel Gallery symposium Object! On the Documentary as Art. With generous support by Openvizor, the Arts Council England, and the Austrian Cultural Forum, London
More info:
www.sheffieldfringe.com 
www.whitechapelgallery.org
www.openvizor.com 
www.artscouncil.org.uk

07.03.2017 | par martalanca | Concrete Futures, kiluanji kia henda

Exposição Crosswords

Exposição Crosswords, que exibe obras de Alfredo Jaar, Augusto de Campos, Detanico e Lain, Fernanda Fragateiro, Kiluanji Kia Henda, León Ferrari, Milumbe Haimbe, Paulo Nazareth, Reynier Leyva Novo, Zineb Sedira. A curadoria é de Gabriela Salgado. NHangar, Centro de Investigação Artística, Lisboa

A thousand and One Times Revolution, 2011 Reynier Leyva Novo Book containing the word Revolution, printed 239 940 times on 1000 pages, with the same typography, spacing and interlining. Monument on pages Edition of 5 and 2APA thousand and One Times Revolution, 2011 Reynier Leyva Novo Book containing the word Revolution, printed 239 940 times on 1000 pages, with the same typography, spacing and interlining. Monument on pages Edition of 5 and 2AP
Tanto encruzilhadas como palavras cruzadas são formas de encontro: facilitam fusões entre pessoas e palavras gerando assim novos significados através da sua colisão. No tradicional jogo de palavras cruzadas, a amálgama das palavras cria possibilidades e conotações que enriquecem e transformam a língua ao gerar associações inesperadas. De maneira similar, as imagens e as palavras têm-se combinado nos trabalhos de artistas visuais e escritores ao longo da história.

A exposição Palavras Cruzadas abrange períodos diversos de produção artística com a inclusão de figuras históricas como León Ferrari e Augusto de Campos bem como artistas jovens em plena actividade que trabalham em África, América Latina e Europa.

 

21.09.2016 | par marianapinho | Alfredo Jaar, Augusto de Campos, Crosswords, Detanico e Lain, Fernanda Fragateiro, Gabriela Salgado., HANGAR, kiluanji kia henda, León Ferrari, Milumbe Haimbe, Paulo Nazareth, Reynier Leyva Novo, Zineb Sedira

Kiluanji Kia Henda expõe na Polónia, Suiça e Itália

A exposição “After Year Zero” inaugura a 12 de Junho, no Museu de Arte Moderna de Varsóvia. Conta com a participação do artista Kiluanji Kia Henda. É a segunda parte de um projecto curatorial com a instituição Haus der Kulturen, Berlim, que reflete sobre o período de descolonização após 1975, através de vários meios artisticos, como o video, fotografia, pintura e instalação.

Redifining the powerRedifining the power

Henda apresenta um tríptico fotográfico do trabalho “Redifining Power” (com a colaboração de Miguel Prince), parte integrante da série “Homem Novo”. As imagens exploram o poder da representação na esfera pública, quando um personagem vivo se torna uma escultura e se apropria de pedestais deixados vazios no passado colonial. Com curadoria de Annett Busch e Anselm Franke, a exposição, que será documentada e publicada em livro, interroga a construção da história como narrativa, e as discussões em torno do termo “Universalismo”, utilizado para sustentar imaginários na política e na construção da ordem global.

Outros artistas presentes na exposição (concebida e desenhada desde há 3 anos em oficinas de arte e discussões em cidades como Algiers, Dakar, Paris e Joanesburgo) são: John Akomfrah, Kader Attia, Balufu Bakupa-Kanyinda, Kudzanai Chiurai, Jihan El-Tahri, Theo Eshetu, Yervant Gianikian e Angela Ricci Lucchi, Ruy Guerra, Walter Heynowski and Gerhard Scheumann, Małgorzata Mazurek, Sana na N’Hada, Daniel Kojo Schrade, para citar alguns. O trabalho de Kiluanji Kia Henda é destacado pelos curadores como “uma linha de voo em direção a um futuro que deverá ser inventado, mais do que esperado”.

 

Escultura em Zurique

Kiluanji Kia Henda foi convidado para o Festival de Arte Pública AAA (ART ALTSTETTEN ALBISRIEDEN) em Zurique, Suíça, que começou a 13 de Junho. Áreas específicas da cidade recebem intervencões de cerca de 30 artistas que criam, questionam e reflectem sobre o habitat urbano e desdobram as meta-narrativas reais ou mágicas latentes nesse mesmo espaço.

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13.06.2015 | par martalanca | arte comporânea, escultura, exposição, kiluanji kia henda

Sala da Nação – Embaixada de Terra Nenhuma, LISBOA

Sala da Nação – Embaixada de Terra Nenhuma é um projecto de Paulo Moreira e Kiluanji Kia Henda integrado na exposição A Realidade e Outras Ficções, com curadoria de Mariana Pestana, para a terceira edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa.

No atual cenário de descrédito relativamente aos modelos políticos existentes, esta é a embaixada de uma nação imaginária que não representa qualquer tempo ou espaço em particular. Semanalmente, associações e grupos que desenvolvem trabalho nas áreas do ativismo político, cidadania e inclusão social, são embaixadores em sequência, realizando receções, perfomances, mesas redondas e outros eventos abertos ao público. 

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The Nation Room – Embassy of No Land is a project by Paulo Moreira and Kiluanji Kia Henda, part of the exhibition The Real and Other Fictions, curated by Mariana Pestana, for Closer, Closer, 2013 Lisbon Architecture Triennale. Against the current backdrop of general misgivings about about the existing political models, this is the embassy of an imaginary nation that does not represent any particular time or place. Every week, associations, organizations and groups working in the areas of activism, citizenship and social inclusion are ambassadors on a rota. As ambassadors, they host receptions, performances, roundtables and other events, all open to the public. 

Inaugura Sábado dia 14 Setembro. 

Carpe Diem Arte e Pesquisa (R. de O Século, 79, Bairro Alto, Lisboa)

09.09.2013 | par franciscabagulho | arquitectura, arte contemporânea, kiluanji kia henda, Paulo Moreira

Exhibition: The Beautyful Ones, Berlin

Dineo Seshee Bopape, Kudzanai Chiurai, Georgina Gratrix, Andrew Gilbert, Kiluanji Kia Henda, Gerald Machona, Gerhard Marx, Meleko Mokgosi, Athi-Patra Ruga.   In 1968 the Ghanaian author Ayi Kwei Armah pub­lished a brutal and vis­ceral novel of (then) con­tem­po­rary, post-Inde­pen­dent Ghana, titled “The Beautyful Ones Are Not Yet Born”. Armah recounts an unnamed man’s strug­gle in a soci­ety rotten to the core, a result of the after­math of colo­nial­ism, and the fail­ures of the new regime. A dream deferred…

The exhi­bi­tion The Beautyful Ones takes as its start­ing point Armah’s utopian lament for a better Africa, and the ongo­ing prob­lem­at­ics of the rep­re­senta­tion of the con­ti­nent, espe­cially in the pop­u­lar Euro­pean imag­ina­tion. Africa is often per­ceived as a mono­lithic entity, whilst the complexity of its mul­ti­ple real­i­ties, histo­ries, narra­tives and voices are often lost.

For The Beautyful Ones, South African curator Storm Janse van Rensburg has brought together nine young interna­tional artists: Dineo Seshee Bopape, Kudzanai Chiu­rai, Georgina Gra­trix, Andrew Gilbert, Kilu­anji Kia Henda, Ger­ald Machona, Ger­hard Marx, Meleko Mokgosi and Athi-Patri Ruga. Orig­inat­ing from Angola, Botswana, Scot­land, South Africa and Zimbabwe, they are now oper­at­ing, working and liv­ing between many places, but with a common thread link­ing them and aspects of their practice to South­ern Africa. Exemplary of a gen­er­a­tion of con­tem­po­rary artists that are mobile, and whose practices resists easy clas­sifica­tion, the exhi­bi­tion includes a selec­tion of works that connects to the artists’ social and polit­ical real­i­ties, entan­gled with their per­sonal lived expe­r­i­ences.

On the one hand, the exhi­bi­tion might sug­gest that these are ‘The Beautyful Ones’ yearned for by Armah, whilst on the other hand some artists per­haps pre­sents ideas and real­i­ties that ques­tions, if indeed, the dream is not deferred once again.

The Beautyful Ones
An exhibition curated by Storm Janse van Rensburg
20 April – 6 July 2013, Berlin
Opening reception:
Friday, 19 April, 18.00 – 21.00
 

13.04.2013 | par candela | Berlin, kiluanji kia henda, The Beautyful Ones

Focus na frieze: Kiluanji Kia Henda

Artigo sobre o projecto “Homem Novo” de Kiluanji Kia Henda, na frieze by Sean O’Toole.

ler aqui

02.10.2012 | par franciscabagulho | kiluanji kia henda

Africa aims for the final frontier

Artist Kiluanji Kia Henda photographed iconic structures around Luanda and recast them as components of an imaginary space programme. Here the mausoleum of Angola's first President Antonio Agostinho Neto is described as spaceship Icarus 13. Photo courtesy Galleria Fonti NaplesArtist Kiluanji Kia Henda photographed iconic structures around Luanda and recast them as components of an imaginary space programme. Here the mausoleum of Angola's first President Antonio Agostinho Neto is described as spaceship Icarus 13. Photo courtesy Galleria Fonti Naples

The space shuttle Icarus 13, with its slender spires and massive flared base, is parked by the seafront a few blocks from downtown Luanda, the capital of Angola. But the shuttle will never leave the oil-rich west African country for the weightless serenity of space — Icarus 13 is not really a space ship, it is a mausoleum, an art project, a constructivist gesture in concrete. “My idea for ‘Icarus13’ has a lot to do with the idea of celebration, but at the same time, the failure of many post-independent African nations,” wrote Kiluanji Kia Henda, the Angolan artist behind Icarus 13, in an e-mail. Mr. Kia Henda took photographs of iconic buildings around Luanda and recast them as components of an utterly imaginary pan-African space mission: an abandoned building was photographed to look like an astronomy observatory; the Soviet-funded mausoleum of Antonio Agostinho Neto, Angola’s first President and Kremlin ally, became “Icarus 13” — a spaceship that would take an all-African crew on a fantastical journey to the sun. “The misery of many African societies forces us to be submitted on the present and basic issues,” said Mr. Kia Henda. “For me it is also important to find a new approach on the reading of African contemporary creation.” Last week, a gathering of Communication Ministers in Khartoum considered a proposal not dissimilar from Mr. Kia Henda’s art: if realised, Afrispace will be a pan-African space agency committed to “promote, for exclusively peaceful purposes, cooperation among African states in space research.” The announcement triggered a wave of chatter on social networks with many, predominantly western, commentators implying that African governments could better serve their citizens by investing in anti-poverty measures. Yet, much like Mr. Kia Henda’s art, the continent’s policymakers believe they must think beyond the immediacy of the present and support transformational technology. “A pan-African space programme that is well aligned to bring immense benefit to the needs on the continent will have significant economic impact,” said Vanashree Maharaj, spokesperson for the South African National Space Agency (Sansa), adding that countries too poor to invest in space technologies would benefit from access to satellite data to improve environmental resource and disaster management, and could contribute to scientific knowledge. Apart from the absence of the sort of detailed geological and climatic data that satellites could provide, African nations are also hamstrung by some of the world’s most expensive yet rudimentary telecommunication infrastructure. At present, the entire continent has less bandwidth than Norway; almost all of which comes from 20-odd communication satellites, positioned over Africa, that are owned by non-African companies. “Space technologies…provide commercial opportunities and strategic advantages for a tiny minority of countries controlling them,” claims an Afrispace working paper. Space technologies can be divided into the rocket science needed to put a satellite in space, and the earth station know-how necessary to make full use of the satellite once it is in orbit. “No African nation has the ability to launch a satellite even though Africa has a massive advantage having land on the equator, meaning lower costs for getting into orbit,” said Brad Inggs, CEO of Orbital Horizon, a South African company investing in commercial space flight and space advocacy. Launching from equatorial sites, Mr. Inggs said, could result in fuel savings of up to 25 per cent when compared to launch-pads further north. At present, countries like Ghana, South Africa, and Nigeria are investing in ground stations rather than rockets. While Ghana has set up the Ghana Space and Technology Centre that hopes to become a regional focal point for remote sensing, meteorological and communication technologies, Nigeria launched three satellites last year. The NigComSat-1R communication satellite was built with Chinese support, while a British company built the NigeriaSat-2 and NigeriaSat-X imaging satellites. All three were launched from foreign launch pads. Rather than each country investing in its own programmes, Michael Afful, spokesperson for Ghana’s Space Generation Advisory Council, believes that a pan-African approach “will allow for the sharing of risks and costs and ensure the availability of skilled and sufficient human resources. It will also ensure a critical size of geographical area and population required … for some space applications.” Yet, the greatest obstacles to Afrispace could be political and institutional rather than technological, says Chandrashekar Srinivasan who worked at the Indian Space Research Organisation (ISRO) at a time when many questioned the premise of a developing country like India investing in space research. “A number of detailed cost benefit studies have indicated that the benefits of the [Indian space] programme far outweigh the costs,” said Prof. Chandrashekar, now a Professor of Corporate Strategy and Policy at the Indian Institute of Management in Bangalore. “Africa as a whole is a viable entity for a space programme, [but] it is difficult to get a group of countries at different stages of development and with different capabilities and internal needs to work together.” While a lot of the technology can now be bought off the shelf rather than built from scratch, Prof. Chandrashekar believes the interface between technology and good governance is the most critical infrastructure. “This aspect is pretty bad even in India today,” he said. If it is to succeed, Afrispace must build institutions to leverage scientific infrastructure into development gains, or metaphorically risk becoming a mausoleum like Icarus 13.

 

From The Hindu

17.09.2012 | par martalanca | icarus, kiluanji kia henda

KILUANJI KIA HENDA at Art|43|Basel - Art Statements - JUNE NEWSLETTER

11-17 June | Hall 1.0 - Booth S13

 Homem Novo
Art|43|Basel - Art Statements


click here for the online catalogue

Galleria Fonti, Naples
www.galleriafonti.it

 

 

10.06.2012 | par martacacador | art statements, kiluanji kia henda

Revisions of African Representation, Kiluanji Kia Henda

3 December, Het Utrechts Archief, Hamburgerstraat 28, Utrecht, 2 pm.

The final installment of the film-based program is devoted to an afternoon of screenings curated by Kiluanji Kia Henda (artist, Luanda), whose work is on view in the concurrent exhibition at BAK, Spacecraft Icarus 13. Narratives of Progress from Elsewhere.

The session entitled, Revisions of African Representation, explores the historical circumstances and tensions of newly independent African and Middle Eastern nations in the 1970s at the end of the colonial era. During the screening, interviews with then high-level politicians are shown that make clear the way in which military and economic support was provided to clashing factions in the “Third World,” such as Egypt, Israel, and Angola, by other countries including the two superpowers: the Soviet Union and the United States. In uncovering the Cold War conflict that underlay the foreign-backed military support in the “Third World,” the footage also reveals that the two nations, in their race for expansion in the African continent and to strengthen their respective ideologies, underpinned the ensuing decades of instability and violent civil wars in these young African nations. 

A key film in the screening is Andreas Johnsen’s documentary A Kind of Paradise, 2011, which seeks to establish new articulations of cultural and national identities through a collective portrait of a new generation of artists, poets, and musicians working in Africa, a group of individuals who are shaped by, and emerge from, the deep social and political changes in the continent. Its position among the afternoon’s films juxtaposes the familiar images of natural disasters, poverty, and corruption that dominate our association with Africa, with the new and considered images from African cultural practitioners who grapple with their own knowledge of conflict in the continent.

Film screening, A Kind of Paradise, Andreas Johnsen, 2011, 60 mins, followed by a presentation by Kiluanji Kia Henda (artist, Luanda)

Kiluanji Kia Henda (born 1979) is a photographer and visual artist who also works in theater. His photographs grapple with colonial history and perceptions of modernism in Angola. Recent exhibitions include: Experimental Station: Research and Artistic Phenomena, Centro de Arte Dos de Mayo (CA2M), Madrid, 2011; Other Possible Worlds, NGBK, Berlin, 2011; and 2nd Luanda Triennale, Luanda, 2010. Henda lives and works in Luanda.

For further information, please visit: www.bak-utrecht.nl.

28.11.2011 | par franciscabagulho | A Kind of Paradise, angola, kiluanji kia henda

Kiluanji Kia Henda e Mário Macilau no Bes Photo

Os artistas Kiluanji Kia Henda e Mário Macilau falam sobre seu trabalho no BESphoto 2011. A exposição das fotos abre a partir do dia 20 de Agosto na Pinacoteca de São Paulo.

 

20.08.2011 | par martalanca | kiluanji kia henda, Mário Macilau

FLUXUS, African contemporary art, Reggio Emilia

FLUXUS African contemporary art EXPO Art 2011

julho aos sabados e domingos  

Igreja SS. Carlo e Ágata

via San Carlo, 1 – Reggio Emília (Itália) 

Primeira exposição [1ª de 6]: KILUANJI KIA HENDA (Angola) ‘Fluxus’

NASTIO MOSQUITO (Angola) & VIC PEREIRO (Espanha)

‘Find’ ‘Abuse to simplify’ ‘Customize objective mine’ ‘You what see’

TRACY ROSE (África do Sul) ‘The wailers’

 

O programa da exposição reúne 12 autores internacionais, como Kiluanji Kia Henda (Angola), Nastio Mosquito (Angola) & Vic Pereiro (Espanha), Tracy Rose (África do Sul), Zoulikha Bouabdellah (Argélia), Mounir Fatmi (Marrocos), Ihosvanny (Angola), Yonamine (Angola), Ingridmwangiroberthutter (Quênia), Loulou Cherinet (Etiópia), Ruth Sacks (África do Sul), para além do grande William Kentridge (África do Sul), que descreve a vida na África do Sul nos anos do apartheid.

A primeira iniciativa terá como protagonistas Kiluanji Kia Henda com o video “Fluxus”, Nástio Mosquito & Vic Pereiro com “Find”, “Abuse to simplify”, “Customize objective mine”, “You what see” e Tracy Rose com “The wailers”, todos dedicados a temáticas sociais da atualidade.

A Fundação Sindika Dokolo, através da qual foi possível realizar o programa da exposição, é uma das poucas fundações e coleções de arte contemporânea com sede em África, na capital angolana. Sustentada e presidida por Sindika Dokolo e dirigida por Fernando Alvim, a fundação ocupa-se da conservação, promoção e valorização das mais de 3000 obras da coleção homónima, organiza a Trienal de Luanda e participa em exposições internacionais como a Bienal de Veneza, SD Observatorio.

 

tradução de Alice Girotto

15.07.2011 | par martalanca | kiluanji kia henda, Nástio Mosquito

inauguração "Last First Dacade", Ellipse Foundation, Cascais

“Last First Dacade” curadoria: Alexandre Melo e Ivo André Braz. Ellipse Foundation, inaugura 30 Abril.

Passados cerca de 100 anos sobre as vanguardas históricas a exposição The Last First Decade propõe-se revisitá-las a partir de obras do primeiro decénio do século XXI. Não se procura, contudo, traçar uma genealogia que conduza das vanguardas à arte dos nossos dias ou de supor uma influência directa e imediata. Ao contrário da abordagem historiográfica, que dificilmente escapa à rigidez discursiva, o modelo expositivo assenta na polissemia das obras. De certa forma trata-se de uma dupla exposição: algo que se apresenta mas não se vê (as vanguardas cujos conceitos estruturam a mostra) e algo que se vê mas cuja estrutura se elide (os trabalhos produzidos na última década). Assente neste paradoxo – entre um passado que se propunha como construção do futuro e um presente que se pensa a si mesmo como actualidade – The Last First Decade replica o modo como a ideia de vanguarda percorre a arte contemporânea através de retornos e distanciamentos, antecipações e retrospecções. 

Incluí trabalhos de Kiluanji Kia Henda, Angel Ihosvanny e Yonamine (entre outros).

www.ellipsefoundation.com

 

26.04.2011 | par franciscabagulho | Ellipse Foundation, Ihosvanny, kiluanji kia henda, yonamine

Museu Colecção Berardo > Exposição BES PHOTO 2011

10.03.2011 | par martalanca | kiluanji kia henda, Mário Macilau

Angola pelas Artes - sobre os artistas angolanos que foram à Bienal de S.Paulo

Famoso, de um lado, pelos petrodólares, e de outro, pela desigualdade social, o país exporta também a cultura, que conta seu passado e projeta o que pode vir a ser o seu futuro.

Por Eliza Capai

Fotos de construções e uma maquete dentro de um semiglobo de acrílico anunciam: a África vai enviar um foguete para o espaço, o Icarus 13. Na capital angolana, Luanda, já vemos a nave instalada. “A primeira ideia foi uma viagem lunar, mas a lua já havia sido visitada. Então lembrei de uma história sobre isto de Samora Machel, primeiro presidente de Moçambique”, explica o angolano idealizador da “façanha espacial”, Kiluanji Kia Henda. Enquanto americanos e russos disputavam o espaço na Guerra Fria, Samora decidiu não ficar de fora da disputa e anunciou que os africanos também deveriam ir para o espaço: mas eles iriam para o sol. “As pessoas ficaram muito animadas com esta idéia”, continua Kiluanji, “mas um dos camaradas questionou Samora: `mas o sol é muito quente` e então Samora respondeu: `não se preocupe, camarada, eu já pensei nisto: nós vamos para o sol, mas vamos à noite”, diverte-se.

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03.03.2011 | par martalanca | kiluanji kia henda, Nástio Mosquito, yonamine

Cinco finalistas do BESPhoto são de Portugal, Angola, Moçambique e Brasil

Cinco candidatos seleccionados de quatro países lusófonos representados: Portugal, Brasil, Angola e Moçambique. Assim determinou o júri do Prémio BESPhoto 2011, na primeira edição aberta aos artistas de expressão portuguesa no Brasil e Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) desde que o prémio foi lançado em 2004.

Esta sétima edição adquire estatuto internacional também pela itinerância. Os cinco escolhidos vão apresentar, pela primeira vez, o seu trabalho na Pinacoteca de São Paulo (em Julho e Agosto de 2011) depois da habitual exposição no Museu Colecção Berardo em Lisboa, entre 14 de Março e 13 de Junho. Depois das mostras, será anunciado o vencedor. O prémio terá um valor pecuniário (40 mil euros) superior ao habitual. 
Ao angolano Kiluanje Kia Henda (Luanda, 1979), escolhido pelo “trabalho desenvolvido em torno da sua experiência da história recente de Angola”, juntam-se os portugueses Carlos Lobo (Guimarães, 1974) de quem o júri realça “a precisão da sua abordagem à fotografia da paisagem urbana” e Manuela Marques, notada pela “sua poética da intimidade expressa em diversos projectos”. 
Mas integram também o grupo final o moçambicano Mário Macilau (Maputo, 1984), do qual o júri refere “a qualidade da sua representação do panorama social e cultural de Moçambique” e o brasileiro Mauro Restiffe (São José do Rio Pardo, 1970), escolhido pelo “uso que faz da tradição da história da fotografia na tomada de paisagens contemporâneas”. 
O júri é composto pelo curador, crítico de arte e professor Delfim Sardo, por Portugal, Bisi Silva, a curadora e fundadora-directora do Centro de Arte Contemporânea de Lagos, na Nigéria, por África, e pelo Brasil o curador e crítico de arte Ivo Mesquita. A selecção dos candidatos foi feita a partir de exposições e edições realizadas em suporte fotográfico no último ano. 

Ana Dias Cordeiro, Público

25.02.2011 | par martalanca | Bes Photo, fotografia, kiluanji kia henda