'Having a Voice' - 16 a 19 Novembro

A conferência reúne em Lisboa investigadores de dois projetos distintos - ‘Stronger Peripheries: A Southern Coalition’ e ‘BeSpeCTAtive’ -, em diálogo com a comunidade artística e cultural de Lisboa, para um debate sobre questões no campo cultural, com um enfoque especial nas periferias. Com sessões de destaque, como a de Márcia Tiburi, André Amálio, Gerty Dambury, Attaher Maiga

A sessão de Márcia Tiburi, tem como tema: ‘Thinking change/enacting change: culture’s role in tackling social transformation’. 

A diversidade de formas e origens do que chamamos ‘periferia’ no mundo contemporâneo obriga a refletir em profundidade sobre a mudança que é simultaneamente necessária, possível e adaptada a todas as formas de perifericidade. Como pensar sobre as relações entre as diferentes questões de afastamento, dominação, reconhecimento que estão, hoje em dia, no centro de o nosso desenvolvimento cultural? Mas não é suficiente ‘pensar’ a mudança. 

Pode consultar o programa completo em havingavoice.eu

10.11.2022 | par catarinasanto | conferência, cultura, having a voice, ISCTE, marcia tiburi

Brunch Conferência 'Having a Voice'

O Brunch cofenrência ‘Having a Voice’, irá se realizar dia 19/11, sábado, as 11H, em Lisboa (ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa). 

 

A conferência reúne em Lisboa investigadores de dois projetos - ‘Stronger Peripheries: A Southern Coalition’ e ‘BeSpeCTAtive’ - em diálogo com a comunidade artística e cultural de Lisboa, para um debate sobre questões no campo cultural, com um enfoque especial nas periferias. 

 

09.11.2022 | par catarinasanto | agenda cultural, conferência, having a voice, ISCTE

Bicentenário da Independência Brasileira

Colóquio no ISCTE promove debate sobre passado, presente e futuro do brasil

Dias 10 e 11 de novembro de 2022

“Bicentenário da Independência brasileira: reflexões e perspetivas” terá a presença dos historiadores brasileiros Ana Flávia Magalhães Pinto, Edson Kayapó e Tâmis Parron e do jornalista e escritor Laurentino Gomes


O Iscte – Instituto Universitário de Lisboa vai assinalar o bicentenário da Independência do Brasil com o colóquio “Bicentenário da Independência brasileira: reflexões e perspetivas”. O evento incluirá várias iniciativas, que promoverão um amplo debate sobre o passado e a atualidade do Brasil. O colóquio, organizado em conjunto pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-ISCTE) e pelo Centro de Estudos Internacionais (CEI-ISCTE), terá lugar no Iscte nos próximos dias 10 e 11 de novembro de 2022.

No dia 10 de novembro, a conferência de abertura desta iniciativa será proferida pelo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa, Doutor Augusto Santos Silva. No dia seguinte, o encerramento da iniciativa ficará a cargo do investigador brasileiro Dawisson Belém Lopes, doutorado em Ciência Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e professor de Política Internacional da Universidade Federal de Minas Gerais.

Entre uma série de investigadores nos painéis, estarão presentes no Iscte quatro investigadores radicados no Brasil: Ana Flávia Magalhães Pinto, professora da Universidade de Brasília (UnB), coordenadora da regional Centro-Oeste do Grupo de Trabalho Emancipações e Pós-Abolição da Associação Nacional de História (Anpuh); Edson Kayapó, professor do Instituto Federal da Bahia (IFBA); Tâmis Parron, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde coordena o Núcleo de História Comparada Mundial (COMMUN); e Alexandre L. Moreli, professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo.

Da comunidade académica portuguesa, teremos Ana Cristina Araújo, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e investigadora do Centro de História da Sociedade e da Cultura (CHSC); Carmen Fonseca, professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Univ. Nova de Lisboa e investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais-NOVA; Pedro Seabra, professor do Iscte e investigador do CEI-Iscte; e Sarita Mota, investigadora do CIES-Iscte.

O segundo dia do evento abrirá espaço aos jovens investigadores que se dedicam à História ou às Relações Internacionais do Brasil. No final do dia 11, teremos ainda uma conferência do jornalista e escritor brasileiro Laurentino Gomes, autor da trilogia Escravidão e dos best-sellers 18081822 e 1889. Vencedor de seis Prémios Jabuti de Literatura, o principal prémio literário do Brasil, Laurentino Gomes proferirá uma conferência sobre a escravidão e as suas implicações no Brasil atual, bem como uma pequena apresentação sobre os seus livros.

Ainda para assinalar os 200 anos de Independência do Brasil, o colóquio “Bicentenário da Independência brasileira: reflexões e perspetivas” incluirá uma exposição bibliográfica sobre a História do Brasil, organizada pela Biblioteca do Iscte, que estará patente ao público durante todo o mês de novembro, de 2ª a 6ª feira das 9H00 às 21H00 e aos sábados das 10H00 às 18H00. Com a colaboração da Casa do Brasil, estará patente durante a semana de 7 a 11 de novembro uma exposição sobre a imigração brasileira em Portugal.

Programa completo.

31.10.2022 | par Alícia Gaspar | bicentenário da independência brasileira, Brasil, casa do brasil, ISCTE, laurentino gomes, Portugal

Exposição | As roças de São Tomé e Príncipe - o lido e o fotografado

As roças de São Tomé e Príncipe são assentamentos agrícola-industriais, em número aproximado de 200, que se estendem pelo território destas duas ilhas do Atlântico no Golfo da Guiné. Para além de uma arquitetura de matriz portuguesa as roças albergavam as populações que desde o séc. XV foram sendo trazidas para estes territórios e sujeitas ao trabalho árduo e iníquo. São também locais onde eficientes máquinas de produção foram construídas e colocaram São Tomé e Príncipe como um dos maiores produtores de cacau do mundo no início do séc. XX.  

No âmbito do mestrado integrado em arquitetura do ISCTE, um conjunto de alunos do Laboratório Cidade Justa e Inclusiva do 5ºano debruçou-se sobre este património partilhado, visitá-lo, analisá-lo e dialogar com os vários intervenientes. Em novembro de 2021 rumámos em viagem a São Tomé e Príncipe. De lá trouxemos imagens evocativas de uma natureza exuberante, de gentes afáveis, e de edifícios imponentes, construídos ao estilo português, consumidos pela floresta tropical e pelo tempo.  

Partilhamos fragmentos desta experiência através de fotografias e de escritos, alguns dos quais encontrados na biblioteca do ISCTE trazendo à luz complexas dinâmicas sociais, culturais e económicas.   

A exposição irá ocorrer de 2 a 31 de março de 2022 na Biblioteca do ISCTE. No dia 2 faremos a inauguração com uma tertúlia que terá a participação do fotógrafo Dário Paraíso e do antropólogo Emiliano Dantas que participaram na curadoria da exposição fotográfica.

Caso possam estar presentes na inauguração pedimos que se inscrevam em https://forms.gle/txAq22aJsj2M3rtG6

21.02.2022 | par Alícia Gaspar | dário paraíso, emiliano dantas, exposição, fotografia, ISCTE, Laboratório Cidade Justa e Inclusiva, São Tomé e Príncipe

Conferência - As eleições presidenciais dos EUA 2020

A campanha eleitoral de 2016 para a Presidência dos Estados Unidos da América, que esteve na origem da exposição que ora se apresenta, além da sua óbvia importância política mundial, pela ampla cobertura mediática e a profusão de imagens, símbolos e de ideias fortes que a suportaram, proporcionou a oportunidade ideal para o estabelecimento de uma colaboração entre a Escola Superior de Comunicação Social - ESCS e o ARQUIVO EPHEMERA, de José Pacheco Pereira, permitindo a exposição de diversos materiais de propaganda eleitoral, maioritariamente centrados nestas últimas eleições (e agora actualizado para as eleições de 2020) mas também propondo uma abordagem mais ampla, em termos temporais, por outras campanhas, propostas e candidatos. Menos orientada para a propaganda política, no sentido da discussão das mensagens ou das técnicas eleitorais, e mais nos próprios materiais de suporte dessa propaganda, sobretudo pins stickers, nas suas diversas variantes, a exposição pretendia constituir uma oportunidade de divulgação destes materiais ao público português, um olhar alargado sobre o vasto mundo das campanhas políticas da grande experiência democrática americana. A exposição depois de Lisboa, esteve no Porto (Mira Forum) e em Torres Vedras (Biblioteca Municipal).

Nas eleições de 2020, muito do pano de fundo eleitoral parece semelhante, mas não é. É comum em todas as eleições os candidatos dizerem que são as mais importantes de todas, mas em 2020 essa afirmação tem todo o sentido. A identidade dos EUA, desde a “base” ao topo, as suas políticas de emigração, económicas, de raça e classe, de cultura e “guerras culturais”, política externa e papel dos EUA no mundo, tudo está em mudança, e uma vitória de um ou outro candidato é particularmente significativa para os termos dessa mudança. Desta vez, os preliminares das primárias foram importantes no Partido Democrático, povoadas de candidatos como há muito não se via, e solitárias no Partido Republicano onde Trump ocupou o palco todo. Embora haja significativas diferenças de políticas, seguindo linhas de fracturas tradicionais, o peso da personalidade de Trump e o culto que lhe dedica a sua “base”, só tem como contraponto mais do que Biden, uma atitude de resistência contra Trump, numa reacção de mobilização “never Trump”, também sem precedentes no século XXI. O contexto da pandemia do Coronavirus exacerbou todo este contexto, eventualmente alterou as probabilidades eleitorais (como é suposto acontecer com os factos históricos de grande densidade), mas na verdade já quase tudo vinha de antes. O objectivo desta exposição é, usando os fundos do ARQUIVO EPHEMERA, permitir um contacto de maior proximidade com este momento político nos EUA.

José Pacheco Pereira|Catálogo da exposição

Obtenha aqui o Catálogo da Exposição.

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Conferência

Grande Auditório, piso 1, Ed. II, Iscte

Sessão de abertura, 10:00 – 10:30

Maria de Lurdes Rodrigues (Reitora do Iscte)

André Freire e Luís Nuno Rodrigues (Iscte)

José Pacheco Pereira (Associação Ephemera)

Abertura e visita guiada à exposição “A propaganda nas eleições presidenciais dos EUA“, 10:30– 11:00

José Pacheco Pereira (Associação Ephemera)

Painel I - História e instituições americanas, 11:00-12:30

José Gomes André (Universidade de Lisboa), “O sistema eleitoral e os partidos norte-americanos”

Mónica Dias (Instituto de Estudos Políticos, Universidade Católica), “Ciclos e Saltos Políticos da Democracia Americana”

Bruno Cardoso Reis (CEI-Iscte), “As aventuras e desventuras de uma constituição de 1787 no século XXI”

Painel II – A Política Externa dos EUA, 14:00 – 16:00

Luís Nuno Rodrigues (CEI-Iscte), “A Política Externa de Trump”

Ana Isabel Xavier (Universidade Autónoma de Lisboa e Iscte), “As relações transatlânticas”

Cátia Miriam Costa (CEI-Iscte), “Estados Unidos e China”

Pausa: 16:00 – 16:30

Painel III – As eleições dos EUA em 2020: combates e desafios, 16:30 – 18:30

Russell J. Dalton, (University of California Irvine), “The American Left and its challenges”

Bart Bonikowski (New York University), “Populism and the presidency of Donald Trump”

Debate moderado por André Freire (CIES-Iscte)

Organização: André Freire (CIES-Iscte) e Luís Nuno Rodrigues (CEI-Iscte)

*Assistência presencial com lugares limitados

Transmissão em direto pelo Youtube do Iscte 

22.10.2020 | par martalanca | 2020, Biden, Eleições presidenciais, EUA, ISCTE, Trump

Inscrições abertas para o Mestrado em Estudos Africanos do ISCTE-IUL

O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, informa que estão abertas as inscrições para o Mestrado em Estudos Africanos (MEA), um dos mais antigos e conceituados mestrados nesta área científica no espaço da língua portuguesa, que inicia em Setembro a sua 23ª edição.

 

 

Este mestrado tem formado, desde 1989, um grande número de mestres com carreiras prestigiadas na investigação e ensino, sector empresarial, diplomacia, administração pública e organizações internacionais e da sociedade civil.

 

O MEA adopta uma abordagem multidimensional e interdisciplinar ao estudo do desenvolvimento social, económico e político em África, proporcionando competências de investigação e profissionais na área científica de Estudos Africanos em duas vertentes principais: (1) a análise dos processos económicos, sociais e políticos nas sociedades africanas e (2) a gestão de desenvolvimento económico e social em África.

Com a duração de dois anos em regime pós-laboral, o curso, que decorre no ISCTE-IUL, no centro de Lisboa, cobre as principais disciplinas sociais incluindo Sociologia Africana, Antropologia e História de África, Estado e Política, Globalização e Relações Internacionais, Teorias de Políticas do Desenvolvimento, Planeamento e Avaliação de Projectos, e o estudo de Organizações Não-governamentais. O segundo ano é dedicado à elaboração da dissertação ou do trabalho de projecto.  

 

Sobre o Mestrado em Estudos Africanos:

§           O Mestrado em Estudos Africanos tem a duração de dois anos.

§           O horário do curso é pós-laboral, duas vezes por semana, das 18:00 às 22:30. 

§           Pode ser frequentado em regime de tempo inteiro ou de tempo parcial.

§           Confere 120 créditos (ECTS) e o grau de Mestre em Estudos Africanos.

§           Está organizado em dois Ramos de Especialização:

  • Estado, Política e Relações Internacionais
  • Gestão do Desenvolvimento Social e Económico

§           Os dois primeiros semestres consistem em dez unidades curriculares distribuídas pelo tronco comum, e por cada um dos ramos de especialidade.

§           O segundo ano é dedicado à elaboração da dissertação ou do trabalho de projecto.

§           Os seminários no segundo ano permitem o acompanhamento sistematizado na organização da investigação e na elaboração da dissertação.

§           Aos alunos que concluam o primeiro ano é atribuído o Diploma de Estudos Pós-Graduados em Estudos Africanos, com 60 créditos (ECTS).

§           Mais informações em: http://iscte-iul.pt/cursos/mestrados/9503/apresentacao.aspx

 

Contactos para mais informação:

Nome: Ulrich Schiefer (Coordenador); Maria Luís Figueira (secretariado)

Instituição: Escola de Sociologia e Políticas Públicas, ISCTE-IUL

Telefone: +351 210 464 123  Ext.291505

Email: Maria.Luis.Figueira@iscte.ptaclsnc@iscte.pt

 

18.08.2014 | par martalanca | ISCTE, Mestrado Estudos Africanos, Universidade

AfrikPlay - Filmes à Conversa | ISCTE-IUL

27 Junho | 18h00 às 19h00 | Auditório B103, Ed. II - ISCTE-IUL


YESTERDAY SLAVES: DEMOCRACY AND ETHNICITY IN BENIN (Camilla Strandbjerg e Eric Hahonou.29’, 2011) Com Pedro Osório (FCSH-UNL)


“A escavidão, emancipação, democracia, cidadania e grupos étnicos são alguns dos tópicos focaods neste filme. FIlmado no norte do Benin, o filme desenha o longo caminho para a liberdade de um homem. A sua trajectória pessoal, simultaneamente particular e arquetípica, demonstra como os Gando, um grupo socialmente marginalizado, agarrou a oportunidade de aceder à representação política e à cidadania durante a recente implementação da descentralização democrática no país. Como nos é explicado por um Presidente de Câmara e seus conselheiros, a trajectória dos Gando em direcção ao poder e cidadania teve início numa mobilização em torno de uma identidade Gando, através de moviemtnos sociais e culturais. O documentário revela o processo universal e complexo da construção de identidades colectivas.”

http://rucforsk.ruc.dk/site/en/publications/les-esclaves-dhier%281d125221-0f90-479d-85e5-dffd03b9cef8%29.html
http://afrikplay.wordpress.com/https://www.facebook.com/AfrikPlay

 

27.06.2012 | par martacacador | escravidão, filmes á conversa. Afrikplay, ISCTE

CONFERÊNCIA: Inviabilidade dos Estados Sahelianos - FERRAN INIESTA | ISCTE-IUL

6 Junho (4ª feira) 18h, Sala C2.02 (Edificio II)
Entrada Livre


04.06.2012 | par martacacador | conferências, Estudos Africanos, ISCTE

CONFERÊNCIA: Clientelismo e corrupção em África - FERRAN INIESTA | ISCTE-IUL

5 Junho (3ª feira) 18h, Sala C2.02 (Edificio II)
Entrada Livre


04.06.2012 | par martacacador | conferências, Estudos Africano, ISCTE

2º Seminário de estudos sobre "A imigração Brasileira na Europa" | ISCTE

4 a 6 de Junho | Edifício II - Piso 1 Grande Auditório e Sala de Exposições (IUL/ISCTE)

Painel I - Juventude e Descendentes

Painel II - Retorno

Painel III - Saúde e Práticas de Saúde

Painel IV – Mercado de Trabalho

Painel V – Participação e Acção Política

Painel VI – Genero e Sexualidades

Painel VII – Mídia, Comunicação, Representação e Redes

Painel VIII – Religião, Crenças e Cultos

Painel IX – Famílias, Casamentos e Novas Conjualidade

+ info sobre o Seminário aqui

Instituto Universitário de Lisboa (IUL/ISCTE)
Morada: Avenida das Forças Armadas 26,Lisboa   
Autocarros: 31, 735, 738, 755, 764, 768
Metro: EntreCampos ou Cidade Universitária (Linha Amarela)
 

 

Instituto Universitário de Lisboa (IUL/ISCTE)Instituto Universitário de Lisboa (IUL/ISCTE)Instituto Universitário de Lisboa (IUL/ISCTE)

02.06.2012 | par martacacador | Brasil, imigração brasileira, ISCTE, seminarios

ConferênciaS de Estudos Africanos: Clientelismo e Corrupção em África

5 Junho 18h | Sala C202 - Edifício II - ISCTE-IUL

 

31.05.2012 | par martacacador | conferências, Estudos Africanos, ISCTE

II Conferência Internacional sobre o Desporto em África | Lisboa

5 e 6 de Junho | Auditório B203 - ISCTE-IUL

O Centro de Estudos Africanos do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), em colaboração com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, o “Sport”: Laboratório de História do Esporte e do Lazer da Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Núcleo de Estudos Africanos da Universidade Federal Fluminense, promoverá em Lisboa, a 5 e 6 de Junho de 2012, a II Conferência Internacional sobre o Desporto em África, subordinada ao tema Desporto e lazer no continente africano: práticas e identidades.

Programa

- AfrikPlay | Filmes à Conversa: “Town of Runners” (Jerry Rothwell, 2012) | Dia 5 de Junho às 16:15, Auditório B203
- Filme: “Volta do Cacau, 2011 - São Tomé e Príncipe” | Dia 6 de Junho às 13:00, Auditório B203
- Exposição Fotográfica: “Onde Está a Bola?: Campos de Futebol em São Tomé e Príncipe”, Fotografias de Augusto Nascimento | De 4 a 8 de Junho, Ed. II, 1º Piso
- Lançamento do Livro “Futebol e Colonialismo: Corpo e Cultura Popular em Moçambique”, Nuno Domingos, Apresentação de Victor Melo (UFRJ, Rio de Janeiro) | Dia 6 de Junho às 18:30, Auditório B203

Para + info: http://conferenciadesportoemafrica.wordpress.com/

31.05.2012 | par martacacador | conferência, desporto em africa, ISCTE

AfrikPlay | Filmes à Conversa LISBOA

24 de MAIO | CEMETERY STATE (Filip De Boeck e Sarah Vanagt. 72′, 2010)

Com Ramon Sarró (ICS-IUL)

ISCTE – IUL, Ed. I, Auditório 4, 18 horas

“Em Kinshasa, capital da república Democrática do Congo, crianças e jovens assumiram a gestão da morte. A morte passou a ser o seu ‘brinquedo’, e o caixão tornou-se como uma bola de futebol com a qual se brinca e lança ao ar. ‘Cemetery State’ observa como estes jovens coveiros, cantores e músicos, usam o corpo dos mortos como uma plataforma alternativa para atacar e contestar os anciãos, e criar a sua própria (de)ordem.”

 

23.05.2012 | par marialuz | African Cinema, ISCTE

Seminário Arts prophétiques en Afrique

Journées d’Études - Arts prophétiques en Afrique

24 e 25 de Maio |Sala C610|Edifício 2, Centro de Estudos Africanos (ISCTE-IUL), LISBOA

Organisées par Julien Bonhomme (École Normale Supérieure) et Ramon Sarró (Université d’Oxford et Instituto de Ciências Sociais, Lisboa)

A relação entre a arte e o profetismo, formas alternativas e complementares de imaginação, tem sido pouco estudada pela antropologia da religião.Porém, muitos artistas foram proféticos na sua obra, e muitos profetas foram artistas na sua forma de imaginar o futuro e até de materializar esta imaginação em textos, desenhos, ou até cidades. A interligação entre arte e profetismo é um lugar ideal para estudar o “trabalho do espírito” de que nos falava Lévi-Strauss e para estudar a interface entre o mundo da palavra e da mensagem e o mundo das imagens e das conexões não-verbais.

Numa viagem que decorre no Congo (região paradigmática da efervescência profética) no primeiro dia e além do Congo (África ocidental e diáspora) no segundo dia, e apoiando-nos na produção de imagens (quadros, filmes), analisaremos comparativamente a conexão entre arte e profetismo em África num seminário de dois dias financiado pelo projeto ANR “Création, Rituel, Mémoire” (Musée du quai Branly, Laboratoire d’anthropologie sociale). O seminário contará ainda com a presença de David Wabeladio Payi (doctor Honoris Causa pela Universidade de Kinshasa), ele próprio inventor por revelação divina de uma forma de escrita e de arte denominada “Mandombe”, muito utilizada no Congo e em Angola e que originou, por um lado, uma arte muito original, já adotada por vários artistas de Kinshasa, e por outro lado um alfabeto de grandes possibilidades aprendido e transmitido em centros de ensino em África e na diáspora.

Para mais informações: facebook.com/CentroEstudosAfricanos

21.05.2012 | par martacacador | Centro de Estudos Africanos, Estudos Africano, ISCTE, seminário

António Santamaria no ISCTE-IUL: CONFERÊNCIAS DE ESTUDOS AFRICANOS

17 Maio 17:30h
Sala C302 Edifício II - ISCTE-IUL

15.05.2012 | par martacacador | António Santamaria, Estudos Africanos, ISCTE

Os Estados Unidos em África no século XXI

Conferência: Os Estados Unidos em África no século XXI
7 de Maio de 2012, ISCTE-IUL, Auditório B104

A Conferência “Os Estados Unidos em África no Século XXI” tem como objectivo essencial analisar a política dos Estados Unidos para o continente africano no século XXI. A conferência deverá interpretar as causas da(s) política(s) norte-americanas, bem como as suas consequências a nível global, regional e local. Pretende-se igualmente analisar a perspectiva africana, isto é, o modo como a política dos Estados Unidos foi recebida e até influenciada pelos diversos países africanos. A interacção África-Estados Unidos será sempre analisada tendo em conta as diversas conjunturas internacionais, desde os atentados de 11 de Setembro de 2001 à “primavera árabe” de 2011, passando pela guerra global ao terrorismo, pela mudança de administração em Washington e pelos próprios desenvolvimentos africanos. Entre outras questões concretas estarão em foco: os Estados Unidos e África durante a Guerra Fria; a criação do Africom; continuidades e mudanças entre Bush e Obama; África e a guerra global ao terrorismo; a importância dos recursos estratégicos africanos; a questão do Sudão; a pirataria no “corno de África”; os Estados Unidos e a Primavera Árabe”; a intervenção da NATO na Líbia.

COORDENAÇÃO
Luís Nuno Rodrigues (CEHC/ISCTE-IUL e IPRI-UNL)
Alexandra Magnólia Dias (CEA/ISCTE-IUL)

ORGANIZAÇÃO
Instituto Português de Relações Internacionais, Universidade Nova de Lisboa
Centro de Estudos de História Contemporânea, ISCTE-IUL
Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL

FORMATO
A Conferência terá a duração de um dia, com sessões de manhã e de tarde.

PÚBLICO-ALVO
Esta conferência é dirigida a um público com interesse pelas áreas de História, Ciência Política e Relações Internacionais e Estudos Africanos, incluindo professores, investigadores, militares, diplomatas, jornalistas, empresários e decisores públicos e privados, estudantes, em particular doutorandos e mestrandos nas áreas de História, Ciência Política e Relações Internacionais e de Estudos Africanos, bem como ao público em geral.

COORDENAÇÃO
Luís Nuno Rodrigues (CEHC/ISCTE-IUL e IPRI-UNL)
Alexandra Magnólia Dias (CEA/ISCTE-IUL)

ORGANIZAÇÃO
Instituto Português de Relações Internacionais, Universidade Nova de Lisboa
Centro de Estudos de História Contemporânea, ISCTE-IUL
Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL

PROGRAMA
7 de Maio de 2012 - Auditório B104

10.00 | Sessão de Abertura
Representantes das entidades organizadoras.
Coordenadores da Conferência.

10.15 | Conferência de Abertura: David J. Francis (University of Bradford, UK)11.15 | Coffee Break

11.30 | Sessão 1 – «Os Estados Unidos e África: perspectivas históricas, desafios contemporâneos»
Moderador: Carlos Gaspar (IPRI-UNL)
Intervenções:
Luís Nuno Rodrigues (ISCTE- IUL)• Ryan Irwin (International Security Studies, Yale University, USA)
Monde Muyangwa (Africa Center for Strategic Studies, USA)

Debate
13.00 | Almoço
14.30 | Sessão 2 – «AFRICOM»Moderador: Helena Carreiras (ISCTE-IUL & National Defense Institute)

Intervenções:
James Jay Carafano (The Heritage Foundation, USA)
Roland Marchal (Centre d’Études et de Recherches Internationales, Sciences Po, France)
António Pinheiro (National Defense Institute, Portugal)

16.00 | Coffee Break
16.15 | Sessão 3 – «Regional Approaches» Moderador: Manuela Franco (Diplomatic Institute)

Intervenções:
Alexandra Magnólia Dias (ISCTE-IUL)
Proença Garcia (Institute for Higher Military Studies)
Alex Vines (Chatham House, UK)

Debate
17.45 | Encerramento

26.04.2012 | par herminiobovino | conferência, ISCTE, lisboa

Saberes Étnico-Culturais e Saberes Científicos na Formação Intercultural - Congresso

Painel 11
11. Saberes Étnico-Culturais e Saberes Científicos na Formação Intercultural:

Maria Pombo Martins Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa (CFCUL) - Portugal ommartins@fc.ul.pt;
Darlinda Maria Pacheco Moreira Universidade Aberta – Portugal darmore@uab.pt;
José Manuel Cravo Pombeiro Filipe Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa (CFCUL) – Portugal josemanuelfilipe@sapo.pt.

A cooperação educacional entre dois países tem pressuposto uma assimetria pelo menos na medida em que os formandos têm sido exclusivamente de um dos países e os formadores exclusiva ou predominantemente do outro país. Quando os formadores cooperantes se interessam pelas culturas do país com que cooperam, podem fazê–lo movidos por interesses pessoais ou profissionais ligados às suas áreas de formação académica ou de investigação, ou induzidos por conceções educacionais que procuram fazer valer os significados das aprendizagens que propõem em função das culturas em que os seus formandos foram socializados, ou em articulação com representações conhecimentos, atitudes ou práticas dessas culturas. É a partir das culturas e sociedades dos formandos que nos propomos considerar a globalidade do processo educacional em que os cooperantes se envolvem, com destaque para os estatutos epistemológicos dos saberes e das culturas com que os formandos são confrontados e o caráter problemático da sua articulação, mas sem esquecer a relação com as dimensões sociais, económicas e políticas de tais estatutos. Uma tal abordagem pode passar pela discussão da existência de uma agenda internacional para estruturar a educação segundo princípios e finalidades generalizados a todos os países e culturas. O termo interculturalidade foi adotado por muitos que têm procurado um quadro global que supere as assimetrias e a antinomia modernidade da ciência ocidental vs ancestralidade e tradicionalidade culturais dos povos objeto de “cooperação”. Sem nos centrarmos nas questões teóricas em torno do termo “interculturalidade”, pretendemos dispor de um espaço para os que desenvolveram a sua prática sob a égide deste termo e daquele desígnio. Procuramos nomeadamente abrir este Encontro aos que no Brasil avançam com esse conceito no âmbito da formação de professores indígenas para a escola inígena diferenciada. É importante estar atentos a algumas questões que se colocam na formação intercultural no Brasil e a questões que se nos podem colocar a partir daí. Para os próprios brasileiros, pode ser interessante explorar as vantagens de um quadro de referência mais amplo – o mais amplo possível – para pensar a interculturalidade e a formação intercultural superando os ciclos viciosos resultantes de antinomias e assimetrias, sem deixar de as assumir onde elas existam. Para estes efeitos, é no mesmo quadro comparativo que nos propomos tratar estas relações entre saberes, desde o Brasil e América Latina à África e Ásia, e à Europa –– onde nos contextos escolares se colocam problemas semelhantes entre os saberes eruditos ou valores tipicamente escolares e os saberes, atitudes e valores adquiridos em culturas populares ou de grupos sociogeográficos por vezes designados como “subculturas”.

18.04.2012 | par herminiobovino | congresso, cultura, ISCTE, lisboa

Conferência: As Sociedades Africanas Face a Dinâmicas Globais _ Migrações, ISCTE, LISBOA

Conferências de Estudos Africanos, 9 de Fevereiro às 16h Auditório C205 _ Edif II, ISCTE-IUL

03.02.2012 | par franciscabagulho | Estudos Africanos, ISCTE, migrações

Yolanda Aixelá no ISCTE-IUL, 10 Fev., LISBOA

Ciclo de Conferências Doutorais do Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas

La construcción poscolonial de Guinea Ecuatorial y el impacto de las migraciones transnacionales, Yolanda Aixelà Cabré (CSIC - Institutò Milà i Fontana, Barcelona) _ 10 Fevereiro 2012, 18h00: ISCTE-IUL, Auditório B203, Edifício II

01.02.2012 | par franciscabagulho | Guiné Equatorial, ISCTE, Yolanda Aixelà Cabré

Candidaturas Mestrado em Estudos Africanos no ISCTE, LISBOA

Mestrado em Estudos Africanos é um curso inscrito no quadro dos programas de 2º ciclo estipulado pelo Processo de Bolonha e que visa o estudo interdisciplinar do desenvolvimento social, económico e político na África contemporânea. Dirigindo-se a interessados nacionais e estrangeiros, africanos e não-africanos, oferece tanto a possibilidade de uma especialização científica quanto a de uma preparação para o desenvolvimento de funções profissionais. O mestrado tem a duração de dois anos (quatro semestres) e está organizado em dois Ramos de Especialização: Estado, política e relações internacionais. Gestão do desenvolvimento social e económico. Os dois primeiros semestres consistem em dez unidades curriculares (cinco por semestre). Incluem um tronco comum de unidades curriculares e unidades curriculares especificas a cada Ramo de Especialização. Os terceiro e quarto semestres são dedicados à elaboração da dissertação ou do trabalho de projecto. Este ciclo de estudos destina-se a licenciados em ciências sociais, em economia e em ciências da gestão e também a licenciados noutras áreas científicas interessados em aprofundar conhecimentos científicos e desenvolver capacidades profissionais no domínio cientifico dos Estudos Africanos.

ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa

Candidaturas aceites até 16 de Janeiro de 2012. Inicio das Aulas: 6 de Fevereiro de 2012

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05.12.2011 | par franciscabagulho | Estudos Africanos, ISCTE