IV Festival Internacional de Teatro e Artes de Luanda ELINGA 30 ANOS!

Director do Elinga Teatro - José Mena Abrantes
Presidente do Festival - Anacleta Pereira
Assistente - Claudia Pucuta
Coordenação - Virgilio Antônio e Correia Adao
Responsáveis técnicos - Raul Rosario e Anastacio Silva.
Protocolo - Erica Tatiana e Bernardete Mukinda
Transportes - Honorio Santos e Adorado Mara
Produção - Claudia Nobre

Patrocínio - Fundação Brilhante
Apoios - Banco Econômico / Banco BIC / Casa das Artes / Centro Cultural Português
Media Partners - TPA / Jornal de Angola / RNA / TV Zimbo / O País / Novo Jornal

(Nota: a programação pode ser eventualmente alterada, por motivos imprevistos).

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20.05.2018 | by martalanca | elinga, festival de teatro, Luanda

Exposição Luuanda I Hangar

Albano Cardoso_Defendamos as Crianças,2008Albano Cardoso_Defendamos as Crianças,2008

Inauguração: 20 de Setembro, Quarta-feira, 19h
Exposição: 21 de Setembro a 14 de Outubro, 2017 | Quarta a Sábado, das 15h às 19h
Artistas participantes: Albano Cardoso | Cristiano Mangovo | Ery Claver | Ihosvanny | Januário Jano | Kiluanji Kia Henda | Pedro Pires
Curadoria: Suzana Sousa e Paula Nascimento
ENTRADA LIVRE

A exposição Luuanda, título retirado da obra homónima de Luandino Vieira, pretende focar-se na experiência vivida da Luanda contemporânea, as suas personagens, ritmos, poesia, nostalgia e drama, seguindo a construção imaginária tão explorada na literatura de Luandino Vieira, Uanhenga Xito ou Ondjaki, entre outros, olhando para as suas dinâmicas actuais. Esta cidade pós-colonial é marcada também por fluxos migratórios e afectada por vários processos de mudança, pelo trânsito e as suas luzes e ruídos, pelos vendedores e vendedoras de rua que tudo têm disponível expondo aos seus clientes um importante espaço da economia informal do país. O que resulta numa circulação de corpos e vidas que parecem ter sido esquecidas pelo processo de crescimento do país.

Programa Paralelo 
21 de Setembro, Quinta-feira, 19h
Conversa Curadoras e Adriano Mixinge | Performance de Orlando Sérgio
27 de Setembro, Quarta-feira, 19h
Conversa com os artistas Pedro Pires e Cristiano Mangovo
11 de Outubro, Quarta-feira, 19h
Conversa com Paulo Moreira e Maria João Grilo (confirmar)

Mais informações: http://hangar.com.pt/luuanda

21.08.2017 | by martalanca | Albano Cardoso, angola, arte contemporânea, kiluanji kia henda, Luanda, Luuanda, Orlando Sérgio, Paulo Moreira, Suzana Sousa

A transfiguração do “Globo”

A 3ª edição do F. Globo acontece de 26 a 31 de Janeiro próximo, no Hotel Globo, na baixa de Luanda. Mais de uma dezena de artistas multidisciplinares desafiados e inspirados pela liberdade apresentam uma mostra colectiva inusitada. 

Criações sem fronteiras, despojadas, provocadoras e indiferentes a regras de qualquer espécie, são o cunho F. Globo. Numa rota única, contrária ao convencional, instituída por curadores e galerias, os artistas são o elemento activo, entregues à transformação influenciada pelos seus parceiros, o espaço, o meio ambiente…

Nesta 3ª edição há mais artistas e mais quartos de hotel abertos à criatividade desprendida. Sem uma predefinição temática, a curadoria serve apenas para criar uma dialéctica entre os trabalhos desenvolvidos por cada artista durante o período do evento. Sendo que o ponto de partida da produção artística é a interacção, o diálogo e a partilha de ideias de um colectivo que nesta edição é composto por:
João Ana e Elepê
Alekssandre Fortunato        
Keyezua                     
Ery Claver
Tho Simões   
Daniela Vieitas + Muamby Wassaky                      
Toy Boy
Kiluanji Kia Henda  + Colectivo Verkron
Edson Chagas                        
Gretel Marin
Kalaf Epalanga e João Ana (Curadores)
André Cunha (Produção)

A mostra temporária decorre em cinco dias. A partir do dia 26 de Janeiro a exibição inicia-se todos os dias às 19 horas, até 31 de Janeiro. A entrada é livre.
O F. Globo vai além do simples acto de pendurar quadros numa parede ou sequer existe para fins comerciais. É o espírito voluntário dos artistas que financia a iniciativa e, desta forma, garantem independência total em relação às instituições ou patrocínios, permitindo-lhes uma abordagem autónoma sobre temas culturais, sociais e políticos, arriscando apresentar novos sentidos estéticos e conceptuais.
A primeira edição do F.Globo em Dezembro de 2015 contou com a participação de 6 artistas: Kiluanji Kia Henda, Edson Chagas, João Ana, Elepê, Orlando Sérgio e Marcos Kabenda. A segunda edição ocorreu em Julho de 2016 e participaram 9 artistas: Keyezua, Kiluanji Kia Henda (curador), André Cunha (curador), João Ana, Elepê, Angel Ihosvanny, Thó Simões, Ery Claver, Irina Vasconcelos e Muamby Wassaky.

24.01.2017 | by marianapinho | espaço, fronteiras, Fuckin' Globo, galeria, Hotel Globo, liberdade, Luanda, meio ambiente

Luanda e Maputo: o espaço urbano na literatura

Colóquio Internacional - 25 de Setembro, Sala 1, CES

Todas as cidades têm a sua história. Também assim Luanda e Maputo. Luanda, situada na costa atlântica, de influência arquitetónica e urbanística luso-brasileira. Maputo, situada à beira Índico, goza de outras influências que misturam África, Portugal e Índia com a matriz britânica, via a África do Sul. O mundo destas cidades é particularmente heterogéneo: nelas entrelaçam-se temporalidades, espacialidades e valores políticos. O arcaico convive com o moderno, o progresso com o tradicional e todas as épocas expressam e reclamam atenção histórica: a era pré-colonial, a ocupação costeira, o colonialismo moderno, a independência, a época pós-colonial. Esta mistura de temporalidades resultante da experiência de aportagem, seja comercial, seja depois aquela que conduziu ao colonialismo, à luta anti-colonial e à construção do Estado pós-colonial, tem um valor político na organização do espaço, nas relações de poder que aí são exibidas e nas sociabilidades que se geram. Considerando as imagens das cidades-capitais retratadas na literatura, percebemos a predominância de signos divergentes que jamais se anulariam deixando a História suspensa. Em Luanda, a Fortaleza de S. Miguel, as igrejas da cidade Alta ou as ruas da Baixa, ligadas ao comércio, abrem um rasgo histórico virado para um passado ligado ao colonialismo português, ao tráfico de escravos e ao comércio com o Brasil. Por outro lado, a contemplação dos musseques ou dos bairros de caniço em Maputo leva-nos para culturas locais que se organizaram em frentes de luta contra o colonialismo português e se comprometeram com a luta pela independência, como vemos exemplarmente na prosa de Luandino Vieira, António Cardoso, Costa Andrade e tantos outros em Angola, ou na poesia de José Craveirinha ou Noémia de Sousa em Moçambique.

O projeto que está na origem deste colóquio internacional – De São Paulo de Luanda a Luuanda, de Lourenço Marques a Maputo: capitais coloniais em tempos pós-coloniais- tem como objetivo geral a configuração e a análise das diferentes temporalidades acima evocadas e o seu reflexo e valor político no espaço urbano. Tendo em mente o conceito da cidade como texto e a de palimpsesto textual, traçamos os contornos da análise a fazer: a cidade/capital como espaço colonial; a cidade como espaço de resistência; a cidade como espaço fundador da nova nação.

Com a participação de especialistas portugueses e estrangeiros e vários estudantes de doutoramento do programa Patrimónios de Influência Portuguesa, este colóquio visa mostrar de forma intedisciplinar e dialogante o que se tem vindo a produzir cientificamente sobre estes espaços. Um agradecimento especial vai para o acompanhamento que nos foi dado pelo professor universitário e arquiteto moçambicano Júlio Carrilho e para o escritor angolano José Luandino Vieira.

PROGRAMA

10h00m – 10h45m: Abertura e apresentação do projeto

10h45m – 12h30m: 1ª Sessão

Presidência: Pires Laranjeira (FLUC)

Roberto Vecchi (Universidade de Bolonha)

Genius loci e a imprescritibilidade do mito: arquiteturas simbólicas em tramas urbanas pós-coloniais - Luanda e Maputo

Walter Rossa (DARQ-FCTUC/ CES)

Contos de duas cidades: património urbanístico e resiliência urbana

Margarida Calafate Ribeiro (CES)

Vozes literárias de Luanda e Maputo

Walter Rossa, Margarida Calafate Ribeiro e Nuno Gonçalves

A base de dados do projeto

14h00m - 16h00m: 2ª Sessão

Presidência: José Luandino Vieira

Sara Ventura da Cruz (DPIP-IIIUC/CES)

A construção de uma capital colonial: imagens da evolução urbana de Luanda (séculos XVI-XIX)

Phillip Rothwell (Universidade de Oxford)

A arquitetura do poder na representação da cidade de Luanda em Pepetela

Mónica Silva (DPIP-IIIUC/CES)

Vidas hipotecadas. Luanda pelas prisões

Júlia Garraio (CES)

Um corpo para fazer Luanda: reconfigurações da negra do interior na literatura angolana entre a segunda metade do século XIX e a guerra civil

16h15m-18h15m: 3ª Sessão

Presidência: Júlio Carrilho (FAPF, Universidade Eduardo Mondlane)

Nuno S. Gonçalves (DPIP-IIIUC/CES)

O espaço urbano da Mafalala: origem, evolução e caraterização

Francisco Noa (UniLurio)

Mafalala: memória de uma paisagem sociocultural

Fátima Mendonça (Universidade Eduardo Mondlane)

A poesia de José Craveirinha no roteiro poético da Mafalala

Margarida Calafate Ribeiro e Walter Rossa

Considerações finais

13.09.2015 | by martalanca | literatura, Luanda, Maputo

Complexo das Escolas de Arte em Luanda

 

O Complexo das Escolas de Arte (CEARTE), que foi inaugurado no passado dia 5 de Janeiro, em Luanda, abre 375 vagas nas áreas artísticas para o ano lectivo 2015. As candidaturas decorrem até 6 de Fevereiro.

O complexo que está localizado na zona de Camama, na cidade de Luanda, é a primeira academia de artes em Angola, e trata-se de uma infraestrutura com capacidade para receber 2500 alunos nas áreas de Artes Visuais e Plásticas, Dança, Música, Teatro e Cinema.

A nova instituição integra 20 salas de aulas, uma biblioteca, um internato, um auditório com 300 lugares, um pavilhão polidesportivo, um anfiteatro ao ar livre com 400 lugares, um laboratório de informática, um laboratório de física e um laboratório de química. 

O CEARTE destina-se à formação de profissionais – intérpretes, criadores e docentes –  em diversas áreas culturais, inserindo-se no domínio do ensino artístico especializado. A instituição é estruturada para compreender três níveis de ensino que se articulam e complementam, nomeadamente o elementar, médio e superior.

Para o ano lectivo 2015, abriram no total 375 vagas: 96 vagas para a área da dança, 60 para as artes visuais e plásticas, 119 para a música e 100 na área do teatro. O prazo para as inscrições começou no dia 26 de Janeiro e termina a 6 de Fevereiro.

30.01.2015 | by martalanca | Escola de Artes, Luanda

Semana Design Gráfico LAD 2014, LUANDA

A Semana do Design Gráfico 2014, uma colaboração com a Universidade Lusíada, pretende ser uma plataforma dinamizadora do design gráfico e de comunicação em Angola.
O evento pretende reflectir sobre diferentes perspectivas, pensar novos horizontes, definir um posicionamento para os profissionais do design, com linguagens distintas, criar horizontes futuros.

Uma semana de trabalhos, na Universidade Lusíada, com três workshops 
nas áreas de tipografia e ilustração, marcará o fim deste evento que, no último sábado, irá apresentar os resultados da acção de formação e dos workshops semanais no Espaço Sublime.
Programa e informações detalhadas no site: Semana do Design Gráfico 2014.

07.11.2014 | by franciscabagulho | design, Luanda

Momentos de Luanda: Três Abordagens à Cidade, de 25 a 30 Nov., LUANDA

Exposição, debates e mesa redonda que apresentam os projectos Observatório da Chicala,Beyond Entropy Angola La Modernidad Ignorada. Os eventos realizam-se entre os dias 25 e 30 de Novembro de 2013 no anfiteatro do Departamento de Arquitectura.

Mais infos e programa aqui.

20.11.2013 | by franciscabagulho | arquitectura, Luanda, urbanismo

Luanda City Beats, DEMON

O video-clip da música “Luanda City Beats’” do DJ Francês DEMON. 

Produção: Geração 80; Realização: Hugo Salvaterra; Montagem: Zeno Monyak

19.11.2013 | by franciscabagulho | geração 80, Luanda, musica electrónica

Documentário Triângulo passa no Fic Luanda dia 20/11

14.11.2013 | by martalanca | lisboa, Luanda, rio, Triângulo

Triângulo - brevemente perto de si!

Rio de Janeiro, Luanda, Lisboa: três cidades ligadas por um passado comum passam juntas por uma transformação que mudará a forma como sempre se relacionaram. “Triângulo” é um filme composto por três estórias dirigidas por jovens realizadores de cada país. Explora os novos contornos, segredos e discussões entre as três cidades, através do olhar dos seus novos habitantes: Licínio, um angolano no Rio; Inês, uma portuguesa em Luanda; e Paula, uma brasileira em Lisboa.

……
Produção
Geração 80, Plataforma, Colectivo Tás a Ver? e Vende-se Filmes

Realização
Fernanda Polacow e Juliana Borges (Brasil) / Mário Bastos (Angola) / Filipa Reis e João Miller Guerra (Portugal)

Música: Bande Dessinée - “Setubanalidades” (Filipe Barros/Jr. Black)

02.09.2013 | by martalanca | lisboa, Luanda, Rio de Janeiro

Curto e Grosso - Episódio XII - Amor jamais é velho


De Nástio Mosquito & Vic Pereiró

web

25.07.2013 | by herminiobovino | angola, Luanda, performance, videoarte

Africadelic na Rádio - Rádio FM Stereo (96.5)

Sábado, dia 25 de Maio ( Dia de África), a Rádio FM Stereo (canal musical do grupo RNA), apresenta uma programação especial, dedicada totalmente ao continente berço,  das 10h00  às  22h00, nos seus 96.5 em fm.

Programa
10h00 – 16h00 - África 50 Anos de Música | Selecção músical de Afrikanita | Alain Saragossa | Aline Frazão | Dodó Miranda | Fernando Alvim | Ismael Mateus | Miguel Neto |Otiniel Silva | Paulo Flores | Sebastião Lino.

17h00 – 22h00 | Música  Ao Vivo
Coca FSM | Banda Contraste | Irina Vasconcelos | Jack Nkanga | Kizua Gorgel | N’Guami Maka | Toty Sa’Med.

DJ Set + Live Act
Ricardo Alves DJ & Dalú Roger Percussão.

Ingressos | Pagos.

Produção | RPR & Mano a Mano Produções
Rádio FM Stéreo | Rua Luther King 123 / 124

Adjacente ao Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR), Luanda.

23.05.2013 | by herminiobovino | concertos, Luanda, música, Rádio FM Stereo

Quartas de cine 2013 - Lumumba de Raoul Peck

Este ano, A Alliance Française de Luanda, numa parceria com o CEFOJOR, volta com o tapete vermelho e oferece uma nova programação ainda mais diversificada com o melhor do cinema francês, francófono e angolano.

No conforto agradável da sala de projecções, venha apreciar filmes de qualidade e participar nos debates organizados com personalidades convidadas para abertura de cada ciclo.

Ciclo 1: 06/03/13 ao 17/04/13
Ciclo de “CINEMA FRANCÓFONO”

No âmbito das Quartas de cinema, o nosso 1º ciclo temático do ano será dedicado ao “Cinema francófono”.

Através de quatro filmes (3 ficções e um curta-metragem) a Alliance française de Luanda pretende apresentar realizadores originando de países fazendo parte da Francofonia.

O ciclo começou no dia 6 de março até o dia 17 de abril, com um dia especial, dia 20 de Março, Dia internacional da francofonia.

Programa dos Ciclos I & II:
http://issuu.com/afluanda/docs/ci_ii_web_med06/03/13

06/03/13
“Mulheres do Cairo”, Yousry Nasrallah, 2009;
20/03/13
“O balão vermelho”, Albert Lamorisse, 1956;
03/04/13
“A Nossa Estrangeira”, Sarah Bouyain, 2010;
17/04/2013
“Lumumba”, Raoul Peck, 2010.

Ciclo I “Cinema Francófono”
17 de Abril de 2013 | 19.00 | No CEFOJOR

“Lumumba”, Raoul Peck.
Drama histórico, 2000, Haiti, 115 min.
Com: Ériq Ebouaney, Alex Descas, Maka Kotto, Cheik Doukouré, Mariam Kaba, Théophile Moussa Sowié, Dieudoné Kabongo, Pascal Nzonzi, Bouli Lanners.
Argumento: Raoul Peck, Pascal Bonitzer.
Fotografia: Bernard Lutic SOM: Dirk Bombey.
Música: Jean-Claude Petit.
Montagem: Jacques Comets.
Produção: JBA Production.
Origem: França, Bélgica, Alemanha, República do Congo.
Estreia em França: 2000.

Sinopse
Janeiro de 1961. A noite da savana africana é perturbada por uma situação macabra: dois homens brancos, bêbedos de angústia e álcool, preparam-se para fazer desaparecer três corpos envoltos em sacos manchados de sangue.

Patrice Lumumba, Primeiro-Ministro do Congo, acaba de ser assassinado… Entre documento histórico e ficção emocionante eis um belo retrato matizado do herói da independência congolesa e mais um exemplo da vitalidade do cinema fora dos circuitos norte-americano e europeu.

O Realizador Raoul Peck é um realizador, argumentista e produtor haitiano que estudou cinema em Berlim. Tendo começado a vida profissional como jornalista, dedicou-se ao cinema e tem filmado em diversos formatos: conta com seis curtas-metragens, cinco longas, cinco documentários e duas mini séries para televisão filmados um pouco por todo o lado, desde a Europa aos Estados Unidos.

Haïtian Corner, de 1988, foi a sua primeira longa-metragem logo seleccionada para o Festival de Locarno, seguida de um primeiro documentário, Lumumba - La mort d’un prophète, em 1991. Este foi apresentado no Festival Cinéma du Réel, enquanto que L’Homme sur le quai, de 1993, foi mostrado em Cannes e era um regresso aos anos de terror da ditadura de Duvallier. Entre 1996 e 1997, Raoul Peck foi ministro da Cultura do Haiti. Em Corps plongés, de 1998, seguiu três exilados haitianos em Nova Iorque, e em Lumumba pegou no percurso do líder congolês. Em 2009 apresentou uma série televisiva, L’école du pouvoir, sobre a formação das actuais elites governativas francesas e o seu percurso académico. O filme surge como mais uma reflexão sobre o poder, como pode ser exercido e como pode ser filmado.

Sobre o filme
O excelente filme de Raoul Peck apresenta dois méritos: o primeiro, analisar de forma perfeita uma solução complexa (…). O segundo, pôr em causa as responsabilidades de cada campo, incluindo as do próprio campo congolês.
Alain Riou in Le Nouvel Observateur

Filmar o poder (a sua tomada, a sua fuga) e no mesmo gesto um tempo (histórico, íntimo); ver o que, na conjunção dos dois, faz as ideias (políticas, existenciais) vencerem ou morrerem – este é o fundo secreto de Lumumba.
Olivier Joyard in Cahiers du Cinéma

Onde Hollywood teria feito de Lumumba um personagem caricatural, Peck impele os personagens a exteriorizarem a sua violência interior, a revelarem-se nas suas contradições. É assim que este cinema de combate atinge o seu objectivo: convencer.
Olivier Barlet in Africultures.com

Presença em festivais Festival de Cannes (2000): Quinzena dos Realizadores; Festival Internacional de Cinema de Toronto (2000): Apresentação especial; Festival Internacional de Cinema de Edimburgo (2000): Directors Focus; Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro (2000): Panorama.

A Alliance Française de Luanda gostaria de agradecer aos seus patrocinadores e parceiros por terem dado a sua energia, entusiasmo e apoio à sua política de cooperação cultural e a nossa programação de eventos culturais.

Parceiros

Patrocinadores
Top/Eka/Sodexo/Total

Contacto:
Jennie Loiseau
Directora cultural | (+244) 928 39 28 77
Endereço | Alliance Française de Luanda: Travessa do Bocage, 12, Largo da Sagrada Família.

web

17.04.2013 | by herminiobovino | Alliance française de Luanda, ciclo cinema, cinema, Luanda

Cinema no telhado, 9 de Abril de 2013

Sessão de cinema no terraço da Universidade Lusíada, Luanda.

“Do outro lado” (Auf der Anderen Seite, 2007), de Fatih Akin.

04.04.2013 | by herminiobovino | cinema, Goethe Institute Luanda, Luanda, sessão de cinema

Beyond Entropy Angola

Documentário sobre a construção do primeiro Pavilhão da República de Angola na XIII Bienal de Arquitectura de Veneza 2012.


25.03.2013 | by franciscabagulho | arquitectura, Luanda, urbanismo

Festival Sons do Atlântico, 2 de Março de 2013

No dia 2 de Março realiza-se o Festival Sons do Atlântico, na Praça Atlântico, em Luanda. A iniciativa conta com a actuação de diversos músicos nacionais e internacionais, como Matias Damásio, Sara Tavares, Vanessa Camargo, Big Nelo, Djeff, P-Square, Yuri da Cunha, Beto Dias, Bruno M e Ary.
O ingresso no Festival custa dois mil kwanzas e estão à venda nos postos Ticket Zone e em todos os centros do Atlântico.



fonte

25.02.2013 | by herminiobovino | angola, festival de música, Luanda

Mulheres e entreajuda nas ruas e mercados de Luanda: os grupos de Kixikila e os grupos de compra

SEMINÁRIO DE ESTUDOS AFRICANOS

Aline Afonso

Investigadora Pós-doutoramento ICS-UL

Este seminário tem como objectivo apresentar e discutir o comportamento e as práticas de sobrevivência e entreajuda desenvolvidas pelas vendedoras no sector informal de Luanda, tendo em conta os condicionalismos
decorrentes do processo de liberalização económica em Angola. Neste cenário, foi no sector informal que as mulheres encontraram o caminho para a sobrevivência, à sua e à de suas famílias. Contudo, este sector está
marcado por uma divisão sexual do trabalho. De forma geral, homens e mulheres empreendem actividades diferenciadas de tal forma que prolongam a divisão sexual do trabalho em casa. O seminário dará especial
atenção aos grupos de kixikila, aos grupos de compra e aos grupos de microcrédito como mecanismos de entreajuda.

5 Fevereiro | 18:00, Auditório B104, Edifício II, ISCTE-IUL, Lisboa

05.02.2013 | by martalanca | candonga, economia informal, kixikila, Luanda

"Os transparentes" - Ondjaki

Lançamento do livro “Os transparentes”, no Huambo, Segunda-feira, dia 21, pelas 16h, no Jardim da Cultura.

Em LUANDA
Quinta-feira, dia 24, pelas 18:30 | Associação Chá de Caxinde

APAREÇA ou DIVULGUE
… Título a ser lançado: ”Os transparentes” | editora: Texto Editores (grupo LEYA) | Preço: 1600 Kz

Com o presente romance, de novo aparece Luanda – a Luanda actual do pós-guerra, das especificidades do seu regime democrático, do “progresso”, dos grandes negócios, do “desenrasca” - como pano de fundo de uma história que é um prodígio da imaginação e um retrato social de uma riqueza surpreendente.

Combinando com rara mestria os registos lírico e humorístico,
“Os transparentes” dá vida a uma vasta galeria de personagens onde encontramos todos os grupos sociais, intercalando magníficos diálogos com sugestivas descrições da cidade degradada e moderna.

Sobre o livro foi dito:
”(…) um colectivo que apresenta a maior dignidade que pode ter um ser humano, (…) a maior que pode possuir uma comunidade que reflete sobre os sobressaltos e demais acontecimentos do dia a dia. Essa comunidade concentrada, cerca de dez personagens, traz na cara, besuntada, a história da cidade inteira.”

“Ondjaki chegou à porta da rua, espreita atento e depara-se-lhe não aquela (Luanda) onde brincava quando pequeno mas a da vida crua e nua de milhões de kaluandas lutando para sobreviver.”
A. Loja Neves, in “Expresso”, 01-12-2012.

“A capital angolana precisava de um livro que iluminasse as suas sombras e não se ofuscasse com os seus brilhos, Ondjaki conseguiu-o.”

”(…) a Luanda que quem lá vive ou viveu recentemente reconhece e que com este livro ficará registada para memória futura. E Ondjaki tem a capacidade de fazer tudo isto tornando-nos, ao mesmo tempo, melhores leitores pela virtude do esmero da prosa, diamante lapidado que brilha mesmo com a sordidez do que mostra.”

António Rodrigues, in “Público, 14-12-2012

21.01.2013 | by herminiobovino | Chá de Caxinde, literatura, literatura africana, literatura angolana, Luanda

Luanda não é uma cidade pequena, LISBOA

uma exposição POP-UP de Paulo Moreira, na LX-factory

O BALNEÁRIO é um espaço cultural multidisciplinar criado em 2011 apoiado por uma associação sem fins lucrativos.  Produz e apresenta exposições temporárias, assim como uma série de outros eventos tais como residências, workshops, teatro, dança, conferências e concertos musicais. 
Encontra-se localizado no terceiro piso da LX Factory.
No próximo dia 13 de Dezembro apresentaremos uma exposição pop up ‘Luanda não é uma cidade pequena’ de Paulo Moreira, vencedor do Prémio Távora 2012. 
Dez anos após o final da guerra civil em Angola, o rápido crescimento económico fez de Luanda uma das cid ades mais caras do Mundo. Mas o papel da “informalidade” tem sido ignorado no debate sobre a actual transformação urbana. Através de uma colecção de materiais produzidos durante workshops participativos, envolvendo cidadãos, autoridades locais, ONGs e estudantes de arquitectura, esta exposição aborda os territórios “escondidos” de Luanda. Inclui a projecção de 3 curtos documentários, mostrando testemunhos de (ex-) moradores em Angola e imagens do processo de regeneração urbana em curso. O evento será encerrado pela apresentação do registo de viagem do Prémio Távora 2012.

 

10.12.2012 | by franciscabagulho | Luanda

TEN CITIES, projeto de música internacional, novembro LUANDA

Em Novembro de 2012 será iniciada uma grande experiência em Luanda: TEN CITIES tem a duração de dois anos e lida com culturas de club music e com a sua influência nas esferas públicas e espaços urbanos na África e na Europa. Os organizadores estabelecidos em dez cidades, Cairo, Joanesburgo, Luanda, Lagos, Nairóbi, Berlim, Bristol, Kiev, Lisboa e Nápoles, todas lar de culturas de clube exclusivos e dinâmicos. No coração do projeto encontra-se a junção de notáveis produtores de música eletrônica de dez cidades. Outras partes do projeto TEN CITIES  incluem o intercâmbio entre fotógrafos, bem como um projeto de pesquisa das dez cidades, sua história da música e suas culturas de clube.

O primeiro episódio de colaboração musical traz os renomados italianos DJs/produtores Marco Messina e Lucio Aquilina de Nápoles para Luanda, onde produzirão faixas juntamente com Djeff, DJ Satelite, Bruno M,  Silyvi, MC Sacer.(dot) e um círculo alargado de músicos de Angola.

A mudaça para Luanda tem a curadoria do produtor angolano Otiniel Silva aka Mano e o produtor de Berlim Andi Teichmann que facilitará a fase de produção.

O primeiros sons da cooperação serão ouvidos numa apresentação do projeto em Luanda e as faixas acabadas estarão disponíveis num dos álbuns da TEN CITIES como será apresentado no concerto final de TEN CITIES em 2014 de Berlim.

Concerto: 29 de Novembro 2012, ás 20.30 horas, no Elinga Teatro, Luanda
O  intercâmbio em Luanda é organizado pelo Goethe-Institut Angola e  Mano a Mano Produções. TEN CITIES é organizado pelo  Goethe-Institut Quénia e Adaptr.org  em cooperação com o centro de Estudos pós-coloniais da Universidade de Nápoles, Itália e C/O Berlim.

O projeto

A música eletrónica e as discotecas tem sido recentemente um dos fenómenos mais emocionantes em desenvolvimentos culturais globais. Os clubes de música são locais importantes na vida cultural das cidades. São lugares para (sub)culturas e para experiências com identidades e estilos de vida. O projeto vai contar a história até aqui pouco conhecida de culturas de club music e seu povo em dez cidades. E ele irá criar co-produções musicais entre os mais importantes DJs/produtores nessas cidades.

TEN CITIES vai centrar-se em dois continentes: na Europa como o centro atual de club music; e em África como o continente onde todos os estilos ocidentais de club music têm as suas raízes.

Atualmente, em África, os músicos mantêm-se em contato com a cultura pop mundial através da Internet e programam músicas aromatizadas localmente de criatividade explosiva, que muitas vezes encontram o seu caminho de volta para o mundo ocidental: club music poderosa, urbana e contemporânea. Isso cria ciclos de feedback, ligações e novos desenvolvimentos. No entanto, há pouca ou nenhuma troca entre os músicos e os ativistas dos dois continentes. O que seria se dez cenas nos dois continentes tivessem de responder diretamente uns aos outros? Queremos criar um dos primeiros projetos de co-operações conjuntas envolvendo cerca de 50 produtores / músicos de ambos os continentes.

E, embora as cidades da África e da Europa têm sido sempre centros da club music, com ambos os continentes experimentando um boom na música eletrónica e cultura de clube nas últimas décadas, a história dessas culturas de música não foi contada. Pela primeira vez procuramos documentar a história da música de dança em cada uma das dez cidades. Nós vamos contar a história das subculturas que evoluiram em volta de clubes de música nessas cidades. Para isso, vamos usar a fotografia, pesquisa acadêmica e documentação de som. Finalmente, TEN CITIES irá criar perfis das dez cidades que vão desafiar os clichês que temos em mente de cidades europeias e africanas e sua vida urbana.

TEN CITIES é inspirada pelo projeto piloto  BLNRB que o Goethe-Institut lançou em 2012

Participantes em Luanda:

Bruno M (Luanda) 

Nascido William Bruno Diogo do Amaral, foi apelidado de Bruno Magico devido as suas habilidades em produção de beats de Kuduro para terceiros. Para alem de ser um poeta dos problemas socias cantados na forma pessoal,  a sua forma inovadora de cantar Kuduro troce-lhe uma legião de fãs na sua maioria jovens (que no passado perdiam-se em práticas criminosas que  encontraram no Kuduro consolo e meio de manifestação e expressão). Com dois albums no mercado Batida Únika 1 e 2, Bruno e dententor de verdadeiros inos nacionais de kuduro como “Dança Do Scomba” e Txubila (musica cantada até pelo presidente da republica em publico).

Djeff (Luanda)

Tiago Barros  (Djeff), um artista em ascensão como produtor e DJ. Criador  do primeiro afro-house (Hu-House) em Angola Elegom Bousa feat Maskarado, e varios outro na Dupla com Silyvi. Recentemente criou a sua propia Label Kazukuta Records, a onde produs outros jovens talentos em Angola.

DJ Satelite (Luanda)

Hermenegildo Bráulio Humerto Mahapi aka DJ Satellite. Talento nato, muito cedo comecou a dar sinais das sua criatividade como produtor de Kuduro. Tem o seu nome escrito na historia do Kuduro cendo um dos produtores do Album Estado Maior do Kuduro dos Lambas (primeiro album a vender mais de 10.000 copias em Angola), Co-Produtor do  Album Batida Únika de Bruno M outro grande referencia do Kuduro nacional. Este produtor nato actualmente também  produs  Afro-House.

Lucio Aquilina (Naples)

Lucio Aquilina nasceu no bairro espanhol no centro de Nápoles. Lucio é um proeminente e futuro jovem DJ e produtor de música minimal-techno italiana. Ele lançou-se em editoras como a Trapez LTD, Cocoon e Spectral Sound.

Marco Messina (Naples)

Marco Messina é um DJ e produtor e membro da famosa banda de música 99 Posse.

99 Posse é um grupo italiano de hip hop e reggae de Nápoles. Ele faz rap em italiano e em dialeto local de Nápoles.  A maioria das canções do 99 Posse tratam de questões políticas ou sociais.

MC Sacer. (dot) (Luanda)

Edmar Jorge Pires Domingos aka MC Sacer.(dot) conhecido pelos seus dotes de MC, Sacerdote também produz beats para kuduristas. Envolvido em vários projectos de Hip Hop e Kuduro a onde se destaca o projecto Badida de DJ Mpula.

Silyvi (Luanda)

Silvio da Silva Classe aka DJ Silyvi. Como DJ muito cedo sentiu a necessidade de personalizar os seus sets, passou por isso  a remisturar  e editar as musicas que tocava. Dai para produção dos das suas propias musicas foi um acto natural.Em parceria com Djeff é dententor de grandes Hit’s em Angola. A solo lança  o tema Pemba Feat wiza pela AM ROOS, entre outros.

 

Os curadores das produções musicais são:

Andi Teichmann (Berlin)

Andi Teichmann pertence ao duo de música eletrónica alemã Gebrüder Teichmann/ Irmãos Teichmann. Os Gebrüder Teichmann com base em Berlim são dois irmãos Andi e Hannes Teichmann que atuam como músicos, DJs e produtores assim como ativistas culturais em mais de 40 países. 

Os Goethe-Instituts participantes em África incluem: Goethe-Institut Angola, Goethe-Institut Nigeria, Goethe-Institut África do Sul, Goethe-Institut Quénia assim como Goethe-Institut Egipto.

Adaptr.org é um coletivo com base em Berlim que estabeleceu uma ampla rede internacional de músicos, artistas visuais e os organizadores de eventos. Trata-se de Gerriet Schultz e os Irmãos Teichmann.

O centro de estudos pós-coloniais na Universidade de Nápoles, Itália é um polo para a análise interdisciplinar e intercultural e questões de migração, memória e a mutação das formações sociais e culturais dentro de um quadro europeu e extra-europeu.   

C/O Berlin, o Fórum Internacional para diálogos visuais, é um local de exposição em Berlim que concebe e organiza exposições fotográficas internacionais, variadas e contemporâneas.

Contactos 

Escritório de Nairobi: Goethe-Institut Nairobi, Tel: +254 20 2245115/ 22 11 381/ 2612541/2, 10CITIES@nairobi.goethe.org, www.goethe.de/kenya, facebook.com/GoetheInstitutNairobi

Escritório de Berlim: Adaptr Berlin, Gerriet@adapter-berlin.org, Andi@adapter-berlin.org, Hannes@adapter-berlin.org

 

Segunda-feira, 26 de novembro de 2012,

TEN CITIES Conferência de imprensa

CEFOJOR, Centro de Formação de Jornalistas

Rua Luther King, 123/124, Luanda Angola

09:00 horas

Quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Concerto de TEN CITIES por Marco Messina, Lucio Aquilina, MC Sacer.(dot) e DJ Satelite

Convidados: Bruno M, Djeff, Silyvi e Andi Teichmann

Elinga Teatro, Largo Tristão da Cunha 17, Luanda Angola

20:30 horas apresentação do projecto

21:00 horas espectáculo musical
Entrada: 1000 KZ

22.11.2012 | by martalanca | kuduro, Luanda, TEN CITIES