Comemorações do dia de África: A Mulher nas lutas de libertação em África

24 de Maio Sala B1, Biblioteca da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa 15:00 - 19:00

Mesa-redonda sobre A Mulher nas lutas de libertação em África No âmbito das actividades que assinalam as comemorações do 20º Aniversário do CEC (1999-2019) e das comemorações do Dia de África (25 de Maio) na FLUL, esta actividade visa debater a participação das mulheres nas lutas de libertação nos cinco países africanos de língua oficial portuguesa.

Participantes: Maria Paula Meneses (CES/FEUC- UCoimbra),Rosa Cruz e Silva (Universidade Agostinho Neto, Angola), Margarida Paredes (ISCTE/CRIA), Odete Costa Semedo (Universidade Amílcar Cabral, Guiné-Bissau), Vera Duarte (Academia Cabo-verdiana de Letras), Maria Maomé Smith (ONG Men Non, São Tomé e Príncipe) Discussant: Inocência Mata (CEC/CHUL) Moderação: José da Silva Horta (CHUL) OrganizaçãoCEC – Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

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  • [Projectos Discursos Memorialistas e a Construção da História (CITCOM) e GENORE – Género, Normatividade, Representações (MORPHE)],CHUL – Centro de História da Universidade de Lisboa, Curso de Estudos Africanos-FLUL.
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25 de Maio Anf. III, Biblioteca da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 11:00 – 12.30

Palestra sobre O lugar da língua portuguesa na Guiné-Bissau Profa. Doutora Odete Costa Semedo (Universidade Amílcar Cabral, Guiné-Bissau)

 

20.05.2019 | by martalanca | independência, mulheres, mulheres na luta armada em Angola

Sessão Cinema Militante e imagens da Guerra pela Independência da Argélia / Militant cinema and Images of Algerian War of Independence

Organização: Maria do Carmo Piçarra (CECS-U. Minho/CFAC-U. Reading) com Hangar

7 de Setembro, 18h no Hangar, Lisboa

Durante a guerra da independência da Argélia (1954-1962), vários filmes militantes foram realizados para promover a luta em curso ou sublinhar a solidariedade com esta causa. As imagens da repressão e do uso da tortura pelo Exército francês nas aldeias e cidades argelinas, a imagem dos lutadores pela liberdade integrados no movimento de independência argelino mais importante – a Frente de Libertação Nacional -, e a questão dos refugiados ou dos jovens órfãos de guerra foram incorporados e abordados pelas representações propostas através deste cinema militante.

Realizadores de diferentes países (dos EUA à ex-Jugoslávia, passando pela Itália, Bulgária, etc.) e até realizadores franceses (como René Vautier, Cécile Decugis, Pierre Clément) opositores ao colonialismo e imperialismo integraram esta rede internacionalista cinematográfica.

O modo como foi criada uma rede internacional de apoio à independência da Argélia inspirou vários movimentos de libertação de países do Terceiro Mundo e a Tricontinental (OSPAAL - Organization of Solidarity with the People of Asia, Africa, America Latina), tendo Argel passado a ser considerada a “Meca dos revolucionários” (Amílcar Cabral) em África durante as décadas de 60 e 70 do século XX, apoiando movimentos como MPLA, FRELIMO, PAIGC, PLO, ANC e acolhendo exilados politicos como Manuel Alegre ou Eldridge e Kathleen Cleaver.

Durante a sessão serão exibidas as curtas-metragens La Question, de Mohand Ali-Yahia, e Monangambé, de Sarah Maldoror.

foto de Augusta Conchigliafoto de Augusta Conchiglia

Various militants’ films were done to promote the idea of Algerian independence or the solidarity with that cause during the war (1954-1962).  The images of the repression and the use of the torture by French army in Algerian villages and cities, or the image of the fighters (showed as a Third World guerrillero/partisan fighters from a real army) of the principal Algerian Movement of independence (the Front of National Liberation), the question of the refugees and the young orphans of war were part of their representations.

Filmmakers from different countries (like USA, ex-Yugoslavia, Italy, Bulgaria…) and even some French (René Vautier, Cécile Decugis, Pierre Clément…) opposed to the colonialism and imperialism of their country were part of that international network.

This way of creating an international network supporting independence was also used after by several movement of liberation from the Third World and the Tricontinental (OSPAAAL Organization of Solidarity with the People of Asia, Africa, America Latina), and Algiers was considered as the « Mecca of the revolutionaries » (according to Amílcal Cabral) in Africa during the sixties and the seventies, supporting the MPLA, FRELIMO, PAIGC, PLO, ANC… and opened his doors to exiled political like Manuel Alegre or Eldridge and Kathleen Cleaver.

Mohand Ali-Yahia’s La Question, and Sarah Maldoror’s Monangambé will be presented during this session.

Olivier HADOUCHI (film historian and film curator)

Olivier Hadouchi, film historian (PhD in cinema studies), researcher (associated to IRCAV Paris 3) and film curator, was born and lives in Paris. Published a book about images of solidarity with Algerian independence (published by Museum of Modern Art, Belgrade) in 2016, and texts in various publications (Third Text, La Furia Umana, CinémAction, Something We Africans Got, or catalogues…)  and did many lectures, films presentations and discussions in museums, art centers (Tranzit/ Prague, places in Chile…) or film festivals (Paris, Marseille, Lille, Nantes, Algiers, Béjaïa, Lisbon, Beirut, Ghent, Geneva, Bourges..). Curated film programs for Le BAL, Bétonsalon and a program « Tricontinental. Cinema, Utopia and Internationalism »  (with 13 screenings) for Museum Reina Sofia (Madrid). With Seloua Luste Boulbina, he curates a regular event (film-video programs) every month in La COLONIE (Paris).

 

 

06.09.2017 | by martalanca | cinema militante, HANGAR, independência, Maria do Carmo Piçarro

Estreia de ‘INDEPENDÊNCIA’

A Associação Tchiweka de Documentação (ATD) organiza uma conferência de imprensa, no próximo dia 21 de Outubro, 4ª Feira, às 9h30, no Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), sobre o seu documentário Independência, que estreia brevemente em Luanda.

O documentário Independência é um resultado do Projecto da ATD “Angola – Nos Trilhos da Independência” e uma produção da Associação Tchiweka e da produtora audiovisual Geração 80.

O Projecto arrancou em 2010 e recolheu, de forma abrangente, memórias de mais de 600 intervenientes directos ou indirectos na luta pela independência, nacionais e estrangeiros. Recolheu também imagens de vários locais históricos, dentro e fora de Angola. Dessa actividade de seis anos resultaram mais de 1000 horas de entrevistas em vídeo, abrindo a possibilidade de realizar vários outros trabalhos.

O documentário Independência foi visto pelos seus produtores como uma “obrigação de devolver à sociedade angolana um pouco do que dela recebemos” produzindo algo para o presente, principalmente para as gerações nascidas depois de 1975, que não conheceram o sistema colonial e pouco sabem do passado.

Independência, um filme feito por angolanos, apresenta uma outra imagem da resposta ao domínio colonial e da luta de libertação nacional vista por quem nela participou.

‘Como a maior parte das pessoas da minha geração, eu tinha um desconhecimento profundo do nosso passado. Comecei a querer conhecer melhor as pessoas e as ideias daqueles que lutaram pela independência do nosso país’, diz o realizador do Independência, Mário Bastos. ‘Trabalhar seis anos no projecto Angola - Nos Trilhos da Independência, com acesso ao Centro de Documentação da Associação Tchiweka, foi essencial para conseguir fazer este documentário. Concluído o filme, espero que ele consiga criar diálogo entre as gerações que participaram na luta e as que nasceram depois de 1975. Está na hora de olharmos para o passado com os pés bem assentes no presente, e reflectirmos sobre onde estamos e o que somos, como país, 40 anos depois da nossa Independência’.

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19.10.2015 | by martalanca | documentário, independência

Janelas Lusófonas no Africultures

Há 40 anos, no seguimento da revolução dos cravos, um 25 de abril de 1974 que fez cair o regime fascista em Portugal, as cinco colónias africanas portuguesas (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe), hoje em dia comumente apelidadas de PALOP, assinalavam as suas independências. 
Em jeito de comemoração, o Africultures propõe, a cada mês do ano de 2015, as “janelas lusófonas”, que exploram diversos aspectos respeitantes a estes países, e relações que mantêm uns com os outros: afro-descendentes em Portugal, tratamento da memória colonial, cenas artísticas em vários destes países, relações entre o Brasil e África, etc.

Estas janelas são pensadas em parceria com o site Buala, do qual republicamos e traduzimos vários artigos. 

Esta edição especial é coordenada por Maud de la Chapelle.

veja aqui a lista de artigos que pode encontrar: Fenêtres lusophones 2015


Il y a quarante ans cette année (1975-2015), à la suite de la Révolution des Œillets, qui le 25 avril 1974 a fait tomber le régime fasciste au Portugal, les cinq colonies africaines portugaises (Angola, Cap-Vert, Guinée-Bissau, Mozambique, São Tomé et Principe), aujourd’hui communément appelées PALOP (Pays Africains de Langue Officielle Portugaise), signaient leur indépendance. 
En commémoration, Africultures vous propose, chaque mois de l’année 2015, des “fenêtres lusophones”, qui explorent différents aspects des pays concernés, et des relations qu’ils entretiennent entre eux : afro-descendants au Portugal, traitement de la mémoire coloniale, scènes artistiques dans les différents PALOP, relations entre le Brésil et l’Afrique, etc. 
Ces “fenêtres” sont pensées en partenariat avec le site portugais Buala, portail de réflexion sur les cultures africaines contemporaines, dont nous reprenons/traduisons plusieurs articles. 

Coordonné par Maud de la Chapelle

 

11.03.2015 | by martalanca | Africultures, Fenêtres lusophones, independência

Mês da independência, no cacau, julho, S. TOMÉ


Programa do cacau

Dia 10 de Julho16:30H
Cidadania para o Desenvolvimento “ser cidadão participativo é tomar nas mãos o destino do seu país”; Vamos refletir sobre o nosso papel como cidadãos …
Organizado pela Associação ROÇAMUNDO e a Associação Santomense das Mulheres Juristas

Dias 11 de Julho18h 30m
Exposição Coletiva de Artes Plásticas – CACAU MOSTRA STP
Comemoração do 37ª. Aniversário da Radio Nacional

Dia 19 de Julho
Apresentação oficial da 3ª Volta do Cacau (Prova Internacional de Ciclismo)

Dia 25 de Julho
Apresentação das Equipas de Ciclismo dos diferentes países participantes.

NOTA: A 3 de Agosto inaugura-se a exposição de fotografia sobre a Holanda

Largo das Alfândegas C.P. 14 São Tomé cacau.saotome@gmail.com

10.07.2012 | by candela | Cacau, independência, S.Tomé e Príncipe

Déclaration d’indépendance de l’Azawad

Nous, peuple de l’Azawad, Par la voix du Mouvement National de Libération de L’Azawad après concertation avec :

  • Le Comité Exécutif,
  • Le Conseil Révolutionnaire,
  • Le Conseil Consultatif,
  • L’Etat-Major de l’Armée de Libération,
  • Les bureaux régionaux,

Rappelant les principes du droit international et les principaux instruments juridiques internationaux régissant le droit des Peuples à disposer d’eux-mêmes, notamment, la charte des Nations Unies en ses articles 1 et 55, les dispositions pertinentes de la déclaration internationale des droits des peuples autochtones;

Considérant, la volonté explicitement exprimée dans la lettre datée du 30 mai 1958 adressée au président français par les notables, guides spirituels de toutes les composantes de l’AZAWAD;

Considérant qu’en 1960, à l’occasion de l’octroi de l’Indépendance aux peuples Ouest-Africains, la France a rattaché sans son consentement l’AZAWAD à l’Etat malien qu’elle vient de créer;

Rappelant les massacres, les exactions et humiliations, spoliations et génocides de 1963, 1990, 2006, 2010 et 2012, qui ont visé exclusivement le peuple de l’AZAWAD jusqu’au 1er avril 2012;

Rappelant, le comportement inhumain du Mali qui a utilisé les différentes sécheresses (1967, 1973, 1984, 2010….) pour faire disparaitre notre peuple par anéantissement alors même qu’il a sollicité et obtenu une aide humanitaire généreuse;

Considérant l’accumulation de plus de 50 ans de mal gouvernance, de corruption et de collusion militaro politico financière, mettant en danger l’existence du peuple de l’Azawad et en péril la stabilité sous-régionale et la paix internationale;

Considérant, la libération complète du territoire de l’Azawad;

Proclamons irrévocablement, L’ETAT INDEPENDANT de l’AZAWAD à compter de ce jour Vendredi 06 Avril 2012.

DECLARONS:

  • La reconnaissance des frontières en vigueur avec les états limitrophes et sont inviolabilité;
  • L’adhésion totale à la charte des Nations Unies;
  • L’engagement ferme du MNLA à créer les conditions de paix durable, à initier les fondements institutionnels de l’Etat basés sur une Constitution démocratique de l’Azawad indépendant.

Le Comité Exécutif du MNLA invite l’ensemble de la Communauté Internationale dans un élan de justice et de paix à reconnaitre sans délais l’Etat de l’Azawad Indépendant.

Le Comité Exécutif du MNLA jusqu’à la mise en place de l’Autorité du Territoire de l’Azawad continuera à assurer la gestion de l’ensemble du territoire.

Gao, le 6 Avril 2012

Billal Ag Acherif

Secrétaire General

Mouvement National pour la Libération de l’Azawad

 

retirado daqui

07.04.2012 | by martalanca | independência, mali

Metade do Mali agora independente!

Today, 6 of April 2012 the National Movement of the Azawad (MNLA) stoped all military operations and has proclaimed the independance of the Azawad

05.04.2012 | by ritadamasio | independência, liberdade, mali, rebelião

Semana da Comemoração, em Portugal, da Independência da República da Guiné-Bissau

Data                

Local                         

Horário     

Evento

23 Setembro

(6ª Feira)

Lisboa

ISCTE – IUL

Grande Auditório

17h00

19h00

Celebração do 87º Aniversário do nascimento de Amílcar Cabral

 


26 Setembro

(2ª Feira)

Lisboa

Casa Cultura Olivais

JFSMO

18h00

19h30

Inauguração de Exposição de Artes Plásticas com Lemos Djatá

 

 

28 Setembro

(4ª Feira)

Lisboa

18h00

19h30

Conferência “Oportunidades de Negócio na Guiné-Bissau”

 

1 Outubro

(Sábado)

Lisboa

Parque Jogos São João de Brito

18h00

24h00

Festa do Dia da Comunidade Guineense em Portugal, por ocasião da Comemoração do 37º Aniversário da Independência

 

19.09.2011 | by joanapires | Guiné Bissau, independência

"Amílcar Cabral (1924-1973) - Vida e Morte de um Revolucionário Africano", de Julião Soares Sousa

Conferência e sessão de apresentação do livro Amílcar Cabral (1924-1973) – Vida e Morte de um Revolucionário Africano, de Julião Soares Sousa, no âmbito das comemorações do 37.º aniversário da independência da Guiné-Bissau e do 87.º aniversário do nascimento de Amílcar Cabral, promovidas pela Associação Guineense para a Paz e Democracia e pelas Embaixadas da Guiné-Bissau e da República de Cabo Verde, no dia 23 de Setembro 2011 (sexta-feira), pelas 17:00 horas no Grande Auditório do ISCTE / Instituto Universitário de Lisboa – Edifício11, entrada pela Av. Aníbal Bettencourt –, em Lisboa.

Na Mesa de Honra estarão presentes o Dr. Fali Embaló, Embaixador da

Guiné-Bissau, a Dra. Cristina Pereira, Encarregada dos Negócios da Embaixada de Cabo Verde e o historiador, Julião Soares Sousa, autor do livro, Amílcar Cabral (1924-1973) – Vida e Morte de um Revolucionário Africano.

A moderação das intervenções e apresentação do livro será da responsabilidade do escritor e poeta Dr. José Luís Hopffer Almada.

O evento será complementado com uma sessão de poesia e música a cargo do escritor Kwame Kondè (Francisco Fragoso) e do músico Manecas Costa.

 

 

19.09.2011 | by joanapires | Amílcar Cabral, Guiné Bissau, independência

"Comissão das Lágrimas" de António Lobo Antunes

“Um doloroso canto de uma mulher torturada” foi o ponto de partida para Comissão das Lágrimas, o novo livro de António Lobo Antunes. A mulher torturada foi Elvira (conhecida por Virinha), comandante do batalhão feminino do MPLA, presa, torturada e morta na sequência dos terríveis acontecimentos de Maio de 1977 em Angola.

Mas este é apenas um episódio num livro denso e sombrio sobre Angola depois da independência. António Lobo Antunes não quis fazer um livro documental ou uma reportagem “verídica” sobre o que se passou em Angola, antes usou a sua sensibilidade e o espantoso poder evocativo da sua escrita para falar sobre a culpa, a vingança, a inocência perdida.

 

O livro chega às livrarias no dia 30 de Setembro.

14.09.2011 | by joanapires | angola, história, independência

Os dias da Independência – Angola 1975

Fotografias de Joaquim Lobo
EXPOSIÇÃO 12 de Novembro 2010 a 15 de Janeiro 2011 no Arquivo Municpal de Fotografia, Rua da PAlma

As imagens expostas, tiradas aquando da independência de Angola, autoproclamada em Luanda, por Agostinho Neto, à meia-noite de 10 para 11 de Novembro de 1975, dão a conhecer este país na fase tumultuosa que precedeu a “dipanda”, nome local para os festejos da independência.
Joaquim Lobo observou e deu testemunho do que viu, ao longo de dois meses de intensa actividade foto jornalística. O trabalho
que então realizou, em condições extremamente difíceis é considerado um dos pontos altos da sua carreira como fotojornalista.
Documentou pela imagem, de forma expressiva, os dramáticos acontecimentos que marcaram o nascimento da nação angolana e deram início à guerra civil entre os três movimentos signatários dos Acordos de Alvor (Acácio Barradas, texto sobre o fotógrafo).
A exposição assinala a independência de Angola a 11 de Novembro de 1975 e é uma oportunidade para homenagear a grande comunidade angolana que vive em Portugal.

25.11.2010 | by martalanca | angola, independência

Angola nos Trilhos da Independência

Angola segue, independente, a caminho dos 40 anos e esse facto torna urgente a necessidade de preservar os testemunhos dos que contribuíram para que aqui chegássemos.

Na luta pela independência participaram indivíduos, que nos podem ainda narrar as suas experiências vividas. Testemunhos que é preciso recolherregistar e preservar.

A tarefa é urgente e a colaboração de todos é necessária. Só assim poderemos assegurar que através do trabalho de estudiosos e investigadores, as gerações mais novas e vindouras venham a enriquecer o seu conhecimento sobre a nossa História.

Com o objectivo de contribuir com a sua parte nesta tarefa de todos, a Associação Tchiweka de Documentação (ATD) decidiu, para além das suas actividades correntes, levar a cabo o Projecto “Angola nos Trilhos da Independência” que tem por objectivo proceder à recolha de testemunhos orais de nacionais ou estrangeiros, directa ou indirectamente envolvidos na luta anticolonial.

Angola nos Trilhos da Independência”, pretende contribuir para uma pesquisa abrangente, que permita o registo de testemunhos no mosaico do movimento nacionalista.

Este Projecto tem uma duração de 5 anos. Em 2015, com base no material recolhido e com execução Geração-80, a ATD pretende promover um documentário sobre o trabalho realizado.

veja o trailler 

22.11.2010 | by martalanca | angola, Angola nos Trilhos da Independência, documentário, independência